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Questões de EFAF Geografia - Brasil - Atualidades

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43 Questões

Fonte

Questão 37 15679065
Fácil

CPM/ERJ 6 Ano 2015
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Atualidades Geral - Sociedade e População
  • População

Dentre as características do Brasil, marque a opção INCORRETA:

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Questão 7 11051329
Fácil

IFNMG 2014/1
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Atualidades Geral - Sociedade e População
  • Urbanização

Leia o trecho abaixo:

 

“A nossa pergunta é: é mais importante preparar o país para a Copa ou para a gente?”

Com a pergunta provocativa da ONG “Imagina na copa” PODEMOS CONCLUIR que para essa ONG

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Questão 2 10870287
Fácil

Concursos Pref da Estância Hidromineral de Poá (coveiro) 2013
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Atualidades Economia
  • Serviços

Para responder à questão, leia o texto.

 

A Copa do Mundo no Brasil

 

    O gosto pelo futebol é uma unanimidade no Brasil. As diferenças sociais, políticas e econômicas tão marcantes no dia a dia do país desaparecem quando a equipe verde-amarela entra em campo e canta o hino nacional, aí o povo fica todo unido.
    Dessa forma, nada mais lógico do que o país ser a sede da Copa do Mundo de 2014. O entusiasmo e a capacidade de envolvimento que o futebol proporciona ao Brasil são incentivos para que as cidades brasileiras possam vencer o desafio de ser sede de uma Copa do Mundo.
    Para o Brasil, a Copa de 2014 é a oportunidade de se modernizar e apresentar não só a capacidade de organização, como também de aumentar o turismo e mostrar para o mundo as belezas naturais do nosso país.
    O que está em jogo não é apenas o futebol ou o “Caneco da FIFA”, mas a oportunidade de o país atrair investimentos de outros países para seu desenvolvimento. O que interessa de fato é aproveitar a Copa para construir a infraestrutura que ficará no Brasil depois do evento.

(www.portal2014.org.br, em 10.06.2013. Adaptado)

Para as cidades brasileiras, segundo o texto, servir de sede para jogos da Copa do Mundo representa

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Questão 5 10797580
Fácil

Concursos Academia de Polícia 2013
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Atualidades

Leia o texto para responder à questão.


Nova lei seca põe fim à brecha do bafômetro, mas depende de tribunais

Rosanne D’Agostino


    As novas regras que endurecem a Lei Seca devem acabar com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de punição. Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais impedir o processo criminal, mas há críticas à “subjetividade” do texto.

    Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade policial de dizer quem está embriagado, e, para defensores da tolerância zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas alcoolizados escapem da Justiça.
    A mudança no Código Brasileiro de Trânsito possibilita

que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam considerados válidos contra os motoristas embriagados. Além disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja reincidente em um ano.

    A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoristas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o veículo apreendido, mas não respondia a processo.
    Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito de punição.
    O advogado constitucionalista Pedro Serrano avalia que as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF). “No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em ‘afetar a capacidade psicomotora’. Isso acaba jogando na autoridade policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma.
    Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares, um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriagadas ao volante, a mudança “é um avanço”. “Agora basta qualquer tipo de prova que demonstre que você está embriagado. Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela situação do sujeito que sai cambaleando e não tem como comprovar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia para o perito fazer o exame clínico”, diz.

(http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha-do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html. 21.12.2012. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja preposição em destaque expressa ideia de finalidade.

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Questão 4 10797577
Fácil

Concursos Academia de Polícia 2013
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Atualidades Geral - Sociedade e População
  • Trabalho

Leia o texto para responder à questão.


Nova lei seca põe fim à brecha do bafômetro, mas depende de tribunais

Rosanne D’Agostino


    As novas regras que endurecem a Lei Seca devem acabar com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de punição. Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais impedir o processo criminal, mas há críticas à “subjetividade” do texto.

    Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade policial de dizer quem está embriagado, e, para defensores da tolerância zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas alcoolizados escapem da Justiça.
    A mudança no Código Brasileiro de Trânsito possibilita

que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam considerados válidos contra os motoristas embriagados. Além disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja reincidente em um ano.

    A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoristas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o veículo apreendido, mas não respondia a processo.
    Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito de punição.
    O advogado constitucionalista Pedro Serrano avalia que as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF). “No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em ‘afetar a capacidade psicomotora’. Isso acaba jogando na autoridade policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma.
    Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares, um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriagadas ao volante, a mudança “é um avanço”. “Agora basta qualquer tipo de prova que demonstre que você está embriagado. Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela situação do sujeito que sai cambaleando e não tem como comprovar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia para o perito fazer o exame clínico”, diz.

(http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha-do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html. 21.12.2012. Adaptado)

A palavra em destaque no trecho – Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares, (...) a mudança “é um avanço”. – tem seu sentido contrário expresso em:

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Questão 3 10797573
Fácil

Concursos Academia de Polícia 2013
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Atualidades Geral - Geopolitica
  • Geopolítica

Leia o texto para responder à questão.


Nova lei seca põe fim à brecha do bafômetro, mas depende de tribunais

Rosanne D’Agostino


    As novas regras que endurecem a Lei Seca devem acabar com a brecha usada por muitos motoristas para fugir de punição. Segundo especialistas, recusar o bafômetro não vai mais impedir o processo criminal, mas há críticas à “subjetividade” do texto.

    Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade policial de dizer quem está embriagado, e, para defensores da tolerância zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas alcoolizados escapem da Justiça.
    A mudança no Código Brasileiro de Trânsito possibilita

que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam considerados válidos contra os motoristas embriagados. Além disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja reincidente em um ano.

    A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoristas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o veículo apreendido, mas não respondia a processo.
    Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito de punição.
    O advogado constitucionalista Pedro Serrano avalia que as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF). “No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em ‘afetar a capacidade psicomotora’. Isso acaba jogando na autoridade policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma.
    Já para o juiz criminal de São Paulo, Fábio Munhoz Soares, um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriagadas ao volante, a mudança “é um avanço”. “Agora basta qualquer tipo de prova que demonstre que você está embriagado. Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela situação do sujeito que sai cambaleando e não tem como comprovar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia para o perito fazer o exame clínico”, diz.

(http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha-do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html. 21.12.2012. Adaptado)

Em – Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito de punição. –, sem que seja alterado o sentido do trecho, a expressão em destaque pode ser substituída por:

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