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Questões de EFAF Geografia - Economia

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680 Questões

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Questão 25 15406514
Fácil

FIRJAN 2022
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia
  • Indicadores de desenvolvimento e subdesenvolvimento

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

Por que carro eletrificado ainda é caro no Brasil

Carga tributária, economia de escala e valor da bateria explicam altos preços dos veículos com propulsão elétrica no País

 

No ano passado, as vendas de veículos eletrificados (100% elétricos e híbridos) deram um salto no Brasil. Foram emplacadas [em 2020] 19.745 unidades contra 11.858 em 2019. Esse avanço representa aumento de 66,5%, um abismo muito grande em comparação à queda de 26,2% do mercado de automóveis de passeio e comerciais leves com motor a combustão. Nesse cenário, a pergunta que os executivos das montadoras fazem é óbvia: se tamanho crescimento aconteceu com os preços dos modelos com propulsão eletrificada nas alturas, como seria se eles fossem mais acessíveis?

Há alguns fatores que explicam os valores exorbitantes cobrados pelos modelos eletrificados no Brasil. A bateria, que antes era a vilã principal, ainda é um calcanhar de Aquiles, mas o maior empecilho hoje se chama carga tributária. “Precisamos seguir crescendo para não perder o timing do crescimento da mobilidade elétrica no País”, afirma Thiago Sugahara, vice-presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). [...]

“O problema é que, em países da Europa, os veículos com mais eficiência energética pagam menos impostos e, no Brasil, acontece o oposto”, revela Sugahara. Aqui, um automóvel com motor a combustão que percorre entre 10 e 12 quilômetros por litro paga 7% de IPI. Já um carro híbrido, que roda 25 km/l chega a pagar até 15%. “Seria mais coerente se o veículo elétrico pagasse o mesmo IPI que um modelo 1.0 flex”, defende Antonio Calcagnotto, diretor de relações institucionais, governamentais e de sustentabilidade da Audi do Brasil.

“O IPI joga contra”, complementa Sugahara. Para ele, cobrar mais impostos sobre os veículos eletrificados é uma distorção. “Se houvesse incentivos fiscais, as montadoras se sentiriam estimuladas a fazer carros eletrificados no País. E a produção local seria primordial para reduzir os preços”, avalia.

Adaptado de: https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/por-que-carro-eletrificado-ainda-e-caro-no-brasil/. Acesso em 21/10/2021.

O preço médio do litro de gasolina nos postos do Rio de Janeiro, em outubro de 2021, é de R$ 6,912 (é, os postos de gasolina têm o costume de usar 3 dígitos decimais nos seus preços...):

Adaptado de: https://precodoscombustiveis.com.br/pt-br/city/brasil/rio-de-janeiro/rio-de-janeiro/3239 Acesso em 21/10/2021.

 

Considerando este preço médio, quanto custaria para percorrer um total de 300 quilômetros em um carro comum à combustão (com rendimento de 12 km por litro de gasolina) e em um carro híbrido (com rendimento de 25 km por litro de gasolina), conforme nos indica o texto?

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Questão 24 15406513
Fácil

FIRJAN 2022
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Economia
  • Indicadores de desenvolvimento e subdesenvolvimento Industria

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

Por que carro eletrificado ainda é caro no Brasil

Carga tributária, economia de escala e valor da bateria explicam altos preços dos veículos com propulsão elétrica no País

 

No ano passado, as vendas de veículos eletrificados (100% elétricos e híbridos) deram um salto no Brasil. Foram emplacadas [em 2020] 19.745 unidades contra 11.858 em 2019. Esse avanço representa aumento de 66,5%, um abismo muito grande em comparação à queda de 26,2% do mercado de automóveis de passeio e comerciais leves com motor a combustão. Nesse cenário, a pergunta que os executivos das montadoras fazem é óbvia: se tamanho crescimento aconteceu com os preços dos modelos com propulsão eletrificada nas alturas, como seria se eles fossem mais acessíveis?

Há alguns fatores que explicam os valores exorbitantes cobrados pelos modelos eletrificados no Brasil. A bateria, que antes era a vilã principal, ainda é um calcanhar de Aquiles, mas o maior empecilho hoje se chama carga tributária. “Precisamos seguir crescendo para não perder o timing do crescimento da mobilidade elétrica no País”, afirma Thiago Sugahara, vice-presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). [...]

“O problema é que, em países da Europa, os veículos com mais eficiência energética pagam menos impostos e, no Brasil, acontece o oposto”, revela Sugahara. Aqui, um automóvel com motor a combustão que percorre entre 10 e 12 quilômetros por litro paga 7% de IPI. Já um carro híbrido, que roda 25 km/l chega a pagar até 15%. “Seria mais coerente se o veículo elétrico pagasse o mesmo IPI que um modelo 1.0 flex”, defende Antonio Calcagnotto, diretor de relações institucionais, governamentais e de sustentabilidade da Audi do Brasil.

“O IPI joga contra”, complementa Sugahara. Para ele, cobrar mais impostos sobre os veículos eletrificados é uma distorção. “Se houvesse incentivos fiscais, as montadoras se sentiriam estimuladas a fazer carros eletrificados no País. E a produção local seria primordial para reduzir os preços”, avalia.

Adaptado de: https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/por-que-carro-eletrificado-ainda-e-caro-no-brasil/. Acesso em 21/10/2021.

O texto indica que, de 2019 para 2020, houve um aumento de 66,5% nos emplacamentos de veículos eletrificados.

 

Se o mesmo percentual de aumento for mantido de 2020 para 2021, quantos carros eletrificados serão emplacados, aproximadamente, neste ano?

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Questão 23 15406512
Fácil

FIRJAN 2022
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia
  • Indicadores de desenvolvimento e subdesenvolvimento

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

Por que carro eletrificado ainda é caro no Brasil

Carga tributária, economia de escala e valor da bateria explicam altos preços dos veículos com propulsão elétrica no País

 

No ano passado, as vendas de veículos eletrificados (100% elétricos e híbridos) deram um salto no Brasil. Foram emplacadas [em 2020] 19.745 unidades contra 11.858 em 2019. Esse avanço representa aumento de 66,5%, um abismo muito grande em comparação à queda de 26,2% do mercado de automóveis de passeio e comerciais leves com motor a combustão. Nesse cenário, a pergunta que os executivos das montadoras fazem é óbvia: se tamanho crescimento aconteceu com os preços dos modelos com propulsão eletrificada nas alturas, como seria se eles fossem mais acessíveis?

Há alguns fatores que explicam os valores exorbitantes cobrados pelos modelos eletrificados no Brasil. A bateria, que antes era a vilã principal, ainda é um calcanhar de Aquiles, mas o maior empecilho hoje se chama carga tributária. “Precisamos seguir crescendo para não perder o timing do crescimento da mobilidade elétrica no País”, afirma Thiago Sugahara, vice-presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). [...]

“O problema é que, em países da Europa, os veículos com mais eficiência energética pagam menos impostos e, no Brasil, acontece o oposto”, revela Sugahara. Aqui, um automóvel com motor a combustão que percorre entre 10 e 12 quilômetros por litro paga 7% de IPI. Já um carro híbrido, que roda 25 km/l chega a pagar até 15%. “Seria mais coerente se o veículo elétrico pagasse o mesmo IPI que um modelo 1.0 flex”, defende Antonio Calcagnotto, diretor de relações institucionais, governamentais e de sustentabilidade da Audi do Brasil.

“O IPI joga contra”, complementa Sugahara. Para ele, cobrar mais impostos sobre os veículos eletrificados é uma distorção. “Se houvesse incentivos fiscais, as montadoras se sentiriam estimuladas a fazer carros eletrificados no País. E a produção local seria primordial para reduzir os preços”, avalia.

Adaptado de: https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/por-que-carro-eletrificado-ainda-e-caro-no-brasil/. Acesso em 21/10/2021.

O texto indica o rendimento médio dos carros normais, com motor à combustão (12km por litro de combustível), e o rendimento médio dos carros híbridos (25 km por litro de combustível).

