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Questões de EFAF Português - Sintaxe - Complemento Verbal

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19 Questões

Fonte

Questão 15 15395648
Fácil

FIRJAN 2025
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Sintaxe
  • Complemento Verbal Regência verbal

Abordando-se regência verbal, assinale (V) verdadeiro ou (F) falso e aponte a alternativa certa.

 

(  ) Mariana abdicou sua nacionalidade. (Verbo transitivo direto).
(  ) Muitos alunos faltaram hoje. (Verbo intransitivo).
(  ) Nunca cri em pessoas falsas. (Verbo transitivo indireto).
(  ) Almejamos por dias melhores. (Verbo transitivo indireto).

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Questão 25 15440347
Médio

CBNB 1 ano Ensino Médio 2025
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Sintaxe
  • Complemento Verbal Orações subordinadas substantivas

TEXTO

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Disponível em https://grandesnomesdapropaganda.com.br/anunciantes/ministerio-do-esporte-estreia-campanha-oficial-dobrasil-para-os-jogos-olimpicos-e-paralimpicos/. Acesso em: 12 jun. 2024.

 

Dentre os processos de relação sintática no período composto, destaca-se a subordinação, caracterizada por uma dependência sintática – em alguns casos, também semântica – entre orações. No fragmento “Brasileiro sabe que o suor pode ser salgado, mas o sabor da vitória é doce”, do texto, a oração em destaque é classificada como subordinada substantiva.

 

A alternativa na qual o termo grifado exerce a mesma função sintática de “que o suor pode ser salgado” é:

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Questão 6 10136966
Médio

COTUCA 1° Ano 2024
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Sintaxe
  • Complemento Verbal Regência verbal Transitividade verbal

Leia, a seguir, a resenha de Duda Batista, 14 anos, estudante da rede pública de São Paulo, sobre o livro “Quem tem medo do feminismo negro?”, para responder à questão.

 

Resenhas são textos de caráter opinativo em que o autor descreve e analisa uma produção social, como filmes, livros, exposições, espetáculos teatrais ou de dança, entre outros.

 

Duda Batista, 14
São Paulo (SP)
------------------
Djamila Ribeiro.
Quem tem medo do feminismo negro?
Companhia das Letras, 120 pp. R$42,90
------------------
    O livro Quem tem medo do feminismo negro?, escrito por Djamila Ribeiro, contém diversas histórias importantes para o Brasil. Ou pelo menos deveriam ser. O livro remete à ideia do feminismo negro, sua diferença em relação ao feminismo branco, as diversas falas machistas na televisão brasileira e os casos de racismo no país. Ela apresenta outras narrativas e o desfecho de todos esses assuntos.
    A primeira parte é uma introdução sobre a infância e a vida da autora – que, segundo ela, foi bem triste e muito difícil por conta do racismo estrutural que nosso país vem enfrentando há muito tempo. Eu particularmente gosto bastante do jeito que ela fez o livro, com uma introdução e depois o relato de suas vivências.
    Ler as histórias e conhecer o posicionamento de uma mulher negra é muito diferente de assistir ao que é passado nos jornais. Isso me fez repensar muitas coisas do meu dia a dia. Por exemplo, ela cita o apresentador  do programa The Noite, o “humorista” Danilo Gentili. Ele faz muitas “piadas” machistas, racistas, gordofóbicas em seus programas e shows.
    Depois da leitura, eu fico com algumas perguntas: será que só ele tem culpa pelo machismo explícito na TV? Ou será culpa das pessoas que o autorizam a fazer esse tipo de comentário? Será que o cancelamento é um caminho? Aí fica a pergunta para todos: quem tem medo do feminismo negro?

Adaptado de BATISTA, Duda. Rebentos – Novos livros para novos leitores. Revista Quatro Cinco Um, no 71, p. 41, jul. de 2023.

As alternativas abaixo analisam linguisticamente o texto de Duda Batista.

 

Assinale a alternativa cuja análise está adequada.

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Questão 1 10536998
Médio

IFSP* 2022
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto Sintaxe
  • Complemento Verbal

Leia o texto e responda à questão:

 

    - Foi demitido? Situação difícil... Mas tudo ficará menos pior com um hambúrguer na mão.
    Nos EUA, uma ação do Burger King está dando whoppers de graça para quem acabou de perder o emprego.
    Para isso, a pessoa precisa avisar o fato em sua página no LinkedIn e escrever “Fui demitido. Quero um whopper grátis”.

    Além disso, deve usar a hashtag #Whopper- Severance. “Severance” quer dizer “indenização”, em inglês.
    Depois, a pessoa recebe em seu e-mail um link onde pode se cadastrar para finalmente receber, em casa, uma carta “oficial” e um cartão que dá direito a trocar por um lanche em um dos restaurantes da rede. (...)

DEARO, Guilherme. Burger King vai dar hambúrguer de graça para quem for demitido. São Paulo, 30 ago. 2017.  Exame. Fonte: https://exame.com/marketing/burger-king- hamburguer-gratis-quem-for-demitido/. Acesso em: 05 out.  2021. Fragmento.

 

Quanto ao complemento do verbo, assinale a opção verdadeira:

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Questão 4 11014239
Médio

IFC Exame de Classificação 2020
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Leitura e Interpretação de Texto Sintaxe
  • Complemento Verbal Gêneros textuais não verbais e mistos
  • Tirinha

Fonte: https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com/. Acesso em: 19 ago. 2019.


Considerando o 1° quadrinho da tirinha, o termo Instagram, na organização sintática da oração, funciona como:

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Questão 4 164350
Médio

IFBA 2018
  • EFAF Português
  • Sugira
  • Sintaxe
  • Complemento Verbal

TEXTO 1

Inteligência o quê?

 

Inteligência vem da junção das palavras latinas inter (entre) legere (escolher). Por meio da seleção e da escolha os humanos compreendem as coisas.

Na idade média, os filósofos se referiam à inteligência como a parte superior  da alma e sua capacidade de conhecimento. Desde então, compõe um trio inseparável: memória-inteligência-vontade.

  Quando se fala em inteligência artificial, ninguém pode deixar de lado esse ternário. É aterrorizante imaginar essas três atividades operando conjuntamente em  outro local que não o cérebro humano.

  Seria possível dotar um computador de razão? Capaz de compreender, julgar, ter bom senso, juízo?

  Os computadores guardam ainda a base de seu desenvolvimento na década de 40, a capacidade algorítmica, aptos para resolver cálculos científicos, mas não para analisá-los, como se explica na “Enciclopédia Filosófica Universal”,o local menos suspeito para uma consulta sobre máquinas teoricamente habilitadas a simular  a inteligência.

  O computador tem conseguido ultrapassar o homem na rapidez e na confiabilidade das operações matemáticas, nas tarefas de rotina, nos encadeamento lógicos. A máquina na qual escrevi essa coluna, evidentemente, não compreende o texto escrito nela. Pode até vertê-lo para outra língua, mas jamais vai poder entender e traduzir em toda a sua profundidade o significado doce e doloroso de uma palavra como saudade, existente somente na  língua portuguesa.

  Já inventaram programas de computador como o Elisa que “conversa” com as pessoas e parece compreendê-las. Representa comportamentos pré-definidos como o de um psicanalista e responde com alguma lógica a questões menos profundas. Tudo pré-programado e incapaz de evitar  o inesperado.

  Enganar com o computador, como se vê, pode ser possível. Calma. Ninguém se preocupe se a técnica parece dominar tudo e os técnicos assumem ares de seres superpoderosos e únicos receptáculos de um saber só entendido por eles, porque falam entre si numa linguagem cifrada e incompreensível.

  Tudo pode ser decodificado facilmente, e o que hoje perece intransponível não o será logo mais. Basta ver a facilidade da criançada com os computadores. Assim, termos como inteligência artificial ainda servem apenas para ocultar a vontade de um domínio tecnicista sobre o saber universal e humanista.

  Se é possível criar máquinas habilitadas no domínio da lógica para resolver problemas estratégicos, não é possível dotá-las de atributos inerentes à condição humana.

  Conforme defende L.H. Dreyfus (“intelligence artificiele – Mythes et limites”, 1984), existem quatro postulados bastantes discutíveis quando se fala de inteligência- artificial: o biológico (os impulsos cerebrais), o psicológico (a própria mente), o epistemológico (relativo ao saber e às suas formulações) e o ontológico (os elementos determinados e independentes de todo contexto).

  Na porta do século XXI, o desenvolvimento das tecnologias é exponencial, basta refletir com tranquilidade para saber que a técnica ajuda, facilita e até resolve, mas não é tudo e nem pode superar o cérebro humano naquilo que ele tem de melhor – e pior: a razão – ou desrazão.

  A desafiadora expressão inteligência artificial, portanto pode enganar mais do que esclarecer. Prefiro a reação de Millor Fernandes ao saber deste diálogo impertinente: “Me chamem quando forem discutir a burrice natural”.

Caio Túlio Costa in Folha de São Paulo, 23 jul. 2017.

 

“A tecnologia tornou possível a existência de grandes populações. Grandes populações agora tornam a tecnologia indispensável”( Joseph Krutch – escritor)

 

Na citação acima, o termo “grandes populações” aparece, respectivamente, com as seguintes funções:

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