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Questões de EFAF Arte - História da Arte

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44 Questões

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Questão 17 15360649
Médio

CMB 1 Ano 2022
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • História da Arte
  • Modernismo Brasileiro O Brasil da Semana de 22

Após a leitura do Texto, responda à questão.

 

TEXTO

Centenário da Semana de Arte Moderna: novo Brasil e nova Arte

 

Contexto Histórico

 

[1]    A Semana de Arte Moderna aconteceu em fevereiro de 1922, na cidade de São Paulo, cem
anos após a Independência do Brasil, 34 anos após a abolição da escravatura e quatro anos após o fim
da Primeira Guerra Mundial. Naquele contexto, uma questão importante para os artistas brasileiros
era entender como o Brasil tinha se saído desses processos. Isso porque, até aquele momento,
[5] predominava no País uma escola artística chamada Parnasianismo, que era incompatível com o novo
Brasil que emergia da História.

 

O Parnasianismo

 

    Totalmente voltado para temas da antiguidade clássica, o Parnasianismo, cujo início oficial no

Brasil é o ano de 1882, privilegiava uma arte idealizada, irreal. Ele se baseava na doutrina da “arte

pela arte”, ou seja, a arte valia por si mesma, por sua perfeição, beleza e refinamento. Pintura e

escultura privilegiavam uma estética preocupada apenas com a beleza. Na poesia, os olhos estavam

voltados para um passado idealizado, sem contato com a realidade. Os poetas dedicavam-se apenas à

perfeição da estrutura do poema, a uma linguagem rebuscada, culta e formal. Os temas eram sempre

impassíveis, voltados para assuntos universais e racionais.

    A arte brasileira não mostrava nada das disparidades sociais do País, a realidade do povo e

suas mazelas recebiam pouco ou nenhum destaque nos trabalhos artísticos. Na intenção de reverter o

que era arte até aquele momento, começou a ser planejado um evento que revolucionasse essa situação.

 

A Semana de Arte Moderna

 

     A Semana de Arte Moderna se apoiava no pensamento nacionalista de mostrar um Brasil real,

diferente do Brasil que era retratado nas linguagens artísticas oficiais vigentes até o momento. A ideia

era influenciar os artistas contemporâneos para que olhassem para a frente – instaurando o novo – e

experimentassem formas inovadoras de produção artística, criando assim uma arte de vanguarda, mais

livre, que mostrasse o Brasil como uma mistura de culturas e estilos, rompendo assim com a estética

das academias de Belas Artes europeias e as ideias parnasianas. Em outras palavras, pretendia-se criar

uma identidade nacional tirando a cultura brasileira do tempo passado e trazendo-a para a

modernidade. Daí o nome Modernismo.

    O evento aconteceu no Theatro Municipal de São Paulo, em sessões abertas ao público nos

dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, com programação temática que incluía exposição de pinturas,

declamação de poemas, apresentação de palestras e de recitais musicais.

    Vale ressaltar que os trabalhos expostos na Semana não tiveram uma recepção positiva pelos

intelectuais conservadores justamente pelo fato de que rompiam com as tradições artísticas do período.

    Na verdade, as notícias sobre o evento ocorreram majoritariamente em São Paulo, não havendo grande

repercussão nacional. Apenas muitos anos depois de seu acontecimento a Semana de Arte Moderna

foi devidamente estudada e tornou um dos marcos da cena cultural brasileira. Ou seja: não foi um

grande sucesso na época em que aconteceu, mas os debates que gerou; o intercâmbio de ideias e de

técnicas que ampliaram os diversos ramos artísticos; o modo como foi retratada posteriormente; e as

novas manifestações artísticas que surgiram a partir dela garantiram seu lugar na História.

Fontes: Abrão Machado, de Espaço do Conhecimento (com adaptações); Rebeka Fuks, de Cultura Genial (com adaptações).

 

Glossário

Antiguidade clássica: período da história cultural europeia entre os séculos VIII a.C. e V d.C. que compreende as civilizações da Grécia antiga e da Roma antiga, também conhecidas como o mundo greco-romano.

Escola artística: conjunto de ideias, técnicas, linguagens e regras que caracterizam a produção artística de determinada época; elas tanto alteram a expressão artística anterior quanto influenciam o modo de expressão de gerações futuras.

Vanguarda: que vai à frente, que encabeça, pioneiro.

Após a leitura do Texto 1, a respeito do Centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, é correto afirmar:

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Questão 16 15360536
Médio

CMB 1 Ano 2022
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • História da Arte
  • Modernismo Brasileiro O Brasil da Semana de 22

Após a leitura do Texto, responda à questão.

