Questões de EFAI Arte - Arte e Cultura - O Cinema - Anos Iniciais
5 Questões
Questão
10 16607479
Fácil
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025
Só um Oscar não resolve nada
Ainda Estou Aqui venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional, um feito que coloca o cinema brasileiro no radar global. Mas, e agora? Essa vitória representa um divisor de águas ou apenas um brilho passageiro?
A consagração no Oscar traz benefícios concretos: maior visibilidade internacional, facilitação de acordos de coprodução e, no curto prazo, um renovado interesse pelo cinema brasileiro. Mas será suficiente para garantir um renascimento da indústria nacional? [...]
Historicamente, o Brasil sempre precisou do aval estrangeiro para reconhecer a própria grandeza. No cinema, isso também é evidente: Central do Brasil (1998), Cidade de Deus (2002) e O pagador de promessas (1962) só ganharam status de “clássicos nacionais” após triunfarem lá fora.
Isso levanta uma questão incômoda: até que ponto dependemos desse reconhecimento para valorizar nossa própria cultura? A vitória representa um êxito ou apenas reforça a ideia de que, sem Hollywood, não existimos?
É provável que o sucesso do filme de Salles traga um impulso momentâneo ao cinema brasileiro. Distribuidores podem se interessar por novas produções, e a crítica internacional, por um breve período, olhará para o Brasil com curiosidade. [...]
Para que o Oscar não seja um episódio isolado, é preciso medidas concretas. A primeira é a reconstrução das políticas de incentivo ao audiovisual. [...]
Mas nenhuma política de incentivo ao cinema será eficaz se não houver um público. E isso passa diretamente pela formação do espectador brasileiro. O cinema nacional precisa ser valorizado desde a escola, com programas educativos que promovam o contato dos jovens com a produção audiovisual brasileira. [...]
Se quisermos que o Brasil tenha um cinema forte e independente, precisamos parar de buscar validação externa e começar a garantir que nossas histórias sejam contadas, assistidas e celebradas por nós mesmos. Afinal, um cinema não se constrói apenas com prêmios, mas com público.
DIOGO, José Manuel. Só um Oscar não resolve nada. Correio Braziliense, 9 mar. 2025. Disponível em: https://meulink.fit/kyryAllwTgvpeLA. Acesso em: 10 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P00126520)
No primeiro parágrafo desse texto, no trecho “Mas, e agora?”, o ponto de interrogação foi utilizado para
Questão
6 16603323
Fácil
AMA 1 Edição - 9 Ano - Língua Portuguesa 2025
Flow
Completamente sem falas, com exceção do som dos animais e da própria natureza que a todo instante parece estar convulsionando, mudando e desafiando a sobrevivência dos personagens, a animação da Letônia chegou tímida assim como o gato preto que protagoniza essa aventura distópica1. Para além de ser uma bela história sobre empatia, companheirismo e sacrifícios, fora das telas, a animação conquistou um espaço inédito na história do cinema mundial, com alguns dos primeiros prêmios recebidos pelo país europeu.
A trama acompanha um felino vivendo em um mundo tomado pelos comandos da natureza: as florestas crescem sem pedir licença, os mais variados tipos de criaturas podem surgir no cenário e enchentes são uma ameaça constante no desafio da sobrevivência. É neste mundo semelhante ao nosso, mas sem a aparente presença de humanos (vivos, pelo menos) que uma família disfuncional se forma em um exercício de solidariedade acima das diferenças. [...]
Flow consegue transmitir o sentimento dos animais de maneira muito clara. Sem se apegar a caricaturas, o diretor Gints Zilbalodis e sua equipe de animadores tiveram um trabalho delicado ao apresentar as emoções dos bichinhos [...]. Apegados ao hiper-realismo, os profissionais tentam replicar movimentos e maneirismos das espécimes com todo o tipo de peculiaridade que envolve a vida de um gato, de um cachorro, de uma ave serpentário, de um lêmure e de uma capivara. Aliás, alguns dos peixes mais bonitos e inventivos do cinema estão aqui. [...]
Assim, o trabalho sonoro se preocupa também a colaborar nessas emoções e, da mesma forma como sabemos que nosso pet está feliz ou triste, conseguimos notar tais sinais em Flow.
Por exemplo: o gato protagonista é tão curioso e teimoso quanto a capivara é sossegada (uma paz de espírito danada!). O lêmure colecionador é desconfiado ao mesmo tempo em que o cachorrinho segue ao estereótipo de um animal bobo e empolgado. Não existem recursos visuais extras que ajudem a delimitar essas características, mas o comportamento de cada um os concede uma personalidade palpável. Assim como na “vida real”, o olhar diz muito.
*Vocabulário:
1distópica: sociedade fictícia caracterizada por condições de vida extremamente difíceis.
CARLOS, Diego Souza. Flow. AdoroCinema, 2025. Disponível em: https://meulink.fit/zAmuBlZGeeaXIqM. Acesso em: 10 mar. 2025. Adaptado para fins didáticos. Fragmento. (P00126518_SUP)
No último parágrafo desse texto, no trecho “... o gato protagonista é tão curioso e teimoso...”, a forma verbal destacada foi utilizada para
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10 12255577
Fácil
Pref. de Curitiba 5º Ano - Língua Portuguesa 2020
Texto
O pai dos super-heróis

