Questões de EFAF Geografia - Geral - Geopolitica
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CONCURSOS 2 2024
Leia a notícia abaixo e responda.
Etiópia e Eritreia põem fim a guerra
O primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed, e o presidente da Eritreia, Isaias Afewerki, assinaram uma declaração que põe fim ao “estado de guerra” entre os dois países e encerra anos de hostilidades.
Os dois países estavam em guerra pela posse da região de Badme. Em dezembro de 2000, após a morte de 70 mil a 100 mil pessoas no conflito, Afewerki e o então primeiro-ministro etíope, Meles Zenawi, firmaram um acordo de paz na Argélia que nunca foi respeitado. Em 2002, uma comissão apoiada pela ONU determinou que Badme ficasse com a Eritreia, mas a Etiópia não reconhecia a decisão.
(Disponivel em : https://www.terra.com.br/. Redação adaptada)
Os dois países estavam em guerra desde:
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Difícil
OBS 2ª Fase 2022
Uma medida considerada seria excluir a Rússia do sistema — um serviço global de mensagens financeiras. É usado por milhares de instituições financeiras em mais de 200 países. Isso efetivamente tornaria muito difícil para os bancos russos fazer negócios no exterior. Essa sanção foi usada contra o Irã em 2012 e o país perdeu receitas de petróleo significativas e uma grande parte do comércio exterior.

Fonte: Canaltech
No entanto, essa sanção teria um custo econômico para países como Estados Unidos e Alemanha, cujos bancos têm vínculos estreitos com instituições financeiras russas.
EUA e União europeia excluíram bancos russos do sistema:
Questão
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Difícil
OBS 2ª Fase 2021
O presidente dos EUA, Joe Biden, promoveu nos dias 22 e 23 de abril desse ano a Cúpula de Líderes sobre o Clima, 40 líderes globais participarem virtualmente do evento. A agenda ambiental é um dos principais pilares do governo do democrata, que quer o país capitaneando o futuro do clima.

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Meio-Ambiente/noticia/2021/04/cupula-do-clima
Segundo o 46º Presidente dos EUA Joe Biden, o objetivo da cúpula convocada é:
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Difícil
OBS 2ª Fase 2021
Na nova onda de violência que atinge Israel e a Faixa de Gaza, uma lógica permanece inalterada: o conflito não resolvido entre judeus e árabes que tem arruinado e acabado com as vidas de palestinos e israelenses por gerações. É uma ferida aberta no coração do Oriente Médio e o fato de o conflito ter desaparecido das manchetes internacionais nos últimos anos não significa que ele tenha acabado. Os problemas não mudam, nem o ódio e a amargura que atravessam não apenas anos, mas gerações.

