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Questões de EFAF Filosofia - Temática

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741 Questões

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Questão 4 10682352
Fácil

OBRL 8° Ano - 2° Fase 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Temática
  • Definições filosóficas Lógica

Na lógica, observando noções da lógica formal, há dois tipos de proposições: as simples e as compostas, expressão com sentido completo e que admitem apenas dois valores lógicos, tais como, verdadeiro ou falso. A seguir temos tipos de possíveis proposições:

 

I. Que horas são?

II.

III. Tire a mão daí!

IV.  não pertence ao Reais.

V. Pare!

 

Quantas são as frases que são classificadas como proposições lógicas?

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Questão 92 10541598
Fácil

ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Temática
  • Filosofia da Educação Filosofia Política

Aplicativo ajuda a combater a violência contra crianças no Brasil

 

Um novo aplicativo de celular criado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância e Adolescência (Unicef) está ajudando a combater a violência contra crianças no Brasil. Só no primeiro semestre deste ano, a Secretaria Nacional dos Direitos Humanos recebeu quase 50 mil denúncias de agressões, uma média de 271 por dia, quase 11 por hora.

BRASIL, G. Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 6 ago. 2014.

 

O resultado alcançado pelo uso do recurso tecnológico mencionado é explicado pela

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Questão 15 10422820
Fácil

CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Temática
  • Antropologia Filosófica Ética

Texto 1

 

Oásis

 

[01]     Conta uma popular lenda do Oriente que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um
povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe:
    — Que tipo de pessoa vive neste lugar ?
    — Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem ? — perguntou por sua vez o ancião.
[05]     — Oh, um grupo de egoístas e malvados — replicou o rapaz — estou satisfeito de haver saído de
lá.
    — A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui — replicou o velho. 
No mesmo dia, um outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião
perguntou-lhe:
[10]     — Que tipo de pessoa vive por aqui?
O velho respondeu com a mesma pergunta:
    — Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem?
O rapaz respondeu:
    — Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Por ter de deixá-las, fiquei
[15] muito triste.
    — O mesmo encontrará por aqui — respondeu o ancião. 
Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho:
    — Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta?
Ao que o velho respondeu :
[20]     — Cada um carrega no seu coração o ambiente em que vive. Aquele que nada encontrou de
bom nos lugares pelos quais passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou
amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na
nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.

Disponível em: https://sabedoriauniversal.wordpress.com/lendas-e-contos/. Acesso em: 18 set. 2019.

 

Texto 2 

Disponível em: https://aberturasimples.com.br.infografico. Acesso em: 19 set. 2019.
 

Considerando as informações textuais e as condições de produção e de recepção, é possível afirmar que o Texto 1 (Oásis) e o Texto 2 (Plano da felicidade)

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Questão 7 10422399
Fácil

CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Temática
  • Antropologia Filosófica Filosofia Política

Texto - Como vejo o mundo

Albert Einstein

 

[01]    Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que 
estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me o
descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, 
mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. 
[05]     E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida — corpo e alma — integralmente tributária do
trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois
experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda
alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada as justifica 
a não ser a violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e
[10] de espírito.
    Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes 
constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. Ainda jovem, fiquei 
impressionado pela máxima de Schopenhauer: “O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode 
querer o que quer”; e hoje, diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, esta moral me
[15] tranquiliza e me educa. Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto, por conseguinte, melhor
meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar a sério demais. Vejo,
então, o mundo com bom humor. Não posso me preocupar com o sentido ou a finalidade de minha
existência, nem da dos outros, porque, do ponto de vista estritamente objetivo, é absurdo. Não obstante,
como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos porque jamais considerei o
[20] prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a
instintos de grupo.
    Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-
-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e
se não me obstino incansavelmente em perseguir estes ideais eternamente inacessíveis na arte e na
[25] ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias
que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava. Tenho forte amor pela
justiça, pelo compromisso social. Mas com muita dificuldade me integro com os homens e em suas
comunidades. Não lhes sinto a falta porque sou profundamente um solitário. Sinto-me realmente ligado

ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família no sentido completo do termo. Mas meu coração
[30] experimenta, diante desses laços, curioso sentimento de estranheza, de afastamento e a idade vem
acentuando ainda mais essa distância. Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras da
comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso, perdi algo da ingenuidade ou da
inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais firmo uma opinião, um hábito ou um
julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente.[...]
[35]    No entanto, creio profundamente na humanidade. [...] O mistério da vida me causa a mais forte
emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece 7
esta sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um morto-vivo e seus olhos se 
cegaram. Aureolada de temor, é a realidade secreta do mistério que constitui também a religião. Homens
reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências; conhecem, porém, as manifestações desta
[40] ordem suprema e da Beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode
apreender esta perfeição. E esse conhecimento e essa confissão tomam o nome de religião. Deste modo,
mas somente deste modo, sou profundamente religioso, bem como esses homens. [...) Não me canso
de contemplar o mistério da eternidade da vida. Tenho uma intuição da extraordinária construção do
ser. Mesmo que o esforço para compreendê-lo fique sempre desproporcionado, vejo a Razão se 
[45] manifestar na vida. 

Disponível em: https://alberteinsteinemc2.blogspot.com/2009/01/como-vejo-o-mundo.himl (Com adaptações). Acesso em: 11 set. 2019.

Com base nas relações contextuais estabelecidas no Texto, analise o excerto abaixo:


“Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver.” (1. 22)

 

Os termos destacados significam, respectivamente:

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Questão 6 10422334
Fácil

CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Antropologia Filosófica

Texto - Como vejo o mundo

Albert Einstein

 

[01]    Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que 
estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me o
descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, 
mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. 
[05]     E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida — corpo e alma — integralmente tributária do
trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois
experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda
alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada as justifica 
a não ser a violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e
[10] de espírito.
    Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes 
constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. Ainda jovem, fiquei 
impressionado pela máxima de Schopenhauer: “O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode 
querer o que quer”; e hoje, diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, esta moral me
[15] tranquiliza e me educa. Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto, por conseguinte, melhor
meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar a sério demais. Vejo,
então, o mundo com bom humor. Não posso me preocupar com o sentido ou a finalidade de minha
existência, nem da dos outros, porque, do ponto de vista estritamente objetivo, é absurdo. Não obstante,
como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos porque jamais considerei o
[20] prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a
instintos de grupo.
    Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-
-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e
se não me obstino incansavelmente em perseguir estes ideais eternamente inacessíveis na arte e na
[25] ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias
que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava. Tenho forte amor pela
justiça, pelo compromisso social. Mas com muita dificuldade me integro com os homens e em suas
comunidades. Não lhes sinto a falta porque sou profundamente um solitário. Sinto-me realmente ligado

ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família no sentido completo do termo. Mas meu coração
[30] experimenta, diante desses laços, curioso sentimento de estranheza, de afastamento e a idade vem
acentuando ainda mais essa distância. Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras da
comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso, perdi algo da ingenuidade ou da
inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais firmo uma opinião, um hábito ou um
julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente.[...]
[35]    No entanto, creio profundamente na humanidade. [...] O mistério da vida me causa a mais forte
emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece 7
esta sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um morto-vivo e seus olhos se 
cegaram. Aureolada de temor, é a realidade secreta do mistério que constitui também a religião. Homens
reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências; conhecem, porém, as manifestações desta
[40] ordem suprema e da Beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode
apreender esta perfeição. E esse conhecimento e essa confissão tomam o nome de religião. Deste modo,
mas somente deste modo, sou profundamente religioso, bem como esses homens. [...) Não me canso
de contemplar o mistério da eternidade da vida. Tenho uma intuição da extraordinária construção do
ser. Mesmo que o esforço para compreendê-lo fique sempre desproporcionado, vejo a Razão se 
[45] manifestar na vida. 

Disponível em: https://alberteinsteinemc2.blogspot.com/2009/01/como-vejo-o-mundo.himl (Com adaptações). Acesso em: 11 set. 2019.

Com relação ao sinal indicativo de crase, analise os termos destacados nos excertos reproduzidos abaixo e marque a única alternativa correta.

 

I “mas às vezes o pressinto” (1. 02).

I. “Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha” (1. 23).

II. “Sinto-me realmente ligado ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família”(1. 28 e 29).
IV. Homens reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências” (1. 38 e 39).

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Questão 5 10422300
Fácil

CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Filosofia contemporânea Temática
  • Antropologia Filosófica

Texto - Como vejo o mundo

Albert Einstein

 

[01]    Minha condição humana me fascina. Conheço o limite de minha existência e ignoro por que 
estou nesta terra, mas às vezes o pressinto. Pela experiência cotidiana, concreta e intuitiva, eu me o
descubro vivo para alguns homens, porque o sorriso e a felicidade deles me condicionam inteiramente, 
mas ainda para outros que, por acaso, descobri terem emoções semelhantes às minhas. 
[05]     E cada dia, milhares de vezes, sinto minha vida — corpo e alma — integralmente tributária do
trabalho dos vivos e dos mortos. Gostaria de dar tanto quanto recebo e não paro de receber. Mas depois
experimento o sentimento satisfeito de minha solidão e quase demonstro má consciência ao exigir ainda
alguma coisa de outrem. Vejo os homens se diferenciarem pelas classes sociais e sei que nada as justifica 
a não ser a violência. Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e
[10] de espírito.
    Recuso-me a crer na liberdade e neste conceito filosófico. Eu não sou livre, e sim às vezes 
constrangido por pressões estranhas a mim, outras vezes por convicções íntimas. Ainda jovem, fiquei 
impressionado pela máxima de Schopenhauer: “O homem pode, é certo, fazer o que quer, mas não pode 
querer o que quer”; e hoje, diante do espetáculo aterrador das injustiças humanas, esta moral me
[15] tranquiliza e me educa. Aprendo a tolerar aquilo que me faz sofrer. Suporto, por conseguinte, melhor
meu sentimento de responsabilidade. Ele já não me esmaga e deixo de me levar a sério demais. Vejo,
então, o mundo com bom humor. Não posso me preocupar com o sentido ou a finalidade de minha
existência, nem da dos outros, porque, do ponto de vista estritamente objetivo, é absurdo. Não obstante,
como homem, alguns ideais dirigem minhas ações e orientam meus juízos porque jamais considerei o
[20] prazer e a felicidade como um fim em si e deixo este tipo de satisfação aos indivíduos reduzidos a
instintos de grupo.
    Em compensação, foram ideais que suscitaram meus esforços e me permitiram viver. Chamam-
-se o bem, a beleza, a verdade. Se não me identifico com outras sensibilidades semelhantes à minha e
se não me obstino incansavelmente em perseguir estes ideais eternamente inacessíveis na arte e na
[25] ciência, a vida perde todo o sentido para mim. Ora, a humanidade se apaixona por finalidades irrisórias
que têm por nome a riqueza, a glória, o luxo. Desde moço já as desprezava. Tenho forte amor pela
justiça, pelo compromisso social. Mas com muita dificuldade me integro com os homens e em suas
comunidades. Não lhes sinto a falta porque sou profundamente um solitário. Sinto-me realmente ligado

ao Estado, à pátria, a meus amigos, a minha família no sentido completo do termo. Mas meu coração
[30] experimenta, diante desses laços, curioso sentimento de estranheza, de afastamento e a idade vem
acentuando ainda mais essa distância. Conheço com lucidez e sem prevenção as fronteiras da
comunicação e da harmonia entre mim e os outros homens. Com isso, perdi algo da ingenuidade ou da
inocência, mas ganhei minha independência. Já não mais firmo uma opinião, um hábito ou um
julgamento sobre outra pessoa. Testei o homem. É inconsistente.[...]
[35]    No entanto, creio profundamente na humanidade. [...] O mistério da vida me causa a mais forte
emoção. É o sentimento que suscita a beleza e a verdade, cria a arte e a ciência. Se alguém não conhece 7
esta sensação ou não pode mais experimentar espanto ou surpresa, já é um morto-vivo e seus olhos se 
cegaram. Aureolada de temor, é a realidade secreta do mistério que constitui também a religião. Homens
reconhecem então algo de impenetrável a suas inteligências; conhecem, porém, as manifestações desta
[40] ordem suprema e da Beleza inalterável. Homens se confessam limitados e seu espírito não pode
apreender esta perfeição. E esse conhecimento e essa confissão tomam o nome de religião. Deste modo,
mas somente deste modo, sou profundamente religioso, bem como esses homens. [...) Não me canso
de contemplar o mistério da eternidade da vida. Tenho uma intuição da extraordinária construção do
ser. Mesmo que o esforço para compreendê-lo fique sempre desproporcionado, vejo a Razão se 
[45] manifestar na vida. 

Disponível em: https://alberteinsteinemc2.blogspot.com/2009/01/como-vejo-o-mundo.himl (Com adaptações). Acesso em: 11 set. 2019.

A respeito da manutenção e da progressão das ideias no Texto, é correto afirmar que

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