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Questões de EFAF Arte

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451 Questões

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Questão 12 10449022
Fácil

OBI 1° Ano - Nível 1 Fase 1 2011
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Visuais
  • Cores Elaboração de Composições
  • Classificações

Arte Minimalista

 

A professora de Artes decidiu fazer um concurso de desenho entre os alunos. Cada competidor deve submeter dois desenhos, um para ser usado num cartão de Aniversário e um para ser usado num cartão de Natal. Juntos, os dois desenhos de um competidor devem obrigatoriamente usar as seguintes cores: azul, vermelho, verde, amarelo, rosa, preto e laranja. No entanto, cada cor pode ser usada em apenas um dos dois desenhos de um competidor. Além disso, as seguintes condições devem ser obedecidas:

 

• Vermelho e amarelo devem ser utilizados no mesmo desenho.
• Azul e amarelo não podem ser utilizados no mesmo desenho.
• Preto e laranja não podem ser utilizados no mesmo desenho.
• O desenho do cartão de Aniversário deve usar no máximo três cores.

Se o desenho do cartão de Aniversário de um competidor não usa azul, então o desenho do cartão de Aniversário desse competidor necessariamente usa

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Questão 11 10448999
Fácil

OBI 1° Ano - Nível 1 Fase 1 2011
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Visuais Raciocínio lógico
  • Elementos plásticos visuais: cores, formas, linhas Processos de criação
  • Criação: Artes visuais
  • Recursos: convencionais, digitais

Arte Minimalista

 

A professora de Artes decidiu fazer um concurso de desenho entre os alunos. Cada competidor deve submeter dois desenhos, um para ser usado num cartão de Aniversário e um para ser usado num cartão de Natal. Juntos, os dois desenhos de um competidor devem obrigatoriamente usar as seguintes cores: azul, vermelho, verde, amarelo, rosa, preto e laranja. No entanto, cada cor pode ser usada em apenas um dos dois desenhos de um competidor. Além disso, as seguintes condições devem ser obedecidas:

 

• Vermelho e amarelo devem ser utilizados no mesmo desenho.
• Azul e amarelo não podem ser utilizados no mesmo desenho.
• Preto e laranja não podem ser utilizados no mesmo desenho.
• O desenho do cartão de Aniversário deve usar no máximo três cores.

Qual das alternativas seguintes poderia ser uma lista completa das cores utilizadas no desenho do cartão de Natal de um competidor?

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Questão 4 10165743
Fácil

CMJF 1° Ano - Prova de Português 2011
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas Artes Visuais
  • Charge/Cartum Contextos e práticas
  • Práticas artísticas
  • Dimensões: social/cultural

TEXTO

Charge do Centro de Mídia Independente, CMI Brasil

Disponivel em: http://www.ecodebate.com.br Acesso em: 31/08/2011. Matéria da Agência Notisa, no JB online.

    “Dizem que os brasileiros são um povo bem-humorado. Mas o que é o humor?

    (...)

    Há diferentes as de expressão do humor e, segundo grandes humoristas, essa é a arte de 'fazer rir', ou de 'rir pensando', ou de 'pensar rindo”.

(Adaptado do livro Português Linguagens — vol.B — 6º edição — William Roberto Cereja - SP — Atual) .

 

De acordo com o excerto acima, só NÃO se pode concluir, em relação ao texto, Charge do Centro de Mídia Independente, que o humor:

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Questão 20 10737010
Fácil

CMBH 6° Ano - Português 2010
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas
  • Literatura e Arte Mistura de Técnicas e Linguagens

TEXTO

 

ÍCARO

 

