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Questões de EFAF Geografia - Economia

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680 Questões

Fonte

Questão 7 11773850
Fácil

IFPE Integrados Part II 2020/1
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia Terra
  • Consumo Impactos Ambientais

Leia os TEXTOS para responder à questão.


TEXTO 1


LIXO: UM GRAVE PROBLEMA DO MUNDO MODERNO

 

    (1) Até meados do século XIX, o lixo gerado – restos de comida, excrementos de animais e outros materiais orgânicos – reintegrava-se aos ciclos naturais e servia como adubo para a agricultura. Mas, com a industrialização e a concentração da população nas grandes cidades, o lixo foi se tornando um problema.

    (2) A sociedade moderna rompeu os ciclos da natureza: por um lado, extraímos mais e mais matériasprimas, por outro, fazemos crescer montanhas de lixo. E, como todo esse rejeito não retorna ao ciclo natural, transformando-se em novas matérias-primas, pode tornar-se uma perigosa fonte de contaminação para o meio ambiente ou de doenças.

    (3) Recentemente, começamos a perceber que, assim como não podemos deixar o lixo acumular dentro de nossas casas, é preciso conter a geração de resíduos e dar um tratamento adequado ao lixo no nosso planeta. Para isso, será preciso conter o consumo desenfreado, que gera cada vez mais lixo, e investir em tecnologias que permitam diminuir a geração de resíduos, além da reutilização e da reciclagem dos materiais em desuso.

    (4) Precisamos, ainda, reformular nossa concepção a respeito do lixo. Não podemos mais encarar todo lixo como “resto inútil”, mas, sim, como algo que pode ser transformado em nova matéria-prima para retornar ao ciclo produtivo.

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Lixo um grave problema no mundo moderno. Disponível em: https://www.mma.gov.br/estruturas/secex_consumo/_arquivos/8%20-%20mcs_lixo.pdf. Acesso em: 27 out. 2019 (adaptado).

 

TEXTO 2

0_71b06fb5fd8d4f58278d4ac9606ed8e5_11773823.jpg.png

BECK, Alexandre. Disponível em: http://tirasarmandinho.tumblr.com. Acesso em: 27 out. 2019.

 

O TEXTO 1 é um trecho de uma cartilha divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente e o TEXTO 2 é uma tirinha de Alexandre Beck.

 

Ainda que sejam produzidos como gêneros textuais diferentes, ambos os textos têm os seguintes elementos em comum:

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Questão 28 11235443
Fácil

IFS Processo Seletivo 2020
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia Terra
  • Fontes de energia Impactos Ambientais

Observe a figura abaixo:

Fonte: U.S. Energy Information Administration e EPE

 

A partir da análise e interpretação da figura, além dos seus conhecimentos, assinale a alternativa correta:

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Questão 3 11066919
Fácil

IFTM Integrados 2020/1
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia Terra
  • Impactos Ambientais Setor secundário

A questão devem ser respondidas com base no texto a seguir.

 

Moda: compartilhamento de roupas é tendência entre jovens
Startups de compartilhamento de roupas ganham espaço no Brasil

Por Giulia Vidale

Ana Teresa Saad e Eduarda Ferraz, fundadoras da Clorent

 

    O Airbnb popularizou o aluguel solidário; os aplicativos de transporte, como Uber e Yellow, investiram no transporte feito entre desconhecidos; o Spotify gastou uma fortuna para ser sua melhor opção em música; a Netflix conseguiu levar filmes e séries a milhões de pessoas ao mesmo tempo. Agora Fashion United, de moda querem popularizar o compartilhamento de roupas e acessórios. A proposta? Assinaturas mensais ou aluguéis pontuais disponíveis a qualquer interessado.

    Poucos sabem, mas a indústria de moda, além de ser uma das maiores e mais valiosas do mundo, também é uma das mais poluentes. Segundo dados da Fashion United, plataforma que fornece um panorama global da indústria de moda, esse negócio vale 3 trilhões de dólares. Somente no Brasil, em 2017, o setor de vestuários produziu 5,9 bilhões de peças, incluindo vestuário, meias, acessórios, cama, mesa e banho, com um faturamento de 45 bilhões de dólares, o equivalente a 170 bilhões de reais, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). No mesmo ano, o setor ficou em segundo lugar no ranking de maior empregador da indústria da transformação, perdendo apenas para alimentos e bebidas juntos.

    Por outro lado, a moda é uma das indústrias mais poluidoras do mundo. Cerca de 35% das microfibras jogadas nos oceanos são provenientes de roupas e têxteis. As etapas de processamento dos vestuários emitem 20% do carbono na atmosfera, quantidade considerada acima do ideal, segundo um relatório da Global Fashion Agenda. Outro estudo, feito pela Global Fashion Agenda em 2017, mostrou que apenas 20% dos 62 milhões de toneladas de roupas e calçados produzidos no mundo todo são reciclados adequadamente ao final do uso.

    Esses dados trazem uma grande preocupação em relação a um mundo já dominado por redes de fast fashion, cujas peças custam pouco, mas têm baixa durabilidade: 50% das peças produzidas por essas empresas são descartadas em um ano. Além disso, não se pode esquecer do trabalho análogo à escravidão que é, por vezes, identificado na produção de peças de vestuário para diversas marcas. “Temos, portanto, um papel fundamental”, finaliza Ana Teresa Saad (Clorent).

Disponível em: www.veja.abril.com/economia/moda. Adaptado. Acesso em: 2 out. 2019.

A autora do texto opta por usar o termo fast fashion (moda rápida), em clara analogia ao termo fast food (comida rápida).

 

Entre as várias características que as aproximam, a autora ressalta:

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Questão 1 11066854
Fácil

IFTM Integrados 2020/1
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia Terra
  • Impactos Ambientais Indústria

A questão devem ser respondidas com base no texto a seguir.

 

Moda: compartilhamento de roupas é tendência entre jovens
Startups de compartilhamento de roupas ganham espaço no Brasil

Por Giulia Vidale

Ana Teresa Saad e Eduarda Ferraz, fundadoras da Clorent

 

    O Airbnb popularizou o aluguel solidário; os aplicativos de transporte, como Uber e Yellow, investiram no transporte feito entre desconhecidos; o Spotify gastou uma fortuna para ser sua melhor opção em música; a Netflix conseguiu levar filmes e séries a milhões de pessoas ao mesmo tempo. Agora Fashion United, de moda querem popularizar o compartilhamento de roupas e acessórios. A proposta? Assinaturas mensais ou aluguéis pontuais disponíveis a qualquer interessado.

    Poucos sabem, mas a indústria de moda, além de ser uma das maiores e mais valiosas do mundo, também é uma das mais poluentes. Segundo dados da Fashion United, plataforma que fornece um panorama global da indústria de moda, esse negócio vale 3 trilhões de dólares. Somente no Brasil, em 2017, o setor de vestuários produziu 5,9 bilhões de peças, incluindo vestuário, meias, acessórios, cama, mesa e banho, com um faturamento de 45 bilhões de dólares, o equivalente a 170 bilhões de reais, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). No mesmo ano, o setor ficou em segundo lugar no ranking de maior empregador da indústria da transformação, perdendo apenas para alimentos e bebidas juntos.

    Por outro lado, a moda é uma das indústrias mais poluidoras do mundo. Cerca de 35% das microfibras jogadas nos oceanos são provenientes de roupas e têxteis. As etapas de processamento dos vestuários emitem 20% do carbono na atmosfera, quantidade considerada acima do ideal, segundo um relatório da Global Fashion Agenda. Outro estudo, feito pela Global Fashion Agenda em 2017, mostrou que apenas 20% dos 62 milhões de toneladas de roupas e calçados produzidos no mundo todo são reciclados adequadamente ao final do uso.

    Esses dados trazem uma grande preocupação em relação a um mundo já dominado por redes de fast fashion, cujas peças custam pouco, mas têm baixa durabilidade: 50% das peças produzidas por essas empresas são descartadas em um ano. Além disso, não se pode esquecer do trabalho análogo à escravidão que é, por vezes, identificado na produção de peças de vestuário para diversas marcas. “Temos, portanto, um papel fundamental”, finaliza Ana Teresa Saad (Clorent).

Disponível em: www.veja.abril.com/economia/moda. Adaptado. Acesso em: 2 out. 2019.

A autora do texto, Giulia Vidale, e empresas que investem no compartilhamento de roupas, como a Clorent, centram suas preocupações, principalmente,

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Questão 39 11012532
Fácil

IFF Integrados 2020
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Economia
  • Indicadores de desenvolvimento e subdesenvolvimento Regionalização

Considerando os dados indicadores socioeconômicos dos estados brasileiros abaixo, podese afirmar que

Disponível em: http://tudolistasmais.blogspot.com/2016/01/estimativa-idh-dos-estados-brasileiros.html. Acesso em: 10 set. 2019.

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Questão 52 10781088
Fácil

Liceu-SP C. Gerais 2020
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia Geral - América
  • América Latina Blocos Econômicos

Trata-se de um acordo de livre circulação de mercadorias, capitais e pessoas, com a eliminação de tarifas de importação e exportação entre os países membros da organização.

 

Composto, atualmente, por Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina como Estados Partes, denomina-se

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