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Questões de EFAF História - Geral - Idade Antiga

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172 Questões

Fonte

Questão 16 10401463
Médio

CMT 2017
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga Temática
  • Religião Roma
  • Cultura e Sociedade

Considere o texto, composto pelas páginas 1 a 8 de uma história em quadrinhos, para responder à questão:

 

Texto

(SOUZA, M. Você sabia? Turma da Mônica. Festas Juninas. In http://alfabetizacaocefaproponteselacerda.blogspot.com.br Acesso em 12 jun 2017)

Na página 2 da história em quadrinhos, lê-se “No século IV, a Igreja Católica adaptou a celebração pagã e iniciou as festas juninas”.

 

Levando em conta as informações apresentadas nas páginas 1 e 2 da história em quadrinhos, é possível compreender que “celebração pagã” seriam festas realizadas:

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Questão 21 423014
Médio

IFSul - Rio-Grandense 2017/2
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga
  • Persas

“O Império Persa foi o mais extenso dos Impérios Orientais [século V a.C.]. Dos povos conquistados exigiam pesados impostos, mas respeitavam a sua cultura. Era governado por uma monarquia absoluta teocrática e possuía quatro capitais: Susa, Persépolis, Babilônia e Ecbátana.

O comércio foi a atividade mais importante do Império. Por ele passavam rotas de caravanas comerciais, ligando a Índia e a China ao Mar Mediterrâneo. O comércio impulsionou a indústria de tecidos de luxo, mosaicos e tapetes de rara beleza.”

(ORDOÑEZ, Marlene e QUEVEDO, Júlio. História – Coleção Horizontes. São Paulo: IBEP. Sd. p. 58)

 

Ainda sobre a expansão do, Império Persa afirma-se que

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Questão 31 10769723
Médio

UTFPR Inverno 2016/1
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga
  • Grécia
  • Cultura e Sociedade Helenístico

Para além das conquistas militares, um dos mais importantes feitos de Alexandre, o Grande, foi favorecer o surgimento de uma nova cultura, com forte influência grega. As cidades de Alexandria, no Egito, Pérgamo, na Antióquia, e a Ilha de Rodes, no Mar Egeu, constituíram-se em centros difusores de novos valores e de novos saberes, que se estenderam pelas artes, pelas ciências e por novas vertentes filosóficas.

 

O nome dado a essa expressão cultural foi:

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Questão 37 10741032
Médio

UTFPR Verão 2016/2
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga Geral - Idade Média
  • Alta idade média Roma
  • Império Império Bizantino

O Império Romano, em crise profunda desde o século III, foi desmembrado, em 395, pelo Imperador Teodósio. A parte ocidental manteve Roma como capital, enquanto do lado oriental, a cidade de Constantinopla se tornou sede de governo. A partir de então, houve dois imperadores, um em cada centro de poder. No entanto, enquanto Roma se enfraquecia cada vez mais, Constantinopla prosperava tanto nas atividades econômicas quanto nas culturais.

 

Uma das obras mais significativas de Justiniano (527-565), imperador bizantino, deu-se no campo jurídico com a revisão e compilação das leis romanas, que recebeu o nome de:

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Questão 36 10741031
Médio

UTFPR Verão 2016/2
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga
  • Grécia
  • Clássico Cultura e Sociedade

No século V a.C., a vitória dos gregos sobre os persas nas Guerras Médicas assinalou o apogeu da Grécia Antiga. Atenas, sob o governo de Péricles, atingiu o apogeu da democracia ateniense e grande desenvolvimento econômico.

