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Questões de EFAF Arte - Artes Integradas

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169 Questões

Fonte

Questão 5 11507260
Médio

IFNMG Integrado 2018
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas
  • Narrativas Pessoais e Visuais Processos de criação
  • Projeto temáticos
  • Diversas linguagens artísticas

Leia o texto:

 

Arte que ajuda a tratar a depressão

Jovens encontram na expressão artística uma maneira de superar a doença

Rodrigo Barreto

 

    Durante a adolescência, o estudante Bernardo Moreira sofria bullying na escola por ser baixo e magro. Por volta
dos 15 e 16 anos, enfrentou a crise mais aguda. A depressão fazia parte da vida de Bernardo. O estudante não
é exceção no que se refere a esse quadro. De acordo com pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS),
realizada em fevereiro de 2017, o Brasil é o país com o maior número de pessoas depressivas da América Latina.
[5] Em Brasília, jovens enfrentam e superam a depressão por meio da arte.
    A adolescência foi um período de muita dor e sofrimento para Bernardo. Ele costuma dizer que a fotografia o
encontrou. Hoje, aos 20 anos, o artista publicou um livro, fez oito exposições pelo Brasil, além de ministrar cursos
e workshops por várias cidades do país. Por meio da arte, Bernardo encontrou uma nova percepção do mundo ao
redor. [...]
[10]     Karina Santiago começou o tratamento para a depressão em julho de 2016. Em novembro do mesmo ano,
começou com as produções artísticas. Hoje, ela se dedica aos desenhos como forma de ajuda no tratamento da
doença. “A arte não cura a depressão, é só um meio. As pessoas precisam pedir ajuda”, ressalta. Os dias eram
longos e Karina não tinha vontade de sair do quarto. A dor e o sofrimento se tornaram as companhias da artista.
Apesar disso, criou forças e encontrou saída.
[15]     Após a execução de autorretratos, a artista plástica iniciou a representação dos momentos de crise por meio de
desenhos. “A ajuda profissional me coloca em um estado melhor e a arte me deixa 100%”, atesta Karina. Especialistas
apontam que os estímulos psíquicos podem ser provocados por meio do contato com as manifestações artísticas.
A partir disso, o processo do tratamento é facilitado. Segundo o doutor em psicologia André Piccoli, a arte não é a
cura, entretanto, o contato com expressões artísticas torna melhor a fluidez do processo de tratamento.
[20]     É fundamental o acompanhamento de profissionais da saúde para o tratamento da depressão. “A arte se
propõe a representar sentimentos. Nada melhor do que isso para que possamos nos compreender. O objetivo do
processo de tratamento, muitas vezes, não é a cura. Mas, sim, compreender o que impede o desenvolvimento do
paciente”, reforça a psicóloga Verena Bello. [...]

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/07/12/interna_diversao_arte,608766/arte-que-ajuda-a-tratar-a-depressao.shtml.

Acesso em: 6 set. 2017.

Vocabulário:

bullying: “Termo que compreende toda forma de agressão, intencional e repetida, sem motivo aparente, em que se
faz uso do poder ou força para intimidar ou perseguir alguém, que pode ficar traumatizado, com baixa autoestima ou
problemas de relacionamento” (Dicionário Aulete Digital).
workshop: curso intensivo de curta duração.

Nas alternativas a seguir, há comentários sobre a relação entre depressão e arte.

Assinale a alternativa cujo comentário nestá em discordância com o exposto no texto:

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Questão 4 11507254
Médio

IFNMG Integrado 2018
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas Artes Visuais
  • Autorretrato Narrativas Pessoais e Visuais

Leia o texto:

 

Arte que ajuda a tratar a depressão

Jovens encontram na expressão artística uma maneira de superar a doença

Rodrigo Barreto

 

    Durante a adolescência, o estudante Bernardo Moreira sofria bullying na escola por ser baixo e magro. Por volta
dos 15 e 16 anos, enfrentou a crise mais aguda. A depressão fazia parte da vida de Bernardo. O estudante não
é exceção no que se refere a esse quadro. De acordo com pesquisa da Organização Mundial de Saúde (OMS),
realizada em fevereiro de 2017, o Brasil é o país com o maior número de pessoas depressivas da América Latina.
[5] Em Brasília, jovens enfrentam e superam a depressão por meio da arte.
    A adolescência foi um período de muita dor e sofrimento para Bernardo. Ele costuma dizer que a fotografia o
encontrou. Hoje, aos 20 anos, o artista publicou um livro, fez oito exposições pelo Brasil, além de ministrar cursos
e workshops por várias cidades do país. Por meio da arte, Bernardo encontrou uma nova percepção do mundo ao
redor. [...]
[10]     Karina Santiago começou o tratamento para a depressão em julho de 2016. Em novembro do mesmo ano,
começou com as produções artísticas. Hoje, ela se dedica aos desenhos como forma de ajuda no tratamento da
doença. “A arte não cura a depressão, é só um meio. As pessoas precisam pedir ajuda”, ressalta. Os dias eram
longos e Karina não tinha vontade de sair do quarto. A dor e o sofrimento se tornaram as companhias da artista.
Apesar disso, criou forças e encontrou saída.
[15]     Após a execução de autorretratos, a artista plástica iniciou a representação dos momentos de crise por meio de
desenhos. “A ajuda profissional me coloca em um estado melhor e a arte me deixa 100%”, atesta Karina. Especialistas
apontam que os estímulos psíquicos podem ser provocados por meio do contato com as manifestações artísticas.
A partir disso, o processo do tratamento é facilitado. Segundo o doutor em psicologia André Piccoli, a arte não é a
cura, entretanto, o contato com expressões artísticas torna melhor a fluidez do processo de tratamento.
[20]     É fundamental o acompanhamento de profissionais da saúde para o tratamento da depressão. “A arte se
propõe a representar sentimentos. Nada melhor do que isso para que possamos nos compreender. O objetivo do
processo de tratamento, muitas vezes, não é a cura. Mas, sim, compreender o que impede o desenvolvimento do
paciente”, reforça a psicóloga Verena Bello. [...]

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2017/07/12/interna_diversao_arte,608766/arte-que-ajuda-a-tratar-a-depressao.shtml.

Acesso em: 6 set. 2017.

Vocabulário:

bullying: “Termo que compreende toda forma de agressão, intencional e repetida, sem motivo aparente, em que se
faz uso do poder ou força para intimidar ou perseguir alguém, que pode ficar traumatizado, com baixa autoestima ou
problemas de relacionamento” (Dicionário Aulete Digital).
workshop: curso intensivo de curta duração.

Considere as palavras “depressão”, “condição”, “sucesso” e “melancolia”, bem como as seguintes afirmações sobre elas:


I. Em “depressão”, palavra trissílaba, há nove letras e oito fonemas; esse número menor de fonemas (em comparação com o número de letras) se deve à existência  de um dígrafo consonantal na grafia da palavra, “ss”;
II. Em “condição”, palavra polissílaba, há oito letras e sete fonemas; esse número menor de fonemas (em comparação com o número de letras) se deve à existência de um dígrafo vocálico na grafia da palavra, “on”;
III. Em “sucesso”, um mesmo fonema é representado, na escrita, de três modos distintos: pelas letras “s” e “c” e pelo dígrafo “ss”;
IV. Em “melancolia”, palavra polissílaba, não há encontro vocálico.

 

Estão CORRETAS as afirmações:

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Questão 17 10553628
Médio

SENAI 1° Ano - CGE 2140 2018/1
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Cinema Produções Audiovisuais

O texto abaixo se refere à questão.

 

Vida de cinema

 

    Os filmes que víamos antigamente não nos prepararam para a vida. Em alguns casos, continuam nos iludindo. Por exemplo: briga de socos. Entre as convenções do cinema que persistem até hoje está a de que socos na cara produzem um som que na vida real nunca se ouviu. O choque de punho contra rosto fazia estrago nos rostos – ou não fazia, era comum lutas em que os brigões quase se matavam a murros terminarem sem nenhuma marca nos rostos – mas poupava os punhos.
    No cinema de antigamente você já sabia: quando alguém tossia, era porque iria morrer em pouco tempo. Tosse nunca significava apenas algo preso na garganta ou uma gripe passageira era morte certa. Quando um casal se beijava apaixonadamente e em seguida desaparecia da tela era sinal que tinham se deitado. Nunca se ficava sabendo o que acontecia, exatamente, depois que o casal desaparecia da tela, a não ser que o filme fosse francês. Pode-se mesmo dizer que o começo da mudança do cinema americano começou na primeira vez em que a câmera acompanhou a descida do casal e mostrou o que eles faziam deitados.
    Se a vida fosse como o cinema nos dizia, nunca faltaria bala nas nossas pistolas ou gelo no balde para o nosso uísque quando chegássemos em casa. E sempre que tivéssemos de sair às pressas de um restaurante, atiraríamos dinheiro em cima da mesa sem precisar contá-lo e sem esperar que o garçom trouxesse a nota. Seria uma vida mais simples, a cores ou em preto e branco, interrompida a intervalos por números musicais em que cantaríamos acompanhados por violinos invisíveis, e quando dançássemos com nossas namoradas, seria como se tivéssemos ensaiado durante semanas, e não erraríamos um passo, e seríamos felizes até the end.

Fonte: Disponível em: http://contobrasileiro.com.br/vida-de-cinema-luis-fernando-verissimo/. Acesso em: 20 maio 2016.

 

Antigamente, os filmes

 

I. eram uma utopia em relação à vida real.
II. reproduziam fielmente as consequências de uma luta.
III. indicavam quando alguém iria morrer.
IV. não mostravam casais apaixonados.
V. não davam continuidade a determinadas cenas.

 

Está correto o que se afirma apenas em

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Questão 19 11835929
Médio

Pref. de São Paulo 9º Ano 2017/1
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas Artes Visuais
  • Expressões Faciais História em Quadrinho

William Erwin Eisner foi um renomado quadrinista e excelente desenhista, que elevou as histórias em quadrinhos ao status de arte sequencial. Observe algumas de suas ilustrações, representando diferentes expressões faciais.

0_e979ff25eea845716990c35c7366bf54_11835929.jpg.png

EISNER, Will. Quadrinhos e Arte Sequencial. São Paulo: Martins Fontes, 2001 (adaptado).

 

Dentre as ilustrações de expressões faciais, aquela que melhor representa o sentimento de despedida é a do quadrinho

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Questão 7 10726728
Médio

CMJF 6° Ano - Prova de Língua Portuguesa (Prova 1) 2015
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas Artes Visuais
  • História em Quadrinho Narrativas Pessoais e Visuais

TEXTO

Em relação ao texto é correto afirmar:

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Questão 10 10223210
Médio

CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2015
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas Artes Visuais
  • Pintura Representação da Figura Humana: Formas
  • Elementos e Gêneros

TEXTO 1

 

O grito, de Edvard Munch

 

http://www.saraivaconteudo.com.br/Noticias/Post/54099. Acesso: 17/08/2015

 

TEXTO 2

 

O grito, segundo Munch

 

    O próprio Edvard Munch deixou um pequeno texto em que fala sobre a experiência que resultou em "O Grito": "Passeava pela estrada com dois amigos, olhando o pôr-do-sol, quando o céu de repente se tornou vermelho como sangue. Parei, recostei-me na cerca, extremamente cansado - sobre o fiorde preto azulado e a cidade estendiam-se sangue e línguas de fogo. Meus amigos foram andando e eu fiquei, tremendo de medo - podia sentir um grito infinito atravessando a paisagem".

http://mestres.folha.com.br/pintores/15/curiosidades.html. Acesso: 17/08/2015

Comparando os textos 1 e 2 e considerando os seus elementos constituintes, marque o item correto.

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