• Ensino Fundamental
    • Painel
    • Questões
      • Questões
      • Lista de exercícios
      • Provas
      • Simulados TRI
      • Simulados
    • Desempenho
      • Meu Desempenho
    • Desafios
      • Ranking
    • Login / Cadastro Login

Ajuda

Central de ajuda Abrir ajuda pelo chat

...

...

Questões de EFAF Arte - Artes Integradas

Filtro rápido

169 Questões

Fonte

Questão 14 10573166
Difícil

SENAI 1° Ano - CGE 2059 2013/1
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Arte Audiovisual Cinema

Publicado no Jornal do Commercio em 21 de junho de 1896:

 

    Conforme venho anunciado, brevemente teremos ocasião de admirar o cinematógrafo, uma das maravilhas deste fim de século. Todos nós vimos o kinetoscópio de Edison, o qual reproduz o movimento por meio da passagem rápida, em frente à retina, de uma série de fotografias instantâneas. Mas no kinetoscópio as figuras eram pequeninas e só uma pessoa de cada vez podia apreciá-lo. O cinematographo, inventado pelos irmãos Lumière, apresenta-nos as figuras em tamanho natural, podendo ser vistas por um número qualquer de espectadores.

Fonte: SÜSSEKIND, F. Cinematógrafo das letras. São Paulo: Cia. das Letras, 1987. 14.

 

O fato noticiado por esse texto é

Ver comentários

Questão 16 10641202
Difícil

CMPA 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa 2012
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas Artes Visuais
  • Narrativas Pessoais e Visuais Observação e Representação da Natureza

Instrução: responda à questão considerando o texto.

 

Texto

 

A menina que desenhava

 

    Em uma cidadezinha do interior, vivia uma menina chamada Isabela. A menina morava
com seus pais e seu irmãozinho e adorava desenhar. Vivia desenhando.
    Sua cidade era muito bonita, tinha um parque cheio de árvores, pássaros e um lago
com muitos peixinhos coloridos. Isabela adorava a natureza que havia a sua volta. O céu de lá
[5] era de um azul tão azul, mas tão azul, que contrastava com aquelas nuvens tão branquiiiinhas!
E o ar? O ar dava gosto de respirar de tão puro.
    À medida que Isabela crescia, sua cidade também se desenvolvia. Mas tinha um
problema: a cidade dela crescia desordenadamente e, por isso, aconteceram coisas horríveis.
De repente, as árvores foram desaparecendo e, em seus lugares, foram surgindo prédios,
[10] fábricas, lojas e outras coisas mais.
    Então Isa começou a ficar muito preocupada, pois aquelas cores das quais ela tanto
gostava – o verde das árvores, o azul do céu, o vermelho das flores – aos poucos foram
desaparecendo. Foi aí que ela teve uma ideia: antes que tudo isso deixasse de existir, ela foi

desenhando e pintando para não esquecer, nunca mais, como era toda aquela natureza que
[15] um dia existira.
    Ela começou pelo parque. Fez então um desenho lindo, com todas aquelas árvores bem
verdinhas. Foi ótimo, pois, no outro dia, destruíram o parque para construir um shopping.
    Depois ela fez um desenho daquele céu azul, com aquelas nuvens branquinhas. Foi bem na
hora, pois, no outro dia, inauguraram uma fábrica que soltava uma fumaça terrível, e a cidade
[20] não viu mais aquele céu azul.
    Depois Isabela resolveu desenhar o lago com os peixinhos. E sabe que, no outro dia,
resolveram despejar o esgoto da cidade justamente naquele lago?! Ainda bem que tinha um
riozinho que ligava esse lago ao mar, e foi por aí que vários peixinhos fugiram, inclusive Biu, o
peixe-boi que morava lá. Infelizmente os que não conseguiram fugir acabaram morrendo.
[25] A menina começou a prestar atenção nas pessoas que moravam na cidade e observou
que elas não tinham mais aquela alegria de antes, viviam preocupadas, sempre com pressa e
até meio cinzentas. Nem tempo para contar ou ouvir histórias elas tinham mais, coitadas...
    Isabela sabia que as pessoas estavam daquele jeito porque não tinham mais aquelas
cores em suas vidas. Foi aí que ela teve outra grande ideia: para que as pessoas pudessem
[30] lembrar como era bonita a sua cidade, ela ampliou e espalhou seus desenhos para que todos
os vissem.
    Naquele dia, aconteceu uma coisa extraordinária: as pessoas realmente pararam para
ver os desenhos, a fábrica parou, os carros pararam e todos ficaram super emocionados,
relembrando como eram felizes vivendo com toda aquela natureza por perto.
[35] Aconteceu, então, que as pessoas perceberam que tinham de fazer alguma coisa para
trazerem as cores de volta. Decidiram que iriam replantar as árvores, organizar as fábricas
para que elas não poluíssem o meio ambiente, resolver de outra forma o problema de esgoto
para que os peixinhos voltassem. Decidiram, então, tomar todas as providências para que a

natureza não fosse, outra vez, tão esquecida.
[40] Tudo isso foi feito e aquela cidade voltou a sorrir.
    Sabe o melhor? Isabela, a menina que desenhava, entrou para a história daquela
cidade. Construíram uma estátua para ela no meio da nova praça, cheia de árvores e

pássaros. Sabe o que mais? Biu, o peixe-boi, voltou para o lago e trouxe toda a sua família.

(Retirado e adaptado de http://sitededicas.ne10.uol.com.br/conto_leitor10a.htm)

Assinale a alternativa em que as palavras sublinhadas pertençam, respectivamente, à mesma classe gramatical das palavras destacadas no exemplo: “[...] tinha um parque cheio de árvores [...]” (linha 3).

Ver comentários

Questão 6 10751433
Difícil

SENAI 1º Ano - CGE 2025 2011
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Circo Cultura Popular e Folclore

O texto abaixo se refere à questão.

 

Filhos (adotivos) do circo

Escolas formam nova geração de artistas circenses que reciclam as lições do picadeiro

 

    No passado, artista circense era aquela pessoa que nascia ao redor do picadeiro ou fugia de casa apaixonada pelo malabarista. Casos assim ainda acontecem, mas encontram concorrentes em um mercado de trabalho globalizado e competitivo. São os frutos das escolas de circo, gente que nasceu e cresceu em famílias sem nenhuma relação com esse universo mas que, por algum motivo, resolveu se arriscar sob a lona.

    (...)

    Não há um levantamento oficial de quantas escolas do tipo existem no país, mas o site especializado Pindorama Circus lista mais de 50, entre profissionalizantes, de lazer e projetos sociais. “Escolas informais sempre existiram sob a lona, para filhos de circenses e agregados. Mas chegou uma época em que as novas gerações começaram a não querer mais ser artistas. Foi o cenário ideal para o surgimento das escolas”, explica Alex Marinho, diretor do Centro de Formação Profissional em Artes Circenses (Cefac).

    No Brasil, a primeira escola de circo surgiu em 1978, escondida sob as arquibancadas do estádio do Pacaembu e apoiada pelo governo do Estado. Era a Academia Piolin de Artes Circenses, que, sem incentivos, durou três anos. Em 1982, nasceu a Escola Nacional de Circo, no Rio de Janeiro, a mais antiga em funcionamento. Depois vieram a Circo Escola Picadeiro, em São Paulo, e a Escola Picolino de Artes do Circo, na Bahia.

    O currículo da Escola Nacional do Circo, a única mantida pelo Ministério da Cultura, mistura aulas de malabares, acrobacias, perna-de-pau, dança e oficina de palhaço. Os treinamentos, de quatro horas diárias, estendem-se por quatro anos e incluem conhecimentos teóricos de anatomia, história da arte e noções de segurança.

    “Estamos com cerca de 150 alunos. Já formamos mais de 220, dos quais uns 180 foram para companhias como Cirque du Soleil, Marcos Frota e Beto Carrero. Outros entraram em grupos como a Intrépida Trupe”, diz Francisco Aramburu Filho, o Chicão, coordenador pedagógico. (...)

Fonte: COZER, R. Revista da Folha, 720 ed., p. 9, 28 maio 2006.

No trecho: “O currículo da Escola Nacional do Circo, a única mantida pelo Ministério da Cultura, mistura aulas de malabares, acrobacias, perna-de-pau, dança e oficina de palhaço.” é correto afirmar que o verbo misturar concorda com

Ver comentários

Questão 5 10751422
Difícil

SENAI 1º Ano - CGE 2025 2011
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Circo Cultura Popular e Folclore

O texto abaixo se refere à questão.

 

Filhos (adotivos) do circo

Escolas formam nova geração de artistas circenses que reciclam as lições do picadeiro

 

    No passado, artista circense era aquela pessoa que nascia ao redor do picadeiro ou fugia de casa apaixonada pelo malabarista. Casos assim ainda acontecem, mas encontram concorrentes em um mercado de trabalho globalizado e competitivo. São os frutos das escolas de circo, gente que nasceu e cresceu em famílias sem nenhuma relação com esse universo mas que, por algum motivo, resolveu se arriscar sob a lona.

    (...)

    Não há um levantamento oficial de quantas escolas do tipo existem no país, mas o site especializado Pindorama Circus lista mais de 50, entre profissionalizantes, de lazer e projetos sociais. “Escolas informais sempre existiram sob a lona, para filhos de circenses e agregados. Mas chegou uma época em que as novas gerações começaram a não querer mais ser artistas. Foi o cenário ideal para o surgimento das escolas”, explica Alex Marinho, diretor do Centro de Formação Profissional em Artes Circenses (Cefac).

    No Brasil, a primeira escola de circo surgiu em 1978, escondida sob as arquibancadas do estádio do Pacaembu e apoiada pelo governo do Estado. Era a Academia Piolin de Artes Circenses, que, sem incentivos, durou três anos. Em 1982, nasceu a Escola Nacional de Circo, no Rio de Janeiro, a mais antiga em funcionamento. Depois vieram a Circo Escola Picadeiro, em São Paulo, e a Escola Picolino de Artes do Circo, na Bahia.

    O currículo da Escola Nacional do Circo, a única mantida pelo Ministério da Cultura, mistura aulas de malabares, acrobacias, perna-de-pau, dança e oficina de palhaço. Os treinamentos, de quatro horas diárias, estendem-se por quatro anos e incluem conhecimentos teóricos de anatomia, história da arte e noções de segurança.

    “Estamos com cerca de 150 alunos. Já formamos mais de 220, dos quais uns 180 foram para companhias como Cirque du Soleil, Marcos Frota e Beto Carrero. Outros entraram em grupos como a Intrépida Trupe”, diz Francisco Aramburu Filho, o Chicão, coordenador pedagógico. (...)

Fonte: COZER, R. Revista da Folha, 720 ed., p. 9, 28 maio 2006.

Leia o trecho abaixo.

 

“‘Mas chegou uma época em que as novas gerações começaram a não querer mais ser artistas. Foi o cenário ideal para o surgimento das escolas’...”

 

De acordo com o contexto, é correto afirmar que o significado da palavra destacada é

Ver comentários

Questão 7 10739134
Difícil

SENAI 1°Ano - CGE 2028 2011
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Circo Cultura Popular e Folclore

Leia o trecho abaixo:

 

    “No passado, artista circense era aquela pessoa que nascia ao redor do picadeiro ou fugia de casa apaixonada pelo malabarista. Casos assim ainda acontecem, mas encontram concorrentes em um mercado de trabalho globalizado e competitivo. São os frutos das escolas de circo, gente que nasceu e cresceu em famílias sem nenhuma relação com esse universo mas que, por algum motivo, resolveu se arriscar sob a lona.”

Fonte: COZER, R. Revista da Folha, 720 ed., p. 9, 28 maio 2006.

 

É correto afirmar que a idéia central do trecho acima é

Ver comentários

Questão 4 10727360
Difícil

IFAL 6° Ano - Língua Portuguesa e Matemática 2011
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Arte Audiovisual Cinema

TEXTO

 

‘London River’ é drama simples e emocionante de tom político

André Barcinski
Crítico da Folha de São Paulo

    “London River” – “Destinos Cruzados” é um filme simples e emocionante sobre como duas pessoas de origens totalmente diferentes podem ser afetadas da mesma maneira por uma tragédia.
    Brenda Blethyn (“Segredos e Mentiras”) vive Elisabeth, viúva que mora num sítio no interior da Inglaterra.
    No dia 7 de julho de 2005, Elisabeth está assistindo à TV quando vê o noticiário sobre atentados suicidas em Londres. Ela imediatamente liga para a filha, que mora na capital inglesa. Mas a filha não atende.
    As horas passam, Elisabeth liga de novo, e nada. Preocupada, decide ir a Londres, procurar a menina.
    Enquanto isso, Ousmane (Sotigui Kouyaté, veterano ator nascido em Mali e morto neste ano), um franco-africano mulçumano, também vai para Londres, procurando o filho.
    Como antecipa o título do filme em português, os destinos dessas duas almas perdidas vão se cruzar. A vida deles está, de alguma forma, conectada.
    O filme, até então um drama com ares de mistério, ganha um viés mais político, explorando temas como preconceito e a dificuldade de comunicação. Tanto Elisabeth quanto Ousmane vão perceber que nada sabem sobre o outro.
    Dirigido pelo franco-argelino Rachid Bouchareb, “London River” peca por um roteiro um tanto esquemático, mas as atuações contidas de Blethyn e Kouyaté (vencedor do Urso de Ouro em Berlim) dão ao filme uma dignidade comovente.

(Folha de São Paulo, 01/10/2010)

Sobre esse texto, podemos afirmar apenas que:

Ver comentários
  • Anterior
  • Próximo
Pastas

Faça seu login GRÁTIS


Compartilhar questão
Teste seus conhecimentos com o Estuda.com - Plataforma educacional para estudantes ENEM, Vestibulares, OAB e TRT. Resolva questões através do computador, tablet ou celular. vestibular,enem,questoes,estudar,alunos,simulados,questões enem,simulados enem,simulados vestibular,vestibular,provas,provas enem Ensino Fundamental