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Questões de EFAF Educação Física - Cultura Corporal - Dança, lutas e ginásticas

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67 Questões

Fonte

Questão 116 11295780
Fácil

CONCURSOS 1 2024
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esportes e Regras
  • Cultura e sociedade Dança, lutas e ginásticas

A capoeira surgiu entre os escravos como um grito de liberdade. Os negros da África, a maioria da região de Angola, foram trazidos para o Brasil para trabalhar nas lavouras de cana-de-açúcar como mão de obra escrava. O jogo da Capoeira é acompanhado por vários instrumentos musicais. Qual instrumento musical dá o tom e comanda o ritmo para a execução das cantigas?

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Questão 37 10739449
Fácil

IFF 2023/2
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal
  • Dança, lutas e ginásticas Influências culturais

A roda de capoeira é uma manifestação cultural brasileira e é reconhecida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (UNESCO) como Patrimônio da Humanidade.

 

Imagem: Roda de Capoeira na sede da Fundação Municipal de Esportes em Campos dos Goytacazes

Disponível em: https://www.campos.rj.gov.br/exibirNoticia.php?id_noticia=8516. Acesso em: 27 mar. 2023.

 

De acordo com a UNESCO (2014, p.2), “a Capoeira expressa a resistência negra no Brasil durante a escravidão e seu reconhecimento como patrimônio reforça o valor desta herança cultural afro-brasileira”.

 

Diante do exposto, a capoeira é considerada, pela UNESCO, como um

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Questão 35 10726849
Fácil

Colégio Embraer 2022
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esportes e Regras
  • Dança, lutas e ginásticas Regras básicas

O alvo utilizado em uma competição amadora de Tiro com Arco (Arco e Flecha) tem formato circular e área de 2 025π cm2.

 

A medida do diâmetro desse alvo é

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Questão 19 10731640
Fácil

CMC 1° Ano 2021
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esporte e Sociedade
  • Dança, lutas e ginásticas Formação de valores

Leia o texto e responda a questão

 

Texto

 

Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)

 

Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões

 

   Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
   "Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
   O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
   Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
   A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
   "Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
   No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
   Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.


"Não é um trabalho normal"
   Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
   "Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.

   "Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
   "A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
   Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".

Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021

Leia os períodos: “A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.” e “Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é, estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau”.

 

Sobre as orações destacadas, pode-se dizer que se tratam de orações:

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Questão 18 10731635
Fácil

CMC 1° Ano 2021
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esporte e Sociedade
  • Dança, lutas e ginásticas Formação de valores

Leia o texto e responda a questão

 

Texto

 

Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)

 

Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões

 

   Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
   "Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
   O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
   Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
   A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
   "Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
   No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
   Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.


"Não é um trabalho normal"
   Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
   "Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.

   "Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
   "A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
   Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".

Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021

Leia o trecho abaixo:

 

"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.

 

Em qual(is) item(ens), em comparação com o período acima, o verbo assistir segue a mesma regência verbal?

 

I. É dever dos filhos assistir os pais na velhice.
II. Esses direitos assistem a todos os estudantes.
III. Ontem assistimos à inauguração do novo parqu e desportivo.
IV. Durante o resgate, algumas pessoas assistiram os familiares das vítimas.

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Questão 16 10731626
Fácil

CMC 1° Ano 2021
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esporte e Sociedade
  • Dança, lutas e ginásticas Formação de valores

Leia o texto e responda a questão

 

Texto

 

Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)

 

Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões

 

   Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
   "Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
   O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
   Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
   A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
   "Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
   No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
   Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.


"Não é um trabalho normal"
   Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
   "Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.

   "Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
   "A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
   Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".

Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021

Nos trechos "Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney [...]" e "Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.".

 

As palavras "que", em negrito, estão introduzindo, respectivamente, orações:

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