Questões de EFAF Arte - Artes Integradas
169 Questões
Questão
2 10135930
Fácil
CMPA 1º Ano - Língua Portuguesa 2020
Leia atentamente o texto da prova e responda à questão proposta, assinalando a única opção correta, de acordo com o que for solicitado.
Texto
O que é cinema?
Cinema é, antes de tudo, um processo que permite a realização de filmes.
Também é outras coisas. Milhares de pessoas estudam cinema não para fazer filmes, e
sim para arquivá-los, pesquisá-los, entendê-los, criar teorias sobre eles e criticá-los.
Essas pessoas são importantes e fazem parte do mundo do cinema. Mas não terão
[05] espaço neste livro, que é dedicado aos que simplesmente querem fazer filmes.
Vou chamar genericamente de “filme” qualquer sequência de imagens em
movimento com som sincronizado que conta uma história. Não importa a duração, o
suporte ou a forma de veiculação, [...] o desafio é o mesmo: contar uma história e
encantar o espectador.
[10] Nem todos os filmes contam histórias de forma explicita. O cinema
contemporâneo às vezes faz um esforço enorme para esconder a história, ou
transformá-la em algo tão tênue que mal podemos percebê-la. Os chamados filmes
contemplativos, em que quase nada acontece, estão na moda. Alguns até são muito
bons. Mas, para quem quer fazer seu primeiro filme, recomendo pensar que a história é
[15] muito importante e não deve ser escondida.
[...]
Há três elementos fundamentais na elaboração de um filme: o roteiro, a
produção e a direção. [...] Todos os membros da equipe são importantes, mas é em
torno desses três núcleos que as pessoas se movimentam e exercem suas funções. Vou
[20] começar a organizar a equipe partindo dessa ideia, tentando manter as coisas no nivel
mais simples possível. Simplicidade é uma qualidade a ser perseguida em seu primeiro
filme. Depois veremos como, partindo dessa organização básica, podemos chegar a uma
equipe enxuta, mas completa.
(a) ROTEIRO - é a turma que desenvolve a história em sua forma
[25] cinematográfica.
[...].
Por enquanto é importante dizer que o roteiro, quando concluído, é o documento
que permite a toda a equipe saber que filme será realizado. A história, escrita por uma,
duas, três, ou até mais pessoas, agora está disponivel para todos na forma de um guia
[30] preciso, que conta o que acontece, o que os personagens falam e em que ordem o filme
será montado.
(b) PRODUÇÃO - é a turma encarregada de tocar todos os processos que
transformarão o roteiro em filme. [...] Produzir um filme envolve:
- analisar o roteiro [...];
[35] - reunir os recursos [...];
- formar a equipe e o elenco (atores e atrizes) [...];
- Usar os recursos sabiamente [...];
- supervisionar todas as etapas de realização [...];
- quando o filme estiver pronto, trabalhar para que ele seja visto pelo maior
[40] número possivel de pessoas.
(c) DIREÇÃO - é a turma encarregada de tornar o filme bom. Ou ótimo. Ou
excepcional. Uma obra de arte! [...] Sem direção, um filme não tem alma, é só um
corpo que anda sem razão, um morto-vivo idiota que merece um tiro de misericórdia.
[...] A direção coordena o set e responde a todas as perguntas sobre o filme.
[45] Nada pode escapar ao seu olhar crítico e implacável.
[...]
Então, agora que você conhece um pouco sobre os três núcleos básicos da
realização de um filme, tá na hora de perguntar: como planejar as coisas de modo que
esses núcleos funcionem bem no seu primeiro filme? Vamos desdobrar cada núcleo e
[50] preenchê-los com gente, ou seja, com você e com seus companheiros cineastas.
GERBASE, Carlos. Cinema - primeiro filme. Porto Alegre: Ed. Artes e Ofícios, 2012. Adaptado.
Os elementos “e sim” (Is.02-03), “que” (l.12) e “e” (l.19), no contexto discursivo do texto, têm, respectivamente, valor semântico de:
Questão
27 11503253
Fácil
Pref. de São Paulo 9º Ano Prova Semestral 2019
William Erwin Eisner foi um renomado quadrinista e excelente desenhista que elevou as histórias em quadrinhos ao status de arte sequencial. Observe algumas de suas ilustrações, representando diferentes expressões faciais.

