Questões de EFAI História - Brasil: Colonial
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Questão
41 12202662
Fácil
Pref. de Santo Antônio 6º BANCO (4º Ano) 2020
Mudanças na navegação
Alguns povos europeus tinham pouco conhecimento sobre os oceanos e acreditavam que, além dos limites conhecidos, existiam monstros marinhos que atacariam as embarcações. A maior parte das viagens marítimas eram feitas próximo ao litoral, e não em mar aberto. Por isso, descobrir a Rota do Cabo e navegar além dos marcos conhecidos não foi tarefa fácil.
Técnicas e instrumentos
A necessidade de encontrar outro caminho para as Índias fez com que os europeus aperfeiçoassem os instrumentos de orientação marítima, como o astrolábio, a bússola, o quadrante e as cartas marítimas.
Os portugueses foram pioneiros e utilizavam a caravela, uma embarcação longa, feita de madeira e com velas que eram impulsionadas pelo vento. As viagens ficaram mais rápidas, mas ainda eram muito desconfortáveis. Elas duravam meses e era necessário controlar a quantidade de alimentos para que durassem todo o trajeto. Imprevistos, como tempestades, podiam danificar as embarcações. As precárias condições de higiene provocavam doenças e mortes. E, mesmo com as melhorias, ainda existia o risco de naufrágios ou de as embarcações se perderem no mar.

Assinale com um X os instrumentos que facilitaram a navegação no século XV
Questão
35 12202461
Fácil
Pref. de Santo Antônio 6º BANCO (4º Ano) 2020
A expansão do comércio e das rotas
Até o século XV, o comércio marítimo entre Europa e Ásia era feito apenas pelo mar Mediterrâneo. Por ali, mercadores traziam tecidos de seda, tapeçarias, pedras preciosas, porcelanas, e especiarias que eram vendidos por toda a Europa. Esses produtos vinham da África e da região que incluía territórios que hoje correspondem ao Japão, à China, Índia e Indonésia, que os europeus, à época, chamavam de Índias.
As especiarias são produtos como cravo, canela, noz-moscada, baunilha, gengibre e pimenta. Usadas para temperar e conservar alimentos e na fabricação de remédios e perfumes, elas eram caras no mercado europeu, pela dificuldade em trazê-las de locais distantes e pouco acessíveis.
O comércio das especiarias e de artigos de luxo era muito lucrativo e controlado por mercadores árabes e italianos, das cidades de Gênova e Veneza, que dominavam as rotas marítimas do mar Mediterrâneo. Muitos países, porém, queriam participar deste vantajoso comércio. Para isso, era preciso estabelecer uma nova rota marítima.
Empenhados em chegar às Índias, outros povos europeus, como os portugueses, enviaram embarcações para contornar a África pelo Oceano Atlântico. Depois de muita expedições, o navegador português Bartolomeu Dias conseguiu, entre 1487 e 1488, alcançar o temido Cabo da Boa Esperança, no sul da África.
Dez anos depois, Vasco da Sarna, realizando o mesmo percurso, alcançou finalmente Calicute, na Índia, uma Importante região que fornecia especiarias. Os lucros obtidos com essa viagem foram reinvestidos em outras expedições, que ajudaram Portugal a se tornar o maior centro europeu do comércio de especiarias do século XVI.
Os mercadores vendiam seus produtos por toda Europa. Vinham da África e da região que incluía territórios, que hoje correspondem:
Questão
34 12202456
Fácil
Pref. de Santo Antônio 6º BANCO (4º Ano) 2020
A expansão do comércio e das rotas
Até o século XV, o comércio marítimo entre Europa e Ásia era feito apenas pelo mar Mediterrâneo. Por ali, mercadores traziam tecidos de seda, tapeçarias, pedras preciosas, porcelanas, e especiarias que eram vendidos por toda a Europa. Esses produtos vinham da África e da região que incluía territórios que hoje correspondem ao Japão, à China, Índia e Indonésia, que os europeus, à época, chamavam de Índias.
As especiarias são produtos como cravo, canela, noz-moscada, baunilha, gengibre e pimenta. Usadas para temperar e conservar alimentos e na fabricação de remédios e perfumes, elas eram caras no mercado europeu, pela dificuldade em trazê-las de locais distantes e pouco acessíveis.
