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Questões de EFAF História - Fundamentos da História e historiografia

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107 Questões

Fonte

Questão 6 14946357
Difícil

ONHB Fase 3 2022
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Pré-história
  • Origem da Espécie Humana Patrimônio Histórico

Parque Nacional Serra da Capivara

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Ficha técnica

TIPO DE DOCUMENTO: Pintura Rupestre ORIGEM: Parque Nacional Serra da Capivara. Fundação do Homem Americano. Foto: autor não informado. Disponível em: http://fumdham.org.br/midias/midias-fotos/ CRÉDITOS: Fumdham; Parque Nacional Serra da Capivara; Foto: autor não informado. PALAVRAS-CHAVE: pintura rupestre, américa pré-colombiana, arqueologia

 

A imagem acima traz um entre as centenas de sítios arqueológicos do Parque Nacional Serra da Capivara, localizado no estado do Piauí. Esse Parque:

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Questão 51 15408425
Difícil

FIRJAN 2020
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Pré-história
  • Origem da Espécie Humana Patrimônio Histórico

No último ano, Luzia (foto) foi vítima do incêndio ocorrido no Museu Nacional, na cidade do Rio de Janeiro, e foi, com alívio, que pesquisadores noticiaram que o crânio desta importante mulher foi localizado entre os escombros.

0_3227e2f84a1f4be4509a9702b2efd5b2_15408425.jpg.png

Disponível em http://www.museunacional.ufrj.br/guiaMN/Guia/paginas/7/luzia.htm Acesso em 20/8/2019.

 

A importância de Luzia na História relaciona-se com:

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Questão 3 10779828
Difícil

CEFET-RJ 1° Ano - 1ª Fase 2019
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Império Fundamentos da História e historiografia
  • Patrimônio Histórico Segundo reinado
  • Sociedade

TEXTO


O Brasil queimou — e não tinha água para apagar o fogo

Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã. Então descobri que não tinha mais passado.

Eliane Brum

 

    Eu vim ao Rio para um evento no Museu do Amanhã.

    Então descobri que não tinha mais passado.

    Diante de mim, o Museu Nacional do Rio queimava.

   O crânio de Luzia, a “primeira brasileira”, entre 12.500 e 13 mil anos, queimava. Uma das mais completas

[5] coleções de pterossauros do mundo queimava. Objetos que sobreviveram à destruição de Pompeia queimavam. A
múmia do antigo Egito queimava. Milhares de artefatos dos povos indígenas do Brasil queimavam.

     Vinte milhões de memória de alguma coisa tentando ser um país queimavam.

    O Brasil perdeu a possibilidade da metáfora. Isso já sabíamos. O excesso de realidade nos joga no não tempo. No
sem tempo. No fora do tempo.

[10] O Museu Nacional em chamas. Um bombeiro esguichando água com uma mangueira um pouco maior do que a
que eu tenho na minha casa. O Museu Nacional queimando. Sem água em parte dos hidrantes, depois de quatro horas de
incêndio ainda chegavam caminhões-pipa com água potável. O Museu Nacional queimando. Uma equipe tentava tirar
àgua do lago da Quinta da Boa Vista. O Museu Nacional queimando. A PM impedia as pessoas de avançar para tentar
salvar alguma coisa. O Museu Nacional queimando. Outras pessoas tentavam furtar o celular e a carteira de quem

[15] tentava entrar para ajudar ou só estava imóvel diante dos portões tentando compreender como viver sem metáforas.

    Brasil, é você. Não posso ser aquele que não é.

    O Museu Nacional queimando.

    O que há mais para dizer agora que as palavras já não dizem e a realidade se colocou além da interpretação”

    Diante do Museu Nacional em chamas, de costas para o palácio, de frente para onde deveria estar o povo, Dom

[20] Pedro Il em estátua. Sua família tinha tentado inventar um país e o fundaram sobre corpos humanos. Seu avô, Dom João
VI, criou aquele museu no Palácio de São Cristóvão. Dom Pedro Il está no centro, circunspecto, um homem feito de pedra,
um imperador. Diante da parte esquerda do museu, indígenas de diferentes etnias observam as chamas como se mais uma
vez fossem eles que estivessem queimando. Estão. E o maior acervo de línguas indígenas da América Latina, diz Urutau
Guajajara. E a nossa memória que estão apagando. E o golpe, é o golpe. Poderiam ter salvo, e não salvaram, ele grita.

[25] Nunca salvaram. Há 500 anos não salvam.

      As costas de Pedro ferviam.

    Quando soube que o museu queimava, eu dividi um táxi com um jornalista britânico e uma atriz brasileira com
uma câmera na mão. “Não é só como se o British Museum estivesse queimando, é como se junto com ele estivesse
também o Palácio de Buckingham”, disse Jonathan Watts. “Não há mais possibilidade de fazer documentário”, afirmou

[30] Gabriela Carneiro da Cunha. “Arealidade é Science Fiction1.”

    Eu, que vivo com as palavras e das palavras, não consigo dizer. Sem passado, indo para o Museu do Amanhã,
sou convertida em muda. Esvazio de memória como o Museu Nacional. Chamas dentro de todo ele, uma casca do lado de
fora. Sou também eu. Uma casca que anda por um país sem país. Eu, sem Luzia, uma não mulher em lugar nenhum.

    A frase ecoa em mim. E ecoa. Fere minhas paredes em carne viva.

[35] “O Brasil é um construtor de ruínas. O Brasil constrói ruínas em dimensões continentais.”

    A frase reverbera nos corredores vazios do meu corpo. Se a primeira brasileira incendiou-se, que brasileira posso
ser eu?

    O que poderia expressar melhor este momento? A história do Brasil queima. A matriz europeia que inventou um
palácio e fez dele um museu. Os indígenas que choram do lado de fora porque suas línguas se incineram lá dentro. E eu

[40] preciso alcançar o Museu do Amanhã. Mas o Brasil já não é o país do futuro. O Brasil perdeu a possibilidade de imaginar
um futuro. O Brasil está em chamas.

O Museu Nacional sem recursos do Governo Federal. Os funcionários do Museu Nacional fazendo vaquinha na
Internet para reabrir a sala principal. O Museu Nacional morrendo de abandono. O Museu Nacional sem manutenção. O
Rio de Janeiro. Flagelado e roubado e arrancado Rio de Janeiro. Entre todos os Brasis, tinha que ser o Rio.

[45] Ouço então um chefe de bombeiros dar uma coletiva diante do Museu Nacional, as labaredas lambem o cenário
atrás dele. O bombeiro explica para as câmeras de TV que não tinha água, ele conta dos caminhões-pipa. E ele declara:
“Está tudo sob controle”.

    Eu quero gargalhar, me botar louca, queimar junto, ser aquela que ensandece para poder gritar para sempre a
única frase lúcida que agora conheço: “O Museu Nacional está queimando! O Museu Nacional está queimando!”.

[50] O Brasil está queimando. 

    E o meteoro estava dentro do museu.

(El País Brasil: O Jornal Global. Opinião. 3 de setembro de 2018. Disponível em:
https://brasil.elpais.com/brasil/2018/09/03/o0pinion/1535975822 1774583.html. Acesso em 14 de setembro de 2018)

 

Nota:

1 Ficção Científica.


No Texto, o conectivo destacado em “O Brasil queimou — e não tinha água para apagar o fogo” assume valor semântico de:

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Questão 2 10682348
Difícil

OBRL 8° Ano - 2° Fase 2019
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Geral - Idade Antiga
  • Grécia Temporalidade
  • Calendários Cultura e Sociedade

O relógio é utilizado como medidor do tempo desde a Antiguidade em variados formatos. Os mais antigos eram os relógios de sol provavelmente usados pelos Gnômons. A história registra que apareceu na Judeia mais ou menos 600 a.C., os relógios de água (clepsidras) e relógios de areia (ampulhetas).

Acessado em 15.09.19, disponível em: http://www.mundodosrelogios.com/

 

Huguinho ao analisar os padrões pré-existentes dos ponteiros de seu relógio, tais como consoantes, vogais e sílabas, não necessariamente nesta ordem, percebeu que há elemento(s) intruso(s).

A partir da análise da tabela abaixo, quantos são elementos intrusos.

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Questão 64 10533450
Difícil

ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2019
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Temática
  • Arte Patrimônio Histórico

Disponível em: https://diariocorreo.pe. Acesso em: 8 set. 2018 (adaptado).

 

O texto aborda o incêndio no Museu Nacional do Brasil. As imagens retratadas representam os(as)

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Questão 6 10323112
Difícil

IFPE Subsequente 2019/2
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Geral - Idade Antiga Morfologia
  • Fontes Históricas Roma Verbo Verbos
  • Cultura e Sociedade Imaterial

TEXTO

 

POR QUE TODO MUNDO NÃO FALA A MESMA LÍNGUA?

 

(1) Porque as línguas foram surgindo nas várias regiões do mundo de forma independente. Algumas têm a mesma origem, como o hindu, o sueco, o inglês e o português. Elas vieram de uma grande língua comum, chamada proto-indo-europeu, que há milhares de anos era falada na Ásia.


(2) Esse idioma deu origem a quase todas as línguas ocidentais e algumas orientais. “Supõe-se que o indo-europeu tenha sido uma língua só, que foi se diferenciando com o tempo”, explica o professor de linguística Paulo Chagas de Souza, da Universidade de São Paulo.


(3) É que as línguas são vivas – elas se transformam com o uso. Mesmo as que vieram de uma raiz comum foram sendo modificadas pouco a pouco pela prática de cada grupo falante, que seleciona os termos adequados ao seu ambiente e à sua cultura. Os esquimós, por exemplo, criaram palavras capazes de descrever 40 tons de branco. Esses termos não fazem o menor sentido para um povo que mora no deserto, concorda?


(4) O Império Romano teve uma forte função na difusão e na construção de muitas das línguas que são faladas hoje. Naquela época, na região de Roma, falava-se o latim, uma língua derivada do proto-indo-europeu que floresceu na região do Lácio.

(5) À medida que o império avançava, conquistando novos territórios, esse idioma foi sendo imposto aos povos dominados, mas não sem sofrer influência das línguas locais, com mudanças de pronúncia e enxertos de palavras.


(6) Com o enfraquecimento do domínio dos césares, essas diferenças foram se intensificando e construindo dialetos, que se transformaram em idiomas próprios. Foi assim que surgiu o português, o italiano e o francês, por exemplo.


(7) Hoje, são faladas 7.099 línguas ao redor do mundo, segundo o compêndio Ethnologue, um livro que cataloga os idiomas do nosso planeta desde 1950. Mas a gente não ouve a maioria delas: mais de 90% dessas línguas estão na boca de apenas 6% dos habitantes da Terra. O restante da população mundial usa menos de 400 idiomas.

OLIVEIRA, Fábio. Por que todo mundo não fala a mesma língua? Disponível
em:http://super.abril.com.br/sociedade/por-que-todo-mundo-não-fala-a-mesma-lingua/amp/. Acesso em: 04 maio 2019.

As afirmativas a seguir apresentam reflexões sobre a sintaxe de concordância da língua portuguesa. Analise-as e marque a única que faz uma avaliação CORRETA sobre a sintaxe de concordância do TEXTO 2.

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