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Questões de EFAF História - Fundamentos da História e historiografia

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107 Questões

Fonte

Questão 3 10732663
Fácil

ENCCEJA* Ciências Humanas e suas Tecnologias 2005
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia
  • Patrimônio Histórico

Leia o texto abaixo:

 

    A cafeicultura atingiu a província de São Paulo, adentrando a região do Vale do Paraíba paulista. Cidades como Areias e Bananal tornaram-se após os anos 1850, as mais ricas vilas da província. Na Fazenda Resgate, em Bananal: “...São 21 quartos, dos quais cinco são alcovas, onde as moças dormiam vigiadas pelos pais. Sua sala de visitas é adornada em estilo rococó.

    ...Pertencia a Manoel de Aguiar Vallim, a Resgate chegou a produzir 1% da riqueza nacional. Na época, a fazenda era quase auto-suficiente. Só importava sal e peixe salgado. Produzia anil, fumo, açúcar mascavo e algodão, com o qual se teciam as roupas usadas pelos escravos.

    (...) Longe de manter a Resgate para o próprio deleite, Braga [atual proprietário da fazenda] permite que grupos de estudantes visitem o casarão... ‘Eu me considero uma espécie de fiel depositário da Resgate. Acho justo que as pessoas tenham acesso à memória do país’”.

(Angela Pimenta. Pá na memória. Revista Veja, 24/04/1996, edição 1441, p. 122-125).

 

Pode-se considerar que:

 

I. A fazenda Resgate é um patrimônio histórico representativo do período de grande riqueza obtida com a cafeicultura na região.

II. A decadência da Fazenda Resgate relaciona-se com o descaso do poder público com o patrimônio cultural nacional.

III. A preservação da Fazenda Resgate ocorre devido à importância que o seu atual proprietário concede a ela, pois é parte da memória do desenvolvimento econômico do país.

 

Dentre essas afirmações acima,

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Questão 2 10732662
Fácil

ENCCEJA* Ciências Humanas e suas Tecnologias 2005
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Período Colonial Fundamentos da História e historiografia
  • Escravidão Patrimônio Histórico
  • Africana

Leia o texto abaixo:

 

    “Praticada em 150 países por, como arriscam alguns, mais de 10 milhões de pessoas, a luta dos escravos brasileiros contra o Estado, segundo parte da historiografia sobre o tema, vai, enfim, receber do mesmo estado uma “reparação histórica”, nos termos do Ministério da Cultura. (...). O governo já iniciou as conversas para montar um projeto de resgate, estudo e dimensionamento da capoeira, iniciativa que pode culminar em um pedido para que a luta seja considerada. Patrimônio Cultural da Humanidade”.

Revista Nossa História. Out/2004, nº 12, p. 08

 

A partir das informações acima sobre a capoeira, podemos afirmar que

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Questão 61 10534105
Fácil

ENCCEJA* Encceja 2002
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Temática
  • Cultura Patrimônio Histórico

Algumas cidades brasileiras como Ouro Preto (MG), Olinda (PE) e Goiás (GO) foram declaradas Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, órgão da Organização das Nações Unidas.

 

O objetivo dessa iniciativa é

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Questão 11 14931536
Médio

ONHB 3 Fase 2025
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Temática
  • Cultura Patrimônio Histórico

A memória, a história e o fogo

 

O incêndio do galpão da Cinemateca Brasileira, com quatro toneladas de acervo, mostra a importância de se preservar a cultura, independentemente de ideologias

 

Para liquidar os povos, começa-se por lhes tirar a memória. Destroem-se seus livros, sua cultura, sua história. E uma outra pessoa lhes escreve outros livros, lhes dá outra cultura e lhes inventa uma outra história. 

 

    Milan Kundera, O Livro do Riso e do Esquecimento

 

Memória e história podem e devem ser consideradas partes indissociáveis do longo fio que tece nossa malha cultural, nossa identidade. É a partir delas que nos estruturamos, seja como indivíduos, seja – de uma forma muito mais ampla – como país. Qualquer um que um dia perdeu fotos antigas ou um velho e importante filme gravado em super-8 ou sem querer deletou todo seu álbum de fotos no smartphone sabe a dor que dá. Era a história que se esvanecia, deixando para a memória a tarefa de trazer de volta, em reminiscências cada vez mais fluidas, o que não existe mais. Agora, imagine se perder, literalmente da noite para o dia, por mais que alertas tivessem sido dados, cerca de quatro toneladas de documentos e filmes históricos, parte essencial da memória cinematográfica brasileira. Pois foi exatamente isso o que aconteceu na noite do último dia 29 de julho, quando as chamas consumiram três salas – cerca de 300 metros quadrados – de um galpão da Cinemateca Brasileira, na Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo. Não, o fogo não queimou a sede da Cinemateca, na Vila Clementino, quase do outro lado da cidade, como chegou a se informar enquanto a fumaça subia. Isso importa? Por um lado, sim – afinal, o prédio continua lá, intacto e abandonado, como um símbolo em concreto da atual situação da cultura brasileira.

