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Questões de EFAF História - Brasil - Império

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320 Questões

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Questão 39 10778693
Fácil

Liceu-SP C. Gerais 2022
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Império Brasil - República
  • Primeira República (1889-1930) Segundo reinado
  • Economia Economia

Com a economia baseada na agricultura de exportação, é importante observar as transformações socioeconômicas ocorridas, no Brasil, a partir da segunda metade do século XIX, muitas das quais relacionadas aos abalos sofridos pelo sistema escravocrata.

 

Dentre as transformações, citam-se:

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Questão 24 10726793
Fácil

Colégio Embraer 2022
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Império
  • Segundo reinado
  • Economia Sociedade

Observe os dados a seguir.

 

Entre 1852 e 1859, chegaram de outras províncias para o Rio de Janeiro 26622 escravos, de acordo com esta relação:

(Stanley J. Stein, Grandeza e decadência do café no vale do Paraíba)

 

Preços Médios por escravos (em mil-réis)

(Mircea Buescu, História econômica do Brasil)

 

(Apud Ana Luiza Martins, Império do café: a grande lavoura do Brasil, 1850 a 1890)

 

Esses dados podem ser explicados, em parte, pela

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Questão 30 10630635
Fácil

CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Império
  • Primeiro reinado
  • Independência Política

TEXTO

 

    O vigário de Pitangui, Padre Belchior Pinheiro, reivindica a honra de ter lido para D.
Pedro os papeis chegados do Rio e acrescenta que, finda a leitura, o príncipe, tremendo de
raiva, arrancara-os das mãos, amarrotara-os e pisara-os. Mas a crer no bom vigário, logo se
dominara, a buscar reflexão e conselho.
[5]    Padre Belchior prossegue contando: “D. Pedro, depois, abotoando-se e recompondo a
roupa (pois vinha de quebrar o corpo à margem do riacho Ipiranga, agoniado por uma
disenteria com dores, que apanhara em Santos), virou-se para mim e disse: ‘— E agora,
Padre Belchior?’ E eu respondi prontamente: ‘—Se Vossa Alteza não se faz rei do Brasil,

será prisioneiro das Cortes e talvez deserdado por elas. Não há outro caminho senão a
[10] independência e a separação’. D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente,
acompanhado por mim, Cordeiro, Bregaro, Carlota e outros em direção aos nossos animais,
que se achavam à beira da estrada, dizendo-me: Padre Belchior, eles o querem, terão a sua
conta. As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de ‘Rapazinho’ e de ‘Brasileiro’,
pois verão agora quanto vale o ‘Rapazinho’. De hoje em diante estão quebradas as nossas
[15] relações; nada mais quero com o Governo Português e proclamo o Brasil para sempre
separado de Portugal”. O rapazinho mostrava que não temia o desafio e que era um homem
criado no Brasil, um brasileiro decidido a defender a sua dignidade e a do país de adoção.
    E indo D. Pedro I ao encontro dos dragões da Guarda de Honra, repetiu a
proclamação da Independência: “Amigos, as Cortes querem escravizar-nos e perseguem-nos.
[20] De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais!” Aí, então, o
príncipe arrancou do chapéu o laço azul e branco, símbolo da nação portuguesa e, atirando-o
ao chão, exclamou: “Laço fora, soldados! Viva a independência, a liberdade e a separação do
Brasil”. Aos vivas ao Brasil independente e a D. Pedro, desembainhou este a sua espada,
acompanhado no gesto pelos militares, e pelos civis que se descobriram, e disse: “Pelo meu
[25] sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil!”.
    A frase deve ter sido fielmente reproduzida: Deus, honra e sangue faziam parte da
linguagem de D. Pedro, em horas solenes, nos seus protestos de juras. Nenhuma exigiria
mais ênfase do que a testemunhada pela comitiva presa do maior entusiasmo, na tarde de 7
de setembro, na colina do Ipiranga. Todos prestaram, eletrizados, o mesmo juramento, e D.
[30] Pedro I, embainhando a espada, pôs-se à frente do grupo, como se estivesse em pleno campo
de batalha a comandar um ataque contra os inimigos do Brasil e seus, contra as Cortes,
contra Portugal, contra o resto do mundo. Mas antes, clamou, voltando-se para trás, de pé nos
estribos, para que todos o vissem: “Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será –
Independência ou Morte”. E tomou a direção de São Paulo, a galope, picando de espora a
[35] “sua bela besta baia”.

SOUSA, O. T. de. História dos fundadores do Império do Brasil: a vida de D. Pedro I. Rio de Janeiro: José
Olympio Editora, 1971. P. 30-31 (Adaptado).

Em “Nenhum laço nos une mais!” (. 20), a partícula em destaque tem o mesmo valor e significado em

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Questão 29 10630628
Fácil

CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Império
  • Primeiro reinado
  • Independência Política

TEXTO

 

    O vigário de Pitangui, Padre Belchior Pinheiro, reivindica a honra de ter lido para D.
Pedro os papeis chegados do Rio e acrescenta que, finda a leitura, o príncipe, tremendo de
raiva, arrancara-os das mãos, amarrotara-os e pisara-os. Mas a crer no bom vigário, logo se
dominara, a buscar reflexão e conselho.
[5]    Padre Belchior prossegue contando: “D. Pedro, depois, abotoando-se e recompondo a
roupa (pois vinha de quebrar o corpo à margem do riacho Ipiranga, agoniado por uma
disenteria com dores, que apanhara em Santos), virou-se para mim e disse: ‘— E agora,
Padre Belchior?’ E eu respondi prontamente: ‘—Se Vossa Alteza não se faz rei do Brasil,

será prisioneiro das Cortes e talvez deserdado por elas. Não há outro caminho senão a
[10] independência e a separação’. D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente,
acompanhado por mim, Cordeiro, Bregaro, Carlota e outros em direção aos nossos animais,
que se achavam à beira da estrada, dizendo-me: Padre Belchior, eles o querem, terão a sua
conta. As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de ‘Rapazinho’ e de ‘Brasileiro’,
pois verão agora quanto vale o ‘Rapazinho’. De hoje em diante estão quebradas as nossas
[15] relações; nada mais quero com o Governo Português e proclamo o Brasil para sempre
separado de Portugal”. O rapazinho mostrava que não temia o desafio e que era um homem
criado no Brasil, um brasileiro decidido a defender a sua dignidade e a do país de adoção.
    E indo D. Pedro I ao encontro dos dragões da Guarda de Honra, repetiu a
proclamação da Independência: “Amigos, as Cortes querem escravizar-nos e perseguem-nos.
[20] De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais!” Aí, então, o
príncipe arrancou do chapéu o laço azul e branco, símbolo da nação portuguesa e, atirando-o
ao chão, exclamou: “Laço fora, soldados! Viva a independência, a liberdade e a separação do
Brasil”. Aos vivas ao Brasil independente e a D. Pedro, desembainhou este a sua espada,
acompanhado no gesto pelos militares, e pelos civis que se descobriram, e disse: “Pelo meu
[25] sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil!”.
    A frase deve ter sido fielmente reproduzida: Deus, honra e sangue faziam parte da
linguagem de D. Pedro, em horas solenes, nos seus protestos de juras. Nenhuma exigiria
mais ênfase do que a testemunhada pela comitiva presa do maior entusiasmo, na tarde de 7
de setembro, na colina do Ipiranga. Todos prestaram, eletrizados, o mesmo juramento, e D.
[30] Pedro I, embainhando a espada, pôs-se à frente do grupo, como se estivesse em pleno campo
de batalha a comandar um ataque contra os inimigos do Brasil e seus, contra as Cortes,
contra Portugal, contra o resto do mundo. Mas antes, clamou, voltando-se para trás, de pé nos
estribos, para que todos o vissem: “Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será –
Independência ou Morte”. E tomou a direção de São Paulo, a galope, picando de espora a
[35] “sua bela besta baia”.

SOUSA, O. T. de. História dos fundadores do Império do Brasil: a vida de D. Pedro I. Rio de Janeiro: José
Olympio Editora, 1971. P. 30-31 (Adaptado).

No trecho “...arrancara-os das mãos, amarrotara-os e pisara-os.

 

Mas a crer no bom vigário, logo se dominara, a buscar reflexão e conselho.” (. 03-04), os termos destacados sugerem que D. Pedro era

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Questão 28 10630605
Fácil

CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Império
  • Primeiro reinado
  • Independência Política

TEXTO

 

    O vigário de Pitangui, Padre Belchior Pinheiro, reivindica a honra de ter lido para D.
Pedro os papeis chegados do Rio e acrescenta que, finda a leitura, o príncipe, tremendo de
raiva, arrancara-os das mãos, amarrotara-os e pisara-os. Mas a crer no bom vigário, logo se
dominara, a buscar reflexão e conselho.
[5]    Padre Belchior prossegue contando: “D. Pedro, depois, abotoando-se e recompondo a
roupa (pois vinha de quebrar o corpo à margem do riacho Ipiranga, agoniado por uma
disenteria com dores, que apanhara em Santos), virou-se para mim e disse: ‘— E agora,
Padre Belchior?’ E eu respondi prontamente: ‘—Se Vossa Alteza não se faz rei do Brasil,

será prisioneiro das Cortes e talvez deserdado por elas. Não há outro caminho senão a
[10] independência e a separação’. D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente,
acompanhado por mim, Cordeiro, Bregaro, Carlota e outros em direção aos nossos animais,
que se achavam à beira da estrada, dizendo-me: Padre Belchior, eles o querem, terão a sua
conta. As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de ‘Rapazinho’ e de ‘Brasileiro’,
pois verão agora quanto vale o ‘Rapazinho’. De hoje em diante estão quebradas as nossas
[15] relações; nada mais quero com o Governo Português e proclamo o Brasil para sempre
separado de Portugal”. O rapazinho mostrava que não temia o desafio e que era um homem
criado no Brasil, um brasileiro decidido a defender a sua dignidade e a do país de adoção.
    E indo D. Pedro I ao encontro dos dragões da Guarda de Honra, repetiu a
proclamação da Independência: “Amigos, as Cortes querem escravizar-nos e perseguem-nos.
[20] De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais!” Aí, então, o
príncipe arrancou do chapéu o laço azul e branco, símbolo da nação portuguesa e, atirando-o
ao chão, exclamou: “Laço fora, soldados! Viva a independência, a liberdade e a separação do
Brasil”. Aos vivas ao Brasil independente e a D. Pedro, desembainhou este a sua espada,
acompanhado no gesto pelos militares, e pelos civis que se descobriram, e disse: “Pelo meu
[25] sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil!”.
    A frase deve ter sido fielmente reproduzida: Deus, honra e sangue faziam parte da
linguagem de D. Pedro, em horas solenes, nos seus protestos de juras. Nenhuma exigiria
mais ênfase do que a testemunhada pela comitiva presa do maior entusiasmo, na tarde de 7
de setembro, na colina do Ipiranga. Todos prestaram, eletrizados, o mesmo juramento, e D.
[30] Pedro I, embainhando a espada, pôs-se à frente do grupo, como se estivesse em pleno campo
de batalha a comandar um ataque contra os inimigos do Brasil e seus, contra as Cortes,
contra Portugal, contra o resto do mundo. Mas antes, clamou, voltando-se para trás, de pé nos
estribos, para que todos o vissem: “Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será –
Independência ou Morte”. E tomou a direção de São Paulo, a galope, picando de espora a
[35] “sua bela besta baia”.

SOUSA, O. T. de. História dos fundadores do Império do Brasil: a vida de D. Pedro I. Rio de Janeiro: José
Olympio Editora, 1971. P. 30-31 (Adaptado).

