• Ensino Fundamental
    • Painel
    • Questões
      • Questões
      • Lista de exercícios
      • Provas
      • Simulados TRI
      • Simulados
    • Desempenho
      • Meu Desempenho
    • Desafios
      • Ranking
    • Login / Cadastro Login

Ajuda

Central de ajuda Abrir ajuda pelo chat

...

...

Questões de EFAF Arte - Artes Integradas

Filtro rápido

169 Questões

Fonte

Questão 8 10868238
Fácil

Concursos Fundação Carlos Chagas (13ª região) 2013
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Cultura Popular e Folclore Literatura e Arte

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.


    O caldo cultural do Nordeste, particularmente do sertão, foi primordial na formação do paraibano Ariano Suassuna. A infância passada no sertão familiarizou o futuro escritor e dramaturgo com temas e formas de expressão artística que mais tarde viriam a influenciar o seu universo ficcional, como a literatura de cordel e o maracatu rural. Não só histórias e casos narrados foram aproveitados para o processo de criação de suas peças e romances, mas também todas as formas da narrativa oral e da poesia sertaneja foram assimiladas e reelaboradas por Suassuna. Suas obras se caracterizam justamente por isso, pelo domínio dos ritmos da poética popular nordestina.
    Com apenas 19 anos, Suassuna ligou-se a um grupo de jovens escritores e artistas. As atividades que o grupo desenvolveu apontavam para três direções: levar o teatro ao povo por meio de apresentações em praças públicas, instaurar entre os componentes do conjunto uma problemática teatral e estimular a criação de uma literatura dramática de raízes fincadas na realidade brasileira, particularmente na nordestina.
    No final do século XIX, surgiu no Nordeste a chamada literatura de cordel. A primeira publicação de folheto no Nordeste, historicamente comprovada, aconteceu em 1870.

    O nome cordel originou-se do fato de os folhetos serem expostos em cordões, quando vendidos nas feiras livres. O principal nome do cordel foi Leandro Gomes de Barros, considerado por Ariano Suassuna “o mais genial de todos os poetas do romanceiro popular do Nordeste”.

    A peça Auto da Compadecida, de Suassuna, é uma releitura do folclore nordestino em linguagem teatral moderna. O enredo da peça é um trabalho de montagem e moldagem baseado em uma tradição muito antiga, que remonta aos autos medievais e mais diretamente a inúmeros autores populares que se dedicaram ao gênero do cordel.
    As apropriações de Suassuna tanto do folheto nordestino quanto de outras fontes literárias são possíveis porque a palavra imitação, usada por Suassuna, remete-nos ao conceito aristotélico de
mimesis, cujo significado não representa apenas uma repetição à semelhança de algo, uma cópia, mas a representação de uma realidade. Suassuna já fez diversos elogios da imitação como ato de criação e costuma dizer que boa parte da obra de Shakespeare vem da recriação de histórias mais antigas.

    Recontar uma história alheia, para o cordelista e para o dramaturgo popular, é torná-la sua, porque existe na cultura popular a noção de que a história, uma vez contada, torna-se patrimônio universal e transfere-se para o domínio público. Autoral é apenas a forma textual dada à história por cada um que a reescreve.

(Adaptado de FOLCH, Luiza. Disponível em: www.omarra-re.uerj.br/numero15. Acesso em 17/05/2014)

Considerando-se o contexto, a palavra que no segmento

Ver comentários

Questão 7 10868228
Fácil

Concursos Fundação Carlos Chagas (13ª região) 2013
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Cultura Popular e Folclore Literatura e Arte

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.


    O caldo cultural do Nordeste, particularmente do sertão, foi primordial na formação do paraibano Ariano Suassuna. A infância passada no sertão familiarizou o futuro escritor e dramaturgo com temas e formas de expressão artística que mais tarde viriam a influenciar o seu universo ficcional, como a literatura de cordel e o maracatu rural. Não só histórias e casos narrados foram aproveitados para o processo de criação de suas peças e romances, mas também todas as formas da narrativa oral e da poesia sertaneja foram assimiladas e reelaboradas por Suassuna. Suas obras se caracterizam justamente por isso, pelo domínio dos ritmos da poética popular nordestina.
    Com apenas 19 anos, Suassuna ligou-se a um grupo de jovens escritores e artistas. As atividades que o grupo desenvolveu apontavam para três direções: levar o teatro ao povo por meio de apresentações em praças públicas, instaurar entre os componentes do conjunto uma problemática teatral e estimular a criação de uma literatura dramática de raízes fincadas na realidade brasileira, particularmente na nordestina.
    No final do século XIX, surgiu no Nordeste a chamada literatura de cordel. A primeira publicação de folheto no Nordeste, historicamente comprovada, aconteceu em 1870.

    O nome cordel originou-se do fato de os folhetos serem expostos em cordões, quando vendidos nas feiras livres. O principal nome do cordel foi Leandro Gomes de Barros, considerado por Ariano Suassuna “o mais genial de todos os poetas do romanceiro popular do Nordeste”.

    A peça Auto da Compadecida, de Suassuna, é uma releitura do folclore nordestino em linguagem teatral moderna. O enredo da peça é um trabalho de montagem e moldagem baseado em uma tradição muito antiga, que remonta aos autos medievais e mais diretamente a inúmeros autores populares que se dedicaram ao gênero do cordel.
    As apropriações de Suassuna tanto do folheto nordestino quanto de outras fontes literárias são possíveis porque a palavra imitação, usada por Suassuna, remete-nos ao conceito aristotélico de
mimesis, cujo significado não representa apenas uma repetição à semelhança de algo, uma cópia, mas a representação de uma realidade. Suassuna já fez diversos elogios da imitação como ato de criação e costuma dizer que boa parte da obra de Shakespeare vem da recriação de histórias mais antigas.

