• Ensino Fundamental
    • Painel
    • Questões
      • Questões
      • Lista de exercícios
      • Provas
      • Simulados TRI
      • Simulados
    • Desempenho
      • Meu Desempenho
    • Desafios
      • Ranking
    • Login / Cadastro Login

Ajuda

Central de ajuda Abrir ajuda pelo chat

...

...

Questões de EFAF Geografia - Economia

Filtro rápido

680 Questões

Fonte

Questão 42 10752568
Fácil

COLTEC 2017
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Economia
  • Indicadores de desenvolvimento e subdesenvolvimento Regionalização

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, produziu e divulgou, recentemente, a Pesquisa Mensal de Emprego que abrange informações referentes à taxa de desemprego no Brasil (ver gráfico). A pesquisa foi realizada em seis regiões metropolitanas: Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

IBGE - Pesquisa Mensal de Emprego. Elaboração: OMI/AGEMCAMP

 

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que

Ver comentários

Questão 32 10739877
Fácil

CEDAF 2017
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia Terra
  • Fatores climáticos Fontes de energia

Entre os dias 16 de outubro de 2016 e 19 de fevereiro de 2017, o Brasil está adotando o horário de verão, proposta que teve origem no início do século XX e no Brasil foi implantado pela primeira vez em 1931.

 

Marque a afirmativa CORRETA sobre o horário de verão:

Ver comentários

Questão 8 10739853
Fácil

CEDAF 2017
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia Geral - Sociedade e População
  • Consumo Trabalho

Texto - A REVOLUÇÃO DO PRECARIADO

Vilma Gryzinski

 

    Entre tantas outras, duas categorias podem ser usadas para dividir a humanidade: a dos que fazem qualquer esforço para ter uma casa própria e a dos que gastam tudo em cerveja no bar. “Cerveja”, evidentemente, é sinônimo de férias deliciosas, a última palavra em eletrônicos, bolsas grifadas ou passeios de barco. “Casa” abrange, entre outras necessidades básicas, viagens com orçamento planejado, pilates, laptop, zapzap e outros dissílabos – além da casa em si. Ambas as categorias fazem isso para tentar abrandar uma das mais básicas e insuportáveis condições da vida, a precariedade. Se eu gastar como marinheiro bêbado em dia de pagamento, o amanhã não vai me surpreender com perdas do que não tenho. Se eu construir uma base sólida, o amanhã não vai me pegar desprevenido sem as coisas que devia ter. Em momentos de crise política, de convulsões econômicas ou de mudanças históricas, formigas e cigarras humanas tremem igualmente com a sensação de extrema instabilidade em sua vida e não adianta truque mental algum para evitar o buraco na barriga que provoca.

    O economista inglês Guy Standing começou a usar o termo “precariado” para definir uma nova classe social (...) uma mistura de precário com proletariado, é um fenômeno evidente na Europa. Trata-se de pessoas que têm trabalhos temporários, de baixa remuneração, sem a segurança dos empregos estáveis. Para quem vê a situação com os nossos olhos, os europeus, acolchoados por mecanismos de compensação, reclamam de ventre estufado por décadas de boa vida. A precariedade é praticamente uma condição inerente ao ser brasileiro. Mesmo o que chamamos de estabilidade econômica, tão brutalmente desperdiçada, pareceria uma atividade quase suicida do ponto de vista da Europa. Sair de casa, para muitos de nós, na realidade ou na percepção dela, o que dá no mesmo resultado, equivale a correr um risco de levar um tiro por causa de um celular. Ficar em casa aumenta a probabilidade de que vejamos mais notícias sobre o comportamento dos nobres representantes do povo.

    O precariado no senso estrito aumenta a insegurança mesmo daqueles que não estão economicamente incluídos nessa categoria. Disso emana uma sensação de mal-estar que produz resultados instantâneos. Um desses resultados é a queixa de vários países em relação ao fluxo de cidadãos não europeus esgotando os sistemas como as escolas e hospitais. Assim, crescem os partidos de direita que são contrários ao recebimento de imigrantes e refugiados.

    É a revolução do precariado, uma espécie de revolta contra as elites globalizadas e desconectadas da vida fora de suas esferas de privilégio, que empurra partidos próximos dos extremos à direita e à esquerda, em geral com o mesmo tom de populismo. No Brasil, essa sensação de falência pode levar o país a se afundar levando consigo cigarras, formigas e todas as outras metáforas com invertebrados que inventamos para evitar o frio na espinha da existência.

Revista Veja, 22 de junho, 2016, p. 30. Texto adaptado.

O melhor sentido para o trecho “Para quem vê a situação com os nossos olhos, os europeus, acolchoados por mecanismos de compensação, reclamam de ventre estufado por décadas de boas vida” é:

Ver comentários

Questão 27 10738985
Fácil

SENAI 1°Ano - CGE 2129 2017/1
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Economia
  • Redes de transporte e de comunicação Urbanização

O gráfico abaixo mostra as mudanças nos tipos de transportes usados pelos moradores da região metropolitana de São Paulo.

Fonte: Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/03/1423587-uso-de-moto-aumenta-44-em-cinco-anos-emsp.shtml. Acesso em: 22 maio 2014.

 

Ao observar o gráfico, pode-se afirmar que o número de viagens de

Ver comentários

Questão 11 10726076
Fácil

CMSM 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2017
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia
  • Consumo Setor terceário

Leia o texto abaixo para responder ao item.

 

TEXTO

 

    Você já ouviu falar em nota fiscal? Aquele papelzinho que recebemos quando fazemos alguma compra no mercado ou em lojas... E para o que serve a nota, você sabe? É para que o governo saiba quanto o estabelecimento está vendendo e o quanto tem que ser pago de imposto. Mas que imposto é esse? É o ICMS Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, valor que está incluído no preço de todas as mercadorias que adquirimos e deve ser repassado ao Estado. Então fica assim: a gente vai numa loja comprar uma bolsa que custa cem reais, por exemplo. Desses cem reais, uma parte fica com o lojista e outra parte é o imposto, que ele deve entregar ao Estado. Mas como o Estado vai saber quanto o lojista vendeu? Através da nota fiscal! E é por isso que sempre precisamos exigir a nota fiscal quando compramos alguma coisa, para que o Estado receba esses valores. [...] Consumidor consciente sempre exige a nota fiscal! Isso também é ser cidadão! [...]

Fonte: http://www.educacaofiscal.rs.gov.br/Material/Lists/Material/Attachment/31/Caderno%20do%20Aluno-2%C2%BA%20e%203%C2%BA%20Ano.pdf. Acesso em: 10 set. 2017. Adaptado.

Com base nas informações do texto, marque a alternativa incorreta.

Ver comentários

Questão 21 10579763
Fácil

Colégio Embraer 2017
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia
  • Blocos Econômicos

Protestos violentos se repetiram nesta sexta-feira (7 de julho) em Hamburgo, na Alemanha. Quase 200 policiais ficaram feridos, e mais de 80 pessoas acabaram presas no dia de abertura da reunião do G20. As manifestações violentas fizeram Hamburgo amanhecer em chamas, no mesmo momento em que chefes de Estado e de governo desembarcavam para o G20. De novo, manifestantes queimaram carros e enfrentaram a polícia em protesto.

(http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2017/07/hamburgo-sede-da-reuniao-do-g20. Acesso em 09.ago.2017. Adaptado)

 

O G20 é formado

Ver comentários
  • Anterior
  • Próximo
Pastas

Faça seu login GRÁTIS


Compartilhar questão
Teste seus conhecimentos com o Estuda.com - Plataforma educacional para estudantes ENEM, Vestibulares, OAB e TRT. Resolva questões através do computador, tablet ou celular. vestibular,enem,questoes,estudar,alunos,simulados,questões enem,simulados enem,simulados vestibular,vestibular,provas,provas enem Ensino Fundamental