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Questão 5 10685453
Fácil

CMJF 6° Ano - Língua Portuguesa (Prova 1) 2020
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Esporte e Sociedade Esportes e Regras
  • Cultura e sociedade Formação de valores

TEXTO 

 

Como os meninos se divertem: a Copa do Mundo de ‘Fortnite’
Lançado em julho de 2017, o jogo de computador virou febre entre os adolescentes

Por Caio Mattos - Atualizado em 2 Aug 2019, 14h40 - Publicado em 2 Aug 2019, 07h00

 

É esporte ou não é? Indiferentes à polêmica, mais de 20 000 fãs lotaram o Arthur Ashe Stadium — sede do US Open, um dos torneios que formam o Grand Slam, elite da elite do tênis —, em Nova York, para acompanhar de perto a primeira edição da Copa do Mundo de Fortnite, um dos mais populares jogos de computador da face da Terra. No fim, a surpresa: ganhou o campeonato, na categoria individual, um garoto de 16 anos, o americano Kyle Giersdorf, cujo nome de guerra é Bugha. “Valeu a pena o trabalho duro”, diz Bugha, que conheceu o game há dois anos e treina de cinco a seis horas por dia em seu quarto. O que explica, talvez, o único plano imediato de investimento do prêmio de 3 milhões de dólares (apenas 800 000 a menos que o do sérvio Novak Djokovic, ganhador do último US Open): comprar uma escrivaninha nova.
Lançado em julho de 2017, o Fortnite virou febre entre os adolescentes. A idade mínima para participar do torneio era 13 anos e o finalista mais velho tinha 24. Em uma única partida, 100 jogadores se enfrentavam em uma arena virtual extensa e interativa, apelando para armas e barricadas para eliminar os adversários. Bugha jogou cinco partidas e precisou derrotar 23 “inimigos”. A Copa do Mundo foi dividida em duas categorias principais: individual — o famoso salve-se quem puder — e duplas. Foram dez semanas de competição on-line, que começou com 40 milhões de participantes até chegar aos quase 200 jogadores que fizeram parte das duas etapas finais [...]

https://veja.abril.com.br/tecnologia/como-os-meninos-se-divertem-a-copa-do-mundo-de-fortnite/

Releia este trecho do Texto:
“Indiferentes à polêmica, mais de 20 000 fãs lotaram o Arthur Ashe Stadium — sede do US Open, um dos torneios que formam o Grand Slam, elite da elite do tênis (...)”

 

A expressão destacada no trecho acima constitui um(a)

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Questão 4 10685437
Fácil

CMJF 6° Ano - Língua Portuguesa (Prova 1) 2020
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Atualidades Esportes e Regras
  • Cultura e sociedade Grandes eventos

TEXTO 

 

Como os meninos se divertem: a Copa do Mundo de ‘Fortnite’
Lançado em julho de 2017, o jogo de computador virou febre entre os adolescentes

Por Caio Mattos - Atualizado em 2 Aug 2019, 14h40 - Publicado em 2 Aug 2019, 07h00

 

É esporte ou não é? Indiferentes à polêmica, mais de 20 000 fãs lotaram o Arthur Ashe Stadium — sede do US Open, um dos torneios que formam o Grand Slam, elite da elite do tênis —, em Nova York, para acompanhar de perto a primeira edição da Copa do Mundo de Fortnite, um dos mais populares jogos de computador da face da Terra. No fim, a surpresa: ganhou o campeonato, na categoria individual, um garoto de 16 anos, o americano Kyle Giersdorf, cujo nome de guerra é Bugha. “Valeu a pena o trabalho duro”, diz Bugha, que conheceu o game há dois anos e treina de cinco a seis horas por dia em seu quarto. O que explica, talvez, o único plano imediato de investimento do prêmio de 3 milhões de dólares (apenas 800 000 a menos que o do sérvio Novak Djokovic, ganhador do último US Open): comprar uma escrivaninha nova.
Lançado em julho de 2017, o Fortnite virou febre entre os adolescentes. A idade mínima para participar do torneio era 13 anos e o finalista mais velho tinha 24. Em uma única partida, 100 jogadores se enfrentavam em uma arena virtual extensa e interativa, apelando para armas e barricadas para eliminar os adversários. Bugha jogou cinco partidas e precisou derrotar 23 “inimigos”. A Copa do Mundo foi dividida em duas categorias principais: individual — o famoso salve-se quem puder — e duplas. Foram dez semanas de competição on-line, que começou com 40 milhões de participantes até chegar aos quase 200 jogadores que fizeram parte das duas etapas finais [...]

https://veja.abril.com.br/tecnologia/como-os-meninos-se-divertem-a-copa-do-mundo-de-fortnite/

Baseando-se na leitura do Texto, assinale a única alternativa correta.

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Questão 3 10685428
Fácil

CMJF 6° Ano - Língua Portuguesa (Prova 1) 2020
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Lazer e Sociedade
  • Formas de lazer Influências culturais

TEXTO

 

A bola

 

    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    − Como é que liga? − perguntou.
    − Como, como é que liga? Não se liga.
    O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
    − Não tem manual de instrução?

    O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
    − Não precisa manual de instrução.
    − O que é que ela faz?
    − Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
    − O quê?
    − Controla, chuta...
    − Ah, então é uma bola.
    − Claro que é uma bola.
    − Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
    − Você pensou que fosse o quê?
    − Nada, não.
    O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de bip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.
    O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.

    O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
    − Filho, olha.
    O garoto disse “Legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

Assinale a alternativa correta quanto ao comportamento do narrador do Texto.

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Questão 2 10685424
Fácil

CMJF 6° Ano - Língua Portuguesa (Prova 1) 2020
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Lazer e Sociedade
  • Formas de lazer Influências culturais

TEXTO

 

A bola

 

    O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.
    O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
    − Como é que liga? − perguntou.
    − Como, como é que liga? Não se liga.
    O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
    − Não tem manual de instrução?

    O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.
    − Não precisa manual de instrução.
    − O que é que ela faz?
    − Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.
    − O quê?
    − Controla, chuta...
    − Ah, então é uma bola.
    − Claro que é uma bola.
    − Uma bola, bola. Uma bola mesmo.
    − Você pensou que fosse o quê?
    − Nada, não.
    O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de bip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.
    O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.

    O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.
    − Filho, olha.
    O garoto disse “Legal”, mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.

VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comédias para ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

O narrador do Texto afirma:


“O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.”


Pelo pensamento do pai, deduz-se que

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Questão 7 10682070
Fácil

CMM 6º Ano - Matemática 2020
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Esportes e Regras
  • Cultura e sociedade Regras básicas

No Intergrêmios de 2019, competição esportiva realizada entre os alunos dos Grêmios do CMM, ocorreu um torneio de futebol. Cada time representou um dos Grêmios do Colégio, sendo que cada um deles disputou um jogo com cada um dos outros cinco. Observe abaixo a tabela que mostra a classificação final desse torneio, no qual foram atribuídos 3 pontos por vitória, 1 ponto por empate e 0 (zero) ponto por derrota.

Sabendo que o time do Grêmio da Cavalaria ganhou do time do Grêmio Naval, com qual time o Grêmio da Cavalaria empatou?

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Questão 72 10541857
Fácil

ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2020
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esporte e Sociedade
  • Inclusão social. Influências culturais

DÁVILA, R. e BEF. Disponível em: http://lahistorietaenlaescuela.blogspot.com. Acesso em: 10 set. 2019.

 

A história em quadrinhos aproxima os leitores de uma problemática acerca da inclusão social.

 

Sua função consiste em

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