• Ensino Fundamental
    • Painel
    • Questões
      • Questões
      • Lista de exercícios
      • Provas
      • Simulados TRI
      • Simulados
    • Desempenho
      • Meu Desempenho
    • Desafios
      • Ranking
    • Login / Cadastro Login

Ajuda

Central de ajuda Abrir ajuda pelo chat

...

...

Questões de EFAF Filosofia - Temática

Filtro rápido

741 Questões

Fonte

Questão 6 10768436
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Temática
  • Ética Filosofia Política

Leia o texto para responder à questão.


Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?

 

    Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).

    Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.

    Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.

    Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.

    Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?

(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)

Uma construção própria de uma variante popular da língua portuguesa encontra sua reescrita conforme a norma-padrão em:

Ver comentários

Questão 5 10768435
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Temática
  • Ética Filosofia Política

Leia o texto para responder à questão.


Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?

 

    Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).

    Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.

    Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.

    Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.

    Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?

(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)

O vocábulo que introduz o agente da ação está destacado em:

Ver comentários

Questão 4 10768434
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Temática
  • Ética Filosofia Política

Leia o texto para responder à questão.


Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?

 

    Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).

    Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.

    Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.

    Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.

    Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?

(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)

Considerando o contexto, o vocábulo aqueles, no quinto parágrafo – “Finalmente, há aqueles que...” –, refere-se a

Ver comentários

Questão 3 10768433
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Temática
  • Ética Filosofia Política

Leia o texto para responder à questão.


Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?

 

    Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).

    Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.

    Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.

    Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.

    Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?

(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)

Um sinônimo para a palavra indiscriminado (5º parágrafo) é:

Ver comentários

Questão 2 10768432
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Temática
  • Ética

Leia o texto para responder à questão.


Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?

 

    Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).

    Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.

    Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.

    Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.

    Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?

(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)

No último parágrafo do texto, expõem-se

Ver comentários

Questão 1 10768431
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019
  • EFAF Filosofia
  • Sugira
  • Temática
  • Ética Filosofia da Educação

Leia o texto para responder à questão.


Vai um café grátis, em troca dos seus dados pessoais?

 

    Parece o sonho de todo estudante: tomar cafés, chás ou sucos ilimitados todos os dias, sem pagar um centavo por isso. Para universitários no Japão, Índia e, recentemente, nos Estados Unidos, o sonho virou realidade com a rede Shiru Cafe. São 28 lojas nos campi de universidades nesses países, entre elas as renomadas Brown, Harvard, Yale e Princeton (as três últimas lojas estão em construção).

    Mas, como diz o velho ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. Ou, também, “não existe almoço grátis”. É que, embora de fato não precisem pagar pelo cafezinho, os estudantes devem concordar em compartilhar seus dados pessoais com as empresas patrocinadoras da loja.

    Funciona assim: o usuário cria uma conta com um e-mail universitário (pessoas não filiadas a uma escola não são bem-vindas no Shiru) e responde a um questionário que inclui ano de formatura, capacidades tecnológicas, experiência profissional e o tamanho de empresa que estaria interessado em trabalhar. Para professores, os cafés custam US$ 1. A ideia é que a bebida seja consumida dentro da loja, que tem internet grátis e telões com anúncios das empresas patrocinadoras.

    Segundo o gerente da loja no campus da Universidade Brown, em Providence, na costa leste dos EUA, o objetivo todo é conectar os estudantes a possíveis empregadores. Mas a novidade, que abriu as portas em fevereiro, gerou algumas controvérsias entre os estudantes.

    Entre os alunos dessa universidade, alguns questionam as regras de privacidade e observam que elas não estão claras o suficiente, pois nada garante que o café não vai recolher mais dados do que o combinado – algo possível se o usuário se conectar à rede wi-fi do local. Outros criticam a universidade por permitir uma “lavagem cerebral” e um recrutamento indiscriminado de grandes corporações. Finalmente, há aqueles que simplesmente aceitam que privacidade é coisa do passado e que, se atualmente dados pessoais estão sendo coletados a todo instante por diferentes companhias, um cafezinho grátis em troca não fará mal a ninguém. E você, de que lado estaria?

(https://revistagalileu.globo.com, 16.09.2018. Adaptado)

Uma frase condizente com as informações do texto e escrita em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa é:

Ver comentários
  • Anterior
  • Próximo
Pastas

Faça seu login GRÁTIS


Compartilhar questão
Teste seus conhecimentos com o Estuda.com - Plataforma educacional para estudantes ENEM, Vestibulares, OAB e TRT. Resolva questões através do computador, tablet ou celular. vestibular,enem,questoes,estudar,alunos,simulados,questões enem,simulados enem,simulados vestibular,vestibular,provas,provas enem Ensino Fundamental