Questões de EFAF Ciências - Energia
310 Questões
Questão
34 10768515
Fácil
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2019
A mecanização da colheita de cana-de-açúcar diminui a emissão de gases de efeito estufa na atmosfera devido à
Questão
59 10760058
Fácil
COLTEC 2019
A figura desta questão apresenta o esquema de uma usina termoelétrica.

Interprete a figura e assinale a afirmativa que apresenta uma análise CORRETA do funcionamento da usina.
Questão
55 10760040
Fácil
COLTEC 2019
O conjunto de fontes primárias de energia disponíveis para a geração de energia elétrica é denominado matriz elétrica. O gráfico apresenta a matriz elétrica brasileira do ano de 2016.

Disponível em: http://www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica. Acesso em: 04 jul. 2018. (Adaptado)
De acordo com o gráfico, é INCORRETO afirmar que
Questão
18 10729842
Fácil
CMC 6º Ano - Português 2019
Leia o texto e responda o item.
TEXTO
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
[05] comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com
[10] a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
[15] biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
[20] significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
[25] Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
[30] chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
[35] motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Analise o elemento destacado no fragmento. Depois responda ao que se pede.
“Nascido no Malawi, país da África Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a comunidade.” (1o parágrafo)
A fim de manter o mesmo sentido, qual alternativa não pode substituir o termo destacado no fragmento?
Questão
17 10729838
Fácil
CMC 6º Ano - Português 2019
Leia o texto e responda o item.
TEXTO
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
[05] comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com
[10] a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
[15] biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
[20] significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
[25] Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
[30] chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
[35] motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Releia o segundo parágrafo do texto.
“William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome da região.”
Sobre o fragmento acima, assinale V para as informações verdadeiras e F para as informações falsas.
( ) William era o único filho homem.
( ) A causa da temporada de fome foi a seca.
( ) A família de William só consumia milho nas refeições.
( ) A família de William era pobre devido à seca de 2001.
( ) Com exceção de William, todos de sua família eram camponeses.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Questão
16 10729822
Fácil
CMC 6º Ano - Português 2019
Leia o texto e responda o item.
TEXTO
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
[05] comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com
[10] a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
[15] biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
[20] significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
[25] Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
[30] chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
[35] motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Leia o texto e responda o item.
TEXTO I
Uma longa caminhada até a água
A ida era fácil. Na ida, o grande pote de plástico continha apenas ar. Alta para os seus 11 anos, Nya
podia trocar a alça de uma mão para outra, balançar o pote ao seu lado, ou agarrá-lo com os dois braços.
Podia até mesmo arrastá-lo atrás de si, provocando solavancos no chão e levantando uma pequena
nuvem de poeira a cada passo.
[05] Havia pouco peso na ida. Havia apenas calor. Era provável que ela levasse metade da manhã se não
parasse no caminho. Calor. Tempo. E espinhos.
Havia sempre tanta vida em volta da lagoa: outras pessoas, principalmente mulheres e meninas que
vinham encher seus próprios potes; muitos tipos de pássaros, o bater das asas, trinados e gorjeios;
rebanhos de gado conduzidos aos bons pastos pelos garotos que cuidavam deles.
[10] Nya pegou a cuia que estava amarrada à alça do pote plástico. Desamarrou-a, enfiou-a na água
lamacenta marrom e bebeu. Foram necessárias duas cuias cheias para refrescá-la.
Ela encheu o pote até a boca. Depois voltou a amarrar a cuia no lugar e tirou do bolso a almofadinha
de pano circular. A almofadinha foi posta no alto de sua cabeça, seguida pelo pesado pote de água, que
ela manteria no lugar com uma das mãos.
[15] Com a água equilibrada na cabeça e o pé ferido por um espinho, Nya sabia que voltar para casa
levaria mais tempo do que chegar ali. Mas ela estaria lá por volta do meio-dia, se tudo corresse bem.
Quando finalmente chegou, a mãe de Nya pegou o pote plástico de sua mão e derramou toda a água
em três grandes jarros. [...] Tendo ficado em casa apenas o tempo suficiente para comer, Nya faria agora
sua segunda viagem à lagoa. Ida e volta, ida e volta, quase um dia inteiro só caminhando. Essa era a
[20] rotina dela durante sete meses do ano. Diariamente. Todo santo dia.
Havia um grande lago a três dias de caminhada da aldeia de Nya. Todo ano, quando as chuvas
cessavam e a lagoa perto da aldeia secava, a família dela mudava-se de casa para um acampamento
perto desse grande lago.
Devido a brigas frequentes, a família de Nya não morava perto do lago o ano todo. A tribo Nuer
[25] brigava com a rival Dinka por causa das terras em volta do lago. Homens e meninos eram feridos e até
mesmo mortos quando os dois grupos entravam em choque. Então Nya e o resto de sua aldeia viviam
junto ao lago apenas durante os cinco meses da estação seca, quando as tribos estavam ocupadas demais
em sobreviver e as disputas diminuíam com frequência.
A tarefa de Nya no acampamento era a mesma que em casa: ir buscar água. Com as mãos, ela cavava
[30] um buraco que ficasse tão fundo quanto o comprimento do seu braço. À medida que cavava, o barro
ficava mais e mais úmido, até que a água começava a escorrer no fundo do buraco.
A água que enchia o buraco era suja, mais lama que líquido. Ela levava um longo tempo para encher
algumas cuias. Nya ficava agachada junto ao buraco, esperando.
Esperando pela água. Ali, por horas a cada vez. E todo dia durante cinco longos meses, até que as
[35] chuvas voltassem a cair e ela e sua família pudessem retornar para casa.
Adaptado. PARK, Linda Sue. Uma longa caminhada até a água. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2016.
Leia o texto e responda o item.
TEXTO
William Kamkwamba e o sonho de construir um moinho de vento
William Kamkwamba é o nome de um verdadeiro vencedor. Nascido no Malawi, país da África
Oriental, passou a infância apenas naquela terra, sem nunca ter tido contato com nenhuma
tecnologia como celulares, computadores, internet, sequer energia elétrica. Porém, com muita
determinação e empenho, William construiu uma máquina que mudou sua vida e de toda a
[05] comunidade.
William foi criado em uma família com 7 crianças, sendo ele o único menino. Era uma família
muito pobre e todos eram camponeses. Plantavam milho, sendo por meio dessa monocultura que
conseguiam o seu pouco sustento. Porém, em 2001, houve uma seca terrível, acabando com
[10] a plantação e ocasionando uma grande temporada de fome na região.
Esse período gerou problemas para o estudo de William. No Malawi, a partir do segundo dia de
aula é preciso pagar matrícula, e a falta de dinheiro ocasionada pela seca e fome o obrigaram a sair
da escola. Contudo, ele estava determinado a continuar aprendendo e, mesmo sem dinheiro para
frequentar aulas, com a ajuda de uma professora, começou a pegar livros emprestados da
[15] biblioteca da escola. Adorava, principalmente, os de ciência, especificamente sobre física. Não
possuía domínio da língua inglesa, então, apenas analisava os diagramas e figuras para aprender as
palavras ao redor. Foi assim que sua vida mudou.
Lendo um livro chamado Using Energy, William aprendeu sobre a tecnologia do moinho, que
pode gerar eletricidade a partir do bombeamento de água. Ele percebeu que bombear água
[20] significa irrigação e irrigação era uma defesa contra a fome que o povo de Malawi estava
passando. Determinado, ele disse: “Vou construir um moinho sozinho!”. Apesar da euforia e da
pouca idade, apenas 14 anos, percebeu que não tinha os materiais necessários para tal. Foi até um
ferro-velho e achou tudo de que precisava: um ventilador de trator, um amortecedor, tubos de
PVC, um quadro e um dínamo de bicicleta.
[25] Começou a construção. Todos em Malawi o achavam louco, inclusive sua mãe, e tentavam
desencorajá-lo. Porém, o sonho de levar eletricidade e irrigação para seu povo ia além dos limites
racionais e continuou a montagem. Quando finalizada, acendeu uma lâmpada, depois quatro, com
interruptores e até um disjuntor. Os moradores da região faziam fila em sua casa para conhecer o
invento, depois vieram os jornalistas, palestras ao redor do mundo e a criação de um projeto
[30] chamado Moving Windmills Project para mobilizar a comunidade internacional a levar projetos
sociais e investimentos para seu país.
Em 2008, William foi convidado para estudar na African Leadership Academy, uma
universidade cujo objetivo é preparar os líderes africanos do futuro. A história desse rapaz está
registrada no filme “O menino que descobriu o vento”, da NetFlix, e nos diz muito sobre
[35] motivação, não desistir de nossos sonhos, mesmo que as adversidades sejam de uma proporção
incrível em relação a todas as oportunidades.
Texto adaptado. Disponível em: https://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2010/12/william-kamkwamba-e-o-sonho-de-construir-um-moinho-de-vento.html Acesso em 21 Agosto de 2019.
Qual semelhança pode ser estabelecida entre os textos?