 

Essa democracia beneficiava:

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Questão 23 10395527
Médio

CMT 2016
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga
  • Grécia
  • Cultura e Sociedade Mitologia

TEXTO V

 

UMA AVENTURA PUXA A OUTRA

 

    Tudo acertado, dona Benta partiu com os meninos para a Grécia a bordo
do “Beija-Flor das Ondas”.
    Mas, para que Grécia? Há duas – a Grécia de hoje, um país muito sem
graça, e a Grécia Antiga, também chamada de Hélade, que é a Grécia
[5] povoada de deuses e semideuses, de ninfas e heróis, de faunos e sátiros,
de centauros e mais monstros tremendos, como a Esfinge, a Quimera, a
Hidra, o Minotauro. Oh, sim, lá é que era a grande Grécia imortal. A de
hoje só tem uvas e figos secos – e soldados de saiote.
    Enquanto o Beija-Flor singrava os mares, Dona Benta ia derramando
[10] pingos de história na cabeça das crianças.
    – A Grécia de hoje, meus filhos, é um dos pequenos países da Europa,
com cento e dezesseis mil quilômetros quadrados e menos de cinco
milhões de habitantes.
    – Só isso? – admirou Pedrinho.
[15]     – Só, meu filho; e a famosa Grécia Antiga também não foi mais do que
isso. A importância dum país não depende do tamanho territorial, nem do
número de habitantes. Depende da qualidade do povo. Pequenina foi a
Grécia em tamanho – e tornou-se o maior povo da Antiguidade pelo brilho
da inteligência e pelas realizações artísticas. Tão grande foi o seu valor
[20] que, até hoje, o mundo anda impregnado de Grécia. Mesmo aqui neste
nosso continente americano, que era só bugres no tempo da Grécia,
sentimos a impregnação grega. A língua que falamos está embutida de
palavras gregas.
    – “Geografia”, por exemplo – disse Narizinho. – E “gramática” também.
[25] Quindim disse que gramática é palavra grega.
    [...]
    No intervalo de duas manobras do iate, Dona Benta tomou fôlego e
disse:
    – Vocês já sabem que há duas “Grécias”, a antiga e a de hoje; mas só
[30] a Antiga nos interessa. Surge o problema: como penetramos na Grécia
Antiga?
    – Pulando por cima da de hoje, vovó! - resolveu Pedrinho com maior
facilidade. – Resta saber qual dos períodos antigos é o mais interessante.
    – Para mim foi o tempo de Péricles – disse Dona Benta –, mas para a
[35] gana de heroísmos que vejo em meus netos, deve ser o tempo ainda muito
anterior, em que aquilo por lá era uma coleção de pequeninos reinos, de
tribos em luta, de famílias poderosas; o tempo da Guerra de Troia que
Homero descreve na Ilíada; e o tempo dos heróis tebanos, a viagem dos
argonautas, dos monstros fabulosos, como a Hidra de Lerna e outros.

(LOBATO, M. O minotauro. São Paulo: Globo, 2008 [1937]).

 

TEXTO VI

 

OS JOGOS OLÍMPICOS

    A Grécia antiga era, como vimos, um grande conjunto de cidades-

estados independentes umas das outras. Não existia aí um estado único
com um governo central, como no Egito e em outras regiões.
    Além disso, havia muita rivalidade entre as pólis. Com frequência,
[5] essa rivalidade explodia em guerras. Esse foi o caso, por exemplo, da
Guerra do Peloponeso, travada entre Esparta e Atenas pelo domínio
político e econômico da região. Esse conflito se arrastou por 27 anos (de
435 a.C. a 404 a.C.) e terminou com a vitória dos espartanos.
    Entretanto, apesar das rivalidades, havia um momento em que as
[10] diferenças eram deixadas de lado, pausavam-se as guerras e as pólis
celebravam em conjunto as muitas semelhanças culturais existentes entre
elas. Era na época dos Jogos Olímpicos, que reuniam atletas de toda a
Grécia.

Fonte: In Projeto Teláris: História – 6º Ano. São Paulo: Ática, 2012.Com adaptações

 

Ao se comparar os textos V e VI, verifica-se que os dois apresentam a mesma temática.

 

A respeito da relação entre esses textos, é correto afirmar que

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