Questões de EFAF Português - Ortografia
321 Questões
Questão
9 15689344
Fácil
CPM/ERJ 6 Ano 2018
TEXTO
Oito Anos
Adriana Calcanhotto
Por que você é flamengo E
meu pai botafogo?
O que significa
"Impávido colosso"?
Por que os ossos doem
Enquanto a gente dorme?
Por que os dentes caem?
Por onde os filhos saem? Por
que os dedos murcham
Quando estou no banho?
Por que as ruas enchem
Quando está chovendo?
Quanto é mil trilhões Vezes
infinito?
Quem é Jesus Cristo?
Onde estão meus primos?
Por que o fogo queima?
Por que a lua é branca?
Por que a terra roda?
Por que deitar agora?
Por que as cobras matam?
Por que o vidro embaça?
Por que você se pinta?
Por que o tempo passa?
Por que que a gente espirra?
Por que as unhas crescem?
Por que o sangue corre?
Por que que a gente morre?
Do que é feita a nuvem?
Do que é feita a neve? Como
é que se escreve Reveillon?
Leia o trecho e responda à questão.
"Por que a gente espirra?
Por que as unhas crescem?
Por que o sangue corre?
Por que a gente morre?"
A palavra destacada em cada verso está grafada dessa forma por:
Questão
11 11548700
Fácil
Pref. de São Paulo 9° Ano Prova Semestral 2018
Observe a imagem para responder à questão.

Nani, 1951. O que dizem as palavras/ Nani. Belo Horizonte, MG: Lê, 2011
Um homem que age de acordo com a imagem é
Questão
10 10781327
Fácil
Liceu-SP C. Gerais 2018
Leia a tira para responder à questão.

(Folha de S.Paulo, 07.10.2017)
Assinale a alternativa em que se analisa corretamente a ideia de relatividade tratada na tira, em uma frase em que os termos estão grafados de acordo com a norma- -padrão.
Questão
17 10781309
Fácil
IFMT 2018/2

(Quadrinho disponível em: https://redacaonocafe.wordpress.com/2012/02/14/por-que-porque-porque-ou-por-que/)
Na língua portuguesa, o termo "porque" pode ser usado de várias formas e seu uso depende de sua colocação na frase. Analise o uso dos porquês nos quadrinhos acima e assinale a única alternativa CORRETA.
Questão
1 10779851
Fácil
IFMT 2018/1
O texto abaixo serve de base para responder à questão.
Deixem a ortografia em paz
Do Senado, duas notícias, uma boa e outra má. A boa: parece que temos senadores preocupados com o ensino de português. A má: querem alterar outra vez nossa ortografia, agora radicalmente, com a esperança de que, com isso, alunos possam obter melhores resultados na aprendizagem da língua. Criaram até uma comissão, com o objetivo de aplicar o acordo ortográfico (o mesmo que, na prática, já está em vigor), e para fazer com que “se escreva como se fala”. Além de não ser boa, a ideia é impraticável. [...]
Mas isso não é tudo. Como costuma lembrar Carlos Alberto Faraco, a língua escrita não é mero reflexo da língua falada: ambas constituem meios autônomos de manifestação do saber linguístico. A ortografia é uma representação abstrata e convencional da língua. E é fundamental que o sistema ortográfico seja estável e que, independentemente da variação na fala, haja uma única representação gráfica por palavra. Do contrário, não teríamos como reconhecer palavras que fossem escritas em outro tempo (ou até em outro espaço). Seria o caos. [...]
Temos ainda o aspecto prático, talvez o mais relevante de todos. Quando foi imposto o último acordo ortográfico (que, absurdamente, teve sua implantação oficial postergada), toda a indústria editorial movimentou-se para preparar novas edições de todo o seu acervo. Dezenas de milhares de títulos sofreram as mudanças exigidas pelo MEC e outros órgãos governamentais e privados. Gramáticas e dicionários foram refeitos; tratados foram revisados; livros infantis, alterados; manuais, reeditados. Uma nova reforma seria desastrosa, não só para as editoras, mas também para os governos, que teriam que substituir todas as bibliotecas novamente. Trata-se de muito dinheiro jogado fora, possivelmente levando à falência muitas casas editoriais importantes, promovendo gasto desnecessário de verbas públicas, tornando obsoletos bilhões de livros escolares e universitários.
E há, ainda, o aspecto da exclusão social. Quando uma reforma ortográfica é implantada, grande parte dos adultos se torna analfabeta, já que eles nem sempre conseguem reter e utilizar as novas regras inventadas por capricho de meia dúzia de “sábios”, ou de desavisados. [...]
(Publicado originalmente no jornal Correio Braziliense em 09/05/2014, por Jaime Pinsky*) (*) Jaime Pinsky é historiador, professor titular da Unicamp, diretor da Editora Contexto, autor de “Por que gostamos de história”, entre outros livros.
Com base na leitura do texto, podemos afirmar que, segundo o autor:
Questão
4 10689055
Fácil
OBRL 8° Ano - 1° Fase 2018
Uma propriedade comum caracteriza o conjunto de palavras seguintes:
![]()
De acordo com tal propriedade, a palavra que, em sequência, substituiria corretamente o ponto de interrogação é: