Questões de EFAF Ciências - Evolução
140 Questões
Questão
34 10679496
Difícil
OBB 2ª Fase 2022
Bagualino descobriu que sua tia materna havia sido diagnosticada com distrofia muscular de Duchenne, uma doença cuja herança é recessiva e ligada ao sexo. Os pais de Bagualino, que sāo saudáveis, estavam com vontade de ter outro filho e Bagualino ficou preocupado que seu futuro irmão também viesse a ter doença.
No entanto, a chance dos pais de Bagualino terem uma criança com distrofia muscular de Duchenne é de:
Questão
25 10679413
Difícil
OBB 2ª Fase 2022
A cor da pelagem de camundongos é determinada da seguinte forma: o alelo dominante A determina uma coloração aguti e o seu correspondente recessivo determina uma pelagem preta. No entanto, o fenótipo não será expresso caso o indivíduo seja homozigoto recessivo para o loco P, sendo assim o camundongo será albino.
Portanto, se um casal de camundongos cujo genótipo seja AaPp tiver um filhote, qual a chance de ele ter o mesmo fenótipo que os pais?
Questão
1 10222091
Difícil
OBR 1° Ano - Modalidade Teórica Nível 5 Fase 1 2022
Robôs do futuro! A robótica em 2022 está tão evoluída quanto se pensava antigamente, quando os primeiros trabalhos sobre robótica foram desenvolvidos? Os robôs com inteligência artificial respeitarão leis que irão assegurar nossa segurança? E como ficará a questão dos robôs humanóides? Eles poderão realizar as atividades assim como os humanos?
Ainda temos muitas dúvidas sobre o futuro da robótica, porque assim como os humanos, os robôs estão em crescente evolução. Tome como exemplo o robô Asimo, idealizado e desenvolvido por uma empresa japonesa na década de 80, e que passou por vários processos de evolução, até ser descontinuado.

(Fonte: https://www.playbuzz.com/inoveduc10/evolu-o-da-rob-tica)
Sobre o Asimo, podemos afirmar que:
Questão
33 10736738
Difícil
COTUCA 2020
A tirinha a seguir representa Charles Darwin, o principal pensador da teoria evolucionista mais aceita atualmente.

https://esquadraodoconhecimento.files.wordpress.com/2011/12/darwin-1.png. Acesso em 25/08/2019.
Analise a explicação apresentada no segundo quadrinho e assinale a alternativa correta.
Questão
5 10723828
Difícil
CMRJ 6° Ano - Português 2020
Texto I
História das invenções
Dona Benta costumava receber livros novos, de ciências, de arte, de literatura. Era o tipo da
velhinha novidadeira. Bem dizia o compadre Teodorico: "Dona Benta parece velha, mas não é, tem o
espírito mais moço que o de jovens de vinte anos".
Assim foi que naquele bolorento mês de fevereiro, em que era impossível botar o nariz fora
[5] de casa, de tanto que chovia, resolveu contar aos meninos um dos últimos livros chegados.
— Tenho aqui um livro de Hendrik Van Loon — disse ela —, um sábio americano, autor de
coisas muito interessantes. Ele sai dos caminhos por onde todo mundo anda e fala das ciências dum
modo que tudo vira romance, de tão atrativo. Já li para vocês a geografia que ele escreveu e agora
vou ler este último livro — História das invenções do homem, o fazedor de milagres.
[10] Era um livro grosso, de capa preta, cheio de desenhos feitos pelo próprio autor. Desenhos
não muito bons, mas que serviam para acentuar suas ideias.
— E quando começa? — quis saber Narizinho.
— Hoje mesmo, no serão. Podemos começar logo depois do rádio.
— Comece, vovó! — disse Pedrinho. E Dona Benta começou.
[15] — Este livro não é para crianças — disse ela; — mas se eu ler do meu modo, vocês
entenderão tudo. Não tenham receio de me interromperem com perguntas, sempre que houver
qualquer coisa obscura. Aqui está o prefácio. . .
— Que é prefácio? — perguntou Emília.
