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Questões de EFAF Geografia

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3.700 Questões

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Questão 38 15307109
Fácil

CMPA 1 Ano 2025
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Economia
  • Região Nordeste Setor primário

Texto

 

    A tabela a seguir encontra-se no artigo “A seca plurianual de 2010-2017 no Nordeste e seus impactos”, escrito pelos pesquisadores Eduardo Sávio Passos Rodrigues Martins, Antonio Rocha Magalhães e Diógenes Fontenele, publicado na revista Parcerias Estratégicas em 2017. Leia-a para responder à questão.

 

Tabela 3. Variação percentual da produção acumulada de cereais, oleaginosas e leguminosas para o Nordeste brasileiro, no período de 2009 a 2017, tendo por base o ano úmido de 2011

0_a59f919733184e525027d30fbcfd6625_249311.jpg.png

Fonte: IBGE. Produção Agrícola Municipal; Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) realizado em dezembro (2013) e abril (2017).

    Observe a linha correspondente às variações percentuais da produção do Ceará e marque a alternativa correta.

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Questão 37 15307103
Fácil

CMPA 1 Ano 2025
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos
  • Região Nordeste Setor Agrícola

Texto

 

    A tabela a seguir encontra-se no artigo “A seca plurianual de 2010-2017 no Nordeste e seus impactos”, escrito pelos pesquisadores Eduardo Sávio Passos Rodrigues Martins, Antonio Rocha Magalhães e Diógenes Fontenele, publicado na revista Parcerias Estratégicas em 2017. Leia-a para responder à questão.

 

Tabela 3. Variação percentual da produção acumulada de cereais, oleaginosas e leguminosas para o Nordeste brasileiro, no período de 2009 a 2017, tendo por base o ano úmido de 2011

0_a59f919733184e525027d30fbcfd6625_249311.jpg.png

Fonte: IBGE. Produção Agrícola Municipal; Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) realizado em dezembro (2013) e abril (2017).

Considerando o ano de 2013, marque a alternativa correta.

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Questão 36 15307090
Fácil

CMPA 1 Ano 2025
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos
  • Regionalização Setor Agrícola

Texto

 

    A tabela a seguir encontra-se no artigo “A seca plurianual de 2010-2017 no Nordeste e seus impactos”, escrito pelos pesquisadores Eduardo Sávio Passos Rodrigues Martins, Antonio Rocha Magalhães e Diógenes Fontenele, publicado na revista Parcerias Estratégicas em 2017. Leia-a para responder à questão.

 

Tabela 3. Variação percentual da produção acumulada de cereais, oleaginosas e leguminosas para o Nordeste brasileiro, no período de 2009 a 2017, tendo por base o ano úmido de 2011

0_a59f919733184e525027d30fbcfd6625_249311.jpg.png

Fonte: IBGE. Produção Agrícola Municipal; Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) realizado em dezembro (2013) e abril (2017).

    Leia as afirmativas a seguir:

 

    I. A tabela conta com dados coletados pelos autores do artigo: Eduardo Sávio Passos Rodrigues Martins, Antonio Rocha Magalhães e Diógenes Fontenele.

    II. A tabela apresenta a variação percentual de uma única produção de cereais, oleaginosas e leguminosas para o Nordeste brasileiro.

    III. A variação percentual da tabela tem como base o ano úmido de 2011.

    IV. A tabela apresenta dados relativos aos nove estados do Nordeste brasileiro e à cidade de Natal (capital do Rio Grande do Norte).

    V. A fonte responsável pelos dados da tabela realizou um levantamento que ocorreu em dois anos distintos.

 

    Após análise das afirmativas, assinale a alternativa correta.

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Questão 35 15307086
Fácil

CMPA 1 Ano 2025
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Terra
  • Impactos Ambientais Recursos Hídricos

Texto

 

Artigo de opinião escrito pelo engenheiro João Guilherme Sabino Ometto e publicado em 12 de dezembro de 2024 no jornal Folha de São Paulo. Leia-o para responder à questão.

 

O urgente combate à desertificação no país

Cerca de 38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, estão vulneráveis a processos de seca; gestão integrada dos recursos hídricos é essencial

12 dez. 2024 às 22h00

 

João Guilherme Sabino Ometto Engenheiro formado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), é empresário do setor agrícola e membro da Academia Nacional de Agricultura (ANA)

 

[1]    A recente adesão do Brasil à Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (Idra),
coalizão que busca mobilizar capital político, técnico e financeiro para o enfrentamento do
problema, é muito oportuna, pois o semiárido de nosso país é apontado como uma das áreas
do planeta nas quais o aquecimento global tem provocado efeitos mais drásticos. É o que
[5] indica o mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas
(IPCC), organismo das Nações Unidas.
    Números atualizados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima confirmam
a necessidade de medidas urgentes e eficazes para reverter o preocupante cenário: cerca de
38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, são vulneráveis à desertificação e à seca, assim
[10] como 1,4 milhão de quilômetros quadrados de terras em 13 estados.
    Os diagnósticos apontam que, por causa das mudanças climáticas, as regiões do
semiárido e da caatinga, englobando parte expressiva do Nordeste e do norte de Minas
Gerais, têm enfrentado secas mais intensas e temperaturas mais altas do que as habituais.
Tais condições, acrescidas do avanço do desmatamento, tendem a agravar a desertificação,
[15] que, segundo o IPCC, já engloba áreas não contínuas, que, somadas, equivalem ao tamanho
da Inglaterra ou a três vezes o estado do Rio de Janeiro.
    Há soluções viáveis para melhorar bastante esse cenário. Em concordância com
especialistas nesse tema, acredito que uma das principais estratégias para lidar com a seca
seja a gestão integrada dos recursos hídricos. Isso exige a articulação dos governos federal e
[20] estaduais, prefeituras, comunidades e produtores rurais, inclusive da agricultura familiar. A
ideia é promover o uso sustentável e equitativo da água.
    Também é fundamental concluir o projeto de transposição do rio São Francisco, que já
está praticamente pronto, e acelerar a distribuição da água para os estados abrangidos; ou
seja, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Outra medida relevante é o
[25] investimento em tecnologias e práticas que promovam a adaptação às condições climáticas
adversas, como o cultivo de espécies vegetais resistentes à seca, sistemas de irrigação
inteligentes e a adoção de técnicas de manejo do solo que aumentem sua capacidade de
retenção de água.
    Para viabilizar essas soluções é decisivo o engajamento dos produtores rurais, como
[30] demonstra o êxito na proteção de extensas áreas e mananciais hídricos em numerosas
fazendas, sítios e até pequenas propriedades familiares do Brasil. Nesse sentido, seria 

interessante que o Plano Safra, cuja edição 2024-25 foi lançada recentemente pelo governo,
destinasse mais recursos, com juros menores, ao combate à seca.
    Do montante total anunciado, de R$ 400,59 bilhões, a única rubrica que se encaixa no
[35] combate à desertificação refere-se ao Programa para Financiamento a Sistemas de Produção
Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), com aporte de R$ 7,68 bilhões, que incorpora os
financiamentos destinados à adaptação à mudança do clima e à baixa emissão de carbono.
Porém, além do valor estar aquém das dimensões do desafio a ser enfrentado, as taxas de
juros, entre 7% e 8,5% ao ano, embora inferiores às do mercado financeiro convencional,
[40] ainda são elevadas, principalmente se levarmos em conta o número expressivo de agricultores
familiares nas áreas mais afetadas.
    Considerando a premência do combate às secas e da recuperação de áreas
desertificadas, cabe urgente mobilização do poder público, em articulação com o setor do
agronegócio, produtores rurais e organismos científicos, como a Embrapa, para solucionar o
[45] problema.
    Os ganhos serão muitos em termos de proteção ambiental, atenuação das mudanças
climáticas, aumento da produção agrícola sustentável e geração de emprego e renda.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/12/o-urgente-combate-a-desertificacaono-pais.shtml. Acesso em: 12 ago. 2025.

    Qual das alternativas abaixo é mais adequada para definir o substantivo “premência”, considerando o seu contexto de uso na linha 42?

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Questão 34 15307076
Fácil

CMPA 1 Ano 2025
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Terra
  • Impactos Ambientais Recursos Hídricos

Texto

 

Artigo de opinião escrito pelo engenheiro João Guilherme Sabino Ometto e publicado em 12 de dezembro de 2024 no jornal Folha de São Paulo. Leia-o para responder à questão.

 

O urgente combate à desertificação no país

Cerca de 38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, estão vulneráveis a processos de seca; gestão integrada dos recursos hídricos é essencial

12 dez. 2024 às 22h00

 

João Guilherme Sabino Ometto Engenheiro formado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), é empresário do setor agrícola e membro da Academia Nacional de Agricultura (ANA)

 

[1]    A recente adesão do Brasil à Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (Idra),
coalizão que busca mobilizar capital político, técnico e financeiro para o enfrentamento do
problema, é muito oportuna, pois o semiárido de nosso país é apontado como uma das áreas
do planeta nas quais o aquecimento global tem provocado efeitos mais drásticos. É o que
[5] indica o mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas
(IPCC), organismo das Nações Unidas.
    Números atualizados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima confirmam
a necessidade de medidas urgentes e eficazes para reverter o preocupante cenário: cerca de
38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, são vulneráveis à desertificação e à seca, assim
[10] como 1,4 milhão de quilômetros quadrados de terras em 13 estados.
    Os diagnósticos apontam que, por causa das mudanças climáticas, as regiões do
semiárido e da caatinga, englobando parte expressiva do Nordeste e do norte de Minas
Gerais, têm enfrentado secas mais intensas e temperaturas mais altas do que as habituais.
Tais condições, acrescidas do avanço do desmatamento, tendem a agravar a desertificação,
[15] que, segundo o IPCC, já engloba áreas não contínuas, que, somadas, equivalem ao tamanho
da Inglaterra ou a três vezes o estado do Rio de Janeiro.
    Há soluções viáveis para melhorar bastante esse cenário. Em concordância com
especialistas nesse tema, acredito que uma das principais estratégias para lidar com a seca
seja a gestão integrada dos recursos hídricos. Isso exige a articulação dos governos federal e
[20] estaduais, prefeituras, comunidades e produtores rurais, inclusive da agricultura familiar. A
ideia é promover o uso sustentável e equitativo da água.
    Também é fundamental concluir o projeto de transposição do rio São Francisco, que já
está praticamente pronto, e acelerar a distribuição da água para os estados abrangidos; ou
seja, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Outra medida relevante é o
[25] investimento em tecnologias e práticas que promovam a adaptação às condições climáticas
adversas, como o cultivo de espécies vegetais resistentes à seca, sistemas de irrigação
inteligentes e a adoção de técnicas de manejo do solo que aumentem sua capacidade de
retenção de água.
    Para viabilizar essas soluções é decisivo o engajamento dos produtores rurais, como
[30] demonstra o êxito na proteção de extensas áreas e mananciais hídricos em numerosas
fazendas, sítios e até pequenas propriedades familiares do Brasil. Nesse sentido, seria 

interessante que o Plano Safra, cuja edição 2024-25 foi lançada recentemente pelo governo,
destinasse mais recursos, com juros menores, ao combate à seca.
    Do montante total anunciado, de R$ 400,59 bilhões, a única rubrica que se encaixa no
[35] combate à desertificação refere-se ao Programa para Financiamento a Sistemas de Produção
Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), com aporte de R$ 7,68 bilhões, que incorpora os
financiamentos destinados à adaptação à mudança do clima e à baixa emissão de carbono.
Porém, além do valor estar aquém das dimensões do desafio a ser enfrentado, as taxas de
juros, entre 7% e 8,5% ao ano, embora inferiores às do mercado financeiro convencional,
[40] ainda são elevadas, principalmente se levarmos em conta o número expressivo de agricultores
familiares nas áreas mais afetadas.
    Considerando a premência do combate às secas e da recuperação de áreas
desertificadas, cabe urgente mobilização do poder público, em articulação com o setor do
agronegócio, produtores rurais e organismos científicos, como a Embrapa, para solucionar o
[45] problema.
    Os ganhos serão muitos em termos de proteção ambiental, atenuação das mudanças
climáticas, aumento da produção agrícola sustentável e geração de emprego e renda.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/12/o-urgente-combate-a-desertificacaono-pais.shtml. Acesso em: 12 ago. 2025.

Releia os trechos abaixo.

 

I. “(...) o semiárido de nosso país é apontado como uma das áreas do planeta nas quais o aquecimento global tem provocado efeitos mais drásticos.” (linhas 03 e 04).

II. “Tais condições, acrescidas do avanço do desmatamento, tendem a agravar a desertificação (...)”. (linha 14).

III. “Outra medida relevante é o investimento em tecnologias e práticas que promovam a adaptação às condições climáticas adversas.” (linhas 24 a 26).

 

Considerando as formas verbais em destaque e o seu contexto de uso, marque a alternativa correta.

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Questão 33 15307074
Fácil

CMPA 1 Ano 2025
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Terra
  • Impactos Ambientais Recursos Hídricos

Texto

 

Artigo de opinião escrito pelo engenheiro João Guilherme Sabino Ometto e publicado em 12 de dezembro de 2024 no jornal Folha de São Paulo. Leia-o para responder à questão.

 

O urgente combate à desertificação no país

Cerca de 38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, estão vulneráveis a processos de seca; gestão integrada dos recursos hídricos é essencial

12 dez. 2024 às 22h00

 

João Guilherme Sabino Ometto Engenheiro formado na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC/USP), é empresário do setor agrícola e membro da Academia Nacional de Agricultura (ANA)

 

[1]    A recente adesão do Brasil à Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (Idra),
coalizão que busca mobilizar capital político, técnico e financeiro para o enfrentamento do
problema, é muito oportuna, pois o semiárido de nosso país é apontado como uma das áreas
do planeta nas quais o aquecimento global tem provocado efeitos mais drásticos. É o que
[5] indica o mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas
(IPCC), organismo das Nações Unidas.
    Números atualizados do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima confirmam
a necessidade de medidas urgentes e eficazes para reverter o preocupante cenário: cerca de
38 milhões de brasileiros, de 1.561 municípios, são vulneráveis à desertificação e à seca, assim
[10] como 1,4 milhão de quilômetros quadrados de terras em 13 estados.
    Os diagnósticos apontam que, por causa das mudanças climáticas, as regiões do
semiárido e da caatinga, englobando parte expressiva do Nordeste e do norte de Minas
Gerais, têm enfrentado secas mais intensas e temperaturas mais altas do que as habituais.
Tais condições, acrescidas do avanço do desmatamento, tendem a agravar a desertificação,
[15] que, segundo o IPCC, já engloba áreas não contínuas, que, somadas, equivalem ao tamanho
da Inglaterra ou a três vezes o estado do Rio de Janeiro.
    Há soluções viáveis para melhorar bastante esse cenário. Em concordância com
especialistas nesse tema, acredito que uma das principais estratégias para lidar com a seca
seja a gestão integrada dos recursos hídricos. Isso exige a articulação dos governos federal e
[20] estaduais, prefeituras, comunidades e produtores rurais, inclusive da agricultura familiar. A
ideia é promover o uso sustentável e equitativo da água.
    Também é fundamental concluir o projeto de transposição do rio São Francisco, que já
está praticamente pronto, e acelerar a distribuição da água para os estados abrangidos; ou
seja, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Outra medida relevante é o
[25] investimento em tecnologias e práticas que promovam a adaptação às condições climáticas
adversas, como o cultivo de espécies vegetais resistentes à seca, sistemas de irrigação
inteligentes e a adoção de técnicas de manejo do solo que aumentem sua capacidade de
retenção de água.
    Para viabilizar essas soluções é decisivo o engajamento dos produtores rurais, como
[30] demonstra o êxito na proteção de extensas áreas e mananciais hídricos em numerosas
fazendas, sítios e até pequenas propriedades familiares do Brasil. Nesse sentido, seria 

interessante que o Plano Safra, cuja edição 2024-25 foi lançada recentemente pelo governo,
destinasse mais recursos, com juros menores, ao combate à seca.
    Do montante total anunciado, de R$ 400,59 bilhões, a única rubrica que se encaixa no
[35] combate à desertificação refere-se ao Programa para Financiamento a Sistemas de Produção
Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), com aporte de R$ 7,68 bilhões, que incorpora os
financiamentos destinados à adaptação à mudança do clima e à baixa emissão de carbono.
Porém, além do valor estar aquém das dimensões do desafio a ser enfrentado, as taxas de
juros, entre 7% e 8,5% ao ano, embora inferiores às do mercado financeiro convencional,
[40] ainda são elevadas, principalmente se levarmos em conta o número expressivo de agricultores
familiares nas áreas mais afetadas.
    Considerando a premência do combate às secas e da recuperação de áreas
desertificadas, cabe urgente mobilização do poder público, em articulação com o setor do
agronegócio, produtores rurais e organismos científicos, como a Embrapa, para solucionar o
[45] problema.
    Os ganhos serão muitos em termos de proteção ambiental, atenuação das mudanças
climáticas, aumento da produção agrícola sustentável e geração de emprego e renda.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/12/o-urgente-combate-a-desertificacaono-pais.shtml. Acesso em: 12 ago. 2025.

Marque a alternativa que responde corretamente às duas perguntas abaixo:

 

Pergunta 01:
Por que o semiárido e a caatinga estão conhecendo dificuldades para além das já rotineiras?

 

Pergunta 02:
Como o autor avalia as taxas de juros relacionadas ao RenovAgro?

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