Questões de EFAF Arte
451 Questões
Questão
6 11066089
Fácil
IFTM Integrados 2019/1
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir.
Uma crítica a “La Casa de Papel”: a história de um assalto digno de aplausos

Fonte: Gettyimages Em um grupo de oito ladrões de personalidades bem distintas, a casa da moeda é tomada com 60 reféns em seu interior. O objetivo do bando é executar o plano do professor: roubar 2,4 bilhões de Euros.
No finalzinho de 2017, a Netflix disponibilizou em seu catálogo a primeira parte de “La Casa de Papel”, que conseguiu roubar sua atenção logo no primeiro episódio, cheio de ação, suspense, planos geniais e plot twists matadoras.
A minissérie espanhola se tornou um fenômeno de público no Brasil, e uma das séries mais assistidas da história da plataforma. Em seu país original, ela foi lançada originalmente com um total de 15 episódios, porém, pelo mundo, a Netflix dividiu a temporada em duas partes com um total de 22 episódios.
A história acompanha um homem genial, chamado Professor (Álvaro Morte), que recruta oito criminosos para assaltar a Casa da Moeda da Espanha – em um plano surpreendentemente contundente. Cada passo desse perfeito plano do professor é contado pela narradora Tokio, interpretada pela maravilhosa Úrsula Corberó, uma ladra que se tornou uma assassina após seu noivo ser morto durante um assalto.
Usando flashbacks, nós vamos conhecendo um pouco mais de cada um dos ladrões e tendo empatia com eles, algo similar à Síndrome de Estocolmo. Afinal, nós entendemos as motivações de cada um dos ladrões.
Todos os personagens são tridimensionais e aprofundados, e cada personalidade é trabalhada separadamente, deixando a série mais interessante e viciante. É muito difícil conseguir não ir direto para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa mais curiosos pelo desfecho da história.
Além de conhecer o passado dos assaltantes, nós também conhecemos um pouco do drama de alguns dos reféns, com destaque para a atriz Esther Acebo, que interpreta Mónica, em uma atuação sensacional.
Na primeira parte, somos apresentados aos personagens e às reviravoltas em torno do plano genial do professor. Na segunda parte, enquanto o barco começa a afundar e o plano é colocado em cheque, nossos bandidos preferidos partem para a ação para salvar suas próprias peles.
Criada por Álex Pina, “La Casa de Papel” tem um roteiro genial e atuações acima da média, e já se tornou um fenômeno no Brasil. É uma série que te prende na frente da TV do começo ao fim, cheia de suspense, drama e reviravoltas de tirar o chapéu, mesmo sendo contada em apenas uma temporada.
O desfecho é agridoce, e pode deixar as pessoas de queixo caído com o destino de alguns desses personagens.
Minha nota para “La Casa de Papel” é 10. De tirar o chapéu! Não perca!
Disponível em: https://cinepop.com.br. Adaptado. Acesso em: 5 set. 2018
Pesquisadores da linguagem têm afirmado recorrentemente que tipologias textuais são fundamentais para situações comunicativas, sejam elas escritas ou verbais e que o que difere uma tipologia de outra são as diferenças linguísticas existentes. Para esses pesquisadores, não raramente textos podem apresentar mais de uma tipologia predominante.
Ao considerar a crítica feita ao seriado “La Casa de Papel” e a tipologia textual empregada, pode-se afirmar que:
Questão
3 11066067
Fácil
IFTM Integrados 2019/1
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir.
Uma crítica a “La Casa de Papel”: a história de um assalto digno de aplausos

Fonte: Gettyimages Em um grupo de oito ladrões de personalidades bem distintas, a casa da moeda é tomada com 60 reféns em seu interior. O objetivo do bando é executar o plano do professor: roubar 2,4 bilhões de Euros.
No finalzinho de 2017, a Netflix disponibilizou em seu catálogo a primeira parte de “La Casa de Papel”, que conseguiu roubar sua atenção logo no primeiro episódio, cheio de ação, suspense, planos geniais e plot twists matadoras.
A minissérie espanhola se tornou um fenômeno de público no Brasil, e uma das séries mais assistidas da história da plataforma. Em seu país original, ela foi lançada originalmente com um total de 15 episódios, porém, pelo mundo, a Netflix dividiu a temporada em duas partes com um total de 22 episódios.
A história acompanha um homem genial, chamado Professor (Álvaro Morte), que recruta oito criminosos para assaltar a Casa da Moeda da Espanha – em um plano surpreendentemente contundente. Cada passo desse perfeito plano do professor é contado pela narradora Tokio, interpretada pela maravilhosa Úrsula Corberó, uma ladra que se tornou uma assassina após seu noivo ser morto durante um assalto.
Usando flashbacks, nós vamos conhecendo um pouco mais de cada um dos ladrões e tendo empatia com eles, algo similar à Síndrome de Estocolmo. Afinal, nós entendemos as motivações de cada um dos ladrões.
Todos os personagens são tridimensionais e aprofundados, e cada personalidade é trabalhada separadamente, deixando a série mais interessante e viciante. É muito difícil conseguir não ir direto para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa mais curiosos pelo desfecho da história.
Além de conhecer o passado dos assaltantes, nós também conhecemos um pouco do drama de alguns dos reféns, com destaque para a atriz Esther Acebo, que interpreta Mónica, em uma atuação sensacional.
Na primeira parte, somos apresentados aos personagens e às reviravoltas em torno do plano genial do professor. Na segunda parte, enquanto o barco começa a afundar e o plano é colocado em cheque, nossos bandidos preferidos partem para a ação para salvar suas próprias peles.
Criada por Álex Pina, “La Casa de Papel” tem um roteiro genial e atuações acima da média, e já se tornou um fenômeno no Brasil. É uma série que te prende na frente da TV do começo ao fim, cheia de suspense, drama e reviravoltas de tirar o chapéu, mesmo sendo contada em apenas uma temporada.
O desfecho é agridoce, e pode deixar as pessoas de queixo caído com o destino de alguns desses personagens.
Minha nota para “La Casa de Papel” é 10. De tirar o chapéu! Não perca!
Disponível em: https://cinepop.com.br. Adaptado. Acesso em: 5 set. 2018
Enquanto discorre sobre a série “La Casa de Papel”, o autor do texto utiliza o termo “contundente” para descrever o plano traçado pelo Professor.
É um antônimo da palavra “contundente”:
Questão
2 11066056
Fácil
IFTM Integrados 2019/1
A questão deve ser respondida com base no texto a seguir.
Uma crítica a “La Casa de Papel”: a história de um assalto digno de aplausos

