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3.501 Questões

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Questão 29 15407115
Fácil

CEFET-RJ Integrado 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Período Colonial Temática
  • Ciclos Econômicos Principais Economia
  • Cana de Açúcar

Leia o texto a seguir.

 

Os engenhos, como unidades produtivas, tiveram um papel central na colonização, ocupação e povoamento do território da colônia. Os grandes engenhos tinham em torno de 60 a 100 escravos, e muito poucos ultrapassavam a marca de 150-200 cativos, dos quais, em média, 75% trabalhavam nos campos, 10% na manufatura do açúcar, e o restante dedicava-se a atividades domésticas ou não relacionadas ao trato açucareiro. Embora a maior parte dos lucros resultantes da produção de açúcar se concentrasse na atividade comercial, era a produção que concedia prestígio e poder.

Arquivo Nacional. Um engenho de açúcar. Disponível em: https://historialuso.an.gov.br/index.php?option=com_ content&view=article&id=4390:um-engenho-deacucar&catid=169&Itemid=215. Acesso em: 24 de outubro de 2024 (adaptado)

 

As informações apresentadas no texto referem-se ao inventário de Antônio Ribeiro de Avelar (1796), proprietário do maior engenho de açúcar da capitania do Rio de Janeiro.

 

Essa forma de organização do espaço rural baseava-se no sistema produtivo:

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Questão 28 15407114
Fácil

CEFET-RJ Integrado 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - América Temática
  • Povos nativos norte americanos Sociedade

Observe o documento imagético abaixo:

0_bc0fb11ef72f0c7b837e67c495a0fab2_15407114.jpg.png

Aldeia indígena fortificada. Gravura de Theodor de Bry, 1563. Serviço Histórico da Marinha, Vicennes, França.

 

A gravura, feita a partir de relatos de viagem ao litoral do que viria a ser o Brasil, possibilita afirmar que as sociedades ameríndias:

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Questão 26 15407112
Fácil

CEFET-RJ Integrado 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Moderna Temática
  • Reforma protestante Sociedade

Leia o texto a seguir:

 

Martim Lutero, monge alemão, foi o primeiro a tornar públicas várias críticas contra a Igreja Católica, dando início ao movimento das Reformas Religiosas, no século XVI, na Europa. Em 1517, ele afixou na porta da catedral de Wittenberg suas 95 teses. Thomas Muntzer, padre que aderiu ao luteranismo em 1513, acabou se afastando de Lutero e fundou o movimento anabatista. Em 1525, Muntzer liderou camponeses contra a nobreza feudal, reivindicando o fim da servidão feudal. Aliado da grande nobreza, Lutero repudiou o movimento camponês, condenando aqueles que viam nas Reformas Religiosas uma possibilidade de mudança social na terra e não após a morte. Em 1535, o francês Ítalo Calvino, que havia aderido à Reforma Protestante, publicou o primeiro de seus escritos, dando início a uma nova vertente do movimento reformista.

VAINFAS, R. et al. História 1: ensino médio. São Paulo: Saraiva, 2016, 3ª ed. (adaptado).

 

Os movimentos de crítica à Igreja Católica, que compõem as chamadas Reformas Religiosas, na Europa do século XVI:

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Questão 4 15407086
Fácil

CEFET-RJ Integrado 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Temática
  • Política Sociedade

TEXTO

Você está dialogando com a juventude?

 

A eleição de 2022 correu o risco de ser aquela com a menor participação jovem desde a redemocratização. Começamos o ano com apenas 12% dos adolescentes entre 16 e 17 anos com título de eleitor, fração muito abaixo de eleições anteriores. Mas não se enganem: não estamos desinteressados na política. Como duas jovens orgulhosamente assinando este artigo, trazemos um spoiler: não somos o futuro, já estamos fazendo história.

O preconceito sobre o desinteresse do jovem na política poderia ser motivado pela falta de diálogo intergeracional e pela afirmação constante de uma narrativa dual sobre a juventude. Ou o jovem é uma exceção extraordinária — uma Malala Yousafzai, uma Greta Thunberg, uma Alice Pataxó —, ou um viciado em redes sociais sem nenhum envolvimento comunitário. A realidade, como sempre, é muito mais cheia de nuances. Somos diversos e assim queremos ser vistos e representados. Como ressignificar essa ideia de jovem que habita o imaginário das outras gerações e assegurar apoio para nossa formação e participação políticas?

Nós já estamos na política e queremos mais. Percebemos a curiosidade do jovem em entender esse mundo nebuloso da política. Porém, essa chama só se transforma em interesse quando as pautas dialogam com a gente. Em outras palavras, não faz sentido querermos que os jovens participem das eleições sem nos esforçarmos para criar mensagens com formatos e linguagens que nos acessem. O que falta para a juventude não é interesse, é espaço de protagonismo e apoio.

Esse é o poder de um chamado horizontal, menos interessado em dar uma bronca em um suposto encostado e mais comprometido com um diálogo verdadeiro com o jovem que já está mudando o mundo — e que, sim, adora um meme, joga videogame e é viciado em séries. Começamos 2022 com o menor número de jovens aptos a votar da história e vimos um crescimento de quase 45% no mês de março, algo que se destaca na comparação com outros anos.

Agora, imagine um país em que apenas os jovens votassem? Temos alguns palpites: maior representatividade de mulheres no Congresso, parlamentares com agendas sólidas com relação às mudanças climáticas e de proteção da Amazônia, projetos que preveem maior investimento na educação pública. Não é utopia, é a realidade tal qual sonhada por jovens que estarão aí para construir pelos próximos 50, 70 anos. Muitos de nós já começaram. Vamos conquistar os que faltam? Vamos fazer deles parte desse futuro mais sustentável e menos desigual?

BRANCO, Helena; SOUSA, Rebeca. Folha de São Paulo, 03/05/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao /2022/05/voce-esta- dialogando-com-ajuventude.shtml. Acesso em: 30 out. 2024. Adaptado.

O artigo de opinião apresenta marcas de interlocução, isto é, mecanismos linguísticos capazes de estabelecer o contato com o leitor do texto.

 

São exemplos dessas marcas:

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Questão 3 15407085
Fácil

CEFET-RJ Integrado 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Temática
  • Política Sociedade

TEXTO

Você está dialogando com a juventude?

 

A eleição de 2022 correu o risco de ser aquela com a menor participação jovem desde a redemocratização. Começamos o ano com apenas 12% dos adolescentes entre 16 e 17 anos com título de eleitor, fração muito abaixo de eleições anteriores. Mas não se enganem: não estamos desinteressados na política. Como duas jovens orgulhosamente assinando este artigo, trazemos um spoiler: não somos o futuro, já estamos fazendo história.

O preconceito sobre o desinteresse do jovem na política poderia ser motivado pela falta de diálogo intergeracional e pela afirmação constante de uma narrativa dual sobre a juventude. Ou o jovem é uma exceção extraordinária — uma Malala Yousafzai, uma Greta Thunberg, uma Alice Pataxó —, ou um viciado em redes sociais sem nenhum envolvimento comunitário. A realidade, como sempre, é muito mais cheia de nuances. Somos diversos e assim queremos ser vistos e representados. Como ressignificar essa ideia de jovem que habita o imaginário das outras gerações e assegurar apoio para nossa formação e participação políticas?

Nós já estamos na política e queremos mais. Percebemos a curiosidade do jovem em entender esse mundo nebuloso da política. Porém, essa chama só se transforma em interesse quando as pautas dialogam com a gente. Em outras palavras, não faz sentido querermos que os jovens participem das eleições sem nos esforçarmos para criar mensagens com formatos e linguagens que nos acessem. O que falta para a juventude não é interesse, é espaço de protagonismo e apoio.

Esse é o poder de um chamado horizontal, menos interessado em dar uma bronca em um suposto encostado e mais comprometido com um diálogo verdadeiro com o jovem que já está mudando o mundo — e que, sim, adora um meme, joga videogame e é viciado em séries. Começamos 2022 com o menor número de jovens aptos a votar da história e vimos um crescimento de quase 45% no mês de março, algo que se destaca na comparação com outros anos.

Agora, imagine um país em que apenas os jovens votassem? Temos alguns palpites: maior representatividade de mulheres no Congresso, parlamentares com agendas sólidas com relação às mudanças climáticas e de proteção da Amazônia, projetos que preveem maior investimento na educação pública. Não é utopia, é a realidade tal qual sonhada por jovens que estarão aí para construir pelos próximos 50, 70 anos. Muitos de nós já começaram. Vamos conquistar os que faltam? Vamos fazer deles parte desse futuro mais sustentável e menos desigual?

BRANCO, Helena; SOUSA, Rebeca. Folha de São Paulo, 03/05/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao /2022/05/voce-esta- dialogando-com-ajuventude.shtml. Acesso em: 30 out. 2024. Adaptado.

No terceiro parágrafo, o período “Nós já estamos na política e queremos mais.” apresenta formas verbais que são modificadas por construções de caráter:

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Questão 2 15407084
Fácil

CEFET-RJ Integrado 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Temática
  • Política Sociedade

TEXTO

Você está dialogando com a juventude?

 

A eleição de 2022 correu o risco de ser aquela com a menor participação jovem desde a redemocratização. Começamos o ano com apenas 12% dos adolescentes entre 16 e 17 anos com título de eleitor, fração muito abaixo de eleições anteriores. Mas não se enganem: não estamos desinteressados na política. Como duas jovens orgulhosamente assinando este artigo, trazemos um spoiler: não somos o futuro, já estamos fazendo história.

O preconceito sobre o desinteresse do jovem na política poderia ser motivado pela falta de diálogo intergeracional e pela afirmação constante de uma narrativa dual sobre a juventude. Ou o jovem é uma exceção extraordinária — uma Malala Yousafzai, uma Greta Thunberg, uma Alice Pataxó —, ou um viciado em redes sociais sem nenhum envolvimento comunitário. A realidade, como sempre, é muito mais cheia de nuances. Somos diversos e assim queremos ser vistos e representados. Como ressignificar essa ideia de jovem que habita o imaginário das outras gerações e assegurar apoio para nossa formação e participação políticas?

Nós já estamos na política e queremos mais. Percebemos a curiosidade do jovem em entender esse mundo nebuloso da política. Porém, essa chama só se transforma em interesse quando as pautas dialogam com a gente. Em outras palavras, não faz sentido querermos que os jovens participem das eleições sem nos esforçarmos para criar mensagens com formatos e linguagens que nos acessem. O que falta para a juventude não é interesse, é espaço de protagonismo e apoio.

Esse é o poder de um chamado horizontal, menos interessado em dar uma bronca em um suposto encostado e mais comprometido com um diálogo verdadeiro com o jovem que já está mudando o mundo — e que, sim, adora um meme, joga videogame e é viciado em séries. Começamos 2022 com o menor número de jovens aptos a votar da história e vimos um crescimento de quase 45% no mês de março, algo que se destaca na comparação com outros anos.

Agora, imagine um país em que apenas os jovens votassem? Temos alguns palpites: maior representatividade de mulheres no Congresso, parlamentares com agendas sólidas com relação às mudanças climáticas e de proteção da Amazônia, projetos que preveem maior investimento na educação pública. Não é utopia, é a realidade tal qual sonhada por jovens que estarão aí para construir pelos próximos 50, 70 anos. Muitos de nós já começaram. Vamos conquistar os que faltam? Vamos fazer deles parte desse futuro mais sustentável e menos desigual?

BRANCO, Helena; SOUSA, Rebeca. Folha de São Paulo, 03/05/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao /2022/05/voce-esta- dialogando-com-ajuventude.shtml. Acesso em: 30 out. 2024. Adaptado.

A palavra “spoiler”, presente no primeiro parágrafo, tem origem na língua inglesa, atuando como um estrangeirismo no português.

 

Sua principal função, no parágrafo de introdução desse artigo de opinião, é:

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