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Questões de EFAF Ciências - Matéria e Energia (Física) - Óptica

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210 Questões

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Questão 19 15409568
Fácil

CAp-UERJ 1 Ano - Ensino Médio 2024
  • EFAF Ciências
  • Sugira
  • Matéria e Energia (Física)
  • Interdisciplinaridade Óptica
  • Instrumentos Ópticos

CIÊNCIA E O SENTIDO DA VIDA

 

    Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez “aquela” pergunta: professor, por
que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa, que considerava um privilégio
poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa. Mas o que de fato está por trás dessa profissão,
ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie
[5] do resto.

    A ciência oferece uma oportunidade para que possamos nos engajar com o “mistério”, como o
físico Albert Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: “A emoção mais significativa que
podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e
não é mais capaz de se maravilhar está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou”.

[10]    Para Einstein, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos
e sobre o mundo à nossa volta. A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos
sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos.
    Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo
que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance
[15] e precisão determinados pelo estado da tecnologia. É claro que um telescópio do século 19 não
pode competir com os telescópios bastante avançados de hoje, que podem monitorar até satélites. 

    Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias
que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo. Um exemplo
que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou
[20] completamente. O instrumento, inventado ao fim do século 17, permitiu que víssemos criaturas
invisíveis aos olhos. Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas
que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
    Essa é uma lição importante: o conhecimento não evolui de forma linear; seu crescimento é
imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor. Portanto, o mistério que
[25] nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por
completo. Sendo um caminho para o conhecimento, a ciência nos oferece uma oportunidade de
estar sempre buscando, e crescendo com a busca.

    O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista
que se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de
[30] cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos
que ainda não escalou.
    Assim é a busca pelo conhecimento científico: uma escalada por todos os picos que podemos
encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no
espaço.

MARCELO GLEISER Adaptado de folha.uol.com.br, 12/10/2014.

No último parágrafo, o autor explica o processo de “busca pelo conhecimento científico”.

 

Para elaborar essa explicação, ele faz uso da seguinte figura de linguagem:

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Questão 13 15409548
Fácil

CAp-UERJ 1 Ano - Ensino Médio 2024
  • EFAF Ciências
  • Sugira
  • Matéria e Energia (Física)
  • Interdisciplinaridade Óptica
  • Instrumentos Ópticos

CIÊNCIA E O SENTIDO DA VIDA

 

    Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez “aquela” pergunta: professor, por
que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa, que considerava um privilégio
poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa. Mas o que de fato está por trás dessa profissão,
ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie
[5] do resto.

    A ciência oferece uma oportunidade para que possamos nos engajar com o “mistério”, como o
físico Albert Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: “A emoção mais significativa que
podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e
não é mais capaz de se maravilhar está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou”.

[10]    Para Einstein, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos
e sobre o mundo à nossa volta. A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos
sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos.
    Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo
que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance
[15] e precisão determinados pelo estado da tecnologia. É claro que um telescópio do século 19 não
pode competir com os telescópios bastante avançados de hoje, que podem monitorar até satélites. 

    Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias
que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo. Um exemplo
que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou
[20] completamente. O instrumento, inventado ao fim do século 17, permitiu que víssemos criaturas
invisíveis aos olhos. Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas
que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
    Essa é uma lição importante: o conhecimento não evolui de forma linear; seu crescimento é
imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor. Portanto, o mistério que
[25] nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por
completo. Sendo um caminho para o conhecimento, a ciência nos oferece uma oportunidade de
estar sempre buscando, e crescendo com a busca.

    O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista
que se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de
[30] cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos
que ainda não escalou.
    Assim é a busca pelo conhecimento científico: uma escalada por todos os picos que podemos
encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no
espaço.

MARCELO GLEISER Adaptado de folha.uol.com.br, 12/10/2014.

Um satélite meteorológico que monitora queimadas percorre órbitas circulares em torno do centro da Terra a 900 km da superfície do planeta e sempre em um mesmo plano.

Admita que o raio da Terra mede aproximadamente 6400 km e considere π ≅ 3,14.

 

A distância que o satélite percorre em uma volta completa em torno da Terra, em quilômetros, é igual a:

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Questão 12 15409546
Fácil

CAp-UERJ 1 Ano - Ensino Médio 2024
  • EFAF Ciências
  • Sugira
  • Matéria e Energia (Física)
  • Interdisciplinaridade Óptica
  • Instrumentos Ópticos

CIÊNCIA E O SENTIDO DA VIDA

 

    Outro dia, estava dando uma palestra, quando alguém me fez “aquela” pergunta: professor, por
que o senhor é cientista? Respondi que não podia ser outra coisa, que considerava um privilégio
poder dedicar minha vida ao ensino e à pesquisa. Mas o que de fato está por trás dessa profissão,
ao menos para mim, é uma oportunidade única para criarmos algo de novo, algo que nos diferencie
[5] do resto.

    A ciência oferece uma oportunidade para que possamos nos engajar com o “mistério”, como o
físico Albert Einstein chamava nossa atração pelo desconhecido: “A emoção mais significativa que
podemos sentir é o mistério. Ela é o berço da verdadeira arte e da ciência. Quem não a conhece e
não é mais capaz de se maravilhar está mais morto do que vivo, como uma vela que se apagou”.

[10]    Para Einstein, nossas criações são produto desse questionamento incessante sobre quem somos
e sobre o mundo à nossa volta. A ciência abre portas para o desconhecido, para o que nos foge aos
sentidos. Aquilo que não vemos ou ouvimos é tão real quanto o que percebemos.
    Usamos instrumentos variados para amplificar nossa percepção da realidade, mesmo sabendo
que nossa visão será sempre limitada: qualquer microscópio, telescópio ou detector tem alcance
[15] e precisão determinados pelo estado da tecnologia. É claro que um telescópio do século 19 não
pode competir com os telescópios bastante avançados de hoje, que podem monitorar até satélites. 

    Esse fato tem uma consequência importante: o que captamos do mundo depende das tecnologias
que usamos. Ou seja, com o avanço delas, muda, muitas vezes, nossa visão de mundo. Um exemplo
que já usei aqui é o microscópio. A visão da vida antes e depois da invenção do microscópio mudou
[20] completamente. O instrumento, inventado ao fim do século 17, permitiu que víssemos criaturas
invisíveis aos olhos. Com isso, novas perguntas sobre a natureza da vida puderam ser feitas – perguntas
que, antes da invenção do microscópio, não eram nem vislumbradas.
    Essa é uma lição importante: o conhecimento não evolui de forma linear; seu crescimento é
imprevisível, interagindo com as tecnologias que temos ao nosso dispor. Portanto, o mistério que
[25] nos cerca, e que tanto fascinava Einstein, estará sempre à nossa volta: não há como decifrá-lo por
completo. Sendo um caminho para o conhecimento, a ciência nos oferece uma oportunidade de
estar sempre buscando, e crescendo com a busca.

    O sentido da vida é dar sentido à vida. Não existe, ou deve existir, um fim. Pense num alpinista
que se prepara para subir o pico que vê à sua frente e, depois de muito esforço, consegue. De lá de
[30] cima, pode fazer duas coisas: se dar por satisfeito e descer, ou olhar em torno e ver todos os picos
que ainda não escalou.
    Assim é a busca pelo conhecimento científico: uma escalada por todos os picos que podemos
encontrar. E quando conquistarmos todos eles, basta olhar para cima, e continuar nossa busca no
espaço.

MARCELO GLEISER Adaptado de folha.uol.com.br, 12/10/2014.

Considere um centro de tecnologia que realiza simulações para lançamentos de satélites até a órbita terrestre, utilizando partículas. Em uma das simulações, em condições ideais, uma partícula lançada teve seu alcance horizontal máximo, em metros, igual à raiz positiva da seguinte equação:

x - 0,1x2 = 0

 

Nessa simulação, o alcance horizontal máximo obtido, em metros, é igual a:

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Questão 135 11700863
Fácil

CONCURSOS 2 2024
  • EFAF Ciências
  • Sugira
  • Matéria e Energia (Física)
  • Óptica Termologia
  • Calorimetria Refração
  • Calor sensível Lei de Snell

Sobre calor, luz, som, analise as afirmativas abaixo e assinale a opção que apresenta o conceito correto.

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Questão 103 11676165
Fácil

CONCURSOS 1 2024
  • EFAF Ciências
  • Sugira
  • Matéria e Energia (Física)
  • Eletricidade Óptica
  • Eletrodinâmica Lentes Esféricas
  • Óptica da Visão Resistores

Com relação aos conceitos físicos, assinale a opção INCORRETA.

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Questão 99 11676095
Fácil

CONCURSOS 1 2024
  • EFAF Ciências
  • Sugira
  • Matéria e Energia (Física)
  • Mecânica Óptica
  • Dinâmica Espelhos planos
  • Construções de Imagem Força Peso

Leia as assertivas abaixo e assinale a INCORRETA.

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