Questões de EFAF Português - Morfologia
871 Questões
Questão
6 14904940
Fácil
OP 6 e 7 Ano - 1 fase 2024
Leia um trecho do poema “As borboletas”, do Vinicius de Moraes:

Das palavras destacadas, qual não é um adjetivo?
Questão
5 14904638
Fácil
OP 8 e 9 Ano - 2 Fase 2024
O professor Júlio Augusto Junior, quando ensinava algumas das classes de palavras — a saber, substantivo, artigo, verbo e adjetivo —, propôs um desafio a seus alunos:

Com base no desafio proposto pelo professor Júlio Augusto Junior, podemos concluir que:
a cada verbo foi atribuído o número 1 (um).
a cada artigo foi atribuído o número 2 (dois).
a cada substantivo foi atribuído o número 3 (três).
não há como saber o número da classe dos adjetivos.
o resultado da soma dos números da frase “João é um rapaz muito feliz” é 8 (oito).
Questão
3 14904622
Fácil
OP 8 e 9 Ano - 2 Fase 2024
Nas férias passadas, Olívia e sua família saíram para viajar e se hospedaram em uma pousada no interior. Em certo momento da estadia, ela relatava em seu diário sobre a viagem, porém, cabeceava de sono enquanto escrevia, o que fez com que se confundisse no uso de alguns advérbios ou locuções adverbiais de tempo, deixando o relato bastante esquisito:

Para que o relato de Olívia ficasse coerente, quais expressões em destaque deveriam ser alteradas?
“amanhã”.
“hoje pela manhã”.
“daqui a pouco”.
“ontem”.
“antes de ontem”.
Questão
9 14900896
Fácil
OP 8 e 9 Ano - 1 Fase 2024
Em qual alternativa a palavra “cedo” exerce uma função diferente das demais, pertencendo a outra classe gramatical?
Questão
5 14900877
Fácil
OP 8 e 9 Ano - 1 Fase 2024
Qual palavra não está no mesmo grupo que as demais?
Questão
4 10637374
Fácil
Colégio Embraer 2024
Leia ao texto para responder à questão.
Enfim extintos ou em vias de
Quando começou, era uma partida entre um campeão de xadrez e um computador. O homem, já levando a vantagem de jogar com as brancas e começar o jogo, ganhou a primei- ra e todas as seguintes. Era natural – como uma máquina burra poderia derrotar o homem? Mas, um dia, o computa- dor, que não era burro, venceu e seguiram-se muitas vitórias. Foi quando o computador soube da frase de Bernard Shaw, de que a capacidade de jogar xadrez desenvolve tremenda- mente a capacidade de jogar xadrez. E, como não era burro, deixou os cavalos e bispos para o homem e investiu sua inteligência em coisa mais séria. Por exemplo, tomar o poder.
Neste momento, 350 dos maiores cientistas do mundo na área da tecnologia estão apavorados com o avanço da inteligência artificial, nome já reduzido à terrível sigla em maiúsculas IA. Para eles, dependendo da progressão da IA, a humanidade corre risco de extinção semelhante ao de uma guerra nuclear, de uma pandemia sem controle ou da destrui- ção do meio ambiente.
Teme-se que, com a IA, a desinformação em massa, com tsunamis de fotos, vídeos, áudios, textos e números falsos, faça com que as pessoas não saibam mais o que é verdade. Ninguém confiará em ninguém, e isso romperá os sistemas de crédito e comércio internacional. Seguir-se-ão falências gigantes, com desemprego planetário e substituição de tra-balhadores humanos por robôs. Já se acredita que os robôs fazem melhor do que nós em quesitos complexos.
Cientistas que participaram do desenvolvimento da IA estão se demitindo das empresas de tecnologia que eles próprios criaram – porque não querem se comprometer com o que vai acontecer. Discordo. Como corresponsáveis pelo estrago, deveriam lutar para amenizá-lo ou para retardar seus efeitos.
Para eles, impedir o avanço da IA está fora de cogitação. Não depende mais de nós. Nesse tabuleiro de xadrez, já não jogamos com as brancas.
(Ruy Castro, “Enfim extintos ou em vias de”. Folha de S.Paulo, 02.07.2023. Adaptado)
No primeiro parágrafo, a expressão “Mas, um dia...” indica que a situação natural vivida pelo homem