O comércio das especiarias e de artigos de luxo era muito lucrativo e controlado por mercadores árabes e italianos, das cidades de Gênova e Veneza, que dominavam as rotas marítimas do mar Mediterrâneo. Muitos países, porém, queriam participar deste vantajoso comércio. Para isso, era preciso estabelecer uma nova rota marítima.
Empenhados em chegar às Índias, outros povos europeus, como os portugueses, enviaram embarcações para contornar a África pelo Oceano Atlântico. Depois de muita expedições, o navegador português Bartolomeu Dias conseguiu, entre 1487 e 1488, alcançar o temido Cabo da Boa Esperança, no sul da África.
Dez anos depois, Vasco da Sarna, realizando o mesmo percurso, alcançou finalmente Calicute, na Índia, uma Importante região que fornecia especiarias. Os lucros obtidos com essa viagem foram reinvestidos em outras expedições, que ajudaram Portugal a se tornar o maior centro europeu do comércio de especiarias do século XVI.
Os mercadores vendiam vários produtos. Esses produtos eram:
Questão
33 12202441
Fácil
Pref. de Santo Antônio 6º BANCO (4º Ano) 2020
A expansão do comércio e das rotas
Até o século XV, o comércio marítimo entre Europa e Ásia era feito apenas pelo mar Mediterrâneo. Por ali, mercadores traziam tecidos de seda, tapeçarias, pedras preciosas, porcelanas, e especiarias que eram vendidos por toda a Europa. Esses produtos vinham da África e da região que incluía territórios que hoje correspondem ao Japão, à China, Índia e Indonésia, que os europeus, à época, chamavam de Índias.
As especiarias são produtos como cravo, canela, noz-moscada, baunilha, gengibre e pimenta. Usadas para temperar e conservar alimentos e na fabricação de remédios e perfumes, elas eram caras no mercado europeu, pela dificuldade em trazê-las de locais distantes e pouco acessíveis.
O comércio das especiarias e de artigos de luxo era muito lucrativo e controlado por mercadores árabes e italianos, das cidades de Gênova e Veneza, que dominavam as rotas marítimas do mar Mediterrâneo. Muitos países, porém, queriam participar deste vantajoso comércio. Para isso, era preciso estabelecer uma nova rota marítima.
Empenhados em chegar às Índias, outros povos europeus, como os portugueses, enviaram embarcações para contornar a África pelo Oceano Atlântico. Depois de muita expedições, o navegador português Bartolomeu Dias conseguiu, entre 1487 e 1488, alcançar o temido Cabo da Boa Esperança, no sul da África.
Dez anos depois, Vasco da Sarna, realizando o mesmo percurso, alcançou finalmente Calicute, na Índia, uma Importante região que fornecia especiarias. Os lucros obtidos com essa viagem foram reinvestidos em outras expedições, que ajudaram Portugal a se tornar o maior centro europeu do comércio de especiarias do século XVI.
Até o século XV, o comércio marítimo entre Europa e Ásia era feito apenas pelo:
Questão
42 11527080
Fácil
Pref. de São Paulo Ampliada 4º Ano 2019
Antigamente os Kamayurá, povo nativo brasileiro, utilizavam machados de pedra e instrumentos de osso e madeira no trabalho da roça. Após o contato com os brancos, esses objetos foram, pouco a pouco, sendo substituídos por instrumentos de metal.
GRUPIONI, Luís Donisete Benzi. Juntos na aldeia. São Paulo: Berlendis & Vertecchia, 2004 (adaptado)
Segundo o texto, o grupo de pessoas com quem os Kamayurá tiveram contato foi o
Questão
21 11402457
Médio
PARANÁ História 2023
Outra importante manifestação das crenças e tradições africanas na Colônia eram os objetos conhecidos como “bolsas de mandinga”. A insegurança tanto física como espiritual gerava uma necessidade generalizada de proteção: das catástrofes da natureza, das doenças, da má sorte, da violência dos núcleos urbanos, dos roubos, das brigas, dos malefícios de feiticeiros etc. Também para trazer sorte, dinheiro e até atrair mulheres, o costume era corrente nas primeiras décadas do século XVIII, envolvendo não apenas escravos, mas também homens brancos.
CALAINHO, D. B. Feitiços e feiticeiros. In: FIGUEIREDO, L. História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013. (Adaptado de Enem 2018).
A prática histórico-cultural de matriz africana descrita no texto representava um(a)