Foto publicada em 18 de abril de 2017/Copyright ABC/Richard Cartwright
Stanley Martin Lieber, conhecido como Stan Lee, nasceu em Manhattan, Nova Iorque, Estados Unidos, no dia 28 de dezembro de 1922. Filho de judeus imigrados da Romênia começou a trabalhar cedo. Desde jovem gostava de escrever e na adolescência planejava começar um romance.
Depois de se formar no colegial no ano de 1938, com 16 anos, foi contratado pela editora Timely Comics, como encarregado de varrer o chão e servir café.
A primeira oportunidade de escrever uma história foi em 1940 quando fez uma parceria com os criadores do Capitão América.
Entre os anos de 1942 e 1945 o quadrinista serviu no Exército Americano durante a Segunda Guerra Mundial.
Em 1961, foi lançada a série “O Quarteto Fantástico”, criada por ele e Jack Kirby, que transformou a Marvel Comics em uma das mais importantes editoras de quadrinhos dos Estados Unidos.
Stan Lee criou também: Homem Aranha e Hulk (1962), Homem de Ferro, Vingadores e X-Men (1963), entre outros.
O editor de quadrinhos demorou 19 anos para levar seus personagens para as telas do cinema, quando é lançado X-Men (2000). Desde então, seus personagens reúnem milhares de fãs pelo mundo. Stan Lee fazia aparições em papéis especiais em seus filmes. Infelizmente faleceu em Los Angeles, Califórnia, no dia 12 de novembro de 2018, deixando esposa e duas filhas.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.ebiografia.com/stan_lee/. Acesso em: 20 ago. 2019. (Fins pedagógicos).
Qual foi a primeira história que Stan Lee escreveu?
Questão
9 12255547
Fácil
Pref. de Curitiba 5º Ano - Língua Portuguesa 2020
Texto
O pai dos super-heróis

Foto publicada em 18 de abril de 2017/Copyright ABC/Richard Cartwright
Stanley Martin Lieber, conhecido como Stan Lee, nasceu em Manhattan, Nova Iorque, Estados Unidos, no dia 28 de dezembro de 1922. Filho de judeus imigrados da Romênia começou a trabalhar cedo. Desde jovem gostava de escrever e na adolescência planejava começar um romance.
Depois de se formar no colegial no ano de 1938, com 16 anos, foi contratado pela editora Timely Comics, como encarregado de varrer o chão e servir café.
A primeira oportunidade de escrever uma história foi em 1940 quando fez uma parceria com os criadores do Capitão América.
Entre os anos de 1942 e 1945 o quadrinista serviu no Exército Americano durante a Segunda Guerra Mundial.
Em 1961, foi lançada a série “O Quarteto Fantástico”, criada por ele e Jack Kirby, que transformou a Marvel Comics em uma das mais importantes editoras de quadrinhos dos Estados Unidos.
Stan Lee criou também: Homem Aranha e Hulk (1962), Homem de Ferro, Vingadores e X-Men (1963), entre outros.
O editor de quadrinhos demorou 19 anos para levar seus personagens para as telas do cinema, quando é lançado X-Men (2000). Desde então, seus personagens reúnem milhares de fãs pelo mundo. Stan Lee fazia aparições em papéis especiais em seus filmes. Infelizmente faleceu em Los Angeles, Califórnia, no dia 12 de novembro de 2018, deixando esposa e duas filhas.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.ebiografia.com/stan_lee/. Acesso em: 20 ago. 2019. (Fins pedagógicos).
Marque um X na alternativa correta.
O assunto principal do texto é:
Questão
3 11899973
Fácil
Pref. de Curitiba 4º Ano - Língua Portuguesa 2020
Vamos conhecer um pouco sobre o personagem do filme WALL-E.
HERÓI DO FUTURO
CONHEÇA WALL-E, UM ROBÔ COM A MISSÃO DE SALVAR UM PLANETA DESERTO: A TERRA
TODO DIA, WALL-E FAZ A MESMA COISA: CAPTA ENERGIA SOLAR, RECARREGA SUAS BATERIAS E COMEÇA SEU TRABALHO. ELE REPETE ISSO HÁ 700 ANOS.
ISSO ACONTECE PORQUE A TERRA FICOU TÃO POLUÍDA QUE A VIDA SE TORNOU IMPOSSÍVEL. OS HUMANOS ENTÃO SE MUDARAM PARA UMA NAVE, ONDE VIVERIAM POR CINCO ANOS, ENQUANTO ROBÔS FARIAM A LIMPEZA. MAS O PLANO NÃO FUNCIONOU COMO PREVISTO. AS PESSOAS AINDA NÃO RETORNARAM E WALL-E ESTÁ SOZINHO.
PARA PASSAR O TEMPO, O ROBÔ CONTINUA A LIMPEZA, CUIDA DE UMA BARATA DE ESTIMAÇÃO E COLECIONA OBJETOS QUE ACHA NO MEIO DE SUCATA.
Texto adaptado. LOPES, Noêmia. Herói do futuro. IN: Revista Recreio. Ano 9, n.433, 2008. (Fins pedagógicos).

Marque um X na alternativa correta.
Marque a alternativa que apresenta a sequência da história de WALL-E, presente no texto, na ordem correta.