 

Considerando esses valores apresentados no texto, um carro híbrido poderia rodar até quantos quilômetros a mais do que um carro à combustão, se ambos fossem abastecidos com 30 litros de combustível?

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Questão 22 15406511
Fácil

FIRJAN 2022
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Economia
  • Industria Setor secundário

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

Por que carro eletrificado ainda é caro no Brasil

Carga tributária, economia de escala e valor da bateria explicam altos preços dos veículos com propulsão elétrica no País

 

No ano passado, as vendas de veículos eletrificados (100% elétricos e híbridos) deram um salto no Brasil. Foram emplacadas [em 2020] 19.745 unidades contra 11.858 em 2019. Esse avanço representa aumento de 66,5%, um abismo muito grande em comparação à queda de 26,2% do mercado de automóveis de passeio e comerciais leves com motor a combustão. Nesse cenário, a pergunta que os executivos das montadoras fazem é óbvia: se tamanho crescimento aconteceu com os preços dos modelos com propulsão eletrificada nas alturas, como seria se eles fossem mais acessíveis?

Há alguns fatores que explicam os valores exorbitantes cobrados pelos modelos eletrificados no Brasil. A bateria, que antes era a vilã principal, ainda é um calcanhar de Aquiles, mas o maior empecilho hoje se chama carga tributária. “Precisamos seguir crescendo para não perder o timing do crescimento da mobilidade elétrica no País”, afirma Thiago Sugahara, vice-presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). [...]

“O problema é que, em países da Europa, os veículos com mais eficiência energética pagam menos impostos e, no Brasil, acontece o oposto”, revela Sugahara. Aqui, um automóvel com motor a combustão que percorre entre 10 e 12 quilômetros por litro paga 7% de IPI. Já um carro híbrido, que roda 25 km/l chega a pagar até 15%. “Seria mais coerente se o veículo elétrico pagasse o mesmo IPI que um modelo 1.0 flex”, defende Antonio Calcagnotto, diretor de relações institucionais, governamentais e de sustentabilidade da Audi do Brasil.

“O IPI joga contra”, complementa Sugahara. Para ele, cobrar mais impostos sobre os veículos eletrificados é uma distorção. “Se houvesse incentivos fiscais, as montadoras se sentiriam estimuladas a fazer carros eletrificados no País. E a produção local seria primordial para reduzir os preços”, avalia.

Adaptado de: https://mobilidade.estadao.com.br/mobilidade-para-que/por-que-carro-eletrificado-ainda-e-caro-no-brasil/. Acesso em 21/10/2021.

Considere dois veículos que custem R$ 60.000,00, um com motor à combustão e um híbrido.

 

Considerando os percentuais apontados no texto, qual o valor do IPI pago em cada um deles?

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Questão 7 10784729
Fácil

OBQJr Junior - Fase I 2022
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Economia Terra
  • Fontes de energia Impactos Ambientais

Olarias instaladas no Nordeste estão substituindo a lenha vegetal utilizada como fonte de calor para a produção de tijolos por combustíveis alternativos. Atualizações tecnológicas exitosas têm contribuído para uma economia em até 70% no consumo da lenha vegetal. Um dos materiais usados para essa finalidade é um resíduo da produção agroindustrial de um biocombustível comercial.

 

Qual é essa fonte combustível alternativa para as olarias?

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Questão 16 10768274
Fácil

COLTEC 2022
  • EFAF Geografia
  • Sugira
  • Brasil - Aspectos Socioeconômicos Economia
  • Setor Agrícola Setor primário

Leia o fragmento abaixo:

    “[Esse tipo de agricultura] normalmente é praticado em pequenos estabelecimentos agropecuários. O trabalho dos membros da família é a principal mão de obra utilizada na produção, e a administração da propriedade também costuma ser feita por uma pessoa da família. [Esse tipo de agricultura] é amplo, englobando tanto a agricultura de subsistência, quanto as pequenas propriedades modernas (...)”.

Geografia – Para viver juntos. São Paulo: Editora SM, 2015. (Adapt.)

 

O trecho descreve um dos tipos de agricultura praticado no Brasil, que é denominado como

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