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Questões de EFAF História - Temática - Questão indígena

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80 Questões

Fonte

Questão 8 14930553
Fácil

ONHB 2 Fase 2025
  • EFAF História
  • Sugira
  • Temática
  • Questão indígena Trabalho

Recibo de pagamento por serviços prestados

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Transcrição

“Rs12$500

 

Recebi do Sr. Diretor da Colônia Grão Pará a quantia de doze
mil e quinhentos reis, proveniente do meu trabalho de 5 dias
como camarada na expedição contra os bugres para a proteger
os colonos.
Orleans do Sul, 22 abril 1891.
A rogo de Generoso Leandro Demetrio
Paschoal Limorie

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Recibo ORIGEM: Arquivo do Centro de Documentação Histórica Plínio Benício (CEDOHI), Orleans/SC. BÖGER, Valdirene Borigon; GHIZZO, Idemar. Povos indígenas: registros dos povos Xoclengs em Orleans e região Sul Catarinense. Catálogo de exposição. Orleans: Gráfica do Lelo, 2024, p. 09. CRÉDITOS: Arquivo do Centro de Documentação Histórica Plínio Benício (CEDOHI) GLOSSÁRIO: Colônia Grão Pará : fundada em 1882 pela família imperial, foi um dos primeiros povoamentos do sul de Santa Catarina destinados a imigração. PALAVRAS-CHAVE: mundos do trabalho, indígenas

 

A partir do recibo emitido pelo diretor da Empresa de Terras e Colonização de Grão Pará/SC, assinale uma alternativa correta:

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Questão 9 14946679
Fácil

ONHB Fase 4 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Império Temática
  • Questão indígena Segundo reinado
  • Política

45 / Questão

 

Leia a seguir partes das reportagens de dois jornais e a apresentação de um abaixo-assinado.

 

Documento

Lula Ordena Devolver el Cañon Cristiano

 

Lula ordena a devolução do Canhão Cristiano [Cristão] O presidente do Brasil, Lula Da Silva, determinou a devolução do Canhão Cristão que foi tomado como troféu de guerra em 1868 durante a Guerra da Tríplice Aliança.

(...) O troféu de guerra é atualmente exibido no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. O [ministro paraguaio] Federico Franco havia afirmado no último dia 1º de março que a devolução dos troféus e do arquivo são importantes para a “cicatrização” das feridas ocasionadas pela guerra. O ”Cañón Cristiano” recebeu esse nome por ter sido elaborado a partir de campanhas das igrejas do Paraguai. O mesmo foi capturado pelo exército brasileiro em 1868, dois anos antes de concluída a guerra do Brasil, Argentina e Uruguai contra o Paraguai.

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Adaptado de “Lula Ordena Devolver el Cañon Cristiano”. ABC Notícias. Assunção, Paraguai. 04 de março de 2010. Disponível em: (https://www.abc.com.py/internacionales/lula-ordena-devolver-el-canon-cristiano-75035.html) (tradução equipe ONHB) CRÉDITOS: ABC Notícias. PALAVRAS-CHAVE: patrimônio, cultura material, guerra do paraguai

 

Documento

Os troféus de guerra que o Paraguai quer de volta

 

Chama-se El Cristiano e fica exposto no pátio Epitácio Pessoa do Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, um canhão que materializa uma longa controvérsia entre Brasil e Paraguai. Forjado a partir do derretimento de sinos de diversas igrejas paraguaias — por isso seu nome, em português “o cristão” — a peça de artilharia foi utilizada contra o Brasil na Batalha do Curupaiti, em 1866.

Foi um dos tantos troféus de guerra trazidos ao Brasil. Mas, 153 anos depois, a arma está de volta a um cenário de disputa. Desta vez, política. Conservador de direita, Santiago Peña, presidente paraguaio que tomou posse nesta terça-feira (15), já manifestou interesse em repatriar itens como o canhão. Há um mês, em conversa com jornalistas, ele disse que “há equipamentos que foram tomados pelas forças brasileiras e que agora estão nos museus brasileiros [que pertencem] ao governo paraguaio”.

“No final da guerra, o exército imperial apoderou-se do arquivo público paraguaio, que Solano Lopez transportava, e do canhão El Cristiano”, comenta o historiador Francisco Doratioto, professor na Universidade de Brasília (UnB) e autor de, entre outros, Maldita Guerra: Nova História da Guerra do Paraguai. Símbolos de uma guerra que foi particularmente avassaladora para o Paraguai são há décadas colocados em mesas de negociações bilaterais entre os países — com parte deles, aliás, já devolvidos. O canhão talvez seja a peça mais complicada. Para os paraguaios, ele representa a união do povo em prol da nação, por conta da origem de sua matéria-prima; mas um complicador a uma eventual devolução é porque o bem é, desde 1998, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

De acordo com a historiadora Wilma Peres Costa, discussões sobre a devolução dos troféus de guerra remontam aos primeiros anos da República, proclamada em 1889. “Naquela época, os jovens militares positivistas falavam em devolver os troféus como forma de desafiar a própria monarquia, já que advogavam uma condenação das guerras e uma missão política do exército”. Foi um movimento também realizado pelos outros vitoriosos da guerra, o Uruguai e a Argentina. (...) “Em 1954, o governo do presidente argentino Juan Domingo Perón [(1895-1974)] buscou reaproximar-se do Paraguai com a repatriação de parte desses objetos”, lembra [Enrique Natalino, cientista político pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap).]

Na década de 1970, o mesmo ocorreria no Brasil, “como gesto simbólico da aliança estratégica que culminou com a construção da usina hidroelétrica de Itaipu”, ele ressalta. O governo do ditador Ernesto Geisel (1907-1996) restituiu ao vizinho o primeiro lote dos objetos, o que incluía a espada que pertencia a Solano Lopez. Em 1980, já sob o governo de João Figueiredo (1918-1999), um segundo lote também foi devolvido.

Tratativas visando a restituição do restante, incluindo o famoso canhão, avançaram bastante no fim do segundo mandato de Lula, em 2010, e durante as gestões de Dilma Rousseff. Na época, chegou-se a dizer que a devolução de El Cristiano estava encaminhada. Após o impeachment da ex-presidente, contudo, as negociações retrocederam. Natalino lembra que “a devolução de relíquias, troféus de guerra ou de outros bens culturais aos seus países de origem naturalmente implica em risco de perda ou de destruição desses acervos”.

“O que é mais importante: sua devolução aos donos de direito ou a garantia da sua preservação para a humanidade?”, questiona ele, lembrando que esses itens “se tornaram parte de uma memória coletiva politicamente construída sobre o sofrimento dos povos que vivenciaram os horrores da guerra”. Ele explica que uma eventual devolução do canhão seria “um ato unilateral do governo brasileiro, pois não há, perante o Direito Internacional, nenhuma obrigação do país em repatria-lo”. (...)

Já o historiador Paulo Henrique Martinez, professor na Unesp, é radicalmente contra a manutenção de peças assim. “Os troféus de todas as guerras confundem-se com a pilhagem material e os atos de tormento individual e coletivo dos adversários”, comenta ele.

“São comuns a prática de roubos, violência sexual contra crianças, meninas e mulheres, fuzilamentos, torturas, espancamentos como espetáculo em espaços abertos. A manutenção dessas peças em mãos de seus captores é inaceitável”, pontua Martinez.

“Primeiro, porque legitima uma prática de violência e de opressão que viola direitos essenciais, bloqueia a reparação material e simbólica o apaziguamento da memória coletiva. Segundo porque esses marcos, em diferentes momentos, são convertidos em fontes de ressentimentos que alimentam novas práticas de opressão e violência”, avalia.

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Adaptado de “Os troféus de guerra que o Paraguai quer de volta”. Edison Veiga 14/08/2023. Disponível em: https://www.dw.com/pt-br/os-trof%C3%A9us-deguerra- que-o-paraguai-quer-de-volta/a-66525378 CRÉDITOS: DW PALAVRAS-CHAVE: cultura material, patrimônio, guerra do paraguai

 

Documento

Abaixo-assinado “Campanha de Verdade e Justiça pelo Paraguai

 

Queridos amigos e amigas do Paraguai e região! Enviamos as saudações do Paraguai com o objetivo de fazer justiça histórica e preservar nossa memória coletiva. Hoje nos dirigimos a vocês para solicitar apoio à nossa campanha para exigir a devolução do arquivo nacional paraguaio sequestrado durante a Guerra da Tríplice Aliança, do canhão Cristiano e de outros butins de guerra levados para o Brasil há mais de 150 anos. Consideramos fundamental que esse valioso patrimônio cultural e histórico seja devolvido ao dono, o Paraguai; será um primeiro passo para uma reivindicação de justiça, em relação ao maior genocídio – em termos atuais – registrados nos últimos 200 anos na América Latina.

A guerra da Tríplice Aliança (1864-1870) foi um conflito transcendental que teve consequências devastadoras para o Paraguai, condenando seu povo ao extermínio e décadas de miséria. O arquivo nacional paraguaio, o canhão cristão e demais butins de guerra, sequestrados e levados ao Brasil, são testemunhos tangíveis de um passado glorioso do Paraguai e tem um significado inestimável para chegar à verdade, assim como preservar a identidade paraguaia.

Por isso pedimos sua assinatura e apoio, para exigir do Presidente da República Federativa do Brasil, Luis Inácio Lula Da Silva, e demais autoridades que devolvam o citado butim de guerra.

Tua assinatura representará uma voz que se soma à demanda de verdade e justiça histórica, a favor da preservação cultural paraguaia e latino-americana. Juntos podemos fazer a diferença e conseguir que esse acervo imprescindível regresse a seu lugar de origem para que as futuras gerações possam conhecê-lo e valorá-lo.

(...)

IMPORTANTE: a campanha NÃO PEDE nem pedirá nenhum valor em dinheiro nenhum momento (...). Se aparecer uma mensagem automática do site perguntando se quer doar uma soma em dinheiro, não o faça. Não é necessário. Simplesmente nos ajude com sua assinatura e compartilhando esse link (...)

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Abaixo-assinado ORIGEM: Adaptado do texto do Abaixo-assinado “Campanha de Verdade e Justiça pelo Paraguai – Campanha pela Verdade e Justiça em relação aos crimes de guerra e ao extermínio causados pela Tríplice Aliança contra o povo paraguaio (tradução equipe ONHB) CRÉDITOS: change.org PALAVRAS-CHAVE: cultura material, guerra do paraguai, patrimônio

 

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Questão 5 14941708
Fácil

ONHB Fase 1 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Temática
  • Cultura Questão indígena

Esta questão possui quatro alternativas. Há mais de uma resposta correta, mas cabe a sua equipe escolher qual alternativa considera como a mais adequada e selecioná-la. Atenção: A prova pode ser salva em “rascunho”, mas não se esqueçam de confirmar as respostas até a data limite, clicando em “entregar a questão”. Após clicar em “entregar a questão” não será mais possível realizar alterações na questão.

 

Documento

Tipiti Amazonas

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Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Artefato ORIGEM: Tipiti Amazonas. Disponível em: https://galeriamacunaima.com.br/produtos/tipiti-amazonas/. Acesso em: 07 mar. 2024. PALAVRAS-CHAVE: indígenas, cultura material

 

 

Documento

Tipiti Arumã

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Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Artefato ORIGEM: TIPITI 1,75 ARUMÃ. Sambaki Ceagesp CEAGESP Sorocaba- MERCADO DE FLORES BOX 47 Disponível em: https://www.sambakibrasil.com.br/produtos/tipiti-175-arumaam/? gad_source=1&gclid=CjwKCAjwrvyxBhAbEiwAEg_KgjmG6BDn61I9BdFiAL_XvWqX6Ou678YVLbBx44568xpnrOJg- VV01xoCjaUQAvD_BwE. Acesso em:11 mai. 2024. CRÉDITOS: Sambaki Ceagesp. PALAVRAS-CHAVE: indígenas, cultura material

 

A partir dos anúncios de venda de tipitis, assinale uma alternativa:

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Questão 1 14941276
Fácil

ONHB Fase 1 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Temática
  • Cultura Questão indígena

Esta questão possui quatro alternativas. Há mais de uma resposta correta, mas cabe a sua equipe escolher qual alternativa considera como a mais adequada e selecioná-la. Atenção: A prova pode ser salva em “rascunho”, mas não se esqueçam deconfirmar asrespostas até a data limite, clicando em “entregar a questão”. Após clicar em “entregar a questão” não será mais possível realizar alterações na questão.

 

Documento

O manto tupinambá que a Dinamarca devolverá ao Brasil

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Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Artefato ORIGEM: O manto tupinambá que a Dinamarca devolverá ao Brasil –Foto: Roberto Fortuna, Museu Nacional da Dinamarca. Fonte: Revista Piauí, 27/06/2023. Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/volta-do-manto-tupinamba/. Acesso em: 27 fev. 2024. CRÉDITOS: Foto: Roberto Fortuna PALAVRAS CHAVE: indígenas, cultura material

 

Documento

Manto Tupinambá em exposição permanente “Gente da Terra”

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Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Artefato ORIGEM: Manto Tupinambá em exposição permanente “Gente da Terra”. Nationalmuseet, Museu Nacional da Dinamarca, Copenhague. Disponível em: https://samlinger.natmus.dk/es/asset/105691. Acesso em: 27 fev. 2024. CRÉDITOS: Nationalmuseet PALAVRAS-CHAVE: cultura material, indígenas

 

Documento

A volta do manto tupinambá: como indígenas da Bahia retomaram peça sagrada que só era vista na Europa

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Cacique Babau vestido com manto tupinambá na aldeia da Serra do Padeiro, no sul da Bahia.

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Artefato ORIGEM: Cacique Babau vestido com manto tupinambá na aldeia da Serra do Padeiro, no sul da Bahia. Foto: Glicéria Tupinambá/Cortesia. In: Cristiane Capuchinho, RFI. A volta do manto tupinambá: como indígenas da Bahia retomaram peça sagrada que só era vista na Europa. G1 - Mundo. 15/10/2021 10h01. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/2021/10/15/a-volta-do-manto-tupinamba-como-indigenas-dabahia- retomaram-peca-sagrada-que-so-era-vista-na-europa.ghtml. Acesso em: 27 fev. 2024. CRÉDITOS: Foto: Glicéria Tupinambá/Cortesia; Cristiane Capuchinho, RFI. PALAVRAS-CHAVE: cultura material, indígenas

 

De acordo com os documentos acima e seus conhecimentos prévios, escolha uma alternativa:

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Questão 29 11507594
Fácil

CONCURSOS 5 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Período Colonial Temática
  • Escravidão Questão indígena
  • Indígena

No Brasil, ao longo dos últimos cinco séculos, seu povo entrou em contato com outros que aqui se estabeleceram. Suas diversas etnias, que vivem no atual território brasileiro, se diferenciam quanto à língua, aos costumes e aos territórios em que habitam. A luta desse povo pela demarcação de seu território e pela sobrevivência da manutenção de sua cultura continua presente em nossos dias.

 

De acordo com o texto, qual povo está sendo descrito?

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Questão 182 11307158
Fácil

CONCURSOS 1 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Período Colonial Temática
  • Escravidão Questão indígena
  • Indígena

“No Rio Branco sou vida, sou aruanã, sou canaimé, mapinguari, yakoana, Pajé waymiri. No meu sangue o gosto de açaí” (“Sou”, Zeca Preto)

 

Esses primeiros habitantes do Brasil sofreram com a chegada dos europeus. De acordo com os registros deixados por viajantes e missionários, a partir de meados do século XVI, ocorreu uma dizimação da população indígena, que se agravou nos séculos seguintes. Os fatores que mais contribuíram para essa redução populacional indígena foram:

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