Questões de EFAF Ciências - Matéria e Energia (Física)
2.317 Questões
Questão
27 15440740
Fácil
IFAM Analista de Tecnologia da Informação 2025
Sobre redes, analise as seguintes assertivas:
I. Uma LAN é uma rede interconectada, limitada em tamanho e alcance geográfico, que normalmente conecta computadores e dispositivos dentro de um único escritório ou edifício.
II. Uma rede que abrange grandes distâncias, como vários edifícios, cidades ou até países, é chamada de rede de longa distância (WAN).
III. Uma rede em nuvem pode ser uma WAN, e sua infraestrutura é fornecida por um serviço baseado na nuvem. Os recursos e capacidades de rede de uma organização são hospedados em uma plataforma de nuvem pública ou privada e disponibilizados sob demanda.
Quais estão corretas?
Questão
26 15440738
Fácil
IFAM Analista de Tecnologia da Informação 2025
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. Na topologia lógica de rede, os dispositivos de comunicação são modelados como nós, e as conexões entre os dispositivos são modeladas como links ou linhas que interligam os nós.
PORQUE
II. A topologia física de rede descreve a aparência ou layout físico da rede, incluindo a disposição dos dispositivos, as distâncias entre nós e as interconexões físicas. As taxas de transmissão e os tipos de sinais podem variar entre duas redes, mesmo que suas topologias lógicas sejam idênticas.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Questão
23 15440735
Fácil
IFAM Analista de Tecnologia da Informação 2025
Em relação aos protocolos utilizados no modelo de referência TCP/IP, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Na camada de aplicação, o protocolo de terminal virtual (Telnet) opera no modelo TCP/IP, permitindo o acesso remoto a sistemas por meio de uma interface de linha de comando.
( ) Na camada de internet, são definidos o formato dos pacotes de dados e o protocolo IP (Internet Protocol), que é responsável pelo endereçamento e roteamento desses pacotes na rede.
( ) Na camada de enlace, fica o DNS (Domain Name Service), que mapeia os nomes de hosts para seus respectivos endereços da camada de rede.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Questão
22 15440733
Fácil
IFAM Analista de Tecnologia da Informação 2025
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. Referente às camadas de rede para configuração, o modelo TCP/IP não inclui as camadas de sessão e apresentação.
PORQUE
II. Não foi percebida qualquer necessidade para elas. As aplicações simplesmente incluem quaisquer funções de sessão e apresentação que forem necessárias, pois elas são pouco usadas na maioria das aplicações.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Questão
5 15406568
Fácil
CEFET-RJ Técnico 2025
Essa tal liberdade
“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.
Essa provocação me acompanhou recentemente em uma viagem a São Francisco, na Califórnia. Fui palestrar em uma conferência sobre InteligênciaArtificial e inclusão e, no meio disso tudo, acabei experimentando algo que trouxe essas reflexões para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.
De cara, a experiência foi fascinante. É impressionante como a tecnologia evoluiu a ponto de um veículo ter a liberdade de tomar decisões sozinho. O carro dirigia devagar, atento aos sensores, parando toda vez que alguém cruzava a rua. Era quase como se ele estivesse “pensando”. Mas, claro, eu sabia que tudo ali era resultado de programação e algoritmos. Lá estava eu, surpresa, no banco da frente, vendo o volante se mexendo “sozinho”, quase como uma assombração. A cada movimento, pensei no quanto isso se conecta com o que discutimos sobre Inteligência Artificial e inclusão. Há quem diga que as máquinas logo vão substituir os humanos. Será que em todas as funções?
Há quem creia que os carros autônomos vão “roubar” os empregos de motoristas. Outros enxergam a tecnologia como a abertura de novos mercados. Porém, mais do que isso, o que me intrigava era: até que ponto podemos, e devemos, delegar decisões às máquinas? Até onde elas e nós temos liberdade na tomada de decisões?
Por mais que a tecnologia avance, acredito que há coisas que simplesmente não podemos delegar. Intencionalidade, por exemplo, não é algo que uma máquina pode assumir sozinha sem ser programada para isso. A decisão de incluir grupos subrepresentados no mercado de trabalho, de buscar mais letramento racial e de gênero, de mudar nossos próprios vieses ou de criar um ambiente mais inclusivo não pode ser deixada nas mãos de algoritmos.
Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas, tenderão a reproduzir visões limitantes que favoreçam grupos que já estão no poder. Para fazer diferente, as máquinas precisam intencionalmente receber uma programação para potencializar tomadas de decisão que andem neste caminho.