 

TEXTO

Centenário da Semana de Arte Moderna: novo Brasil e nova Arte

 

Contexto Histórico

 

[1]    A Semana de Arte Moderna aconteceu em fevereiro de 1922, na cidade de São Paulo, cem
anos após a Independência do Brasil, 34 anos após a abolição da escravatura e quatro anos após o fim
da Primeira Guerra Mundial. Naquele contexto, uma questão importante para os artistas brasileiros
era entender como o Brasil tinha se saído desses processos. Isso porque, até aquele momento,
[5] predominava no País uma escola artística chamada Parnasianismo, que era incompatível com o novo
Brasil que emergia da História.

 

O Parnasianismo

 

    Totalmente voltado para temas da antiguidade clássica, o Parnasianismo, cujo início oficial no

Brasil é o ano de 1882, privilegiava uma arte idealizada, irreal. Ele se baseava na doutrina da “arte

pela arte”, ou seja, a arte valia por si mesma, por sua perfeição, beleza e refinamento. Pintura e

escultura privilegiavam uma estética preocupada apenas com a beleza. Na poesia, os olhos estavam

voltados para um passado idealizado, sem contato com a realidade. Os poetas dedicavam-se apenas à

perfeição da estrutura do poema, a uma linguagem rebuscada, culta e formal. Os temas eram sempre

impassíveis, voltados para assuntos universais e racionais.

    A arte brasileira não mostrava nada das disparidades sociais do País, a realidade do povo e

suas mazelas recebiam pouco ou nenhum destaque nos trabalhos artísticos. Na intenção de reverter o

que era arte até aquele momento, começou a ser planejado um evento que revolucionasse essa situação.

 

A Semana de Arte Moderna

 

     A Semana de Arte Moderna se apoiava no pensamento nacionalista de mostrar um Brasil real,

diferente do Brasil que era retratado nas linguagens artísticas oficiais vigentes até o momento. A ideia

era influenciar os artistas contemporâneos para que olhassem para a frente – instaurando o novo – e

experimentassem formas inovadoras de produção artística, criando assim uma arte de vanguarda, mais

livre, que mostrasse o Brasil como uma mistura de culturas e estilos, rompendo assim com a estética

das academias de Belas Artes europeias e as ideias parnasianas. Em outras palavras, pretendia-se criar

uma identidade nacional tirando a cultura brasileira do tempo passado e trazendo-a para a

modernidade. Daí o nome Modernismo.

    O evento aconteceu no Theatro Municipal de São Paulo, em sessões abertas ao público nos

dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922, com programação temática que incluía exposição de pinturas,

declamação de poemas, apresentação de palestras e de recitais musicais.

    Vale ressaltar que os trabalhos expostos na Semana não tiveram uma recepção positiva pelos

intelectuais conservadores justamente pelo fato de que rompiam com as tradições artísticas do período.

    Na verdade, as notícias sobre o evento ocorreram majoritariamente em São Paulo, não havendo grande

repercussão nacional. Apenas muitos anos depois de seu acontecimento a Semana de Arte Moderna

foi devidamente estudada e tornou um dos marcos da cena cultural brasileira. Ou seja: não foi um

grande sucesso na época em que aconteceu, mas os debates que gerou; o intercâmbio de ideias e de

técnicas que ampliaram os diversos ramos artísticos; o modo como foi retratada posteriormente; e as

novas manifestações artísticas que surgiram a partir dela garantiram seu lugar na História.

Fontes: Abrão Machado, de Espaço do Conhecimento (com adaptações); Rebeka Fuks, de Cultura Genial (com adaptações).

 

Glossário

Antiguidade clássica: período da história cultural europeia entre os séculos VIII a.C. e V d.C. que compreende as civilizações da Grécia antiga e da Roma antiga, também conhecidas como o mundo greco-romano.

Escola artística: conjunto de ideias, técnicas, linguagens e regras que caracterizam a produção artística de determinada época; elas tanto alteram a expressão artística anterior quanto influenciam o modo de expressão de gerações futuras.

Vanguarda: que vai à frente, que encabeça, pioneiro.

No excerto abaixo, extraído do Texto, todos os vocábulos "que" assumem a função de pronome relativo, uma vez que se remetem a um termo anterior.

