Questões de EFAF Educação Física
850 Questões
Questão
35 11503512
Fácil
Pref. de São Paulo 9º Ano Prova Semestral 2019
Jogo I
Após o saque, cada time só poderá tocar a bola três vezes, sendo proibido que um jogador a toque por duas vezes seguidas.
Jogo II
É proibido o uso das mãos para o manejo da bola. Podem, entretanto, serem usados os pés, as pernas, o tronco e a cabeça.
Jogo III
O manejo da bola deve ser feito somente com as mãos. É proibido, entretanto, caminhar com ela em mãos por mais de dois passos. Deslocamentos maiores com a bola devem ser feitos quicando-a continuamente.
Jogo IV
Só é permitido passar a bola com as mãos para os lados ou para trás. Para conduzir a bola para frente, os jogadores devem usar apenas os pés.
Disponível em: https://regrasdoesporte.com.br/. Acesso em: 14 mai. 2019 (adaptado).
As regras descritas pertencem, respectivamente, aos jogos de
Questão
34 11503494
Fácil
Pref. de São Paulo 9º Ano Prova Semestral 2019
Texto I

Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/04/19/Este-brasileiro-levou-o-Passinho- -para-uma-exposi%C3%A7%C3%A3o-em-Nova-York. Acesso em: 07 mai. 2019.
Texto II
(...) é caracterizado por sequências de rápidos movimentos com os pés, que são facilitados por rápidos movimentos com a cintura. Mistura elementos de break e funk com ritmos tradicionais do Brasil, como o samba, frevo e capoeira. Tradicionalmente, é realizado sem coreografia, com os dançarinos improvisando conforme a música.
Disponível em: http://rioonwatch.org.br/?p=21737. Acesso em: 07 mai. 2019 (adaptado).
A dança retratada nos textos é o
Questão
33 11503476
Fácil
Pref. de São Paulo 9º Ano Prova Semestral 2019
Texto I
Corrida
A corrida é uma prática que vem ganhando muitos adeptos no Brasil e no mundo. Isso porque, teoricamente, para correr bastam dois elementos: um tênis e força de vontade. No entanto, veremos que não se trata apenas disso, e que são necessários outros fundamentos para praticar esse esporte.
A origem temporal da corrida é localizada na Pré-história, quando os homens precisavam se movimentar rapidamente para caçar ou fugir de seus predadores.
Atualmente, as provas de corrida são parte da modalidade “atletismo” e se dividem em provas de velocidade e de resistência.
Até o momento, tratamos a corrida como esporte de competição.
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/educacao-fisica/corrida.htm. Acesso em: 03 mai. 2019 (adaptado).
Texto II
10 benefícios da corrida para saúde e boa forma
A corrida é uma das atividades físicas mais completas em benefícios para a saúde e a boa forma, além de ser também uma das mais gratificantes.
Quem corre pode estar em contato com a natureza por mais tempo, pode fazer mais amigos, livrar-se do estresse e sentir-se mais feliz.
Há uma série de evidências científicas que provam que há mais benefícios da corrida ou quaisquer exercícios intensos praticados regularmente que qualquer pílula que um médico possa prescrever.
Praticantes da corrida afirmam que o exercício torna-se um estilo de vida ao longo do tempo, e especialistas asseguram que este estilo de vida serve para melhorar o condicionamento aeróbico e aumentar a atividade das enzimas e hormônios que estimulam os músculos e o coração a trabalhar melhor, entre outros benefícios.
Disponível em: http://www.mundoboaforma.com.br/10-beneficios-da-corrida-para-saude-e-boa-forma/. Acesso em: 03 mai. 2019 (adaptado).
Os textos tratam de corrida, mas com finalidades diferentes porque
Questão
32 11503446
Fácil
Pref. de São Paulo 9º Ano Prova Semestral 2019
RÕKRÂ
Jogo coletivo tradicional praticado pelo povo Kayapó do Estado do Pará e que é jogado em um campo de tamanho semelhante ao do futebol. Desenvolve-se entre duas equipes de 10 ou mais atletas de cada lado, onde todos usam uma espécie de borduna (bastão), cujo objetivo é rebater uma pequena bola (coco) que, ao ultrapassar a linha de fundo de seu oponente, marca um ponto. De acordo com informações dos Kayapós, esse esporte já não estava mais sendo praticado devido a sua violência, que causava graves contusões nos competidores. Essa modalidade tem muita semelhança com um dos esportes mais populares do Canadá, o Lacrosse.
Disponível em: http://www.educacaofisica.seed.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=218. Acesso em: 03 mai. 2019 (adaptado)
Esse texto informa sobre
Questão
10 11344001
Fácil
IFMS 2019

(Disponível em: http://1.bp.blogspot.com/_sGOwjgKxmdw/TK5cZVHkB6I/AAAAAAAAAAc/0uIvVA1Gh0o/s1600/calvin.bmp.Acesso em: 29 de set. 2018.)
A partir da leitura da tirinha acima, é possível inferir que
Questão
1 10782267
Fácil
IFMT 2019/1
O texto abaixo serve de base para responder à questão.
A luta e a lição
Um brasileiro de 38 anos, Vítor Negrete, morreu no Tibete após escalar pela segunda vez o ponto culminante do planeta, o monte Everest. Da primeira, usou o reforço de um cilindro de oxigênio para suportar a altura. Na segunda (e última), dispensou o cilindro, devido ao seu estado geral, que era considerado ótimo. As façanhas dele me emocionaram, a bem sucedida e a malograda. Aqui do meu canto, temendo e tremendo toda a vez que viajo no bondinho do Pão de Açúcar, fico meditando sobre os motivos que levam alguns heróis a se superarem. Vitor já havia vencido o cume mais alto do mundo. Quis provar mais, fazendo a escalada sem a ajuda do oxigênio suplementar. O que leva um ser humano bem sucedido a vencer desafios assim?
Ora, dirão os entendidos, é assim que caminha a humanidade. Se cada um repetisse meu exemplo, ficando solidamente instalado no chão, sem tentar a aventura, ainda estaríamos nas cavernas, lascando o fogo com pedras, comendo animais crus e puxando nossas mulheres pelos cabelos, como os trogloditas — se é que os trogloditas faziam isso. Somos o que somos hoje devido a heróis que trocam a vida pelo risco. Bem verdade que escalar montanhas, em si, não traz nada de prático ao resto da humanidade que prefere ficar na cômoda planície da segurança.
Mas o que há de louvável (e lamentável) na aventura de Vítor Negrete é a aspiração de ir mais longe, de superar marcas, de ir mais alto, desafiando os riscos. Não sei até que ponto ele foi temerário ao recusar o oxigênio suplementar. Mas seu exemplo - e seu sacrifício - é uma lição de luta, mesmo sendo uma luta perdida.
(Carlos Heitor Cony. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult505u247.shtml)
Ao escrever esta crônica, Cony, teve como intenção principal: