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Questões de EFAF História - Geral - Idade Antiga

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172 Questões

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Questão 22 418926
Fácil

IFSul - Rio-Grandense 2010/2
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga
  • Grécia

Esparta era uma cidade-Estado da antiga Grécia que ficava localizada na planície da Lacônia e apresentava características peculiares na sua sociedade, formada por

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Questão 16 10768615
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga Temática
  • China História da Ciência

Leia o texto para responder à questão.

 

TEXTO I

 

O caçador de maravilhas

 

    Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).

    Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.

    Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.

   Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.

     O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.

    Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.

    Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.

    Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.

    Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.

(Planeta, junho de 2008. Adaptado)

 

TEXTO II

 

    O jovem Sexta-Feira, meu novo amigo, estranhou muito os alimentos civilizados. Quando salguei a carne, ele a cuspiu, enojado. Eu peguei um pedaço de carne crua e também a cuspi, mostrando com isso que tínhamos jeitos diferentes de apreciar o alimento. Mas o rapaz gostou muito de pão e aos poucos também apreciou a carne assada e salgada.

    Quando seu inglês melhorou, perguntei a Sexta-Feira de onde ele vinha e quem era seu povo. Disse que seu povo era valente e jamais se rendia.

    – Diga-me, Sexta-feira, vocês também comem os prisioneiros?

    – Sim, sim, comer todos os prisioneiros! Eu comer um, dois, três...

    Foi difícil para minha alma entender como aquele rapaz gentil podia aprovar uma prática de tal selvageria. Aos poucos, fui-lhe explicando sobre Deus e as leis da religião cristã.

(Daniel Defoe. Robinson Crusoé, Adaptado)

 

Assinale a alternativa que traduz o assunto comum entre os textos I e II.

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Questão 15 10768607
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga Temática
  • China Tecnologia

Leia o texto para responder à questão.

 

TEXTO

 

O caçador de maravilhas

 

    Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).

    Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.

    Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.

   Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.

     O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.

    Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.

    Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.

    Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.

    Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.

(Planeta, junho de 2008. Adaptado)

Leia as afirmações.

 

I. As palavras século e científico são acentuadas graficamente pela mesma razão.

II. Na frase – Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador... – o pronome o, em destaque, refere-se à palavra livro.

III. Na frase – Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras. – a expressão no entanto pode ser substituída, sem alteração de sentido à frase, por entretanto.

 

Está correto o que se afirma em

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Questão 14 10768600
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga Temática
  • China História da Ciência

Leia o texto para responder à questão.

 

TEXTO

 

O caçador de maravilhas

 

    Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).

    Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.

    Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.

   Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.

     O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.

    Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.

    Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.

    Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.

    Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.

(Planeta, junho de 2008. Adaptado)

O título – O caçador de maravilhas – relaciona-se significativamente com todo o texto porque

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Questão 13 10768597
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga Temática
  • China Cultura

Leia o texto para responder à questão.

 

TEXTO

 

O caçador de maravilhas

 

    Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).

    Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.

    Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.

   Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.

     O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.

    Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.

    Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.

    Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.

    Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.

(Planeta, junho de 2008. Adaptado)

Na frase – Desde então dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar – o significado de rezava está expresso na alternativa:

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Questão 12 10768595
Fácil

CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga Temática
  • China Cultura

Leia o texto para responder à questão.

 

TEXTO

 

O caçador de maravilhas

 

    Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).

    Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.

    Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.

   Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.

     O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.

    Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.

    Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.

    Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.

    Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.

(Planeta, junho de 2008. Adaptado)

Com base na leitura do texto, é possível afirmar que

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