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Questão 24 15440736
Fácil

IFAM Analista de Tecnologia da Informação 2025
  • EFAF Ciências
  • Sugira

No modelo TCP/IP, a camada de transporte tem a finalidade de permitir que as entidades pares dos hosts de origem e de destino mantenham uma conversação. Para isso, dois protocolos de ponta a ponta foram definidos:

 

• O primeiro deles é orientado à conexão, confiável e assegura a entrega sem erros de um fluxo de bytes originado de uma máquina para qualquer computador na rede interligada. Esse protocolo fragmenta o fluxo de bytes em unidades discretas, transmitindo cada segmento para a camada de Internet. No destino, o processo receptor reorganiza os segmentos recebidos e reconstrói o fluxo de bytes original.

 

• O segundo, sem conexão e não confiável, é ideal para aplicações que não requerem controle de sequência ou fluxo, permitindo que as próprias aplicações gerenciem essas funções. É amplamente utilizado em consultas isoladas, nas quais há uma solicitação e resposta, como em modelos cliente-servidor, e em aplicações nas quais a entrega imediata é mais importante do que a precisão de entrega, como na transmissão de voz e vídeo.

 

Assinale a alternativa que contém, correta e respectivamente, as siglas dos protocolos das descrições acima.

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Questão 23 15440735
Fácil

IFAM Analista de Tecnologia da Informação 2025
  • EFAF Ciências
  • Sugira
  • Matéria e Energia (Física) Matéria e Energia (Química)
  • Interdisciplinaridade Química geral
  • Propriedades da matéria
  • Massa, volume e densidade

Em relação aos protocolos utilizados no modelo de referência TCP/IP, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

 

( ) Na camada de aplicação, o protocolo de terminal virtual (Telnet) opera no modelo TCP/IP, permitindo o acesso remoto a sistemas por meio de uma interface de linha de comando.

( ) Na camada de internet, são definidos o formato dos pacotes de dados e o protocolo IP (Internet Protocol), que é responsável pelo endereçamento e roteamento desses pacotes na rede.

( ) Na camada de enlace, fica o DNS (Domain Name Service), que mapeia os nomes de hosts para seus respectivos endereços da camada de rede.

 

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

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Questão 22 15440733
Fácil

IFAM Analista de Tecnologia da Informação 2025
  • EFAF Ciências
  • Sugira
  • Matéria e Energia (Física) Matéria e Energia (Química)
  • Interdisciplinaridade Química geral
  • Propriedades da matéria
  • Estados físicos e mudanças de estado

Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:

 

I. Referente às camadas de rede para configuração, o modelo TCP/IP não inclui as camadas de sessão e apresentação.

 

PORQUE

 

II. Não foi percebida qualquer necessidade para elas. As aplicações simplesmente incluem quaisquer funções de sessão e apresentação que forem necessárias, pois elas são pouco usadas na maioria das aplicações.

 

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.

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Questão 21 15440732
Fácil

IFAM Analista de Tecnologia da Informação 2025
  • EFAF Ciências
  • Sugira

Em relação às topologias de redes, analise as assertivas abaixo:

 

I. Topologia de barramento: Cada nó está vinculado a dois outros nós, e os dados podem fluir bidirecionalmente. No entanto, a falha de um único nó pode desativar toda a rede.

II. Topologia em anel: Cada nó está vinculado a apenas um outro nó, e a transmissão de dados pelas conexões de rede ocorre em uma direção.

III. Topologia em malha: Cada nó está conectado a muitos outros nós; nessa topologia completa, cada nó está conectado a todos os outros nós da rede.

 

Quais estão corretas?

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Questão 5 15406568
Fácil

CEFET-RJ Técnico 2025
  • EFAF Ciências
  • Sugira
  • Matéria e Energia (Física)
  • Interdisciplinaridade

        Essa tal liberdade

 

    “O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.

    Essa provocação me acompanhou recentemente em uma viagem a São Francisco, na Califórnia. Fui palestrar em uma conferência sobre InteligênciaArtificial e inclusão e, no meio disso tudo, acabei experimentando algo que trouxe essas reflexões para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.

    De cara, a experiência foi fascinante. É impressionante como a tecnologia evoluiu a ponto de um veículo ter a liberdade de tomar decisões sozinho. O carro dirigia devagar, atento aos sensores, parando toda vez que alguém cruzava a rua. Era quase como se ele estivesse “pensando”. Mas, claro, eu sabia que tudo ali era resultado de programação e algoritmos. Lá estava eu, surpresa, no banco da frente, vendo o volante se mexendo “sozinho”, quase como uma assombração. A cada movimento, pensei no quanto isso se conecta com o que discutimos sobre Inteligência Artificial e inclusão. Há quem diga que as máquinas logo vão substituir os humanos. Será que em todas as funções?

    Há quem creia que os carros autônomos vão “roubar” os empregos de motoristas. Outros enxergam a tecnologia como a abertura de novos mercados. Porém, mais do que isso, o que me intrigava era: até que ponto podemos, e devemos, delegar decisões às máquinas? Até onde elas e nós temos liberdade na tomada de decisões?

    Por mais que a tecnologia avance, acredito que há coisas que simplesmente não podemos delegar. Intencionalidade, por exemplo, não é algo que uma máquina pode assumir sozinha sem ser programada para isso. A decisão de incluir grupos subrepresentados no mercado de trabalho, de buscar mais letramento racial e de gênero, de mudar nossos próprios vieses ou de criar um ambiente mais inclusivo não pode ser deixada nas mãos de algoritmos.

    Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas, tenderão a reproduzir visões limitantes que favoreçam grupos que já estão no poder. Para fazer diferente, as máquinas precisam intencionalmente receber uma programação para potencializar tomadas de decisão que andem neste caminho.

    Atecnologia, sem dúvida, é uma facilitadora. Ela pode ajudar a identificar padrões, a analisar dados e a tornar processos mais rápidos e eficientes. Mas as diversas nuances em determinadas tomadas de decisão ainda são nossas. É preciso que quem pode e tem o poder da caneta use essa tal liberdade para fazer escolhas intencionais. Porque decisões como quem contratar, quem promover e como construir um mundo mais justo e diverso dependem ainda do nosso olhar, e não de um código.

    Intencionalidade e senso crítico ainda exigem esforço humano.

GÉNOT, Luana. O Globo, 24 nov. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/11/essa-talliberdade.ghtml. Acesso em: 10 dez. 2024. Adaptado.

O sentido das palavras deve ser entendido no contexto em que se encontram. Dessa forma, no terceiro parágrafo, os vocábulos “pensando” e “sozinho”, escritos entre aspas, foram empregados com o seguinte propósito:

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Questão 4 15406567
Fácil

CEFET-RJ Técnico 2025
  • EFAF Ciências
  • Sugira
  • Matéria Matéria e Energia (Física)
  • Interdisciplinaridade Transformações físicas e químicas dos materiais

        Essa tal liberdade

 

    “O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.

    Essa provocação me acompanhou recentemente em uma viagem a São Francisco, na Califórnia. Fui palestrar em uma conferência sobre InteligênciaArtificial e inclusão e, no meio disso tudo, acabei experimentando algo que trouxe essas reflexões para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.

    De cara, a experiência foi fascinante. É impressionante como a tecnologia evoluiu a ponto de um veículo ter a liberdade de tomar decisões sozinho. O carro dirigia devagar, atento aos sensores, parando toda vez que alguém cruzava a rua. Era quase como se ele estivesse “pensando”. Mas, claro, eu sabia que tudo ali era resultado de programação e algoritmos. Lá estava eu, surpresa, no banco da frente, vendo o volante se mexendo “sozinho”, quase como uma assombração. A cada movimento, pensei no quanto isso se conecta com o que discutimos sobre Inteligência Artificial e inclusão. Há quem diga que as máquinas logo vão substituir os humanos. Será que em todas as funções?

    Há quem creia que os carros autônomos vão “roubar” os empregos de motoristas. Outros enxergam a tecnologia como a abertura de novos mercados. Porém, mais do que isso, o que me intrigava era: até que ponto podemos, e devemos, delegar decisões às máquinas? Até onde elas e nós temos liberdade na tomada de decisões?

    Por mais que a tecnologia avance, acredito que há coisas que simplesmente não podemos delegar. Intencionalidade, por exemplo, não é algo que uma máquina pode assumir sozinha sem ser programada para isso. A decisão de incluir grupos subrepresentados no mercado de trabalho, de buscar mais letramento racial e de gênero, de mudar nossos próprios vieses ou de criar um ambiente mais inclusivo não pode ser deixada nas mãos de algoritmos.

    Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas, tenderão a reproduzir visões limitantes que favoreçam grupos que já estão no poder. Para fazer diferente, as máquinas precisam intencionalmente receber uma programação para potencializar tomadas de decisão que andem neste caminho.

    Atecnologia, sem dúvida, é uma facilitadora. Ela pode ajudar a identificar padrões, a analisar dados e a tornar processos mais rápidos e eficientes. Mas as diversas nuances em determinadas tomadas de decisão ainda são nossas. É preciso que quem pode e tem o poder da caneta use essa tal liberdade para fazer escolhas intencionais. Porque decisões como quem contratar, quem promover e como construir um mundo mais justo e diverso dependem ainda do nosso olhar, e não de um código.

    Intencionalidade e senso crítico ainda exigem esforço humano.

GÉNOT, Luana. O Globo, 24 nov. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/11/essa-talliberdade.ghtml. Acesso em: 10 dez. 2024. Adaptado.

Em “Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas,” (6º§), a flexão do verbo destacado, no contexto em que se encontra, é justificada por concordar com:

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