 

[A Semana de Arte Moderna] não foi um grande sucesso na época em que aconteceu, mas os debates que ela gerou; o intercâmbio de ideias e de técnicas que ampliaram os diversos ramos artísticos; o modo como foi retratada posteriormente; e as novas manifestações artísticas que surgiram a partir dela garantiram seu lugar na História. (Linhas 32-35)

 

Nas alternativas a seguir, selecione a única opção em que o termo "que" exerce essa mesma função.

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Questão 1 14945250
Médio

ONHB Fase 2 2022
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura História da Arte
  • Arte Urbana e o Grafite Intervenção

Pichação na Bienal de Berlim: arte ou crime?

0_ec1bc6e692dd0050b28ae2bfa20db425_14945250.jpg.png

Foto: (Miguel Ferraz)

 

Paulista ’picha’ curador da Bienal de Berlim

 

Convidados da Bienal de Berlim, aberta no fim de abril, pichadores brasileiros se envolveram numa confusão com os organizadores que teve como saldo a ”pichação” do curador da mostra, o artista polonês Artur Zmijewski. Em meio a uma discussão depois que os brasileiros picharam uma igreja na qual dariam um workshop, Djan Ivson, ou Cripta Djan, 26, o mesmo que pichou o espaço vazio da Bienal de 2010 em São Paulo, esguichou tinta amarela em Zmijewski (...)

Caracterizada pela ousadia curatorial, a bienal berlinense tem como título de sua sétima edição ”Forget Fear” (esqueça o medo). Parte da programação da bienal, o workshop dos pichadores brasileiros ocorreria no último sábado na igreja de Santa Elizabeth. De acordo com o relato de Cripta, que estava acompanhado de outros três colegas do movimento ”Pixação”

(Biscoito, William e R.C.), o grupo chegou disposto a demonstrar seu trabalho, mas não no formato didático tradicional de um workshop. ”Não tem como dar workshop de pichação, porque pichação só acontece pela transgressão e no contexto da rua”, disse Cripta à Folha, por telefone. Os convidados passaram a escalar o prédio da igreja e a pichar. Segundo Cripta, os organizadores se desesperaram com a atitude e disseram que eles não estavam autorizados a mexer naqueles lugares. ”Assim que é bom. Se não é pra pichar, nós vamos pichar. Não adianta querer controlar o incontrolável”

(…) O curador chamou a polícia. De acordo com o brasileiro, os policiais quiseram prender o grupo, mas, ainda segundo Cripta, recuou após intervenções do público e de explicações de que eram convidados da Bienal (…) A bienal, que vai até o dia 1º/7, busca escancarar os conflitos da sociedade de hoje (…) ”Eles nos convidaram porque queriam conhecer nossa ’pixação’. Pronto, conheceram”, disse Cripta.

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal eletrônico ORIGEM: Pichação na Bienal de Berlim: arte ou crime?. In. Folha de São Paulo. 16/06/2012. Disponível em: http://direito.folha.uol.com.br/blog/pichao-na-bienal-de-berlim-arte-ou-crime CRÉDITOS: Folha de São Paulo; Foto: Miguel Ferraz. PALAVRAS-CHAVE: bienal de berlim, arte urbana, história da arte

 

Com base no documento e em seus conhecimentos sobre o tema escolha a alternativa mais adequada:

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Questão 2 14936043
Médio

ONHB Fase 1 2022
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura História da Arte
  • Arte Brasileira Contemporânea Arte e Cultura Indígenas Brasileira

A partir da obra ReAntropofagia (2019) de Denilson Baniwa, assinale a alternativa mais pertinente:

 

ReAntropofagia, 2019

0_466611538e10c0eb96905e0b1ae8ba03_14936043.jpg.png

Transcrição do bilhete retratado

“Aqui jaz o simulacro Macunaíma, jazem juntos a ideia de povo brasileiro e a antropofagia temperada com bordeaux e pax mongólica. Que desta longa digestão renasça Makunaimî e a antropofagia originária que pertence a nós, indígenas”.

Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Técnica mista OBSERVAÇÃO: Agradecemos Denilson Baniwa por gentilmente
ceder a imagem para uso na ONHB.
A ONHB tem autorização para a utilização em sua prova e não se responsabiliza por utilização indevida,
cabendo a quem pretender reproduzir o material entrar em contato com o detentor de direitos legais
sobre o documento. ORIGEM: Denilson Baniwa. ReAntropofagia, 2019, técnica mista, 100 x120cm.
Coleção do artista. Foto: Isabela Matheus. Disponível em:
https://ims.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Re-Antropofagia_1200.jpg CRÉDITOS: Denilson
Baniwa; Foto: Isabela Matheus. TÉCNICA: Técnica mista DIMENSÕES: 100 x120cm
PALAVRAS-CHAVE: arte, indígenas, modernismo

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Questão 30 11503335
Médio

Pref. de São Paulo 9º Ano Prova Semestral 2019
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura História da Arte
  • Arte Brasileira Arte Naif

    Uma das quatro obras que seguem é exemplo de arte naïf, uma tendência que se caracteriza pela ausência das técnicas usuais de representação (uso científi co da perspectiva, formas convencionais de composição e de utilização das cores), pela visão ingênua de mundo, pelo uso de cores brilhantes e alegres - fora dos padrões usuais, além da simplifi cação dos elementos decorativos.

Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/termo5357/arte-naif. Acesso em: 05 mai. 2019 (adaptado)

 

I. PICASSO, Pablo. Autorretrato. [1907]. 1 óleo sobre tela.

Disponível em: https://www.pablopicasso.org. Acesso em: 06 mai. 2019.

 

II. POTEIRO, Antônio. Sem título.

Disponível em: http://www.antoniopoteiro.com/. Acesso em: 06 mai. 2019.

 

III. RENOIR, Pierre-Auguste. Rosa e azul - As meninas Cahen d'Anvers. [1881]. 1 óleo sobre tela.

Disponível em: https://masp.org.br/. Acesso em: 06 mai. 2019.

 

IV. SOUSA, Maurício. Mônica Lisa. [2001]. 1 acrílico sobre tela.

Disponível em: http://obviousmag.org/pausas/2015/os-quadroes-de-mauricio-e-o- -ensino-de-artes-para-criancas.html. Acesso em: 06 mai. 2019.

 

É exemplo de arte naïf, a obra retratada em

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Questão 10 616075
Médio

COTIL 1° Ano 2019
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • História da Arte Leitura e Interpretação de Texto
  • Conceitos e Contextos Gêneros textuais não verbais e mistos

Texto para a questão.

 

Street art são intervenções urbanas artísticas com temáticas que contornam desde política até religião, passando por problemas sociais etc. Essa arte pode ser feita por meio de pinturas, esculturas ou instalações. Seja de que forma for, a arte urbana é uma arte marginal e não está atrelada a nenhum padrão estético. Sendo assim, considera-se que ela seja livre, sendo a expressão máxima da sociedade e do ser cidadão.

 

No Brasil e no mundo, a arte de rua tem estado presente nas maiores e mais importantes cidades, geralmente em muros ou paredes de grande escala. Essa arte - além de embelezar a cidade de um jeito econômico e muito original, fazendo cada cidade ser única e ter seu próprio estilo - também faz o papel da denúncia e do protesto. E há também uma outra importante característica: o papel da inclusão social. Vários artistas do estilo promovem a arte por meio de suas intervenções, estimulando a criatividade em jovens e crianças de partes mais remotas da cidade. Muitas comunidades mais pobres são convidadas a se juntarem aos artistas para transmitirem uma ideia, um conceito ou uma mensagem política, ou apenas para criar arte e beleza.

 

Com cerca de 20.000 anos de evolução cultural por trás disso, o grafite, a pichação ou street urban art ainda são arte e nada parece capaz de deter a sua popularidade fenomenal. A ideia simples de desenhar em uma parede tornou-se algo verdadeiramente extraordinário em um mundo cada vez mais emparedado e murado. Percorremos um longo caminho desde as pinturas nas cavernas. Era inevitável que o roteiro fosse substituído por imagens e estas se destacassem com contrastes excepcionais. O advento do grafite ilustrado foi, sem dúvida, responsável pelo impulso maior de seguidores entre a população em geral. Como o estilo da escrita é quase completamente ilegível para o olho destreinado, fotos em grafite permitem uma mensagem mais clara, mais pungente.

 

Em março de 2009, o governo brasileiro aprovou a lei 706/07, que descriminaliza a arte de rua, e sua legalização também é realizada pelo consentimento dos proprietários de muros e fachadas grafitadas. Isso se torna um reflexo da paisagem evoluindo em arte nas ruas brasileiras.
(Adaptado de BORGES, Rejane. O Movimento de Arte Urbana (Street Art) no Brasil. OBVIOUS. Caderno Artes e Ideias. Disponível em http://obviousmag.org/archives/2014/03/o_movimento_de_arte_urbana_street_art_no_brasil.html. Acessado em 11/08/2018.)

 

(Disponível em https://www.revistaforum.com.br. Acessado em 11/08/18.)

O texto tematiza algumas transformações das funções da arte na atualidade, exceto:

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