Questões de EFAF Português - Sintaxe
1.305 Questões
Questão
8 10736622
Fácil
SENAI 1ºAno - CGE 2162 2019/1
O texto abaixo se refere à questão.
Características do gênero conto
(...) O que mais marca um conto é sua brevidade: trata-se de uma narrativa geralmente curta, em que as ações das personagens ____ a partir de um único motivo. Motivo é o nome que se dá ao evento que ____ as ações da personagem protagonista. No caso do texto 1, essas características são ____ evidentes: a narrativa é curta e todas as ações são desencadeadas pela descoberta de que o menino escrevia versos. (...)
Fonte: FARACO, C. E. Língua portuguesa: linguagem e interação. São Paulo: Ática, 2013.
De acordo com as regras-padrão de concordância verbal, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Questão
4 10682397
Fácil
OBRL 9° Ano - 2° Fase 2019
No quadro a seguir, as cinco linhas de palavras estão ligadas por uma relação, ou seja, pertencem a uma mesma classe.

Determine as palavras que substituem X, Y, Z e W respectivamente.
Questão
14 10532519
Fácil
OBJETIVO 9º Ano - Português 2019
I. As testemunhas julgaram ___________ o conjunto de provas apresentadas.
II. As provas estão _________________ ao laudo pericial.
III. As garotas estavam ________________ preparadas.
IV. A garota estava ________________ calada.
indique a alternativa que completa corretamente as lacunas das frases.
Questão
7 10375911
Fácil
CPM 2019
Para responder a esta questão sobre pronome, leia a tirinha.

Disponível em: http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431‐ tiras‐de‐ armandinho.
Na fala do menino, no segundo quadrinho, aparece o pronome pessoal ele.
Esse pronome se refere
Questão
12 10151701
Fácil
CMS 1º Ano - Língua Portuguesa 2019
TEXTO
Um Apólogo
(Machado de Assis)
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
– Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma coisa neste mundo?
– Deixe-me, senhora.
– Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei
[5] sempre que me der na cabeça.
– Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada
qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
– Mas você é orgulhosa.
– Decerto que sou.
[10] – Mas por quê?
– É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
– Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?
– Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
– Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que
[15] eu faço e mando...
– Também os batedores vão adiante do imperador.
– Você é imperador?
– Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai
fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...
[20] Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma
baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha,
pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a
melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana – para dar a isto uma cor poética. E dizia a
agulha:
[25] – Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa
comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima.
A linha não respondia nada; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e altiva como
quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também,
e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic plic-plic da agulha no pano. Caindo o
[30] sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte; continuou ainda nesse e no outro, até que no quarto acabou a obra, e
ficou esperando o baile.
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no
corpinho, para dar algum ponto necessário. E quando compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro,
arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:
[35] – Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem
é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das
mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre
agulha:
[40] – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha
de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
– Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!
O texto encerra uma moral, que pode ser traduzida como:
Questão
11 10142472
Fácil
CMBel 1°ano - Português 2019
Leia o texto e responda à questão.
TEXTO
As Baleias
(Compositor e intérprete: Roberto Carlos)
Não é possível que você suporte a barra
De olhar nos olhos do que morre em suas mãos
E ver no mar se debater o sofrimento
E até sentir-se um vencedor nesse momento
Não é possível que no fundo do seu peito
Seu coração não tenha lágrimas guardadas
Pra derramar sobre o vermelho derramado
No azul das águas que você deixou manchadas
Seus netos vão te perguntar em poucos anos
Pelas baleias que cruzavam oceanos
Que eles viram em velhos livros
Ou nos filmes dos arquivos
Dos programas vespertinos de televisão
O gosto amargo do silêncio em sua boca
Vai te levar de volta ao mar e à fúria louca
De uma cauda exposta aos ventos
Em seus últimos momentos
Relembrada num troféu em forma de arpão
Como é possível que você tenha coragem
De não deixar nascer a vida que se faz
Em outra vida que sem ter lugar seguro
Te pede a chance de existência no futuro
Mudar seu rumo e procurar seus sentimentos
Vai te fazer um verdadeiro vencedor
Ainda é tempo de ouvir a voz dos ventos
Numa canção que fala muito mais de amor
Disponível em: www.vagalume.com.br. Acesso em: 06 ago. 2019.
(Compositor e intérprete: Roberto Carlos)
As orações "Mudar seu rumo e procurar seus sentimentos” são ligadas entre si por meio de