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Questões de EFAF Arte - Artes Integradas

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169 Questões

Fonte

Questão 6 10673239
Difícil

OBRL 7° Ano - 2° Fase 2023
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas
  • Arte Popular e Artesanato

Um habilidoso escultor está trabalhando em uma obra de arte escultural única. Ele começou esculpindo uma pequena figura de um cavalo e, em seguida, continuou repetindo a mesma sequência de formas sem interrupção, composta por 8 formas diferentes. São elas: cavalo, árvore, esfera, cavalo, cubo, árvore, pirâmide, esfera...

 

Se a escultura foi interrompida no instante em que o escultor esculpiu a forma do "cavalo" pela 40a vez, ela ocupará nessa sequência uma determinada posição, como base nisso, qual deve ser a posição da escultura seguinte que aparecerá e sua forma escultural?

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Questão 21 10613438
Difícil

CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2023
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Arte Audiovisual Cinema

TEXTO

 

Por que todos os pais deveriam assistir esta animação da Pixar

"Float" é baseado na relação do diretor com seu filho diagnosticado com autismo e traz ensinamentos valiosos para todas as famílias.

Por Flávia Antunes

 

    Ver o seu filho ser hostilizado por ter algo que foge do padrão dói muito. Mesmo que você não tenha passado por isso, não é difícil ter empatia e se colocar no lugar do outro. E aí que vem a difícil questão: como lidar? Proteger demais ou deixar que ele encare as frustrações do mundo? Um curta de animação da Pixar retrata bem este dilema e vale muito a pena ser visto.

    “Float”, que está disponível desde novembro para os norte-americanos na plataforma Disney+, conta a história de um menino com o poder de voar. A condição “mágica” do garoto não é bem encarada pelas pessoas ao seu redor – e seu pai decide isolar a criança, na tentativa de protegê-lo de julgamentos e olhares maldosos. Alguma semelhança com o preconceito contra características consideradas “diferentes”? Toda!

    A animação, de apenas 6 minutos, é baseada justamente na relação do diretor filipino Bobby Rubio com seu filho Alex, diagnosticado no espectro autista. A história em si não fala sobre o autismo, mas serve de metáfora para qualquer pai ou membro da família que lide com condições que fogem do que é tido como “padrão”.

    O único diálogo da produção é bastante simbólico. Depois de crescer recluso dentro de casa, o garoto resolve fugir um dia e flutuar pelo playground. Ele está muito feliz, mas os outros adultos do parquinho não. Quando seu pai se depara com a situação, arrasta-o para longe e exclama, frustrado: “Por que você não pode simplesmente ser normal?!”

    Ao perceber o efeito da fala sobre o filho, ele logo se arrepende, sente vergonha e deixa que o baixinho voe livremente – e mais, se diverte fingindo que voa junto com ele. Como se a história não gerasse emoção o suficiente, temos também o final do curta. O último depoimento traz uma dedicatória de Rubio, que homenageia o seu filho: “Para Alex. Obrigado por me tornar um pai melhor. Dedicado com amor e compreensão a todas as famílias com crianças consideradas diferentes”.

Disponível em https://bebe.abril.com.br/familia/por-que-todos-os-pais-deveriam-assistir-esta-animacao-da-pixar/ . Acesso em 28 maio de 2022. (Adaptado).

 

Vocabulário:

Float: palavra de língua inglesa que significa “flutuador” ou “aquele que flutua”.

O texto apresenta uma imagem que dialoga com o enredo do filme “Float”.

 

Considerando a imagem na construção do sentido do texto, pode- se afirmar que o menino flutuando representa

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Questão 20 10613433
Difícil

CMJF 6° Ano - Prova de Matemática 2023
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas
  • Arte Audiovisual

TEXTO

 

Por que todos os pais deveriam assistir esta animação da Pixar

"Float" é baseado na relação do diretor com seu filho diagnosticado com autismo e traz ensinamentos valiosos para todas as famílias.

Por Flávia Antunes

 

    Ver o seu filho ser hostilizado por ter algo que foge do padrão dói muito. Mesmo que você não tenha passado por isso, não é difícil ter empatia e se colocar no lugar do outro. E aí que vem a difícil questão: como lidar? Proteger demais ou deixar que ele encare as frustrações do mundo? Um curta de animação da Pixar retrata bem este dilema e vale muito a pena ser visto.

    “Float”, que está disponível desde novembro para os norte-americanos na plataforma Disney+, conta a história de um menino com o poder de voar. A condição “mágica” do garoto não é bem encarada pelas pessoas ao seu redor – e seu pai decide isolar a criança, na tentativa de protegê-lo de julgamentos e olhares maldosos. Alguma semelhança com o preconceito contra características consideradas “diferentes”? Toda!

    A animação, de apenas 6 minutos, é baseada justamente na relação do diretor filipino Bobby Rubio com seu filho Alex, diagnosticado no espectro autista. A história em si não fala sobre o autismo, mas serve de metáfora para qualquer pai ou membro da família que lide com condições que fogem do que é tido como “padrão”.

    O único diálogo da produção é bastante simbólico. Depois de crescer recluso dentro de casa, o garoto resolve fugir um dia e flutuar pelo playground. Ele está muito feliz, mas os outros adultos do parquinho não. Quando seu pai se depara com a situação, arrasta-o para longe e exclama, frustrado: “Por que você não pode simplesmente ser normal?!”

    Ao perceber o efeito da fala sobre o filho, ele logo se arrepende, sente vergonha e deixa que o baixinho voe livremente – e mais, se diverte fingindo que voa junto com ele. Como se a história não gerasse emoção o suficiente, temos também o final do curta. O último depoimento traz uma dedicatória de Rubio, que homenageia o seu filho: “Para Alex. Obrigado por me tornar um pai melhor. Dedicado com amor e compreensão a todas as famílias com crianças consideradas diferentes”.

Disponível em https://bebe.abril.com.br/familia/por-que-todos-os-pais-deveriam-assistir-esta-animacao-da-pixar/ . Acesso em 28 maio de 2022. (Adaptado).

 

Vocabulário:

Float: palavra de língua inglesa que significa “flutuador” ou “aquele que flutua”.

Entre os dois últimos parágrafos do texto, há uma relação de

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Questão 23 10755250
Difícil

EPCAR 2022
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas Artes Manuais
  • Arte Popular e Artesanato Dobraduras

No contexto atual, a máscara deve fazer parte do nosso vestuário.

Usuários desse item de extrema necessidade individual e coletiva buscam a produção caseira e, para isso, existem vários modelos disponíveis com sugestões de materiais.

 

Considere a confecção de máscaras caseiras, seguindo os modelos das figuras a seguir bem como as especificações de materiais para cada uma de suas partes.

Com as especificações indicadas acima, a quantidade de máscaras diferentes que se pode confeccionar é igual a

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Questão 3 10611284
Difícil

CMB Língua Portuguesa 1º ano 2022
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Contextos e práticas Cultura Popular e Folclore
  • Práticas artísticas
  • Dimensões: social/cultural

Após a leitura do Texto, responda a questão.


TEXTO


Como a arte influencia nossas vidas (e a gente nem percebe!)


[1]     Você já parou para pensar no poder e na influência da arte ao longo da sua vida?
    Estamos tão acostumados com a presença da arte em todo lugar que, às vezes, é até difícil enxergar ou perceber que ela está presente.
          A gente cria e consome arte desde os nossos primórdios como seres humanos. A caverna de

[5]  Lascaux, na França, possui centenas de pinturas com mais de dezessete mil anos em suas paredes. São

desenhos de animais e marcas de mãos, como aquelas feitas pelas crianças quando pintam o contorno da

mão em papel ou quando molham a palma em tinta e carimbam alguma coisa para deixar sua marca.

Imagens da Caverna de Lascaux, patrimônio da UNESCO.

 

    A gente continua fazendo isso ainda hoje. É quase como um instinto primitivo: nós desejamos registrar a nossa existência e fazemos isso usando a arte.
[10]   Mesmo com a preocupação com o caçar e o sobreviver, há milhares de anos os seres humanos
já dedicavam seu tempo em criar arte como se não fosse algo opcional ou só por diversão, mas sim

como se fosse algo fundamental e necessário.
    Isso não mudou até hoje.
    O ser humano é a única criatura capaz de criar e com necessidade de criar, e usamos isso como

[15]   forma de nos reconhecermos como humanos, nos expressarmos e darmos sentido à vida. Todas as

linguagens artísticas - música, poesia, dança, teatro, cinema, pintura, desenho, literatura, história em

quadrinhos, escultura, videogame, grafite, fotografia - são capazes de melhorar a forma como nos

relacionamos com outras pessoas e com o mundo, de nos tornar mais criativos, sensíveis e dinâmicos

para com a sociedade.
[20]     A pedagoga Daniela Coleto, em seu artigo A importância da arte para a formação da criança"

lembra que, quando se é criança, as nossas manifestações artísticas são nosso meio de expressão mais

forte e prazeroso. Não há limites para o poder imaginativo: nossos desenhos podem mostrar árvores

azuis, cachorros cor de rosa... Há completa liberdade de expressão para ideias e sentimentos, o que

melhora a escuta, a observação e a comunicação.
[25]     Quando a gente cresce, desenvolve-se em nós a noção do nosso papel no mundo. A arte contribui

então para que desenvolvamos mais empatia, que é a capacidade de uma pessoa se colocar no lugar de

outra e tentar entender o que aquela pessoa sente. Isso acontece quando assistimos a um filme e nos

emocionamos com as histórias, problemas e conquistas das personagens; quando ouvimos uma música

e sentimos uma maré de sensações com o que a melodia e a letra nos transmitem. Essas emoções mudam
[30]   a nossa perspectiva e percepção de mundo e nos fazem enxergar a mesma coisa por vários ângulos

diferentes, facilitando a nossa compreensão e clareza dos fatos da vida. Ou seja: em nosso cotidiano, a

arte contribui para nos tornar mais humanos.
    Segundo a arteterapeuta Angela Philippini, além de podermos consumir a arte de outras pessoas,

criar arte com as próprias mãos é um meio de expressão extremamente poderoso. Isso nos permite
[35]   utilizar diferentes formas de expressão - pintura, desenho, modelagem - como ferramentas para

alcançar níveis profundos do inconsciente, trazendo lembranças e memórias para o consciente e, com

isso, ajuda a expandir e transformar nosso conhecimento sobre nós mesmos. A depender da situação,

pode nos auxiliar a "colocar pra fora" sentimentos e emoções a fim de aliviar uma dor. Pode também

trazer relaxamento, distração, entretenimento, ou mesmo aumentar concentração e foco.
[40]   Além disso, consumir a arte de alguém ou produzir a própria arte é estar presente e atento à

troca de sentimentos e sensações humanas. Inclusive, para o filósofo e pedagogo John Dewey, arte não

é a obra ou o objeto em si, mas sim a interação que flui entre a pessoa e a obra. Ele considera que a arte

faz parte do próprio processo de viver, porque estamos a todo momento interagindo com o mundo.
Dessa forma, a arte seria uma experiência de troca consciente entre o organismo que somos nós e o

[45]   ambiente em que estamos inseridos. Essa troca acontece por meio dos nossos sentidos - nossa visão,

audição, olfato, tato, paladar - e também na forma como essa experiência nos toca, como a percebemos

e o que ela causa em nós.
    Tudo isso é arte.
    E a arte, como manifestação de nossa humanidade, só acontece por conta dos altos e baixos da
[50]   nossa vida, com os momentos de desequilíbrio ou desordem e depois com os momentos de satisfação e

equilíbrio. A gente transita entre esses dois extremos buscando soluções para alcançar estabilidade e,

depois, novamente enfrentamos conflitos e problemas que nos levam à desordem. Se houvesse um

mundo onde só existisse equilíbrio ou só desequilíbrio, a arte não existiria, pois ela nasce da tensão

entre esses dois elementos. E essa experiência pode ser compartilhada com o outro. Com isso, a arte dá
[55]   voz e gera conexão entre as pessoas. Mesmo entre pessoas com visões de mundo diferentes, a arte

consegue criar união quando se compartilha uma mesma emoção: ela nos ensina sobre a pluralidade do mundo e nos encoraja a valorizar a criatividade e o diálogo.
     A arte também nos faz questionar, nos trazendo dúvidas e exercitando o nosso pensamento e a
nossa consciência crítica. Faz a gente refletir, pensar e criar posicionamentos a respeito de ideias,

[60]   valores e situações, nos transformando em pessoas mais inteligentes e assertivas. Sem arte a nossa vida

perderia parte do sentido ou até o sentido inteiro, já que a gente não consegue nem ao menos imaginar

essa possibilidade de forma hipotética para calcular a falta que ela faria.
    Somos seres criadores por natureza; à nossa maneira somos artistas da nossa própria vida. E não

importa de que forma você consome, experimenta ou faz arte. Ela está na sua vida o tempo todo, de mil
[65]   maneiras diferentes.
Agora pare e pense: como a arte tem influenciado e transformado a sua vida?

Fonte: Como a arte influencia a sua vida (9’57”). Vídeo do youtube disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=BHM65hsbiPo. (transcrição livre e adaptada).

 

As afirmações que seguem são baseadas no Texto. Em cada uma delas, temos a presença de uma tese (em negrito) e um argumento.

 

Selecione a única opção em que o argumento efetivamente está confirmando a tese que o precede.

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Questão 22 10129670
Difícil

CMBel 1°ano - Matemática e Português 2022/23
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas
  • Arte Audiovisual Processos de criação
  • Projeto temáticos
  • Diversas linguagens artísticas

Leia o texto para responder a questão.

 

Texto

 

Filme Divertida Mente - Resumo

 

    Riley descobre que irá se mudar de Minnesota para São Francisco por causa do trabalho do pai. A menina tem 11 anos quando toma consciência de que irá passar por essa complicada transição. Riley enfrentará, portanto, duas mudanças: uma externa (de cidade) e uma interna (o fim da fase infantil para a entrada na adolescência).

    Ao longo do filme, acompanhamos o desenvolvimento da menina desde o momento que ela sai da barriga da mãe. Assim que a pequena bebê é segurada no colo, vemos nascer também seu primeiro sentimento, a Alegria.

    Logo a seguir, precisamente 33 segundos depois, aparecem o Medo e a Tristeza, outros sentimentos que a acompanharão durante o seu percurso. Mais tarde se juntarão a Raiva e o Nojinho, outros dois afetos essenciais que disputarão o controle da sala de comando.

Sala de comando do pensamento da Riley, com Alegria, Tristeza, Medo, Raiva e Nojinho

 

    Assistimos não só ao que se passa no dia a dia da garota como também de que forma esses sentimentos vão sendo processados. Riley é obrigada a deixar para trás o seu time de hockey (os Feras do Gelo), os amigos e a casa que tanto gostava. Seu dia a dia passa por uma mudança substancial. E não se trata aqui de demonizar ou louvar algum sentimento específico; todos eles são importantes para a manutenção da saúde psíquica da menina. Percebemos rapidamente como o Medo, por exemplo, é essencial para garantir a segurança da criança.

    Cada memória base é organizada de modo a moldar um aspecto da personalidade de Riley. Na menina, várias ilhas coexistem: a Ilha da Bobeira, da Amizade, da Honestidade, da Família etc.

                                              As ilhas de Riley

 

    Através da animação, de forma metafórica, entendemos como se dá o nosso funcionamento interno: o trem do pensamento, o depósito de memória, as emoções complementares que se revezam ao longo das várias fases da vida.

    Assistimos em Riley um pouco do que se passa dentro de cada um de nós e, ao observarmos a pequena garotinha, percebemos como também nós reagimos às situações desafiadoras que atravessam o nosso cotidiano.

Disponível em: www.culturagental.com. Acesso em: 16 set. 2022..

Considerando o trecho “Assim que a pequena bebê é segurada no colo, vemos nascer também seu primeiro sentimento, a Alegria.” (2º parágrafo), assinale a alternativa que apresenta a mesma relação semântico-discursiva da expressão em destaque no período.

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