Por mais de um século, judeus e árabes lutam para dominar a faixa de terra entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo. Israel infligiu uma série de derrotas esmagadoras aos palestinos desde que foi criado como Estado em 1948, mas ainda não pode se declarar vitorioso. E enquanto o conflito continuar, nenhum dos lados estará seguro. A única certeza é que de tempos em tempos, no mínimo, haverá uma crise grave e violenta. O padrão dos últimos 15 anos frequentemente envolveu combates na área que separa Gaza de Israel. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-57085173 A nova crise entre o Estado de Israel e a facção radical islâmica Hamas resultou na morte de 232 palestinos incluindo 65 crianças e 39 mulheres de acordo com o Ministério da Saúde palestino e 12 israelenses (incluindo dois menores de idade) pelo impacto de projéteis no seu território.
O principal fator para escalada das tensões e eclosão do novo conflito entre as forças de segurança israelenses e os manifestantes palestinos foi:
Questão
22 10763805
Difícil
COLTEC 2020
Sobre o Neoliberalismo, são realizadas as seguintes afirmações:
I – apesar de ter sido proposto pouco depois da II Guerra Mundial, como uma corrente teóricopolítica contra o Estado do Bem-Estar Social, o Neoliberalismo não foi implantado de imediato nas economias centrais;
II – entre os elementos marcantes do neoliberalismo, destacam-se a privatização de empresas estatais, a diminuição de cobrança de impostos sobre as altas rendas e a diminuição dos direitos trabalhistas;
III – o Fundo Monetário Internacional (FMI) é um importante influenciador para o desenvolvimento do Neoliberalismo no mundo, pois articula suas ações de apoio aos países que implantam políticas neoliberais.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Questão
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Difícil
COLTEC 2020
Leia o texto para responder as questões.
Incentivar que mais civis se armem não irá melhorar a segurança pública
Ilona Szabó de Carvalho
Armamento é assunto sério, de vida ou morte, e precisa ser discutido com responsabilidade e sem ideologia. Só assim teremos condições de avaliar os reais impactos das propostas que começam a ser apresentadas pelo novo governo. Ironia do destino chegarmos ao momento de mais riscos de retrocessos na lei de controle de armas de 2003, justamente quando temos uma boa notícia para comemorar. Após um longo período de aumento no número de mortes violentas, estima-se que em 2018 houve queda de 12% desses registros.
Todos queremos viver em um país seguro. Isso passa também por evitar que armas caiam nas mãos erradas e por apoiar os bons policiais, dando-lhes melhores condições de trabalho, equipamentos e treinamento de ponta. Como já falei antes, não sou contra a posse de armas por quem cumpre os requisitos e a pequenos ajustes na lei de 2003. A definição de critérios para comprovar a chamada efetiva necessidade e, assim, poder ter uma arma em casa, é exemplo disso.
Mas não podemos abrir mão de discutir quais são os riscos para pais e mães que fazem essa opção, os impactos sobre a violência doméstica, e as reais chances de o cidadão, ao ser assaltado, ser bem sucedido em uma legítima defesa e não ter sua arma roubada. Tampouco podemos deixar de exigir um bom controle de armas por parte dos governos estaduais e federal.
Armas têm vida longa. Por isso, a necessidade de renovação do registro é tão importante e não pode ser extinta. O prazo, que hoje é de cinco anos, foi modificado para dez anos pelo decreto presidencial, e isso preocupa.
Vale lembrar que as armas nascem legais, e que armas legais alimentam o mercado ilegal. Já temos muitas brechas na lei atual e em sua fiscalização, o que permite desvios e condutas ilícitas que ajudam a armar criminosos, organizados ou não.
Precisamos, então, exigir a implementação das medidas que realmente nos trarão a paz que buscamos. Por isso, já adianto: a discussão sobre ampliar posse e porte de armas é uma distração. Incentivar que mais civis se armem não irá melhorar a segurança pública.
O que devemos cobrar do novo governo é que evite que armas continuem chegando nas mãos dos criminosos. Isso só é possível com um plano para garantir uma regulação responsável. Há muitas perguntas a serem respondidas pelas autoridades eleitas. O que farão para melhorar os sistemas de controle de armas da Polícia Federal e do Exército (Sinarm e Sigma)? Como eles serão integrados? Quando começarão a exigir das empresas nacionais e internacionais que a marcação das armas e munições vendidas no Brasil seja feita com tecnologia de ponta? Essas medidas permitirão às polícias chegarem aos culpados de crimes e ao ponto exato dos desvios, seja de forças de segurança oficiais, de empresas de segurança privada ou de cidadãos que descumprem a lei.
Em vez de desmantelar a lei de armas, o novo governo deve se esforçar para aplicar a legislação existente. O novo ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Sergio Moro, tem um amplo mandato para reduzir a corrupção, o crime organizado e a violência letal. Há razões para acreditar que uma boa implementação da lei de armas pode ajudá-lo a atingir as metas de segurança pública que tanto desejamos. Por outro lado, expandir o acesso e a disponibilidade de armas de fogo no país mais homicida do mundo e relaxar ainda mais os fracos controles existentes equivale a jogar mais lenha na fogueira.
Ilona Szabó de Carvalho, empreendedora cívica, mestre em estudos internacionais pela Universidade de Uppsala (Suécia). É autora de “Segurança Pública para Virar o Jogo”
Disponível em: encurtador.com.br/abpxM. Acesso em: 14 de jun. de 2019.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE argumento utilizado no texto para defender a tese dele.