— São palavras explicativas que certos autores põem no começo do livro para esclarecer os
[20] leitores sobre as suas intenções. O prefácio pode ser escrito pelo próprio autor ou por outra pessoa
qualquer. Neste prefácio o Senhor Van Loon diz que antigamente tudo era muito simples. . .
— Tudo o quê? — interrompeu Pedrinho. — A explicação das coisas do mundo. A Terra
formava o centro do universo. O céu era uma abóbada de cristal azul onde à noite os anjos abriam
buraquinhos para espiar. Esses buraquinhos formavam as estrelas. Tudo muito simples.
[25] Mas depois as coisas se complicaram. Um sábio da Polônia, de nome Nicolau Copérnico,
publicou um livro no qual provava que a Terra não era fixa, pois girava em redor do Sol, e as estrelas
não eram brinquedinhos dos anjos, sim sóis imensos, em redor dos quais giravam milhões de terras
como a nossa.
Isso veio causar uma grande trapalhada nas ideias assentes, isto é, nas ideias que estavam na
[30] cabeça de todo mundo — e por um triz não queimaram vivo a esse homem. Afinal a sua ideia
venceu e hoje ninguém pensa de outra maneira.
A astronomia, que é a ciência que estuda os astros, tomou um grande desenvolvimento. Os
astrônomos foram descobrindo coisas e mais coisas, chegando à perfeição de medir a distância dum
astro a outro, e pesar a massa desses astros. As distâncias entre os astros eram tão grandes que as
[35] nossas medidas comuns se tornaram insuficientes. Foi preciso criar medidas novas — medidas
astronômicas.
— Por quê? — perguntou Narizinho. — Com o quilômetro a gente pode medir qualquer
distância. É só ir botando zeros e mais zeros.
— Parece, minha filha. As distâncias entre os astros são tamanhas que para medi-las com
[40] quilômetros seria necessário usar carroçadas de zeros, de maneira que não haveria papel que
chegasse. E então os astrônomos inventaram o "metro astronômico", ou a "unidade astronômica",
que é como eles dizem. Essa unidade, esse metro tinha 92 900 000 milhas.
— Que colosso, vovó! Eu acho que fizeram um metro grande demais. . .
— Pois está muito enganada, minha filha. As distâncias entre a Terra e as novas estrelas, que
[45] com os modernos telescópios foram sendo descobertas, acabaram deixando essa medida pequena. E
então o astrônomo Michelson propôs outra medida: o ano-luz.
— Cáspite!
— Pois bem, isto que os astrônomos fizeram para os astros, outros homens de ciência
fizeram para o contrário dos astros, isto é, para as moléculas e átomos, que são coisinhas
[50] infinitamente pequenas. Chegaram a medir átomos que têm o tamanhinho de uma trilionésima parte
de milímetro.
— Será possível? Um milímetro já é uma isca que a gente mal percebe. . .
— Ora, neste livro o Senhor Van Loon trata de mostrar como esse bichinho homem, que já foi
peludo e andava de quatro, chegou a desenvolver seu cérebro a ponto de medir a distância entre os
[55] astros e a calcular o tamanho dos átomos.
— Como foi isso?
— Inventando coisas. O homem é um grande inventor de coisas, e a história do homem na
Terra não passa da história das suas invenções com todas as consequências que elas trouxeram para
a vida humana. É mais ou menos isto o que Van Loon diz neste prefácio. Vamos agora ver o capítulo
[60] número 1.
— Depois da pipoca, vovó! — gritou Narizinho farejando o ar.
De fato: da cozinha vinha para a sala o cheiro das pipocas que Tia Nastácia estava
rebentando. Pipocas à noite foi coisa que nunca faltou no sítio de Dona Benta.
Adaptado de: LOBATO, Monteiro.
História das invenções. São Paulo, SP: Círculo do Livro.
Texto II
Exposição virtual conta a história das grandes invenções da Humanidade
Projeto reúne mais de 200 mil imagens, vídeos e registros históricos; aplicativo usa realidade aumentada para explicar Big Bang
RIO — Em 1608, o alemão Hans Lippershey apresentou um pedido de patente para uma
lente capaz de “ver coisas distantes como se estivessem próximas”. O pedido foi negado, mas a
notícia da invenção se espalhou pela Europa e, no ano seguinte, o italiano Galileu Galilei mirou essa
lente melhorada para o céu, descobriu luas em Júpiter e crateras na Lua, dando início à astronomia
[5] observacional. Quatro séculos depois, telescópios estão no espaço, observando galáxias a bilhões
de anos-luz de distância. Essa é uma das histórias reunidas pelo projeto “Once Upon a Try“,
desenvolvido pelo Google Arts & Culture com 110 museus e instituições científicas ao redor do
mundo.
Trata-se da maior exibição virtual sobre a inovação e a inventividade humana. São quase 400
[10] exposições virtuais, com mais de 200 mil imagens, vídeos e registros históricos, como a coleção,
inédita na internet, de cem cartas enviadas por Albert Einstein a cientistas franceses, mantidas pela
prestigiada Académie dês Sciences francesa. Da Nasa, uma plataforma de aprendizado de máquina
oferece uma nova forma de explorar um arquivo com mais de 127 mil imagens espaciais.
— Nós trabalhamos nesse projeto por mais de dois anos — contou Luisella Mazza, diretora
[15] de operações do Google Cultural Institute. — A curadoria das exposições foi feita pelas instituições
parceiras, sem ingerência do Google Arts & Culture. As instituições decidiram, de forma autônoma,
as imagens, as histórias e as invenções que fazem parte dessa mostra.
Coube ao Google o apoio com tecnologia, como no desenvolvimento do aplicativo “Big
Bang AR”, que explica o surgimento e a evolução do universo com realidade aumentada. O
[20] conteúdo foi desenvolvido por físicos da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, conhecida
pela sigla Cern, e coloca, literalmente, o evento do Big Bang na palma da mão dos usuários.
Modernas técnicas de digitalização foram empregadas para transformar em pixels o Mapa
de Juan de la Cosa, considerado o mais antigo registro do Novo Mundo. Pintado a mão num
pergaminho, o mapa ilustra as terras descobertas no continente americano até o fim do século XV,
[25] por expedições espanholas, inglesas e portuguesas. A partir de agora, ele estará disponível, em
altíssima resolução, aos visitantes da mostra “Once Upon a Try“.
— O primeiro mapa das Américas, feito no início do século XVI, foi digitalizado com a
tecnologia gigapixel — explicou Luisella. — É uma câmera muito especial, que permite tirar fotos
em altíssima resolução, de até 2 bilhões de pixels, de forma muito rápida e intuitiva.
[30] O foco do projeto está nas grandes descobertas e invenções, mas também há espaço para
inventos específicos, como a chuteira de futebol. Em parceria com o Museu do Futebol, a exposição
traça a história de um simples calçado que está nos pés das estrelas do esporte mais popular do
planeta, além de contar como foi a adaptação da chuteira em terras brasileiras.
O “Once Upon a Try” também oferece passeios virtuais, com o Google Street View, em
[35] instalações como a Estação Espacial Internacional e o Grande Colisor de Hádrons do Cern, a maior
máquina já construída pelo homem. O túnel que se estende por 27 quilômetros na fronteira da
França com a Suíça ficou mundialmente conhecido por comprovar, em 2012, a existência do bóson
de Higgs, a partícula de Deus.
Adaptado de: https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/exposicao-virtual-conta-historia-das-grandesinvencoes-da-humanidade-23500843, acesso em 06SET2020, às 16:28.
“De fato: da cozinha vinha para a sala o cheiro das pipocas que Tia Nastácia estava rebentando.” (l. 62 e 63 – Texto I)
O termo em destaque no excerto acima estabelece uma relação de sentido equivalente ao destacado na seguinte passagem do Texto II:
Questão
15 10412740
Difícil
OBS 1ª Fase 2020
Uma determinada espécie de animais, comumente criada pelo homem, apresenta várias raças distintas.
O surgimento dessas diferentes raças se deve a