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Questões de EFAF Geografia - Geral - Sociedade e População

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590 Questões

Fonte

Questão 33 10726846
Fácil

Colégio Embraer 2022
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Geral - Sociedade e População
  • Demografia Serviços

Observe as informações contidas na ilustração publicada na imprensa.

(O Estado de S.Paulo. 01.06.2021)

 

De acordo com os dados apresentados sobre usuários ativos do WhatsApp, conclui-se que, em relação ao número de usuários ativos em todo o mundo, o número de usuários ativos no Brasil representa

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Questão 11 10221902
Fácil

OBR 1° Ano - Modalidade Teórica Nível 4 Fase 1 2022
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Geral - Sociedade e População
  • Demografia População

Em 2016 foi feita uma pesquisa analisando os países com o maior número de robôs. A resposta pode ser vista no gráfico ao lado, no qual é possível ver que o Japão era, na época da pesquisa, o país com o maior número de robôs.

Já o segundo gráfico nos mostra o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos principais países do mundo. Quanto maior o IDH (cores verdes), mais desenvolvido é considerado um país.

Fonte: https://ofuturodascoisas.com/este-mapa-mostra-os-paises-com-maior-quantidade-de-robos/
Fonte: https://www.mundovestibular.com.br/estudos/geografia/brasil-fica-em-75o-lugar-no-ranking-de-idh

 

Analisando os dois gráficos, podemos afirmar que:

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Questão 42 15484645
Fácil

CPM/ERJ 6 ano 2021
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Conceitos Gerais Geral - Sociedade e População
  • Espaço geográfico Urbanização

O que são metrópoles?

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Questão 38 15484617
Fácil

CPM/ERJ 6 ano 2021
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Geral - América Geral - Sociedade e População
  • América do Norte Migrações

O mundo enfrenta hoje grande crise sobre a questão dos refugiados, problemas sociais, políticos, étnicos, conflitos civis e militares, envolvendo diversos países.

 

Que país tinha o maior número de imigrantes brasileiros em 2015?

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Questão 12 15477898
Fácil

CMRJ 6 Ano Português 2021
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Geral - Sociedade e População
  • Migrações

      A fuga da classe A para o interior

 

    Famílias mais abastadas deixam as metrópoles brasileiras em busca de uma vida mais tranquila - e aquecema economia das cidades menores

Henrique Gomes Batista e Sérgio Matsuura

 

    Nos primeiros dez dias de 2021, Eduardo Xambre Henrique Filho, de 10 anos, não tocou em
seu videogame ou tablet. Preferiu andar de bicicleta e curtir o bosque da nova residência da família,
que trocou um confortável apartamento no Brooklin, bairro nobre da Zona Sul paulistana, por uma
casa em um condomínio fechado na região de Valinhos, a 90 quilômetros da capital paulista. A
[5] mudança de comportamento do filho foi um dos elementos que fizeram seu pai, o diretor comercial
Eduardo Xambre Henrique, de 41 anos, aproveitar as vantagens do home office para buscar qualidade
de vida longe da metrópole, movimento que tem se intensificado - sobretudo quando se trata da
população com maior poder aquisitivo. Após um 2020 de "test drive" no campo ou na praia, durante
a quarentena, a mudança definitiva de CEP já provoca transformações no mercado imobiliário e na
[10] dinâmica das cidades menores.

    As razões para a mudança são variadas. Além da qualidade de vida, há a busca por mais
segurança, mais espaço e conforto diante da possibilidade de novos períodos de confinamento e até
mesmo a economia de gastos em razão do menor custo de vida no interior. O movimento, mais
pronunciado em São Paulo e no Rio de Janeiro, também ocorre em capitais menores, como Porto

[15] Alegre, Natal e Fortaleza. Todos os motivos da retirada, no entanto, só puderam ser viabilizados
devido a uma mudança maior: a do mercado de trabalho, que agora deve adotar, na maioria dos
setores, o padrão híbrido, aliando os modelos presencial e remoto. "Eu tinha essa vontade de morar
no interior há alguns anos, mas a questão de home office ajudou a impulsionar a decisão", afirmou
Henrique, que trabalha em uma multinacional europeia e adquiriu uma casa que tem mais que о
[20] dobro da área útil de seu apartamento, além de uma vasta área verde. "São Paulo agora é para fazer
turismo, visitar amigos e familiares."
    O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo
(CNC), Fabio Bentes, avalia que, embora o movimento esteja concentrado nas faixas de renda mais
altas, já é possível notar uma desconcentração e uma pulverização populacional dos grandes centros.
[25] "E um dos primeiros sinais está no mercado imobiliário", ponderou. Em Petrópolis, cidade da Região
Serrana do Rio de Janeiro, os reflexos da chegada de novos moradores já são percebidos no
aumento das vendas de imóveis. Dados da prefeitura mostram que até outubro do ano passado, о
último balanço disponível, num período de crise econômica, o recolhimento do Imposto sobre
Transmissão de Bens Imóveis - pago após a compra de um imóvel - havia chegado a R$ 17,3
[30] milhões no ano, acima da meta do município para 2020, de R$ 16 milhões. Imobiliárias e corretores
de imóveis da cidade confirmam o bom momento e relatam uma mudança no perfil dos
compradores após a pandemia. Se antes a busca era por uma casa de veraneio, agora eles procuram
um novo endereço para morar.

    Marcos Labanca, empresário do ramo imobiliário petropolitano, contou que os resultados de
[35] 2020 estão entre os melhores de sua empresa, com mais de 70 vendas, o dobro de um ano normal. E
a expectativa é que o mercado continue aquecido em 2021, com mais famílias se mudando para a
cidade em busca de qualidade de vida. "Acho que as pessoas concluíram que ficar em isolamento
dentro de um apartamento é complicado, é monótono. Então, passaram a procurar lugares para
morar com um gramado, onde dá para ver o céu, com menos gente", disse Labanca. "E, claro, os
[40] juros baixos ajudaram muito. Já está difícil encontrar uma casa boa para comprar aqui." Segundo
Fabrício Junqueira, delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro para
a região, entre maio e agosto a procura em sites de imobiliárias por imóveis no município aumentou,
em média, 300% em relação ao mesmo período de 2019. "Quando começou a pandemia, nós
ficamos muito preocupados, mas em abril houve uma explosão na locação por temporada, e logo
[45] depois a conversão em vendas de imóveis", lembrou o corretor.

    O movimento migratório, apesar de não ser ainda de "massa", já provoca efeitos nos dados
do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os últimos levantamentos mostram
uma recuperação mais rápida do mercado de trabalho em cidades do interior, em comparação com
as capitais. No caso específico do Rio de Janeiro, dos 92 municípios do estado, o Rio está na 61a
posição no ranking de geração de empregos formais ente agosto e novembro de 2020, com variação
positiva de 1,2%. Petrópolis está em 16°, com taxa de 3,5%.

    Marden Campos, professor [...] da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ressaltou
[50] que as cidades que começaram a receber o novO fluxo de moradores geralmente já têm
infraestrutura em decorrência do turismo, como é o caso [...] de Petrópolis. Por isso, conseguem
atender às necessidades de serviços de pessoas de fora. "Mas elas acabam ganhando um dinamismo
econômico. E isso está acontecendo, principalmente na área de construção." Especialista em fluxos
migratórios, Campos afirmou, porém, que, apesar de ainda não ser possível mensurar a dimensão do
[55] fenômeno, será improvável que ele adquira escala nacional, em razão da limitação de renda [...]. Além
disso, nem todas as áreas podem oferecer sistemas híbridos a seus funcionários, sobretudo as
categorias de base do setor de serviços, em que impera, muitas vezes, o trabalho presencial. Mas, nas
cidades onde o movimento já ocorre, a tendência é aumentar.

(Adaptado de https://oglobo.globo.com/epoca/sociedade/a-fuga-da-classe-a-para-o-interior-1- 24889132?versao=amp)

Há, em nossa língua, palavras cujos significados se alteram de acordo com a mudança do gênero gramatical. Assinale a opção em que todas as palavras confirmam essa afirmação:

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Questão 11 15477890
Fácil

CMRJ 6 Ano Português 2021
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Geral - Sociedade e População
  • Migrações

      A fuga da classe A para o interior

 

    Famílias mais abastadas deixam as metrópoles brasileiras em busca de uma vida mais tranquila - e aquecema economia das cidades menores

Henrique Gomes Batista e Sérgio Matsuura

 

    Nos primeiros dez dias de 2021, Eduardo Xambre Henrique Filho, de 10 anos, não tocou em
seu videogame ou tablet. Preferiu andar de bicicleta e curtir o bosque da nova residência da família,
que trocou um confortável apartamento no Brooklin, bairro nobre da Zona Sul paulistana, por uma
casa em um condomínio fechado na região de Valinhos, a 90 quilômetros da capital paulista. A
[5] mudança de comportamento do filho foi um dos elementos que fizeram seu pai, o diretor comercial
Eduardo Xambre Henrique, de 41 anos, aproveitar as vantagens do home office para buscar qualidade
de vida longe da metrópole, movimento que tem se intensificado - sobretudo quando se trata da
população com maior poder aquisitivo. Após um 2020 de "test drive" no campo ou na praia, durante
a quarentena, a mudança definitiva de CEP já provoca transformações no mercado imobiliário e na
[10] dinâmica das cidades menores.

    As razões para a mudança são variadas. Além da qualidade de vida, há a busca por mais
segurança, mais espaço e conforto diante da possibilidade de novos períodos de confinamento e até
mesmo a economia de gastos em razão do menor custo de vida no interior. O movimento, mais
pronunciado em São Paulo e no Rio de Janeiro, também ocorre em capitais menores, como Porto

[15] Alegre, Natal e Fortaleza. Todos os motivos da retirada, no entanto, só puderam ser viabilizados
devido a uma mudança maior: a do mercado de trabalho, que agora deve adotar, na maioria dos
setores, o padrão híbrido, aliando os modelos presencial e remoto. "Eu tinha essa vontade de morar
no interior há alguns anos, mas a questão de home office ajudou a impulsionar a decisão", afirmou
Henrique, que trabalha em uma multinacional europeia e adquiriu uma casa que tem mais que о
[20] dobro da área útil de seu apartamento, além de uma vasta área verde. "São Paulo agora é para fazer
turismo, visitar amigos e familiares."
    O economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo
(CNC), Fabio Bentes, avalia que, embora o movimento esteja concentrado nas faixas de renda mais
altas, já é possível notar uma desconcentração e uma pulverização populacional dos grandes centros.
[25] "E um dos primeiros sinais está no mercado imobiliário", ponderou. Em Petrópolis, cidade da Região
Serrana do Rio de Janeiro, os reflexos da chegada de novos moradores já são percebidos no
aumento das vendas de imóveis. Dados da prefeitura mostram que até outubro do ano passado, о
último balanço disponível, num período de crise econômica, o recolhimento do Imposto sobre
Transmissão de Bens Imóveis - pago após a compra de um imóvel - havia chegado a R$ 17,3
[30] milhões no ano, acima da meta do município para 2020, de R$ 16 milhões. Imobiliárias e corretores
de imóveis da cidade confirmam o bom momento e relatam uma mudança no perfil dos
compradores após a pandemia. Se antes a busca era por uma casa de veraneio, agora eles procuram
um novo endereço para morar.

    Marcos Labanca, empresário do ramo imobiliário petropolitano, contou que os resultados de
[35] 2020 estão entre os melhores de sua empresa, com mais de 70 vendas, o dobro de um ano normal. E
a expectativa é que o mercado continue aquecido em 2021, com mais famílias se mudando para a
cidade em busca de qualidade de vida. "Acho que as pessoas concluíram que ficar em isolamento
dentro de um apartamento é complicado, é monótono. Então, passaram a procurar lugares para
morar com um gramado, onde dá para ver o céu, com menos gente", disse Labanca. "E, claro, os
[40] juros baixos ajudaram muito. Já está difícil encontrar uma casa boa para comprar aqui." Segundo
Fabrício Junqueira, delegado do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro para
a região, entre maio e agosto a procura em sites de imobiliárias por imóveis no município aumentou,
em média, 300% em relação ao mesmo período de 2019. "Quando começou a pandemia, nós
ficamos muito preocupados, mas em abril houve uma explosão na locação por temporada, e logo
[45] depois a conversão em vendas de imóveis", lembrou o corretor.

    O movimento migratório, apesar de não ser ainda de "massa", já provoca efeitos nos dados
do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Os últimos levantamentos mostram
uma recuperação mais rápida do mercado de trabalho em cidades do interior, em comparação com
as capitais. No caso específico do Rio de Janeiro, dos 92 municípios do estado, o Rio está na 61a
posição no ranking de geração de empregos formais ente agosto e novembro de 2020, com variação
positiva de 1,2%. Petrópolis está em 16°, com taxa de 3,5%.

    Marden Campos, professor [...] da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ressaltou
[50] que as cidades que começaram a receber o novO fluxo de moradores geralmente já têm
infraestrutura em decorrência do turismo, como é o caso [...] de Petrópolis. Por isso, conseguem
atender às necessidades de serviços de pessoas de fora. "Mas elas acabam ganhando um dinamismo
econômico. E isso está acontecendo, principalmente na área de construção." Especialista em fluxos
migratórios, Campos afirmou, porém, que, apesar de ainda não ser possível mensurar a dimensão do
[55] fenômeno, será improvável que ele adquira escala nacional, em razão da limitação de renda [...]. Além
disso, nem todas as áreas podem oferecer sistemas híbridos a seus funcionários, sobretudo as
categorias de base do setor de serviços, em que impera, muitas vezes, o trabalho presencial. Mas, nas
cidades onde o movimento já ocorre, a tendência é aumentar.

(Adaptado de https://oglobo.globo.com/epoca/sociedade/a-fuga-da-classe-a-para-o-interior-1- 24889132?versao=amp)

A mudança para o interior, segundo o TEXTO, relaciona-se a mudanças no comportamento social das pessoas. Dentre elas, o texto exemplifica com o (a)

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