    Dédalo construiu o labirinto para Minos, mas, depois, caiu no desagrado do rei e foi aprisionado em
uma torre. Conseguiu fugir da prisão, mas não podia sair da ilha por mar, pois o rei mantinha severa
vigilância sobre todos os barcos que partiam e não permitia que nenhuma embarcação zarpasse antes de
ser rigorosamente revistada.
[5]    “Minos pode vigiar a terra e o mar, mas não o ar” - disse Dédalo. “Tentarei esse caminho.”
    Pôs-se, então, a fabricar asas para ele próprio e para seu jovem filho, Ícaro. Uniu as penas, começando
das menores e acrescentado as maiores, de modo a formar uma superfície crescente. Prendeu as penas
maiores com fios e as menores com cera e deu ao conjunto uma curvatura delicada, como as asas das aves.
O menino Ícaro, de pé, ao seu lado, contemplava o trabalho, ora correndo para ir apanhar as penas que o
[10] vento levava, ora modelando a cera com os dedos e prejudicando, com seus folguedos, o trabalho do pai.
Quando, afinal, o trabalho foi terminado, o artista, agitando as asas, viu-se flutuando e equilibrando-se no
ar. Em seguida, equipou o filho da mesma maneira e ensinou-o a voar, como a ave ensina ao filhote,
lançando-o ao ar, do elevado ninho.
    - Ícaro, meu filho – disse, quando tudo ficou pronto para o voo - , recomendo-te que voes a uma altura
[15] moderada, pois, se voares muito baixo, a umidade emperrará tuas asas e, se voares muito alto, o calor as
derreterá. Conserva-te perto de mim e estarás em segurança.
    Enquanto dava essas instruções e ajustava as asas aos ombros do filho, Dédalo tinha o rosto coberto de
lágrimas e suas mãos tremiam. Beijou o menino, sem saber que era pela última vez, depois, elevando-se
em suas asas, voou, encorajando o filho a fazer o mesmo e olhando para trás, a fim de ver como o menino
[20] manejava as asas. Ao ver os dois voarem, o lavrador parava o trabalho para contemplá-los e o pastor
apoiava-se no cajado, voltando os olhos para o ar, atônitos ante o que viam, e julgando que eram deuses
aqueles que conseguiam cortar o ar de tal modo.
    Os dois haviam deixado Samos e Delos à esquerda e Lebintos à direita, quando o rapazinho, exultante
com o voo, começou a abandonar a direção do companheiro e a elevar-se para alcançar o céu. A
[25] proximidade do ardente sol amoleceu a cera que prendia as penas e estas desprenderam-se. O jovem
agitava os braços, mas já não havia penas para sustentá-lo no ar. Lançando gritos dirigidos ao pai,
mergulhou nas águas azuis do mar que, de então para diante, recebeu o seu nome.
    - Ícaro, Ícaro, onde estás? - gritou o pai.
    Afinal, viu as penas flutuando na água e, amargamente, lamentando a própria arte, enterrou o corpo e
[30] denominou a região Icária, em memória ao filho. Dédalo chegou são e salvo à Sicília, onde ergueu um
templo a Apolo, lá depositando as asas, que ofereceu ao deus.

(Thomas Bulfinch. O livro de ouro da mitologia, Rio, Ed. Tecnoprint, 1965, p. 174-6)

O trecho cuja expressão exprime uma circunstância de lugar é:

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Questão 19 10737009
Fácil

CMBH 6° Ano - Português 2010
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura
  • Cultura Popular e Folclore

TEXTO

 

ÍCARO

 

    Dédalo construiu o labirinto para Minos, mas, depois, caiu no desagrado do rei e foi aprisionado em
uma torre. Conseguiu fugir da prisão, mas não podia sair da ilha por mar, pois o rei mantinha severa
vigilância sobre todos os barcos que partiam e não permitia que nenhuma embarcação zarpasse antes de
ser rigorosamente revistada.
[5]    “Minos pode vigiar a terra e o mar, mas não o ar” - disse Dédalo. “Tentarei esse caminho.”
    Pôs-se, então, a fabricar asas para ele próprio e para seu jovem filho, Ícaro. Uniu as penas, começando
das menores e acrescentado as maiores, de modo a formar uma superfície crescente. Prendeu as penas
maiores com fios e as menores com cera e deu ao conjunto uma curvatura delicada, como as asas das aves.
O menino Ícaro, de pé, ao seu lado, contemplava o trabalho, ora correndo para ir apanhar as penas que o
[10] vento levava, ora modelando a cera com os dedos e prejudicando, com seus folguedos, o trabalho do pai.
Quando, afinal, o trabalho foi terminado, o artista, agitando as asas, viu-se flutuando e equilibrando-se no
ar. Em seguida, equipou o filho da mesma maneira e ensinou-o a voar, como a ave ensina ao filhote,
lançando-o ao ar, do elevado ninho.
    - Ícaro, meu filho – disse, quando tudo ficou pronto para o voo - , recomendo-te que voes a uma altura
[15] moderada, pois, se voares muito baixo, a umidade emperrará tuas asas e, se voares muito alto, o calor as
derreterá. Conserva-te perto de mim e estarás em segurança.
    Enquanto dava essas instruções e ajustava as asas aos ombros do filho, Dédalo tinha o rosto coberto de
lágrimas e suas mãos tremiam. Beijou o menino, sem saber que era pela última vez, depois, elevando-se
em suas asas, voou, encorajando o filho a fazer o mesmo e olhando para trás, a fim de ver como o menino
[20] manejava as asas. Ao ver os dois voarem, o lavrador parava o trabalho para contemplá-los e o pastor
apoiava-se no cajado, voltando os olhos para o ar, atônitos ante o que viam, e julgando que eram deuses
aqueles que conseguiam cortar o ar de tal modo.
    Os dois haviam deixado Samos e Delos à esquerda e Lebintos à direita, quando o rapazinho, exultante
com o voo, começou a abandonar a direção do companheiro e a elevar-se para alcançar o céu. A
[25] proximidade do ardente sol amoleceu a cera que prendia as penas e estas desprenderam-se. O jovem
agitava os braços, mas já não havia penas para sustentá-lo no ar. Lançando gritos dirigidos ao pai,
mergulhou nas águas azuis do mar que, de então para diante, recebeu o seu nome.
    - Ícaro, Ícaro, onde estás? - gritou o pai.
    Afinal, viu as penas flutuando na água e, amargamente, lamentando a própria arte, enterrou o corpo e
[30] denominou a região Icária, em memória ao filho. Dédalo chegou são e salvo à Sicília, onde ergueu um
templo a Apolo, lá depositando as asas, que ofereceu ao deus.