EISNER, Will. Quadrinhos e Arte Sequencial. São Paulo: Martins Fontes, 2001 (adaptado).
Entre as ilustrações de expressões faciais, aquela que melhor representa o sentimento de despedida é a do quadrinho
Questão
26 11503227
Fácil
Pref. de São Paulo 9º Ano Prova Semestral 2019

Disponível em: http://idealmt.com. br/?p=50817. Acesso em: 17 mai. 2017.
I. Som da chuva caindo

Disponível em: https://www.youtube.com/ watch?v=qDgpzP_orm0. Acesso em: 17 mai. 2017.
II. Som do rugido do leão

Disponível em: http://www.revistaamerica chorro/. Acesso em: 17 mai. 2017. - patrimonio.org/. Acesso em: 17 mai. 2017.
III. Som do contrabaixo

Disponível em: http://racas.org/acessorios-para-cachorros/camas-para-caDisponível em: http://www.revistaamerica chorro/. Acesso em: 17 mai. 2017.
IV. Som do gato dormindo
As imagens retratam diferentes tipos de sons, alguns mais intensos e outros menos intensos.
A imagem que retrata a ocorrência de um som menos intenso é a de número
Questão
6 11066089
Fácil
IFTM Integrados 2019/1
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir.
Uma crítica a “La Casa de Papel”: a história de um assalto digno de aplausos

Fonte: Gettyimages Em um grupo de oito ladrões de personalidades bem distintas, a casa da moeda é tomada com 60 reféns em seu interior. O objetivo do bando é executar o plano do professor: roubar 2,4 bilhões de Euros.
No finalzinho de 2017, a Netflix disponibilizou em seu catálogo a primeira parte de “La Casa de Papel”, que conseguiu roubar sua atenção logo no primeiro episódio, cheio de ação, suspense, planos geniais e plot twists matadoras.
A minissérie espanhola se tornou um fenômeno de público no Brasil, e uma das séries mais assistidas da história da plataforma. Em seu país original, ela foi lançada originalmente com um total de 15 episódios, porém, pelo mundo, a Netflix dividiu a temporada em duas partes com um total de 22 episódios.
A história acompanha um homem genial, chamado Professor (Álvaro Morte), que recruta oito criminosos para assaltar a Casa da Moeda da Espanha – em um plano surpreendentemente contundente. Cada passo desse perfeito plano do professor é contado pela narradora Tokio, interpretada pela maravilhosa Úrsula Corberó, uma ladra que se tornou uma assassina após seu noivo ser morto durante um assalto.
Usando flashbacks, nós vamos conhecendo um pouco mais de cada um dos ladrões e tendo empatia com eles, algo similar à Síndrome de Estocolmo. Afinal, nós entendemos as motivações de cada um dos ladrões.
Todos os personagens são tridimensionais e aprofundados, e cada personalidade é trabalhada separadamente, deixando a série mais interessante e viciante. É muito difícil conseguir não ir direto para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa mais curiosos pelo desfecho da história.
Além de conhecer o passado dos assaltantes, nós também conhecemos um pouco do drama de alguns dos reféns, com destaque para a atriz Esther Acebo, que interpreta Mónica, em uma atuação sensacional.
Na primeira parte, somos apresentados aos personagens e às reviravoltas em torno do plano genial do professor. Na segunda parte, enquanto o barco começa a afundar e o plano é colocado em cheque, nossos bandidos preferidos partem para a ação para salvar suas próprias peles.
Criada por Álex Pina, “La Casa de Papel” tem um roteiro genial e atuações acima da média, e já se tornou um fenômeno no Brasil. É uma série que te prende na frente da TV do começo ao fim, cheia de suspense, drama e reviravoltas de tirar o chapéu, mesmo sendo contada em apenas uma temporada.
O desfecho é agridoce, e pode deixar as pessoas de queixo caído com o destino de alguns desses personagens.
Minha nota para “La Casa de Papel” é 10. De tirar o chapéu! Não perca!
Disponível em: https://cinepop.com.br. Adaptado. Acesso em: 5 set. 2018
Pesquisadores da linguagem têm afirmado recorrentemente que tipologias textuais são fundamentais para situações comunicativas, sejam elas escritas ou verbais e que o que difere uma tipologia de outra são as diferenças linguísticas existentes. Para esses pesquisadores, não raramente textos podem apresentar mais de uma tipologia predominante.
Ao considerar a crítica feita ao seriado “La Casa de Papel” e a tipologia textual empregada, pode-se afirmar que:
Questão
3 11066067
Fácil
IFTM Integrados 2019/1
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir.
Uma crítica a “La Casa de Papel”: a história de um assalto digno de aplausos

Fonte: Gettyimages Em um grupo de oito ladrões de personalidades bem distintas, a casa da moeda é tomada com 60 reféns em seu interior. O objetivo do bando é executar o plano do professor: roubar 2,4 bilhões de Euros.
No finalzinho de 2017, a Netflix disponibilizou em seu catálogo a primeira parte de “La Casa de Papel”, que conseguiu roubar sua atenção logo no primeiro episódio, cheio de ação, suspense, planos geniais e plot twists matadoras.
A minissérie espanhola se tornou um fenômeno de público no Brasil, e uma das séries mais assistidas da história da plataforma. Em seu país original, ela foi lançada originalmente com um total de 15 episódios, porém, pelo mundo, a Netflix dividiu a temporada em duas partes com um total de 22 episódios.
A história acompanha um homem genial, chamado Professor (Álvaro Morte), que recruta oito criminosos para assaltar a Casa da Moeda da Espanha – em um plano surpreendentemente contundente. Cada passo desse perfeito plano do professor é contado pela narradora Tokio, interpretada pela maravilhosa Úrsula Corberó, uma ladra que se tornou uma assassina após seu noivo ser morto durante um assalto.
Usando flashbacks, nós vamos conhecendo um pouco mais de cada um dos ladrões e tendo empatia com eles, algo similar à Síndrome de Estocolmo. Afinal, nós entendemos as motivações de cada um dos ladrões.
Todos os personagens são tridimensionais e aprofundados, e cada personalidade é trabalhada separadamente, deixando a série mais interessante e viciante. É muito difícil conseguir não ir direto para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa mais curiosos pelo desfecho da história.
Além de conhecer o passado dos assaltantes, nós também conhecemos um pouco do drama de alguns dos reféns, com destaque para a atriz Esther Acebo, que interpreta Mónica, em uma atuação sensacional.
Na primeira parte, somos apresentados aos personagens e às reviravoltas em torno do plano genial do professor. Na segunda parte, enquanto o barco começa a afundar e o plano é colocado em cheque, nossos bandidos preferidos partem para a ação para salvar suas próprias peles.
Criada por Álex Pina, “La Casa de Papel” tem um roteiro genial e atuações acima da média, e já se tornou um fenômeno no Brasil. É uma série que te prende na frente da TV do começo ao fim, cheia de suspense, drama e reviravoltas de tirar o chapéu, mesmo sendo contada em apenas uma temporada.
O desfecho é agridoce, e pode deixar as pessoas de queixo caído com o destino de alguns desses personagens.
Minha nota para “La Casa de Papel” é 10. De tirar o chapéu! Não perca!
Disponível em: https://cinepop.com.br. Adaptado. Acesso em: 5 set. 2018
Enquanto discorre sobre a série “La Casa de Papel”, o autor do texto utiliza o termo “contundente” para descrever o plano traçado pelo Professor.
É um antônimo da palavra “contundente”:
Questão
2 11066056
Fácil
IFTM Integrados 2019/1
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir.
Uma crítica a “La Casa de Papel”: a história de um assalto digno de aplausos

Fonte: Gettyimages Em um grupo de oito ladrões de personalidades bem distintas, a casa da moeda é tomada com 60 reféns em seu interior. O objetivo do bando é executar o plano do professor: roubar 2,4 bilhões de Euros.
No finalzinho de 2017, a Netflix disponibilizou em seu catálogo a primeira parte de “La Casa de Papel”, que conseguiu roubar sua atenção logo no primeiro episódio, cheio de ação, suspense, planos geniais e plot twists matadoras.
A minissérie espanhola se tornou um fenômeno de público no Brasil, e uma das séries mais assistidas da história da plataforma. Em seu país original, ela foi lançada originalmente com um total de 15 episódios, porém, pelo mundo, a Netflix dividiu a temporada em duas partes com um total de 22 episódios.
A história acompanha um homem genial, chamado Professor (Álvaro Morte), que recruta oito criminosos para assaltar a Casa da Moeda da Espanha – em um plano surpreendentemente contundente. Cada passo desse perfeito plano do professor é contado pela narradora Tokio, interpretada pela maravilhosa Úrsula Corberó, uma ladra que se tornou uma assassina após seu noivo ser morto durante um assalto.
Usando flashbacks, nós vamos conhecendo um pouco mais de cada um dos ladrões e tendo empatia com eles, algo similar à Síndrome de Estocolmo. Afinal, nós entendemos as motivações de cada um dos ladrões.
Todos os personagens são tridimensionais e aprofundados, e cada personalidade é trabalhada separadamente, deixando a série mais interessante e viciante. É muito difícil conseguir não ir direto para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa mais curiosos pelo desfecho da história.
Além de conhecer o passado dos assaltantes, nós também conhecemos um pouco do drama de alguns dos reféns, com destaque para a atriz Esther Acebo, que interpreta Mónica, em uma atuação sensacional.
Na primeira parte, somos apresentados aos personagens e às reviravoltas em torno do plano genial do professor. Na segunda parte, enquanto o barco começa a afundar e o plano é colocado em cheque, nossos bandidos preferidos partem para a ação para salvar suas próprias peles.
Criada por Álex Pina, “La Casa de Papel” tem um roteiro genial e atuações acima da média, e já se tornou um fenômeno no Brasil. É uma série que te prende na frente da TV do começo ao fim, cheia de suspense, drama e reviravoltas de tirar o chapéu, mesmo sendo contada em apenas uma temporada.
O desfecho é agridoce, e pode deixar as pessoas de queixo caído com o destino de alguns desses personagens.
Minha nota para “La Casa de Papel” é 10. De tirar o chapéu! Não perca!
Disponível em: https://cinepop.com.br. Adaptado. Acesso em: 5 set. 2018
Diversos filmes e séries optam por abordar doenças ou estados psicológicos. Na série “La Casa de Papel”, Álex Pina decide explorar a “Síndrome de Estocolmo”. O termo nasceu há 45 anos na capital sueca Estocolmo, em um assalto a um banco com reféns, que durou seis dias.
A respeito dessa condição psicológica, é correto afirmar que ela: