Questões de EFAF Arte - Artes Integradas
169 Questões
Questão
7 10611895
Médio
CMB Língua Portuguesa 1º ano 2022
Considerando o Texto 1, e após a leitura do Texto 2, responda à questão.
Após a leitura do Texto, responda a questão.
TEXTO 1
Como a arte influencia nossas vidas (e a gente nem percebe!)
[1] Você já parou para pensar no poder e na influência da arte ao longo da sua vida?
Estamos tão acostumados com a presença da arte em todo lugar que, às vezes, é até difícil enxergar ou perceber que ela está presente.
A gente cria e consome arte desde os nossos primórdios como seres humanos. A caverna de
[5] Lascaux, na França, possui centenas de pinturas com mais de dezessete mil anos em suas paredes. São
desenhos de animais e marcas de mãos, como aquelas feitas pelas crianças quando pintam o contorno da
mão em papel ou quando molham a palma em tinta e carimbam alguma coisa para deixar sua marca.

Imagens da Caverna de Lascaux, patrimônio da UNESCO.
A gente continua fazendo isso ainda hoje. É quase como um instinto primitivo: nós desejamos registrar a nossa existência e fazemos isso usando a arte.
[10] Mesmo com a preocupação com o caçar e o sobreviver, há milhares de anos os seres humanos
já dedicavam seu tempo em criar arte como se não fosse algo opcional ou só por diversão, mas sim
como se fosse algo fundamental e necessário.
Isso não mudou até hoje.
O ser humano é a única criatura capaz de criar e com necessidade de criar, e usamos isso como
[15] forma de nos reconhecermos como humanos, nos expressarmos e darmos sentido à vida. Todas as
linguagens artísticas - música, poesia, dança, teatro, cinema, pintura, desenho, literatura, história em
quadrinhos, escultura, videogame, grafite, fotografia - são capazes de melhorar a forma como nos
relacionamos com outras pessoas e com o mundo, de nos tornar mais criativos, sensíveis e dinâmicos
para com a sociedade.
[20] A pedagoga Daniela Coleto, em seu artigo A importância da arte para a formação da criança"
lembra que, quando se é criança, as nossas manifestações artísticas são nosso meio de expressão mais
forte e prazeroso. Não há limites para o poder imaginativo: nossos desenhos podem mostrar árvores
azuis, cachorros cor de rosa... Há completa liberdade de expressão para ideias e sentimentos, o que
melhora a escuta, a observação e a comunicação.
[25] Quando a gente cresce, desenvolve-se em nós a noção do nosso papel no mundo. A arte contribui
então para que desenvolvamos mais empatia, que é a capacidade de uma pessoa se colocar no lugar de
outra e tentar entender o que aquela pessoa sente. Isso acontece quando assistimos a um filme e nos
emocionamos com as histórias, problemas e conquistas das personagens; quando ouvimos uma música
e sentimos uma maré de sensações com o que a melodia e a letra nos transmitem. Essas emoções mudam
[30] a nossa perspectiva e percepção de mundo e nos fazem enxergar a mesma coisa por vários ângulos
diferentes, facilitando a nossa compreensão e clareza dos fatos da vida. Ou seja: em nosso cotidiano, a
arte contribui para nos tornar mais humanos.
Segundo a arteterapeuta Angela Philippini, além de podermos consumir a arte de outras pessoas,
criar arte com as próprias mãos é um meio de expressão extremamente poderoso. Isso nos permite
[35] utilizar diferentes formas de expressão - pintura, desenho, modelagem - como ferramentas para
alcançar níveis profundos do inconsciente, trazendo lembranças e memórias para o consciente e, com
isso, ajuda a expandir e transformar nosso conhecimento sobre nós mesmos. A depender da situação,
pode nos auxiliar a "colocar pra fora" sentimentos e emoções a fim de aliviar uma dor. Pode também
trazer relaxamento, distração, entretenimento, ou mesmo aumentar concentração e foco.
[40] Além disso, consumir a arte de alguém ou produzir a própria arte é estar presente e atento à
troca de sentimentos e sensações humanas. Inclusive, para o filósofo e pedagogo John Dewey, arte não
é a obra ou o objeto em si, mas sim a interação que flui entre a pessoa e a obra. Ele considera que a arte
faz parte do próprio processo de viver, porque estamos a todo momento interagindo com o mundo.
Dessa forma, a arte seria uma experiência de troca consciente entre o organismo que somos nós e o
[45] ambiente em que estamos inseridos. Essa troca acontece por meio dos nossos sentidos - nossa visão,
audição, olfato, tato, paladar - e também na forma como essa experiência nos toca, como a percebemos
e o que ela causa em nós.
Tudo isso é arte.
E a arte, como manifestação de nossa humanidade, só acontece por conta dos altos e baixos da
[50] nossa vida, com os momentos de desequilíbrio ou desordem e depois com os momentos de satisfação e
equilíbrio. A gente transita entre esses dois extremos buscando soluções para alcançar estabilidade e,
depois, novamente enfrentamos conflitos e problemas que nos levam à desordem. Se houvesse um
mundo onde só existisse equilíbrio ou só desequilíbrio, a arte não existiria, pois ela nasce da tensão
entre esses dois elementos. E essa experiência pode ser compartilhada com o outro. Com isso, a arte dá
[55] voz e gera conexão entre as pessoas. Mesmo entre pessoas com visões de mundo diferentes, a arte
consegue criar união quando se compartilha uma mesma emoção: ela nos ensina sobre a pluralidade do mundo e nos encoraja a valorizar a criatividade e o diálogo.
A arte também nos faz questionar, nos trazendo dúvidas e exercitando o nosso pensamento e a
nossa consciência crítica. Faz a gente refletir, pensar e criar posicionamentos a respeito de ideias,
[60] valores e situações, nos transformando em pessoas mais inteligentes e assertivas. Sem arte a nossa vida
perderia parte do sentido ou até o sentido inteiro, já que a gente não consegue nem ao menos imaginar
essa possibilidade de forma hipotética para calcular a falta que ela faria.
Somos seres criadores por natureza; à nossa maneira somos artistas da nossa própria vida. E não
importa de que forma você consome, experimenta ou faz arte. Ela está na sua vida o tempo todo, de mil
[65] maneiras diferentes.
Agora pare e pense: como a arte tem influenciado e transformado a sua vida?
Fonte: Como a arte influencia a sua vida (9’57”). Vídeo do youtube disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=BHM65hsbiPo. (transcrição livre e adaptada).
TEXTO 2

Disponivel em: https://revospace.com.br/artigo/fale-como-um-artista-dicas-para-voce-falar-da-sua-arte/-. Acesso em:19 set. 2022.
Que intenção do autor pode ser inferida a partir da leitura dos recursos expressivos verbais e não verbais da tirinha?
Questão
2 10680666
Médio
OBRL 8° Ano - 1° Fase 2021
Após perceber a presença da simetria nas palavras, durante um estudo sobre a arte e geometria, o professor apresentou à turma diferentes tipos de simetria. Naquele momento da aula, ele falava sobre a simetria de rotação e, para ampliar a discussão, apresentou várias imagens de obras criadas.

Entre elas, a ÚNICA que não apresenta simetria de rotação é:
Questão
2 10672330
Médio
CMB Língua Portuguesa 6º ano 2021
Após a leitura do Texto, responda a questão.
No clássico "Alice através do espelho", Lewis Carroll cria um mundo imaginário em que a personagem central, uma menina de 7 anos, atravessa, com sua gatinha Lily, o espelho da sala de estar de sua casa. Na casa do espelho, a menina se depara com um mundo onde a realidade está ao contrário: animais e flores falam e peças de xadrez ganham vida.
Texto
A casa do espelho
[1] Alice, no instante seguinte, atravessara o espelho e saltara com lepidez na sala da Casa do
Espelho. A primeira coisa que fez foi verificar se havia fogo na lareira, e ficou muito satisfeita ao
constatar que havia um fogo de verdade, crepitando tão alegremente quanto o que deixara para trás.