(Thomas Bulfinch. O livro de ouro da mitologia, Rio, Ed. Tecnoprint, 1965, p. 174-6)

“(...) A proximidade do ardente sol amoleceu a cera que prendia as penas e estas desprenderam-se. (...)” (linhas 24 e 25).

 

É possível encontrar no trecho citado:

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Questão 11 10737000
Fácil

CMBH 6° Ano - Português 2010
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura História da Arte
  • Arte da Grécia e da Roma Antigas Museus e Patrimônio

TEXTO

 

ÍCARO

 

    Dédalo construiu o labirinto para Minos, mas, depois, caiu no desagrado do rei e foi aprisionado em
uma torre. Conseguiu fugir da prisão, mas não podia sair da ilha por mar, pois o rei mantinha severa
vigilância sobre todos os barcos que partiam e não permitia que nenhuma embarcação zarpasse antes de
ser rigorosamente revistada.
[5]    “Minos pode vigiar a terra e o mar, mas não o ar” - disse Dédalo. “Tentarei esse caminho.”
    Pôs-se, então, a fabricar asas para ele próprio e para seu jovem filho, Ícaro. Uniu as penas, começando
das menores e acrescentado as maiores, de modo a formar uma superfície crescente. Prendeu as penas
maiores com fios e as menores com cera e deu ao conjunto uma curvatura delicada, como as asas das aves.
O menino Ícaro, de pé, ao seu lado, contemplava o trabalho, ora correndo para ir apanhar as penas que o
[10] vento levava, ora modelando a cera com os dedos e prejudicando, com seus folguedos, o trabalho do pai.
Quando, afinal, o trabalho foi terminado, o artista, agitando as asas, viu-se flutuando e equilibrando-se no
ar. Em seguida, equipou o filho da mesma maneira e ensinou-o a voar, como a ave ensina ao filhote,
lançando-o ao ar, do elevado ninho.
    - Ícaro, meu filho – disse, quando tudo ficou pronto para o voo - , recomendo-te que voes a uma altura
[15] moderada, pois, se voares muito baixo, a umidade emperrará tuas asas e, se voares muito alto, o calor as
derreterá. Conserva-te perto de mim e estarás em segurança.
    Enquanto dava essas instruções e ajustava as asas aos ombros do filho, Dédalo tinha o rosto coberto de
lágrimas e suas mãos tremiam. Beijou o menino, sem saber que era pela última vez, depois, elevando-se
em suas asas, voou, encorajando o filho a fazer o mesmo e olhando para trás, a fim de ver como o menino
[20] manejava as asas. Ao ver os dois voarem, o lavrador parava o trabalho para contemplá-los e o pastor
apoiava-se no cajado, voltando os olhos para o ar, atônitos ante o que viam, e julgando que eram deuses
aqueles que conseguiam cortar o ar de tal modo.
    Os dois haviam deixado Samos e Delos à esquerda e Lebintos à direita, quando o rapazinho, exultante
com o voo, começou a abandonar a direção do companheiro e a elevar-se para alcançar o céu. A
[25] proximidade do ardente sol amoleceu a cera que prendia as penas e estas desprenderam-se. O jovem
agitava os braços, mas já não havia penas para sustentá-lo no ar. Lançando gritos dirigidos ao pai,
mergulhou nas águas azuis do mar que, de então para diante, recebeu o seu nome.
    - Ícaro, Ícaro, onde estás? - gritou o pai.
    Afinal, viu as penas flutuando na água e, amargamente, lamentando a própria arte, enterrou o corpo e
[30] denominou a região Icária, em memória ao filho. Dédalo chegou são e salvo à Sicília, onde ergueu um
templo a Apolo, lá depositando as asas, que ofereceu ao deus.

(Thomas Bulfinch. O livro de ouro da mitologia, Rio, Ed. Tecnoprint, 1965, p. 174-6)

“(...) ... e amargamente, lamentamos a própria arte, ... (...)” (linha 29).

 

Na frase, a palavra sublinhada se refere:

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