Fonte: Gettyimages Em um grupo de oito ladrões de personalidades bem distintas, a casa da moeda é tomada com 60 reféns em seu interior. O objetivo do bando é executar o plano do professor: roubar 2,4 bilhões de Euros.
No finalzinho de 2017, a Netflix disponibilizou em seu catálogo a primeira parte de “La Casa de Papel”, que conseguiu roubar sua atenção logo no primeiro episódio, cheio de ação, suspense, planos geniais e plot twists matadoras.
A minissérie espanhola se tornou um fenômeno de público no Brasil, e uma das séries mais assistidas da história da plataforma. Em seu país original, ela foi lançada originalmente com um total de 15 episódios, porém, pelo mundo, a Netflix dividiu a temporada em duas partes com um total de 22 episódios.
A história acompanha um homem genial, chamado Professor (Álvaro Morte), que recruta oito criminosos para assaltar a Casa da Moeda da Espanha – em um plano surpreendentemente contundente. Cada passo desse perfeito plano do professor é contado pela narradora Tokio, interpretada pela maravilhosa Úrsula Corberó, uma ladra que se tornou uma assassina após seu noivo ser morto durante um assalto.
Usando flashbacks, nós vamos conhecendo um pouco mais de cada um dos ladrões e tendo empatia com eles, algo similar à Síndrome de Estocolmo. Afinal, nós entendemos as motivações de cada um dos ladrões.
Todos os personagens são tridimensionais e aprofundados, e cada personalidade é trabalhada separadamente, deixando a série mais interessante e viciante. É muito difícil conseguir não ir direto para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa mais curiosos pelo desfecho da história.
Além de conhecer o passado dos assaltantes, nós também conhecemos um pouco do drama de alguns dos reféns, com destaque para a atriz Esther Acebo, que interpreta Mónica, em uma atuação sensacional.
Na primeira parte, somos apresentados aos personagens e às reviravoltas em torno do plano genial do professor. Na segunda parte, enquanto o barco começa a afundar e o plano é colocado em cheque, nossos bandidos preferidos partem para a ação para salvar suas próprias peles.
Criada por Álex Pina, “La Casa de Papel” tem um roteiro genial e atuações acima da média, e já se tornou um fenômeno no Brasil. É uma série que te prende na frente da TV do começo ao fim, cheia de suspense, drama e reviravoltas de tirar o chapéu, mesmo sendo contada em apenas uma temporada.
O desfecho é agridoce, e pode deixar as pessoas de queixo caído com o destino de alguns desses personagens.
Minha nota para “La Casa de Papel” é 10. De tirar o chapéu! Não perca!
Disponível em: https://cinepop.com.br. Adaptado. Acesso em: 5 set. 2018
Diversos filmes e séries optam por abordar doenças ou estados psicológicos. Na série “La Casa de Papel”, Álex Pina decide explorar a “Síndrome de Estocolmo”. O termo nasceu há 45 anos na capital sueca Estocolmo, em um assalto a um banco com reféns, que durou seis dias.
A respeito dessa condição psicológica, é correto afirmar que ela:
Questão
16 10960559
Fácil
IFMA 2019
Nos versos da canção imortalizada na voz de Alcione, “Meu vício é você/ meu cigarro é você” é utilizada a figura de linguagem denominada:
Questão
15 10960550
Fácil
IFMA 2019
Leia a tira que segue para responder à questão.

(Fonte: BROWNE, Dick. O melhor de Hagar, o horrível. v.1. Porto Alegre: L&PM, 2005, p. 68)
A partir da leitura global da tira de “Hagar, o horrível” pode-se afirmar que:
Questão
10 10783626
Fácil
IFMT 2019/2
Texto-base para a questão
Artista argentino cria tanque de guerra munido da arma mais poderosa: livros
Por Vicente Carvalho
Já dizia Nelson Mandela: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. Talvez esta frase tenha inspirado o artista argentino Raul Lemesoff, o responsável pela criação de uma arma que pode mudar a vida de muitas pessoas: ele transformou um antigo carro Ford Falcon, de 1979, em um tanque de guerra. Mas, ao invés de disparar balas, o veículo dispara livros. O veículo funciona como uma verdadeira biblioteca itinerante. O formato é de tanque de guerra e tem até um canhão, mas toda a lateral é repleta de prateleiras, em que são dispostos até 900 livros, com os mais diversos temas e estilos.
Com a munição de livros pronta, o artista percorre as ruas de Buenos Aires, na Argentina, disparando livros por todos os lados e para todas as pessoas que cruzam o seu caminho. Não é necessário pagar nada pelos exemplares, apenas se comprometer com a leitura. O projeto em que Lemesoff trabalhou nos últimos anos dá um novo significado a um dos principais símbolos de guerra, que foi batizado de “Arma de Instrução em Massa”.
(Disponível em https://bit.ly/2IKiwdY, acesso em: 12 abr.2019)
Com base na leitura do texto, podemos afirmar que: