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Questões de EFAF História - Geral - Idade Antiga

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172 Questões

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Questão 37 10739644
Fácil

CEDAF 2012
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga
  • Hebreus

Os hebreus são chamados também de judeus ou israelitas. Descendem de um antigo povo semita que habitava a Arábia. Estavam sempre se deslocando em busca de lugar para viver. Por volta de 1800 a.C. saíram da Mesopotâmia para a região da Palestina (onde hoje está o Estado de Israel) e, pela força das armas, tomaram terras dos povos que viviam por lá.

 

A herança cultural dos hebreus está presente em nossa vida, através:

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Questão 23 419477
Fácil

IFSul - Rio-Grandense 2012/2
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Antiguidade Oriental Geral - Idade Antiga
  • Egito Grécia Persas

  Foi um dos maiores impérios da Antiguidade que, em sua máxima extensão, cobria uma área que ia do Egito e o Nordeste da Grécia até o vale do rio Indo. Para organizar a administração do território, o imperador Dario I dividiu o Império em províncias, chamadas de Satrapias, apesar de manter o poder forte e centralizado. Construíram grandes estradas ligando as principais cidades. Dedicaram-se à agricultura, criação de gado e ao comércio facilitado pela criação de moedas de ouro e prata.
As características acima descritas correspondem ao Império

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Questão 36 10776874
Fácil

UTFPR Inverno 2011
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga Temática
  • Hebreus Religião

A maior herança deixada pelos hebreus para o mundo ocidental foi:

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Questão 36 10763898
Fácil

UTFPR Verão 2011/2
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga
  • Grécia
  • Clássico Política

“Luta de gregos contra gregos, motivada pelo conflito de interesses econômicos e políticos entre Atenas e Esparta. O confronto entre esses dois blocos de cidades gregas se arrastou por 27 anos. Provocou a morte de milhares de civis e terminou com a derrota de Atenas e suas aliadas. Empobrecidas e desunidas por tantas guerras prolongadas, as cidades gregas foram presa fácil para o poderoso exército de Filipe II, rei da Macedônia, que acabou por conquistar a Grécia, em 338 a.C.”

 

Estamos falando da Guerra:

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Questão 37 10739538
Fácil

CEDAF 2011
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga
  • Grécia
  • Cultura e Sociedade Política

A palavra política, vem de polis, que era o nome dado às cidades gregas. Ser um polites, cidadão de uma pólis, era uma honra. Para a maioria dos gregos, a forma mais elevada de koinonia – literalmente, “comunidade” – era a pólis.

 

Entre os gregos antigos, a ideia de que todos eram iguais para participar da política chamava-se:

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Questão 13 10737002
Fácil

CMBH 6° Ano - Português 2010
  • EFAF História
  • Sugira
  • Geral - Idade Antiga Temática
  • Grécia Mitologia
  • Grega Mitologia

TEXTO

 

ÍCARO

 

    Dédalo construiu o labirinto para Minos, mas, depois, caiu no desagrado do rei e foi aprisionado em
uma torre. Conseguiu fugir da prisão, mas não podia sair da ilha por mar, pois o rei mantinha severa
vigilância sobre todos os barcos que partiam e não permitia que nenhuma embarcação zarpasse antes de
ser rigorosamente revistada.
[5]    “Minos pode vigiar a terra e o mar, mas não o ar” - disse Dédalo. “Tentarei esse caminho.”
    Pôs-se, então, a fabricar asas para ele próprio e para seu jovem filho, Ícaro. Uniu as penas, começando
das menores e acrescentado as maiores, de modo a formar uma superfície crescente. Prendeu as penas
maiores com fios e as menores com cera e deu ao conjunto uma curvatura delicada, como as asas das aves.
O menino Ícaro, de pé, ao seu lado, contemplava o trabalho, ora correndo para ir apanhar as penas que o
[10] vento levava, ora modelando a cera com os dedos e prejudicando, com seus folguedos, o trabalho do pai.
Quando, afinal, o trabalho foi terminado, o artista, agitando as asas, viu-se flutuando e equilibrando-se no
ar. Em seguida, equipou o filho da mesma maneira e ensinou-o a voar, como a ave ensina ao filhote,
lançando-o ao ar, do elevado ninho.
    - Ícaro, meu filho – disse, quando tudo ficou pronto para o voo - , recomendo-te que voes a uma altura
[15] moderada, pois, se voares muito baixo, a umidade emperrará tuas asas e, se voares muito alto, o calor as
derreterá. Conserva-te perto de mim e estarás em segurança.
    Enquanto dava essas instruções e ajustava as asas aos ombros do filho, Dédalo tinha o rosto coberto de
lágrimas e suas mãos tremiam. Beijou o menino, sem saber que era pela última vez, depois, elevando-se
em suas asas, voou, encorajando o filho a fazer o mesmo e olhando para trás, a fim de ver como o menino
[20] manejava as asas. Ao ver os dois voarem, o lavrador parava o trabalho para contemplá-los e o pastor
apoiava-se no cajado, voltando os olhos para o ar, atônitos ante o que viam, e julgando que eram deuses
aqueles que conseguiam cortar o ar de tal modo.
    Os dois haviam deixado Samos e Delos à esquerda e Lebintos à direita, quando o rapazinho, exultante
com o voo, começou a abandonar a direção do companheiro e a elevar-se para alcançar o céu. A
[25] proximidade do ardente sol amoleceu a cera que prendia as penas e estas desprenderam-se. O jovem
agitava os braços, mas já não havia penas para sustentá-lo no ar. Lançando gritos dirigidos ao pai,
mergulhou nas águas azuis do mar que, de então para diante, recebeu o seu nome.
    - Ícaro, Ícaro, onde estás? - gritou o pai.
    Afinal, viu as penas flutuando na água e, amargamente, lamentando a própria arte, enterrou o corpo e
[30] denominou a região Icária, em memória ao filho. Dédalo chegou são e salvo à Sicília, onde ergueu um
templo a Apolo, lá depositando as asas, que ofereceu ao deus.

(Thomas Bulfinch. O livro de ouro da mitologia, Rio, Ed. Tecnoprint, 1965, p. 174-6)

Todos os trechos abaixo referem-se a personagens secundários, EXCETO:

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