• Ensino Fundamental
    • Painel
    • Questões
      • Questões
      • Lista de exercícios
      • Provas
      • Simulados TRI
      • Simulados
    • Desempenho
      • Meu Desempenho
    • Desafios
      • Ranking
    • Login / Cadastro Login

Ajuda

Central de ajuda Abrir ajuda pelo chat

...

...

Questões de EFAF História - Brasil - República - República velha

Filtro rápido

86 Questões

Fonte

Questão 7 14931419
Fácil

ONHB 3 Fase 2025
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - República
  • República velha

Actos do Poder Legislativo

0_87404da86edbfe202c09f8990d5b7e3f_14931419.jpg.png

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Ato Legislativo ORIGEM: Actos Legislativos e Decretos do Governo. 1910. Natal: Rio Grande do Norte. Typ. d’A República. 1911. Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=245313&pasta=ano%20191&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=786. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: Governo do estado do Rio Grande do Norte PALAVRAS-CHAVE: gymnasio nacional, história do educação, primeira república

 

Decreto Nº 3.890, de 1º de janeiro de 1901

 

DECRETO Nº 3.890, DE 1º DE JANEIRO DE 1901
(...)
DAS FACULDADES E ESCOLAS E DO GYMNASIO NACIONAL
CAPITULO VIII
DA INSCRIPÇÃO DE MATRICULA
 Art. 116. A matricula se fará desde o dia da abertura dos
trabalhos do estabelecimento até á vespera da abertura dos
cursos.

Paragrapho unico. Aos alumnos de que trata o art. 151 será
facultada a matricula até cinco dias depois da abertura dos
cursos.

Art. 117. Ninguem será admittido á matricula sem que exhiba
titulo de bacharel em sciencias e lettras ou certificado dos
estudos secundarios exigidos pelos regulamentos especiaes.
Paragrapho unico. Os exames de preparatorios prestados em
paizes extrangeiros poderão, a juizo do Governo e ouvida a
congregação, ser acceitos para a matricula.

Art. 118. As matriculas serão annunciadas por editaes
affixados nos logares mais frequentados do estabelecimento o
publicados pela imprensa oito dias antes das epocas
determinadas neste codigo.
Art. 119. Para a matricula em alguma ou em todas as cadeiras
do 1º anno, o estudante deverá provar, em requerimento ao
director:

1º Achar-se habilitado, na fórma do art. 117;
2º Ter sido vaccinado com bom resultado;
3º Haver pago a taxa de matrícula;
4º Identidade de pessoa.
Paragrapho unico. A prova de identidade se fará por meio de
attestação escripta de algum membro do corpo docente ou de
duas pessoas conceituadas no logar.

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Decreto ORIGEM: Epitácio Pessoa. Decreto Nº 3.890, de 1º de janeiro de 1901. Capital Federal, 1 de janeiro de 1901, 13º da República. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1900-1909/decreto-3890-1-janeiro-1901-521287- publicacaooriginal-1-pe.html. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: Portal da Câmara dos Deputados PALAVRAS-CHAVE: primeira república, história do educação, gymnasio nacional

 

Os documentos

Ver comentários

Questão 7 14929232
Fácil

ONHB 1 Fase 2025
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - República Temática
  • República velha Saúde

Esta questão possui quatro alternativas. Há mais de uma resposta correta, mas cabe a sua equipe escolher qual alternativa considera como a mais adequada e selecioná-la.

Atenção: A prova pode ser salva em “rascunho”, mas não se esqueçam de confirmar as respostas até a data limite, clicando em “entregar a questão”. Após clicar em “entregar a questão” não será mais possível realizar alterações na questão.

 

Leia o texto e observe as imagens:

 

O Avestruz

 

O ano de 1892 – o terceiro na República no Brasil – começou com uma péssima notícia para parte da população do Rio de Janeiro chegada em uma fuzarca: o Ministério do Interior do governo do presidente Floriano Peixoto resolveu adiar o carnaval. A festa que ocorreria em fevereiro foi transferida para junho, com o argumento de que a insalubridade da capital da República inviabilizaria os festejos carnavalescos. Segundo os defensores da medida, o calor do verão facilitaria a propagação de epidemias e a aglomeração gerada seria devastadora para a saúde pública.

O Rio de Janeiro, não custa lembrar, tinha a fama de ser uma das cidades mais perigosas do mundo, a ponto de o corpo diplomático bater em retirada no verão para Petrópolis, tentando escapar de doenças como varíola, a febre amarela, a malária e a tuberculose. O Reino Unido pagava adicional de insalubridade aos representantes diplomáticos da Rainha Vitória que se aventuravam na capital da República. A Iniciativa do governo quanto ao adiamento do carnaval fracassou. Os foliões não se fizeram de rogados: brincaram em junho, no carnaval autorizado, mas tomaram as ruas também em fevereiro, saindo no cacete com a polícia, disposta a reprimir a festança. As fantasias de morte, caixão de defunto e mosquito transmissor da febre amarela fizeram sucesso. O governo, temendo que a moda de dois carnavais pegasse, voltou atrás na ideia da alteração da data. O carnaval do ano seguinte aconteceu em fevereiro mesmo, dentro dos conformes.

Naquele momento, a ideia de que o Brasil republicano precisava apresentar-se ao mundo como uma nação com padrões civilizatórios europeus, impactava o Rio de Janeiro de maneira intensa: a capital da República teria que ser uma espécie de vitrine de um país comprometido com a ordem, o progresso, a moral, a ciência e a higiene; palavras largamente utilizadas no período.

Ancorados na ideia exposta acima, os mandachuvas da República projetaram a reorganização do espaço urbano carioca buscando espelhar na cidade a inserção do Brasil no modelo capitalista internacional. Nesse sentido, era importante facilitar a circulação de mercadorias, apagar os resquícios da monarquia (a ordem anterior) e construir espaços simbólicos que afirmassem os valores de uma elite cosmopolita.

Havia, porém, um obstáculo a ser removido para a concretização desse projeto de cidade: os pobres que perambulavam pelas ruas centrais e moravam em habitações coletivas, como os cortiços lotados de descendentes de escravizados, mestiços ciganos, judeus, árabes, imigrantes portugueses, italianos e galegos.

Naquele contexto, a cidade passou por um notável crescimento de sua população. Se no censo de 1890, o Rio tinha cerca de 520 mil habitantes, esse número salta para cerca de 700 mil em 1904 – com a chegada de trabalhadores negros das áreas decadentes de lavoura do Vale do Praíba, do interior de Minas Gerias e da Bahia, de migrantes vindos de outras regiões do país e de imigrantes europeues escapando do desemprego e das guerras de unificação no continente. A legislação de terras do período – oriunda dos tempos do Império – inviabiliza o acesso à propriedade aos negros e imigrantes pobres. O crescimento populacional ocorre em uma cidade sem planejamento urbano, estrutura sanitária e rede formal de trabalho capaz de absorver o contingente de recém-chegados. Em meio a esse turbilhão, a elite republicana imaginava erguer uma Paris tropical dos sonhos higienistas.  Para que esse paraíso cosmopolita fosse viável, era necessário para os donos do poder reprimir, controlar, vigiar, disciplinar, impor padrões e regras à população. Ao mesmo tempo em que o projeto de uma cidade europeia desenhava, as elites do Rio de Janeiro não podiam renunciar aos trabalhadores urbanos realizadores das tarefas cotidianas. Eram eles que mantinham a cidade funcionando para que essas mesmas elites delirassem com Paris. Sem os pobres e descendentes de escravizados, quem seriam os feirantes, peixeiros, soldados, trabalhadoras domésticas, coveiros, condutores de bondes, caçadores de ratos, desentupidores de bueiros, limpadores de cocô de cavalo, quebradores de pedras, vendedores ambulantes de todo os tipos de produto? Quem serviria o café da manhã das madames?

Meses depois da citada tentativa de cancelamento do carnaval, o prefeito Barata Ribeiro baixou um decreto que dava à prefeitura o direito de usar todos os meios possíveis para varrer os cortiços da cidade. No mesmo dia em que o decreto foi assinado (26 de janeiro de 1893) começou a demolição do Cabeça de Porco, maior cortiço carioca, invadido por bombeiros, funcionários da Higiene Pública, policiais , sanitaristas e engenheiros. Os jornais da época comemoram a derrubada do cortiço, considerado um valhacouto de vícios, pulsões homicidas, desordens, desregramentos contrários aos princípios da civilização de coisas similares.

Civilizar a capital da República – nessa perspectiva – exigiria ainda o apagamento ou o enquadramento disciplinar de referências culturais da herança africana, especialmente aquelas que criavam laços de solidariedade e reforçavam convívios comunitários: rodas de samba, festas religiosas, maltas de capoeiras,blocos de carnaval, batucadas, macumbas. Dois anos antes daquele 1892, foi sancionado o Código Penal que transformou a capoeiragem em crime de vadiagem, enquadrando seus praticantes como vadios sujeitos à detenção de dois a seis meses.

Na cidade tensionada entre o sonho da Paris tropical e a vida pulsante nas esquinas e vielas, um parque de padrão europeu foi reinaugurado com pompa, circunstância e salamaleques (ocorreu uma inauguração anterior, em 1888): o Jardim Zoológico de Vila Isabel, nas bordas da serra do Engenho Novo. O parque era capitaneado por um figurão dos tempos da monarquia que tentava manter o prestígio nos primeiros anos da nova ordem republicana: João Batista Viana Drummond, mais conhecido pelos bajuladores de plantão como o “primeiro e único Barão de Drummond”

 Além da bicharada, o zoológico tinha restaurante, hotel, espaço para a prática de esportes, boliche e o escambau. A festa apresentou diversas novidades; dentre elas a apresentação de um novo jogo, de fácil compreensão. A regra era simples: quem adquirisse um bilhete para entrar no parque, receberia um comprovante com a imagem de um animal. Eram vinte e cinco bichos disponíveis, começando com o avestruz e terminando com a vaca. Dos mais domésticos, como cachorro e o gato, aos mais selvagens, como leão, elefante, o tigre e o urso.

No final da tarde, foi aberta a caixa de madeira pendurada em um poste perto da entrada principal, que continha a imagem de um bicho. Os sortudos que possuíam bilhetes com o animal revelado receberam um prêmio vinte cinco vezes maior que o valor da entrada.

E qual foi o primeiro bicho cuja imagem aparece na abertura da caixa? Avestruz. Não sabemos se o presidente Floriano Peixoto, presente ao zoológico naquele dia, faturou algum dinheiro na brincadeira proposta pelo Barão.

Era o dia 3 de julho de 1892, um domingo nublado no inverno carioca, e a história da cidade do Rio de Janeiro não seria mais a mesma.

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: Simas, Luiz Antonio. “O Avestruz”. Maldito invento dum baronete: uma breve historia do jogo do bicho. Ilustração Pablo Meijueiro, Fernanda Varella. – 1. ed. – Rio de Janeiro: Mórula, 2024, pp. 13-16. CRÉDITOS: Luiz Antonio Simas PALAVRAS-CHAVE: brasil república, história da cultura, história política

 

Bilhete Jardim Zoológico - Ovelha

0_23467778fff943f2a2c0d2257209817d_14929232.jpg.png

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Bilhete ORIGEM: Jardim Zoológico de Santa Isabel. Disponível em: “Série o Rio de Janeiro Desaparecido”, Brasiliana Fotográfica. Disponível em:  https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?tag=serie-o-rio-de-janeiro-desaparecido. Acesso em: 26 fev. de 2025.  CRÉDITOS: Jardim Zoológico de Santa Isabel; Brasiliana Fotográfica. PALAVRAS-CHAVE: história política, história da cultura, brasil república

 

Bilhete Jardim Zoológico - Leão

0_6bbd7f74dda6c0332fde93292894821d_14929232.jpg.png

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Bilhete ORIGEM: Jardim Zoológico de Santa Isabel. Disponível em: BNL-Data. Disponível em:https://bnldata.com.br/jogo-do-bicho-completa-134-anos-de-criacao/. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: Jardim Zoológico de Santa Isabel; BNL-Data. PALAVRAS-CHAVE: brasil república, história da cultura, história política

 

Bilhete Apostas Jogo do Bicho

0_c3d3ddc7dcd8ad90e9e19db344a15b1c_14929232.jpg.png

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Bilhete ORIGEM: Bilhete Apostas Jogo do Bicho. Disponível em: BNL-Data. Disponível em:https://bnldata.com.br/sera-que-o-jogo-do-bicho-podera-burlar-a-legalizacao-dos-jogos-de-azar/. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: BNL-Data. PALAVRAS-CHAVE: história da cultura, história política, brasil república

 

Sobre os documentos e o tema que eles tratam, escolha a alternativa mais pertinente.

Ver comentários

Questão 87 11633948
Fácil

CONCURSOS 5 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - República
  • República oligárquica República velha

Leia o texto a seguir.

 

Considerando que as atuais circunstâncias do país exigem de todos o sacrifício das suas comodidades e interesses, em favor da defesa da causa pública, resolveram os abaixo assinados fundar um partido ao qual denominaram Partido Democrático, nome assaz significativo por inculcar o seu principal objetivo de obter para o povo o livre exercício da soberania e da escolha de seus representantes.

("Manifesto à Nação". In Edgar Carone. A Primeira República 1889-1930)

 

O texto apresenta o cenário vivido pelo Brasil quando da disputa à sucessão do presidente Washington Luís. Com relação ao Partido Democrático nessa eleição, é correto afirmar que era

Ver comentários

Questão 78 11633586
Fácil

CONCURSOS 5 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - República Temática
  • História Regional República velha
  • Norte
  • Acre

Durante o governo política vitória externa do então do Rio Branco, que de Rodrigues Alves, no que se refere à deste período, salientou-se mais uma ministro das Relações exteriores, o barão foi

Ver comentários

Questão 74 11633566
Fácil

CONCURSOS 5 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - República
  • Primeira República (1889-1930) República velha
  • Revoltas Rurais e Urbanas

Na Primeira República, os dois principais movimentos de caráter messiânico foram o de Canudos e o do Contestado, caracterizados pela religiosidade e pelo sentimento de revolta dos sertanejos. O líder messiânico de Canudos foi

Ver comentários

Questão 47 11633365
Fácil

CONCURSOS 5 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - República
  • Primeira República (1889-1930) República velha
  • Coronelismo

A Constituição republicana instituiu o voto aberto, não secreto. Os coronéis [grandes proprietários de terras], então, aproveitavam para impor o nome de seu candidato aos eleitores sob seu controle. As formas utilizadas para controlar o voto dos eleitores iam desde a imposição pela força, por meio da atuação dos jagunços, até a concessão de favores de diversas espécies, como proteção, dinheiro, roupas, empregos e cuidados médicos. Era o voto de cabresto.

(Claudio Vicentino. Projeto Radix: história. Adaptado)

 

O texto refere-se

Ver comentários
  • Próximo
Pastas

Faça seu login GRÁTIS


Compartilhar questão
Teste seus conhecimentos com o Estuda.com - Plataforma educacional para estudantes ENEM, Vestibulares, OAB e TRT. Resolva questões através do computador, tablet ou celular. vestibular,enem,questoes,estudar,alunos,simulados,questões enem,simulados enem,simulados vestibular,vestibular,provas,provas enem Ensino Fundamental