"Assim vou ficar tão aquecida aqui quanto estava lá na sala", pensou; "ou mais aquecida, porque aqui
não vai haver ninguém mandando que eu me afaste do fogo. Oh, como vai ser engraçado quando me
virem aqui, através do espelho, e não puderem me alcançar!"
Em seguida começou a olhar em volta e notou que o que podia ser visto da sala anterior era
bastante banal e desinteressante, mas todo o resto era tão diferente quanto possível. Por exemplo,
os quadros na parede perto da lareira pareciam todos vivos, e o próprio relógio sobre o console (você
[10] sabe que só pode ver o fundo dele no espelho) tinha o rosto de um velhinho, e sorria para ela.
"Esta sala não é tão arrumada como a outra", Alice pensou, ao notar várias peças do jogo de
xadrez caídas no chão entre as cinzas; mas no instante seguinte, com um pequeno "Oh!" de surpresa,
estava de gatinhas, observando-as. As peças do xadrez estavam andando, duas a duas!
"Aqui estão o Rei Vermelho e a Rainha Vermelha", Alice disse (num sussurro, com temor de
assustá-los), "e ali estão o Rei Branco e a Rainha Branca, sentados na borda da pá da lareira... e aqui
vão duas Torres, andando de braço dado.. Acho que não podem me escutar", continuou baixando mais
a cabeça, *e tenho quase certeza de que não podem me ver. Alguma coisa me diz que estou invisível.
Nessa altura algo começou a guinchar na mesa atrás de Alice e a fez virar a cabeça bem a tempo
de ver um dos Peões Brancos cair e começar a espernear. Observou-o, muito curiosa para saber o que
[20] iria acontecer em seguida.
É a voz da minha filha!" exclamou a Rainha Branca passando pelo Rei, com ímpeto e tão
apressada, que o derrubou entre as cinzas. "Minha preciosa Lily!" e começou a escalar com frenesi
um lado do guarda-fogo.
"Desatino imperial!" disse o Rei, esfregando o nariz, que machucara na queda. Tinha direito a
estar um bocadinho aborrecido com a Rainha, pois estava coberto de cinzas da cabeça aos pés.
Alice estava ansiosa por ser útil e, quando a gatinha Lily estava a ponto de ter um ataque de
tanto berrar, passou a mão na Rainha rapidamente e a depositou sobre a mesa junto de sua escandalosa
filhinha.
A Rainha se sentou, arquejante: a rápida viagem pelo ar lhe tirara o fôlego por completo e por
[30] um minuto ou dois nada pôde fazer senão abraçar a pequenina Lily em silêncio. Assim que recobrou
um pouquinho de alento, gritou para o Rei Branco, que estava sentado entre as cinzas, mal-humorado:
"Cuidado com o vulcão!"
"Que vulcão?" perguntou o Rei, olhando aflito para a lareira, como se julgasse aquele o lugar
mais provável para encontrar um.
"Ele... me...expeliu", arquejou a Rainha, que ainda estava um pouco sem ar. Trate de subir...
da maneira normal... não se deixe expelir!"
Alice observou o Rei Branco transpor lenta e laboriosamente obstáculo por obstáculo, até que
finalmente disse: "Ora, nesse ritmo você vai levar horas e horas para chegar em cima da mesa. Seria
melhor eu ajudá-lo, não é?" Mas o Rei não tomou conhecimento da pergunta: estava perfeitamente
[40] claro que não a podia ouvir nem ver.
Diante disso, Alice o apanhou com muita delicadeza e o ergueu muito mais lentamente do que
erguera a Rainha, tentando não lhe tirar o fôlego. Mas, antes de o pôr na mesa, pensou que não seria
má ideia dar-lhe uma espanadinha, tão coberto de cinzas estava.
