Questões de EFAF História - Brasil - Império
320 Questões
Questão
45 15679229
Fácil
CPM/ERJ 6 Ano 2015
Quais os fatores que levaram ao fim do Primeiro Reinado.
I - Fim das disputas políticas.
II - Descontentamento da população com o aumento de impostos.
III - Aqueles que inicialmente apoiaram D. Pedro I não aceitaram a Constituição outorgada por ele e deixaram de apoiá-lo.
IV - O imperador começou a se aproximar das pessoas que eram a favor da recolonização. Essa atitude aumentou a desconfiança de que D. Pedro I planejava reunir Brasil e Portugal.
V - Grande parte da população queria o retorno de D. João Vi para o Brasil.
Questão
42 10739799
Fácil
CEDAF 2015
O escravismo no Brasil perdurou entre os séculos XVI e XIX. Durante esses longos anos, a violência da escravidão sempre foi combatida pelos chamados cativos (uma das formas de se referir aos escravos naquele tempo). A resistência dava-se por meio de fugas, formação de quilombos, suicídios, boicotes, sabotagens; dentre outras formas.
Na segunda metade do século XIX, a luta contra o escravismo teve como aliados políticos os:
Questão
1 10606799
Fácil
SENAI 1° Ano - CGE 2094 2015/1
O texto abaixo se refere à questão.
Joaquim Maria Machado de Assis
Um pintor de paredes mulato e uma portuguesa de prendas domésticas foram os pais do menino Joaquim Maria Machado de Assis, neto de escravos alforriados, pobre e epiléptico, nascido em 21 de junho de 1839, no morro do Livramento, Rio de Janeiro, uma cidade então suja, malcheirosa e com uma população estimada de 300 mil habitantes, metade escravos.
Nos primeiros anos, com certeza, o menino frequentou a Chácara do Livramento, sob a proteção da madrinha, senhora muito rica, dona da propriedade.
Aos seis anos, presenciou a morte da única irmã. Quatro anos mais tarde, morre-lhe a mãe. Em 1854 o pai casou-se com Maria Inês. Aos quatorze anos, Joaquim Maria ajudava a madrasta a vender doces para sustentar a casa, tarefa difícil depois da morte do pai. Não se sabe se frequentou regularmente a escola. O que se sabe é que, adolescente, já se interessava pela vida intelectual da Corte, onde trabalhou como caixeiro de livraria, tipógrafo e revisor, antes de se iniciar como jornalista e cronista.
(...)
Fonte: Disponível em: http://www.culturabrasil.pro.br/machadodeassis.htm. Acesso em: 25 mar. 2013.
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
Questão
27 10197830
Fácil
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2015
Em meados do Século XIX, intensifica-se a campanha abolicionista no Brasil. (...) O fim da escravidão atendia aos interesses dos industriais europeus, que desejavam ampliar o mercado consumidor para seus produtos, o que seria possível com o desenvolvimento do trabalho assalariado.
(COTRIM, Gilberto. História global: Brasil e geral. 8. ed. São Paulo, 2005. p. 399)
A Lei _____ foi assinada _______ libertando os escravos no Brasil, devido às intensas pressões exercidas pelos abolicionistas. Nesse período, os escravos eram compostos, em sua maioria, por __________.
Assinale a alternativa que preenche adequadamente as lacunas.
Questão
26 381977
Fácil
IFSC 2015/2
O reinado de D. Pedro I foi marcado por controvérsias. O aclamado “Defensor Perpétuo do Brasil” mostrou-se uma figura bastante autoritária. Sobre as razões que levaram ao desgaste da imagem da figura de D.Pedro I, assinale a alternativa CORRETA.
Questão
43 10739744
Fácil
CEDAF 2014
“A aplicação da Lei Eusébio de Queirós (1850) levou ao fim do tráfico de escravos da África para o Brasil. Espertamente, no mesmo ano de 1850, o Parlamento do Brasil criou uma lei que impedia a propriedade da terra nas mãos de escravos quando livres e imigrantes. Ficava estabelecido que o governo não poderia doar terras. Só podia ser dono de terra quem a tivesse comprado. Note a sutileza: o ex-escravo e o imigrante eram pobres, jamais teriam dinheiro para comprar um pedacinho sequer de chão. Se quisessem trabalhar na terra, teria de ser na terra dos latifundiários. Dessa forma, essa lei garantia que a mão-deobra livre e barata estaria disponível para os grandes proprietários.”
(SCHMIDT, Mario. Nova História Crítica, 7ª série. São Paulo, Nova Geração. 2002).
Essa lei recebeu o nome de