0_c9998cac4a16141fd0d4b1a71b6f5c06_14931536.jpg.png

Localizado na Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo, galpão da Cinemateca incendiado no dia 29 de julho guardava material audiovisual produzido pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP - Foto: Fotos Públicas

 

Por outro lado, foi o nome “Cinemateca Brasileira” que ardeu naquela quinta-feira. Mais: foi um pedaço considerável de nossa memória e de nossa história audiovisual – fios indissociáveis, lembram? –, até da nossa memória afetiva pode-se afirmar, que queimou noite adentro. Naquele galpão estavam parte dos arquivos da falecida Embrafilme e do Instituto Nacional do Cinema, documentos e filmes de Glauber Rocha, parte do acervo de filmes nacionais e estrangeiros da Pandora Filmes, matrizes de cinejornais como o icônico Canal 100, filmes domésticos – mas não menos importantes para nossa história cultural – e uma parcela considerável do acervo da produção audiovisual, em 16 mm e 35 mm, de alunos da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. Todos os fogos, o fogo, escreveu o argentino Julio Cortázar. Todos os fogos, o fogo, ecoou pela Vila Leopoldina até o amanhecer.

 

(...)

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal eletrônico ORIGEM: Marcello Rollemberg. “A memória, a história e o fogo”. Jornal da USP, 04/08/2021. Disponível em: https://jornal.usp.br/cultura/a-memoria-a-historia-e-o-fogo/ CRÉDITOS: Marcello Rollemberg; Juliana Alves, Simone Gomes. PALAVRAS-CHAVE: museus, cinema

 

A partir da leitura do texto escolha uma das alternativas abaixo:

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Questão 7 11332958
Médio

CONCURSOS 2 2024
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Geral - Antiguidade Oriental
  • Egito Fontes Históricas
  • Material

O exercício da leitura e escrita entre jovens nas escolas brasileiras é um desafio diário. No Antigo Egito, a prática da leitura e escrita envolvia muitas etapas, como mostra o fragmento do texto, abaixo.

"Os aprendizes da escrita, que ingressavam na escola […] por volta dos cinco anos […] deveriam aprender a escrever, a ler e a realizar pequenos cálculos. O treinamento era aplicado por professores, escribas profissionais e sacerdotes que não se encontravam a serviço do culto templário. Incentivava-se a cópia de textos […] úteis para instruí-los sobre sua conduta e o modo de vida […]. Como suporte para essas cópias os jovens estudantes empregavam lascas de calcário ou fragmentos de cerâmica […], raramente teriam como praticar a escrita em um papiro […], visto que se tratava de um material caro e de difícil confecção. Este só era destinado àqueles que possuíam a experiência e o conhecimento necessário com o pleno domínio das regras de sintaxe e da ortografia".

 

(SANTOS, M. Elias. A Formação dos escribas entre os egípcios antigos. Philía. Jornal Informativo de História Antiga. Rio de Janeiro, ano XIII, n.38, abr./maio/jun.2001)

 

Sobre a escrita desenvolvida no Antigo Egito, pode-se afirmar que:

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Questão 1 10774428
Médio

IFMG 2023/2
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Temática
  • Temporalidade Trabalho
  • Anacronismo

Leia os textos a seguir.

 

TEXTO I

DA VINCI, Leonardo. a Últi ma Ceia. 1498. Afresco. Têmpera e óleo sobre duas camadas de gesso aplicadas em estuque. 460 cm × 880 cm. Disponível em: htt ps://istoe.com.br/20-curiosidades-sobre-a-ulti ma-ceia-obra-prima-de-leonardo-da-vinci/. Acesso: 10 mai. 2023.

 

TEXTO II

Disponível em: htt ps://twitt er.com/aiturrusgarai/status/1643587182161014787. Acesso: 2 mai. 2023.

 

A reinterpretação do TEXTO I presente no TEXTO II apresenta uma

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