    Recontar uma história alheia, para o cordelista e para o dramaturgo popular, é torná-la sua, porque existe na cultura popular a noção de que a história, uma vez contada, torna-se patrimônio universal e transfere-se para o domínio público. Autoral é apenas a forma textual dada à história por cada um que a reescreve.

(Adaptado de FOLCH, Luiza. Disponível em: www.omarra-re.uerj.br/numero15. Acesso em 17/05/2014)

A infância passada no sertão familiarizou o futuro escritor e dramaturgo com temas e... (1° parágrafo)

 

O verbo que, no contexto, exige o mesmo tipo de complemento que o grifado na frase acima está empregado em:

Ver comentários

Questão 1 10790507
Fácil

Concursos Pref de Carapicuíba 2013
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Cultura Popular e Folclore Literatura e Arte

Sapo Cururu


Sapo Cururu na beira do rio
Quando o sapo grita: ó, Maninha
é que tá com frio
A mulher do sapo, é quem tá lá dentro
Fazendo rendinha, ó Maninha, pro seu
casamento


Sapo Cururu na beira do rio
Quando o sapo grita: ó, Maninha
é que tá com frio.

De acordo com o texto o sapo grita:

Ver comentários

Questão 4 10788152
Fácil

Concursos Pref de Capistrano 2012
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Arte e Cultura Artes Integradas
  • Contextos e práticas Cultura Popular e Folclore
  • Práticas artísticas
  • Dimensões: social/cultural

Vozes da Seca

 

Seu doutô os nordestinos

Tem muita gratidão

Pelo auxílio do sulista

Nessa seca do sertão

Mas doutô uma ismola

A um home qui é são

Ou lhe mata de vergonha

Ou vicia o cidadão

 

É por isso que pedimo

Proteção a vosmicê

Home pru nois escuidos

Para rédias do poder

 

Pois doutô dos vinte

Estados Temos oito sem chuvê

Veja, bem quase a metade

Do Brasil tá sem cume

 

Dê serviço ao nosso povo

Encha os rios de barrage

Dê cumida a preço bom

Não esqueça açudage

 

Livre assim nóis da ismola

Que no fim dessa estiage

Lhe pagamo até o juro

Sem gastar nossa corage

 

Se o doutô fizer assim

Salva o povo do sertão

Se um dia a chuva vim

Que riqueza pra nação

 

Nunca mais nóis pensa em seca

Vai dá tudo nesse chão

Cumo vê, nosso destino

Mercê tem na vossa mão.

 

Segundo os poetas Luiz Gonzaga e Zé Dantas a solução para os problemas ocasionados pela seca seria:

Ver comentários

Questão 8 10597962
Fácil

SENAI 1º Ano - CGE 2055 2012
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas Artes Visuais
  • Arte Popular e Artesanato Pintura
  • Elementos e Gêneros

Os quadrinhos abaixo se referem à questão.

Fonte: QUINO. Mafalda 2. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

 

Verbete

Veículo: 1. Qualquer meio para transportar ou conduzir pessoas, animais. 2. Qualquer coisa capaz de conduzir algo; condutor. 3. Substância inerte à qual princípios ativos de um medicamento são incorporados. 4. Qualquer coisa capaz de transmitir, propagar, difundir algo. 5. Substância que entra na composição de tintas para ligar e fixar as partículas de pigmento.

 

Considerando o contexto do quadrinho, assinale a alternativa em que sentido do verbete da palavra veículo foi usada.

Ver comentários

Questão 12 10127278
Fácil

CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012
  • EFAF Arte
  • Sugira
  • Artes Integradas História da Arte
  • Arte Brasileira Contemporânea Literatura e Arte

    O livro Signo estrelado, de Joaquim Cardozo, publicado em 1960, apresenta também uma referência às Olimpíadas. O poeta pernambucano presta uma homenagem a um atleta olímpico: o saltador Ademar Ferreira.

 

O salto tripartido

 

Havia um arco projetado no solo
Para ser recomposto em três curvas aéreas,
Havia um voo abandonado no chão
A espera das asas de um pássaro;


[5] Havia três pontos incertos na pista
Que seriam contatos de pés instantâneos.
Três jatos de fonte, contudo, ainda secos,
Três impulsos plantados querendo nascer.


Era tudo assim expectativo e plano
[10] Tudo além somente perspectivo e inerte;
Quando Ademar Ferreira, com perfeição olímpica,
Executou, em relevo, o mais alto,
– Em notas de arpejo
– Em ritmo iâmbico
[15] – O tripartido salto.

CARDOZO, Joaquim. Poesias completas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1971. p. 108.

O salto triplo que motiva a criação do poema adquire um significado expressivo porque, nele, o atleta

Ver comentários
  • Anterior
  • Próximo
Pastas

Faça seu login GRÁTIS


Compartilhar questão
Teste seus conhecimentos com o Estuda.com - Plataforma educacional para estudantes ENEM, Vestibulares, OAB e TRT. Resolva questões através do computador, tablet ou celular. vestibular,enem,questoes,estudar,alunos,simulados,questões enem,simulados enem,simulados vestibular,vestibular,provas,provas enem Ensino Fundamental