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Questões de EFAF Educação Física - Cultura Corporal

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167 Questões

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Questão 2 10127215
Fácil

CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esporte e Sociedade
  • Formação de valores Influências culturais

Oλµπαsα

 

    O povo grego considerava os grandes Jogos Pan-Helênicos como os acontecimentos religiosos centrais da vida nacional. Os nomes dos vencedores eram inseridos em documentos oficiais e nestes se fundamentava a cronologia grega. Assim, cada Olimpíada se realizava (porque eram quatro os jogos nacionais) de quatro em quatro anos. Diga-se, de passagem, que as estátuas dos vencedores ornamentavam não apenas os locais da competição, mas ainda as praças públicas de suas respectivas cidades.

BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia grega.vol. III. Petrópolis: Vozes, 1987. p. 45-46 (adaptado). Esportes espontâneos

 

Esportes espontâneos

 

    Não sei muita coisa a respeito de judô. Sempre me pareceu que uma luta
de judô consiste em um tentando desarrumar o pijama do outro. Mas uma coisa
me surpreendeu, vendo o judô das olimpíadas na T'V: como judoca é emotivo.
Têm-se visto manifestações de sensibilidade em outras modalidades, claro.
[5] Todo mundo se emociona na vitória ou na derrota, na hora das medalhas e na
hora dos hinos. Mas você imaginaria que judocas fossem pessoas duronas, que
soubessem conter suas emoções. O simples fato de o puxa-puxa das suas lutas
não desandar em brigas de rua, com pontapés e ofensas à mãe (pelo contrário,
nada mais civilizado do que as formalidades entre os lutadores antes e depois
[10] das lutas), seria uma prova de controle absoluto. Mas não, judocas choram
quando ganham e choram quando perdem. O que não deixa de ser muito
simpático.

    Sempre achei que as olimpíadas se tornariam mais simpáticas se
incluíssem o que se poderia chamar de esportes espontâneos. Por exemplo:
[15] queda de braço e bolinha de gude. A incorporação destas modalidades populares
favoreceria países sem tradição olímpica, que nunca competem nos esportes
nobres, mas poderiam muito bem mandar uma delegação vencedora de
Jogadores de pauzinho (também conhecido como, desculpe, porrinha).

    Qualquer frequentador de bar brasileiro conhece o jogo de pega-bolacha,
[20] que consiste em empilhar bolachas de chope na borda da mesa, mandá-las para
o alto com um golpe e tentar agarrá-las no ar. Duvido que o Brasil encontrasse
adversário à sua altura numa competição de pega-bolacha.

    Há esportes espontâneos com uma longa história que quem praticou em
criança nunca esquece, como bater figurinha. Com alguns meses de treinamento,
[25] qualquer adulto pode recuperar sua habilidade em bater figurinha e 1r para os
Jogos.

    Outras modalidades: embaixada com laranja ou qualquer outra coisa
esférica; tiro ao alvo com bodoque; arremesso de invólucro de canudo soprando
o canudo; par ou ímpar. Etc., etc.

[30]    E não vamos nem falar nos vários jogos de cartas, como o truco, nos
quais nossas chances de ganhar o ouro seriam grandes. Talvez houvesse alguma
dificuldade em acordar a delegação do pôquer para o desfile inaugural, e imbuir
todo o mundo do espírito olímpico, mas fora Isso...

VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo, Rio de Janeiro, 05/08/2012. 1º Caderno. p. 19 (adaptado).

O conceito segundo o qual “judoca é emotivo” justifica-se porque, na concepção do autor,

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Questão 1 10127200
Fácil

CMRJ 1° Ano - Prova de Português 2012
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esportes e Regras
  • Cultura e sociedade Influências culturais

Oλµπαsα

 

    O povo grego considerava os grandes Jogos Pan-Helênicos como os acontecimentos religiosos centrais da vida nacional. Os nomes dos vencedores eram inseridos em documentos oficiais e nestes se fundamentava a cronologia grega. Assim, cada Olimpíada se realizava (porque eram quatro os jogos nacionais) de quatro em quatro anos. Diga-se, de passagem, que as estátuas dos vencedores ornamentavam não apenas os locais da competição, mas ainda as praças públicas de suas respectivas cidades.

BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia grega.vol. III. Petrópolis: Vozes, 1987. p. 45-46 (adaptado). Esportes espontâneos

 

Esportes espontâneos

 

    Não sei muita coisa a respeito de judô. Sempre me pareceu que uma luta
de judô consiste em um tentando desarrumar o pijama do outro. Mas uma coisa
me surpreendeu, vendo o judô das olimpíadas na T'V: como judoca é emotivo.
Têm-se visto manifestações de sensibilidade em outras modalidades, claro.
[5] Todo mundo se emociona na vitória ou na derrota, na hora das medalhas e na
hora dos hinos. Mas você imaginaria que judocas fossem pessoas duronas, que
soubessem conter suas emoções. O simples fato de o puxa-puxa das suas lutas
não desandar em brigas de rua, com pontapés e ofensas à mãe (pelo contrário,
nada mais civilizado do que as formalidades entre os lutadores antes e depois
[10] das lutas), seria uma prova de controle absoluto. Mas não, judocas choram
quando ganham e choram quando perdem. O que não deixa de ser muito
simpático.

    Sempre achei que as olimpíadas se tornariam mais simpáticas se
incluíssem o que se poderia chamar de esportes espontâneos. Por exemplo:
[15] queda de braço e bolinha de gude. A incorporação destas modalidades populares
favoreceria países sem tradição olímpica, que nunca competem nos esportes
nobres, mas poderiam muito bem mandar uma delegação vencedora de
Jogadores de pauzinho (também conhecido como, desculpe, porrinha).

    Qualquer frequentador de bar brasileiro conhece o jogo de pega-bolacha,
[20] que consiste em empilhar bolachas de chope na borda da mesa, mandá-las para
o alto com um golpe e tentar agarrá-las no ar. Duvido que o Brasil encontrasse
adversário à sua altura numa competição de pega-bolacha.

    Há esportes espontâneos com uma longa história que quem praticou em
criança nunca esquece, como bater figurinha. Com alguns meses de treinamento,
[25] qualquer adulto pode recuperar sua habilidade em bater figurinha e 1r para os
Jogos.

    Outras modalidades: embaixada com laranja ou qualquer outra coisa
esférica; tiro ao alvo com bodoque; arremesso de invólucro de canudo soprando
o canudo; par ou ímpar. Etc., etc.

[30]    E não vamos nem falar nos vários jogos de cartas, como o truco, nos
quais nossas chances de ganhar o ouro seriam grandes. Talvez houvesse alguma
dificuldade em acordar a delegação do pôquer para o desfile inaugural, e imbuir
todo o mundo do espírito olímpico, mas fora Isso...

VERÍSSIMO, Luis Fernando. O Globo, Rio de Janeiro, 05/08/2012. 1º Caderno. p. 19 (adaptado).

De acordo com o texto, o sentido de “esportes espontâneos” define-se por

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Questão 6 10776801
Fácil

UTFPR Inverno 2011
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Atualidades Cultura Corporal
  • Influências culturais Políticas públicas

“É preciso resgatar a dignidade dos docentes principalmente do ensino fundamental e médio e a valorização passa pelos salários além de condições adequadas de trabalho respeito dos alunos e garantia de segurança para eles e seus alunos.”

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/ opiniao/conteudo.phtml?tl=1&id=1114832&tit =Salario-digno

 

Assinale a alternativa que apresenta a pontuação adequada para o excerto acima.

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Questão 12 10739493
Fácil

CEDAF 2011
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esporte e Sociedade
  • Formação de valores Influências culturais

Família tem de ser careta

 

[1]    Esperando uma reação de espanto ou contrariedade ao título acima, tento explicar: acho, sim, que família deve ser careta, e que isso
há de ser um bem incomparável neste mundo tantas vezes fascinante e tantas vezes cruel. Dizendo isso não falo em rigidez, que os
deuses nos livrem dela. Nem em pais sacrificiais, que nos encherão de culpa e impedirão que a gente cresça e floresça. Não penso
em frieza e omissão, que nos farão órfãos desde sempre, nem em controle doentio - que o destino não nos reserve esse mal dos
[5]males. Nem de longe aceito moralismo e preconceito, mesmo (ou sobretudo) disfarçado de religião, qualquer que seja ela, pois isso
seria a diversão maior do demônio.

    Falo em carinho, não castração. Penso em cuidados, não suspeita. Imagino presença e escuta, camaradagem e delicadeza,
sobretudo senso de proteção. Não revirar gavetas, esvaziar bolsos, ler e-mails, escutar no telefone, indignidades legítimas em casos
extremos, de drogas ou outras desgraças, mas que em situação normal combinam com velhos internatos, não com família amorosa.
[10]Falo em respeito com a criança ou o adolescente, porque são pessoas, em entendimento entre pai e mãe - também depois de uma
separação, pois naturalmente pessoas dignas preservam a elegância e não querem se vingar ou continuar controlando o outro
através dos filhos.

    Interesse não é fiscalizar ou intrometer-se, bater ou insultar, mas acompanhar, observar, dialogar, saber. Vejo crianças de 10, 11

anos freqüentando festas noturnas com a aquiescência de pais irresponsáveis, ou porque os pais nem ao menos sabem onde elas
[15]andam. Vejo adolescentes e pré-adolescentes embriagados fazendo rachas alta noite ou cambaleando pela calçada ao amanhecer,
jogando garrafas em carros que passam, insultando transeuntes - onde estão os pais?

    Como não saber que sites da internet as crianças e os jovenzinhos freqüentam, com quem saem, onde passam o fim de semana e
com quem? Como não saber o que se passa com eles? Sei de meninas, quase crianças, parindo sozinhas no banheiro, e ninguém
em casa sabia que estavam grávidas, nem mãe nem pai. Elas simplesmente não existiam, a não ser como eventual motivo de
[20]irritação.

    Não entendo a maior parte das coisas solitárias e tristes que vicejam onde deveria haver acolhimento, alguma segurança e paz, na
família. Talvez tenhamos perdido o bom senso. Não escutamos a voz arcaica que nos faria atender as crias indefesas - e não me
digam que crianças de 11 anos ou adolescentes de 15 (a não ser os monstros morais de que falei na crônica anterior) dispensam pai
e mãe. Também não me digam que não têm tempo para a família porque trabalham demais para sustentá-Ia. Andamos aflitos e
[25]confusos por teorias insensatas, trabalhando além do necessário, mas dizendo que é para dar melhor nível de vida aos meninos.
Com essa desculpa não os preparamos para este mundo difícil. Se acham que filho é tormento e chateação, mais uma carga do que
uma felicidade, não deviam ter tido família. Pois quem tem filho é, sim, gravemente responsável. Paternidade é função para a qual
não há férias, 13o, aposentadoria. Não é cargo para um fiscal tirano nem para um amiguinho a mais: é para ser pai, é para ser mãe.

    É preciso ser amorosamente atento, amorosamente envolvido, amorosamente interessado. Difícil, muito difícil, pois os tempos
[30]trabalham contra isso. Mas quem não estiver disposto, quem não conseguir dizer "não" na hora certa e procurar se informar para
saber quando é a hora certa, quem se fizer de vítima dos filhos, quem se sentir sacrificado, aturdido, incomodado, que por favor não
finja que é mãe ou pai. Descarte esse papel de uma vez, encare a educação como função da escola, diga que hoje é todo mundo
desse jeito, que não existe mais amor nem autoridade... e deixe os filhos entregues à própria sorte.

    Pois, se você se sentir assim, já não terá mais família nem filhos nem aconchego num lugar para onde você e eles gostem de voltar,
[35]onde gostem de estar. Você vive uma ilusão de família. Fundou um círculo infernal onde se alimentam rancores e reina o desamparo,
onde todos se evitam, não se compreendem, muito menos se respeitam.

    Por tudo isso e muito mais, à família moderninha, com filhos nas mãos de uma gatinha vagamente idiotizada e um gatão
irresponsável, eu prefiro a família dita careta: em que existe alguma ordem, responsabilidade, autoridade, mas também carinho e
compreensão, bom humor, sentimento de pertença, nunca sujeição.

[40]    É bom começar a tentar, ou parar de brincar de casinha: a vida é dura e os meninos não pediram para nascer.

(LUFT, Lya. Família tem de ser careta. Revista Veja, São Paulo, ano 40, n. 6, 2007. Disponível em: http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/140207/ sumario.html. Acesso em 26 dez. 2010.)

Da leitura do texto, é CORRETO afirmar que a autora:

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Questão 40 10932555
Fácil

Liceu-SP 2010
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esportes e Regras
  • Dança, lutas e ginásticas Regras básicas

Leia o texto para responder à questão.

Corrida Maluca

    Com um giz, tracem no chão uma linha de largada e uma linha de virada. Daí, dividam-se em dois times, cada um formando uma fila atrás da largada. Antes de começar, combinem como será a corrida. Pode ser num pé só, marchando, pulando... Um jogador de cada vez sai, cruza a linha de virada e volta, seguindo a regra. Vence a turma da fila que terminar primeiro a corrida.

(Revista Recreio, 18/09/2008.)

No texto, as formas verbais traçam, dividam-se e combinem expressam um sentido diferente que o da frase -                  , Sente-se e não faça nada. Estou farto de suas bagunças! ? em que o sentido é de ________.


Os espaços da frase devem ser preenchidos, correta e respectivamente, com

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Questão 22 10718730
Fácil

CMC 6º Ano - Matemática 2009
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esporte e Sociedade
  • Dança, lutas e ginásticas Formação de valores

A pista para o Treinamento Físico Militar (TFM) do Colégio Militar de Curitiba tem 900 m. Um aluno atleta do Colégio resolveu fazer um treinamento orientado, que consistia em correr nessa pista uma volta na 2o feira, duas voltas na 3o feira, três voltas na 4o feira, quatro voltas na 5o feira e cinco voltas na 6o feira.

 

Quantos quilômetros ele correu nesta semana?

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