No trecho ‘A frase deve ter sido fielmente reproduzida: Deus, honra e sangue faziam parte da linguagem de D. Pedro, em horas solenes, nos seus protestos de juras”, os dois pontos devem ser substituídos por qual dos termos a seguir a fim de manter a correta e coerente relação lógico-discursiva?

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Questão 27 10630598
Fácil

CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - Império
  • Primeiro reinado
  • Independência Política

TEXTO

 

    O vigário de Pitangui, Padre Belchior Pinheiro, reivindica a honra de ter lido para D.
Pedro os papeis chegados do Rio e acrescenta que, finda a leitura, o príncipe, tremendo de
raiva, arrancara-os das mãos, amarrotara-os e pisara-os. Mas a crer no bom vigário, logo se
dominara, a buscar reflexão e conselho.
[5]    Padre Belchior prossegue contando: “D. Pedro, depois, abotoando-se e recompondo a
roupa (pois vinha de quebrar o corpo à margem do riacho Ipiranga, agoniado por uma
disenteria com dores, que apanhara em Santos), virou-se para mim e disse: ‘— E agora,
Padre Belchior?’ E eu respondi prontamente: ‘—Se Vossa Alteza não se faz rei do Brasil,

será prisioneiro das Cortes e talvez deserdado por elas. Não há outro caminho senão a
[10] independência e a separação’. D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente,
acompanhado por mim, Cordeiro, Bregaro, Carlota e outros em direção aos nossos animais,
que se achavam à beira da estrada, dizendo-me: Padre Belchior, eles o querem, terão a sua
conta. As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de ‘Rapazinho’ e de ‘Brasileiro’,
pois verão agora quanto vale o ‘Rapazinho’. De hoje em diante estão quebradas as nossas
[15] relações; nada mais quero com o Governo Português e proclamo o Brasil para sempre
separado de Portugal”. O rapazinho mostrava que não temia o desafio e que era um homem
criado no Brasil, um brasileiro decidido a defender a sua dignidade e a do país de adoção.
    E indo D. Pedro I ao encontro dos dragões da Guarda de Honra, repetiu a
proclamação da Independência: “Amigos, as Cortes querem escravizar-nos e perseguem-nos.
[20] De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais!” Aí, então, o
príncipe arrancou do chapéu o laço azul e branco, símbolo da nação portuguesa e, atirando-o
ao chão, exclamou: “Laço fora, soldados! Viva a independência, a liberdade e a separação do
Brasil”. Aos vivas ao Brasil independente e a D. Pedro, desembainhou este a sua espada,
acompanhado no gesto pelos militares, e pelos civis que se descobriram, e disse: “Pelo meu
[25] sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil!”.
    A frase deve ter sido fielmente reproduzida: Deus, honra e sangue faziam parte da
linguagem de D. Pedro, em horas solenes, nos seus protestos de juras. Nenhuma exigiria
mais ênfase do que a testemunhada pela comitiva presa do maior entusiasmo, na tarde de 7
de setembro, na colina do Ipiranga. Todos prestaram, eletrizados, o mesmo juramento, e D.
[30] Pedro I, embainhando a espada, pôs-se à frente do grupo, como se estivesse em pleno campo
de batalha a comandar um ataque contra os inimigos do Brasil e seus, contra as Cortes,
contra Portugal, contra o resto do mundo. Mas antes, clamou, voltando-se para trás, de pé nos
estribos, para que todos o vissem: “Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será –
Independência ou Morte”. E tomou a direção de São Paulo, a galope, picando de espora a
[35] “sua bela besta baia”.

SOUSA, O. T. de. História dos fundadores do Império do Brasil: a vida de D. Pedro I. Rio de Janeiro: José
Olympio Editora, 1971. P. 30-31 (Adaptado).

Considere o seguinte trecho: “. D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente, acompanhado por
mim” (. 10-11).

 

O pronome sublinhado se refere:

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