Mais tarde, contou que nunca em toda sua vida vira uma cara como a que o Rei fez ao se ver
erguido e espanado no ar por uma mão invisível. Ele ficou espantado demais para gritar, mas seus
olhos e sua boca foram ficando cada vez maiores, e cada vez mais redondos, até que a mão de Alice
tremeu tanto com a gargalhada que ele quase caiu no chão.
Disponivel em: http/www.Alice por trás do Espelho. Acesso em: 18 ago 2021. (Com adaptações)
O uso do diminutivo, além de exprimir a variação do tamanho dos seres, serve para expressar certos valores afetivos.
Marque a única alternativa em que o sentido da palavra no diminutivo, no Texto, indica exclusivamente "tamanho normal diminuído"
Questão
1 10656199
Médio
CMB Língua Portuguesa 6º ano 2021
Após a leitura do Texto, responda a questão.
No clássico "Alice através do espelho", Lewis Carroll cria um mundo imaginário em que a personagem central, uma menina de 7 anos, atravessa, com sua gatinha Lily, o espelho da sala de estar de sua casa. Na casa do espelho, a menina se depara com um mundo onde a realidade está ao contrário: animais e flores falam e peças de xadrez ganham vida.
Texto
A casa do espelho
[1] Alice, no instante seguinte, atravessara o espelho e saltara com lepidez na sala da Casa do
Espelho. A primeira coisa que fez foi verificar se havia fogo na lareira, e ficou muito satisfeita ao
constatar que havia um fogo de verdade, crepitando tão alegremente quanto o que deixara para trás.
"Assim vou ficar tão aquecida aqui quanto estava lá na sala", pensou; "ou mais aquecida, porque aqui
não vai haver ninguém mandando que eu me afaste do fogo. Oh, como vai ser engraçado quando me
virem aqui, através do espelho, e não puderem me alcançar!"
Em seguida começou a olhar em volta e notou que o que podia ser visto da sala anterior era
bastante banal e desinteressante, mas todo o resto era tão diferente quanto possível. Por exemplo,
os quadros na parede perto da lareira pareciam todos vivos, e o próprio relógio sobre o console (você
[10] sabe que só pode ver o fundo dele no espelho) tinha o rosto de um velhinho, e sorria para ela.
"Esta sala não é tão arrumada como a outra", Alice pensou, ao notar várias peças do jogo de
xadrez caídas no chão entre as cinzas; mas no instante seguinte, com um pequeno "Oh!" de surpresa,
estava de gatinhas, observando-as. As peças do xadrez estavam andando, duas a duas!
"Aqui estão o Rei Vermelho e a Rainha Vermelha", Alice disse (num sussurro, com temor de
assustá-los), "e ali estão o Rei Branco e a Rainha Branca, sentados na borda da pá da lareira... e aqui
vão duas Torres, andando de braço dado.. Acho que não podem me escutar", continuou baixando mais
a cabeça, *e tenho quase certeza de que não podem me ver. Alguma coisa me diz que estou invisível.
Nessa altura algo começou a guinchar na mesa atrás de Alice e a fez virar a cabeça bem a tempo
de ver um dos Peões Brancos cair e começar a espernear. Observou-o, muito curiosa para saber o que
[20] iria acontecer em seguida.
É a voz da minha filha!" exclamou a Rainha Branca passando pelo Rei, com ímpeto e tão
apressada, que o derrubou entre as cinzas. "Minha preciosa Lily!" e começou a escalar com frenesi
um lado do guarda-fogo.
"Desatino imperial!" disse o Rei, esfregando o nariz, que machucara na queda. Tinha direito a
estar um bocadinho aborrecido com a Rainha, pois estava coberto de cinzas da cabeça aos pés.
Alice estava ansiosa por ser útil e, quando a gatinha Lily estava a ponto de ter um ataque de
tanto berrar, passou a mão na Rainha rapidamente e a depositou sobre a mesa junto de sua escandalosa
filhinha.
A Rainha se sentou, arquejante: a rápida viagem pelo ar lhe tirara o fôlego por completo e por
[30] um minuto ou dois nada pôde fazer senão abraçar a pequenina Lily em silêncio. Assim que recobrou
um pouquinho de alento, gritou para o Rei Branco, que estava sentado entre as cinzas, mal-humorado:
"Cuidado com o vulcão!"
"Que vulcão?" perguntou o Rei, olhando aflito para a lareira, como se julgasse aquele o lugar
mais provável para encontrar um.
"Ele... me...expeliu", arquejou a Rainha, que ainda estava um pouco sem ar. Trate de subir...
da maneira normal... não se deixe expelir!"
Alice observou o Rei Branco transpor lenta e laboriosamente obstáculo por obstáculo, até que
finalmente disse: "Ora, nesse ritmo você vai levar horas e horas para chegar em cima da mesa. Seria
melhor eu ajudá-lo, não é?" Mas o Rei não tomou conhecimento da pergunta: estava perfeitamente
[40] claro que não a podia ouvir nem ver.
Diante disso, Alice o apanhou com muita delicadeza e o ergueu muito mais lentamente do que
erguera a Rainha, tentando não lhe tirar o fôlego. Mas, antes de o pôr na mesa, pensou que não seria
má ideia dar-lhe uma espanadinha, tão coberto de cinzas estava.
Mais tarde, contou que nunca em toda sua vida vira uma cara como a que o Rei fez ao se ver
erguido e espanado no ar por uma mão invisível. Ele ficou espantado demais para gritar, mas seus
olhos e sua boca foram ficando cada vez maiores, e cada vez mais redondos, até que a mão de Alice
tremeu tanto com a gargalhada que ele quase caiu no chão.
Disponivel em: http/www.Alice por trás do Espelho. Acesso em: 18 ago 2021. (Com adaptações)
É possível concluir que "a Rainha se sentou, arquejante" (linha 29 do 9° parágrafo) porque
Questão
13 10239944
Médio
OBR 1° Ano - Modalidade Teórica Nível 5 Fase 1 2021
Texto 1: O uso da Inteligência Artificial (IA) vem se tornando relevante para as questões de leitura poética. A partir de pesquisas que aplicam a IA em conjunto com a Literatura e a Ciência Cognitiva pode ser possível o desenvolvimento de mecanismos que sejam capazes de sirvam de base para o desenvolvimento de leitores eletrônicos, geradores de textos impressos a partir de fala e até mesmo robôs que contem histórias, como aqueles que jogam xadrez. Considerando que inteligência já na sua etimologia indica um processo de escolha e que pressupõe também um processo de aprendizagem, a pesquisa foca o trabalho de escritores do século XIX e contemporâneos de obras da era digital e, sobretudo, tenta responder à questão de se é possível, nessa sequência, que computadores possam pensar e, então, contar histórias.
(Texto adaptado de http://www.sied-enped2016.ead.ufscar.br/ojs/index.php/2016/article/view/2133)

(Extraído de https://hyeduca.com.br/quem-somos/)
Texto 2: Poeta artificial: Jack Hopkins e Douwe Kiela, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, treinaram uma rede neural usando milhares de versos de poesia dos mais diversos autores e depois colocaram o programa para tentar escrever suas próprias rimas imitando determinadas métricas. Os primeiros resultados foram entusiasmadores - ou preocupantes, dependendo do ponto de vista. Os versos compostos pelo programa conseguiram enganar vários voluntários, fazendo-os pensar que estavam lendo versos de um poeta humano, em vez da saída algorítmica de um programa de inteligência artificial sem coração. O bot poeta é totalmente ajustável, afirmou Hopkins, detalhando que ele pode ser programado para escrever em um determinado ritmo ou sobre temas específicos.
(Texto extraído e adaptado de https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=programa-inteligencia-artificial-faz-poesia-lanca-preocupacoes&id=010150170914#.YLzgMvlKhPY)
Sobre a poesia, é correto afirmar:
Questão
11 10738088
Médio
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2020

Entre outros aspectos, o cartaz se caracteriza por utilizar linguagem verbal e não verbal.
Observando, no cartaz em questão, os aspectos da linguagem não verbal, é INCORRETO afirmar que