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Questões de EFAF Filosofia - Filosofia contemporânea

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Questão 19 10681561
Fácil

CN 2º Dia - Português (Amarela) 2012
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Senso Comum e Ideologia

Texto I

 

Felicidade suprema

 

    Às vezes vale a pena pensar sobre a vida. Não sobre o que temos ou não consumido, tampouco a respeito do que fizemos ou deixamos de fazer. São aspectos factuais que, mais do que ajudar em uma reflexão mais profunda, tornam-se barreiras ao pensamento abstrato, aquele em que vamos encontrar as verdadeiras significações. Chegamos quase à ideia de Platão, mas aí já o terreno é extremamente perigoso e podemos nos enredar.

    Tentar entender o que é a felicidade talvez seja um dos caminhos para se chegar ao sentido da vida. É um assunto para o qual não há dona de álbum de pensamentos que não tenha uma resposta pronta: a felicidade não existe. Existem momentos felizes. Essa é uma verdade chocantemente inofensiva, pois não chega a pensar o que seja a felicidade como também não esclarece o que são tais momentos felizes.

    Pois bem, o assunto me ocorre ao me lembrar de que vivemos em uma sociedade excessivamente consumista, sociedade em que a maioria considera-se feliz se pode comprar. Assim é o capitalismo: entranha-se em nossa consciência essa aparência de verdade fazendo parecer que os interesses de alguns sejam verdades inquestionáveis. O que é bom para mim tem de ser bom para todos. Isso tem o nome de ideologia, palavra tão surrada quão pouco entendida. E haja propaganda para que a máquina continue girando. Não sou contra o consumo, declaro desde já, mas contra o consumismo. Elevar o consumo de bens materiais (principalmente) como o bem supremo de um ser hu- mano é tirar-lhe toda a humanidade.

     [...]

    Schopenhauer, filósofo do século XIX, já vislumbrava повва броса, а sociedade do consumismo desenfreado. Ele afirmava que o desejo é a regência do mundo. E que desejamos o que não temos. Portanto, somos infelizes. E de o desejo é satisfeito com a obtenção de seu objeto, novos objetos surgem em seu caminho. Esta insaciabilidade do ser humano é que o vai manter preso à infelicidade

    Bem, e a que chegamos? Enquanto alguém que circule melhor do que eu pela filosofia, que mal tangencio como curioso, vou continuar pensando que a vida não tem sentido, apenas existência. E isso, um pouco à maneira do Alberto Caeiro, para quem pensar é estar doente.

Menalton Braff, em www.cartacapital.com.br - acesво ет 22 fev. 2012. (adaptado)

 

TEXTO II

Quino, em www.literaturaeeducacao.blogspot.com, acesso em 06mar.2012.

Assinale a opção correta sobre o texto I ou texto II.

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Questão 18 10681554
Fácil

CN 2º Dia - Português (Amarela) 2012
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Senso Comum e Ideologia

Texto I

 

Felicidade suprema

 

    Às vezes vale a pena pensar sobre a vida. Não sobre o que temos ou não consumido, tampouco a respeito do que fizemos ou deixamos de fazer. São aspectos factuais que, mais do que ajudar em uma reflexão mais profunda, tornam-se barreiras ao pensamento abstrato, aquele em que vamos encontrar as verdadeiras significações. Chegamos quase à ideia de Platão, mas aí já o terreno é extremamente perigoso e podemos nos enredar.

    Tentar entender o que é a felicidade talvez seja um dos caminhos para se chegar ao sentido da vida. É um assunto para o qual não há dona de álbum de pensamentos que não tenha uma resposta pronta: a felicidade não existe. Existem momentos felizes. Essa é uma verdade chocantemente inofensiva, pois não chega a pensar o que seja a felicidade como também não esclarece o que são tais momentos felizes.

    Pois bem, o assunto me ocorre ao me lembrar de que vivemos em uma sociedade excessivamente consumista, sociedade em que a maioria considera-se feliz se pode comprar. Assim é o capitalismo: entranha-se em nossa consciência essa aparência de verdade fazendo parecer que os interesses de alguns sejam verdades inquestionáveis. O que é bom para mim tem de ser bom para todos. Isso tem o nome de ideologia, palavra tão surrada quão pouco entendida. E haja propaganda para que a máquina continue girando. Não sou contra o consumo, declaro desde já, mas contra o consumismo. Elevar o consumo de bens materiais (principalmente) como o bem supremo de um ser hu- mano é tirar-lhe toda a humanidade.

     [...]

    Schopenhauer, filósofo do século XIX, já vislumbrava повва броса, а sociedade do consumismo desenfreado. Ele afirmava que o desejo é a regência do mundo. E que desejamos o que não temos. Portanto, somos infelizes. E de o desejo é satisfeito com a obtenção de seu objeto, novos objetos surgem em seu caminho. Esta insaciabilidade do ser humano é que o vai manter preso à infelicidade

    Bem, e a que chegamos? Enquanto alguém que circule melhor do que eu pela filosofia, que mal tangencio como curioso, vou continuar pensando que a vida não tem sentido, apenas existência. E isso, um pouco à maneira do Alberto Caeiro, para quem pensar é estar doente.

Menalton Braff, em www.cartacapital.com.br - acesво ет 22 fev. 2012. (adaptado)

 

TEXTO II

Quino, em www.literaturaeeducacao.blogspot.com, acesso em 06mar.2012.

Que frase do texto I ratifica as ideias mostradas no texto II?

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Questão 4 10681386
Fácil

CN 2º Dia - Português (Amarela) 2012
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Senso Comum e Ideologia

Texto

 

Felicidade suprema

 

    Às vezes vale a pena pensar sobre a vida. Não sobre o que temos ou não consumido, tampouco a respeito do que fizemos ou deixamos de fazer. São aspectos factuais que, mais do que ajudar em uma reflexão mais profunda, tornam-se barreiras ao pensamento abstrato, aquele em que vamos encontrar as verdadeiras significações. Chegamos quase à ideia de Platão, mas aí já o terreno é extremamente perigoso e podemos nos enredar.

    Tentar entender o que é a felicidade talvez seja um dos caminhos para se chegar ao sentido da vida. É um assunto para o qual não há dona de álbum de pensamentos que não tenha uma resposta pronta: a felicidade não existe. Existem momentos felizes. Essa é uma verdade chocantemente inofensiva, pois não chega a pensar o que seja a felicidade como também não esclarece o que são tais momentos felizes.

    Pois bem, o assunto me ocorre ao me lembrar de que vivemos em uma sociedade excessivamente consumista, sociedade em que a maioria considera-se feliz se pode comprar. Assim é o capitalismo: entranha-se em nossa consciência essa aparência de verdade fazendo parecer que os interesses de alguns sejam verdades inquestionáveis. O que é bom para mim tem de ser bom para todos. Isso tem o nome de ideologia, palavra tão surrada quão pouco entendida. E haja propaganda para que a máquina continue girando. Não sou contra o consumo, declaro desde já, mas contra o consumismo. Elevar o consumo de bens materiais (principalmente) como o bem supremo de um ser humano é tirar-lhe toda a humanidade.

     [...]

    Schopenhauer, filósofo do século XIX, já vislumbrava nossa éроса, а sociedade do consumismo desenfreado. Ele afirmava que o desejo é a regência do mundo. E que desejamos o que não temos. Portanto, somos infelizes. E de o desejo é satisfeito com a obtenção de seu objeto, novos objetos surgem em seu caminho. Esta insaciabilidade do ser humano é que o vai manter preso à infelicidade

    Bem, e a que chegamos? Enquanto alguém que circule melhor do que eu pela filosofia, que mal tangencio como curioso, vou continuar pensando que a vida não tem sentido, apenas existência. E isso, um pouco à maneira do Alberto Caeiro, para quem pensar é estar doente.

Menalton Braff, em www.cartacapital.com.br - acesво ет 22 fev. 2012. (adaptado)

Observe as frases a seguir, retiradas do texto.

 

I - Enquanto alguém que circule melhor do que eu pela filosofia [...]." (5°§)

II - [...] que mal tangencio como curioso [...]." (5°§)

III - São aspectos factuais que, mais do que ajudar em uma reflexão mais profunda [...]. (1°§)

IV - Elevar o consumo de bens materiais (principalmente) como o bem supremo [...]. (3°§)

V - "O que é bom para mim tem de ser bom para todos." (3°§)

 

Assinale a opção que apresenta, respectivamente, a antonímia das palavras destacadas acima.

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Questão 2 10681374
Fácil

CN 2º Dia - Português (Amarela) 2012
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Senso Comum e Ideologia

Texto

 

Felicidade suprema

 

    Às vezes vale a pena pensar sobre a vida. Não sobre o que temos ou não consumido, tampouco a respeito do que fizemos ou deixamos de fazer. São aspectos factuais que, mais do que ajudar em uma reflexão mais profunda, tornam-se barreiras ao pensamento abstrato, aquele em que vamos encontrar as verdadeiras significações. Chegamos quase à ideia de Platão, mas aí já o terreno é extremamente perigoso e podemos nos enredar.

    Tentar entender o que é a felicidade talvez seja um dos caminhos para se chegar ao sentido da vida. É um assunto para o qual não há dona de álbum de pensamentos que não tenha uma resposta pronta: a felicidade não existe. Existem momentos felizes. Essa é uma verdade chocantemente inofensiva, pois não chega a pensar o que seja a felicidade como também não esclarece o que são tais momentos felizes.

    Pois bem, o assunto me ocorre ao me lembrar de que vivemos em uma sociedade excessivamente consumista, sociedade em que a maioria considera-se feliz se pode comprar. Assim é o capitalismo: entranha-se em nossa consciência essa aparência de verdade fazendo parecer que os interesses de alguns sejam verdades inquestionáveis. O que é bom para mim tem de ser bom para todos. Isso tem o nome de ideologia, palavra tão surrada quão pouco entendida. E haja propaganda para que a máquina continue girando. Não sou contra o consumo, declaro desde já, mas contra o consumismo. Elevar o consumo de bens materiais (principalmente) como o bem supremo de um ser humano é tirar-lhe toda a humanidade.

     [...]

    Schopenhauer, filósofo do século XIX, já vislumbrava nossa éроса, а sociedade do consumismo desenfreado. Ele afirmava que o desejo é a regência do mundo. E que desejamos o que não temos. Portanto, somos infelizes. E de o desejo é satisfeito com a obtenção de seu objeto, novos objetos surgem em seu caminho. Esta insaciabilidade do ser humano é que o vai manter preso à infelicidade

    Bem, e a que chegamos? Enquanto alguém que circule melhor do que eu pela filosofia, que mal tangencio como curioso, vou continuar pensando que a vida não tem sentido, apenas existência. E isso, um pouco à maneira do Alberto Caeiro, para quem pensar é estar doente.

Menalton Braff, em www.cartacapital.com.br - acesво ет 22 fev. 2012. (adaptado)

Observe as orações a seguir, referentes ao texto.

 

I - "Às vezes vale a pena pensar sobre a vida." (1°§) (O acento grave foi usado por causa da locução adverbial feminina)

II - "[...] que o vai manter preso à infelicidade." (4°§) (O acento grave foi usado para desfazer ambiguidade)

III - "[...] um pouco à maneira do Alberto Caeiro [...]."(5°§) (O acento grave foi usado por causa da locução adverbial feminina)

 

Assinale a opção correta quanto à justificativa para o uso do acento indicativo de crase.

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Questão 1 10681351
Fácil

CN 2º Dia - Português (Amarela) 2012
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Senso Comum e Ideologia

Texto

 

Felicidade suprema

 

    Às vezes vale a pena pensar sobre a vida. Não sobre o que temos ou não consumido, tampouco a respeito do que fizemos ou deixamos de fazer. São aspectos factuais que, mais do que ajudar em uma reflexão mais profunda, tornam-se barreiras ao pensamento abstrato, aquele em que vamos encontrar as verdadeiras significações. Chegamos quase à ideia de Platão, mas aí já o terreno é extremamente perigoso e podemos nos enredar.

    Tentar entender o que é a felicidade talvez seja um dos caminhos para se chegar ao sentido da vida. É um assunto para o qual não há dona de álbum de pensamentos que não tenha uma resposta pronta: a felicidade não existe. Existem momentos felizes. Essa é uma verdade chocantemente inofensiva, pois não chega a pensar o que seja a felicidade como também não esclarece o que são tais momentos felizes.

    Pois bem, o assunto me ocorre ao me lembrar de que vivemos em uma sociedade excessivamente consumista, sociedade em que a maioria considera-se feliz se pode comprar. Assim é o capitalismo: entranha-se em nossa consciência essa aparência de verdade fazendo parecer que os interesses de alguns sejam verdades inquestionáveis. O que é bom para mim tem de ser bom para todos. Isso tem o nome de ideologia, palavra tão surrada quão pouco entendida. E haja propaganda para que a máquina continue girando. Não sou contra o consumo, declaro desde já, mas contra o consumismo. Elevar o consumo de bens materiais (principalmente) como o bem supremo de um ser humano é tirar-lhe toda a humanidade.

     [...]

    Schopenhauer, filósofo do século XIX, já vislumbrava nossa éроса, а sociedade do consumismo desenfreado. Ele afirmava que o desejo é a regência do mundo. E que desejamos o que não temos. Portanto, somos infelizes. E de o desejo é satisfeito com a obtenção de seu objeto, novos objetos surgem em seu caminho. Esta insaciabilidade do ser humano é que o vai manter preso à infelicidade

    Bem, e a que chegamos? Enquanto alguém que circule melhor do que eu pela filosofia, que mal tangencio como curioso, vou continuar pensando que a vida não tem sentido, apenas existência. E isso, um pouco à maneira do Alberto Caeiro, para quem pensar é estar doente.

Menalton Braff, em www.cartacapital.com.br - acesво ет 22 fev. 2012. (adaptado)

Que frase sintetiza a ideia central do texto?

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Questão 14 14804675
Médio

IFNMG Integrado 2024
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Filosofia da Educação

O filósofo Theodor Ludwig Wiesengrund-Adorno, no texto “Educação após Auschwitz”, diz que “a exigência que Auschwitz não se repita é a primeira de todas para a educação. De tal modo que ela precede quaisquer outras que creio não ser possível nem necessário justificá-la.” O filósofo, no texto, relembra a proximidade que as civilizações estão da barbárie.

 

Sobre o alerta do filósofo, é possível inferir que

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