Atecnologia, sem dúvida, é uma facilitadora. Ela pode ajudar a identificar padrões, a analisar dados e a tornar processos mais rápidos e eficientes. Mas as diversas nuances em determinadas tomadas de decisão ainda são nossas. É preciso que quem pode e tem o poder da caneta use essa tal liberdade para fazer escolhas intencionais. Porque decisões como quem contratar, quem promover e como construir um mundo mais justo e diverso dependem ainda do nosso olhar, e não de um código.
Intencionalidade e senso crítico ainda exigem esforço humano.
GÉNOT, Luana. O Globo, 24 nov. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/11/essa-talliberdade.ghtml. Acesso em: 10 dez. 2024. Adaptado.
O sentido das palavras deve ser entendido no contexto em que se encontram. Dessa forma, no terceiro parágrafo, os vocábulos “pensando” e “sozinho”, escritos entre aspas, foram empregados com o seguinte propósito:
Questão
4 15406567
Fácil
CEFET-RJ Técnico 2025
Essa tal liberdade
“O que eu vou fazer com essa tal liberdade?” Essa pergunta, que o poeta do pagode Alexandre Pires eternizou em uma música, volta e meia vinha à tona nas conversas com uma colega de trabalho. Sempre que falávamos sobre autonomia, ela soltava essa frase para provocar. A ideia era simples: a gente sempre pede por liberdade, mas o que fazemos com ela quando finalmente a temos? Parece um presente incrível, mas também pode ser assustador.
Essa provocação me acompanhou recentemente em uma viagem a São Francisco, na Califórnia. Fui palestrar em uma conferência sobre InteligênciaArtificial e inclusão e, no meio disso tudo, acabei experimentando algo que trouxe essas reflexões para a prática: dei uma voltinha em um carro autônomo. Sim, um carro sem motorista, circulando em um perímetro específico da cidade, no ritmo dele.
De cara, a experiência foi fascinante. É impressionante como a tecnologia evoluiu a ponto de um veículo ter a liberdade de tomar decisões sozinho. O carro dirigia devagar, atento aos sensores, parando toda vez que alguém cruzava a rua. Era quase como se ele estivesse “pensando”. Mas, claro, eu sabia que tudo ali era resultado de programação e algoritmos. Lá estava eu, surpresa, no banco da frente, vendo o volante se mexendo “sozinho”, quase como uma assombração. A cada movimento, pensei no quanto isso se conecta com o que discutimos sobre Inteligência Artificial e inclusão. Há quem diga que as máquinas logo vão substituir os humanos. Será que em todas as funções?
Há quem creia que os carros autônomos vão “roubar” os empregos de motoristas. Outros enxergam a tecnologia como a abertura de novos mercados. Porém, mais do que isso, o que me intrigava era: até que ponto podemos, e devemos, delegar decisões às máquinas? Até onde elas e nós temos liberdade na tomada de decisões?
Por mais que a tecnologia avance, acredito que há coisas que simplesmente não podemos delegar. Intencionalidade, por exemplo, não é algo que uma máquina pode assumir sozinha sem ser programada para isso. A decisão de incluir grupos subrepresentados no mercado de trabalho, de buscar mais letramento racial e de gênero, de mudar nossos próprios vieses ou de criar um ambiente mais inclusivo não pode ser deixada nas mãos de algoritmos.
Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas, tenderão a reproduzir visões limitantes que favoreçam grupos que já estão no poder. Para fazer diferente, as máquinas precisam intencionalmente receber uma programação para potencializar tomadas de decisão que andem neste caminho.
Atecnologia, sem dúvida, é uma facilitadora. Ela pode ajudar a identificar padrões, a analisar dados e a tornar processos mais rápidos e eficientes. Mas as diversas nuances em determinadas tomadas de decisão ainda são nossas. É preciso que quem pode e tem o poder da caneta use essa tal liberdade para fazer escolhas intencionais. Porque decisões como quem contratar, quem promover e como construir um mundo mais justo e diverso dependem ainda do nosso olhar, e não de um código.
Intencionalidade e senso crítico ainda exigem esforço humano.
GÉNOT, Luana. O Globo, 24 nov. 2024. Disponível em: https://oglobo.globo.com/ela/luana-genot/coluna/2024/11/essa-talliberdade.ghtml. Acesso em: 10 dez. 2024. Adaptado.
Em “Até porque, caso se baseiem nas tomadas de decisão já feitas,” (6º§), a flexão do verbo destacado, no contexto em que se encontra, é justificada por concordar com: