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Questões de EFAF Educação Física - Biologia e Saúde

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167 Questões

Fonte

Questão 16 10739530
Fácil

SENAI 1º Ano - CGE 2027 2011
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Biologia e Saúde
  • Anatomia e fisiologia Benefícios

O texto abaixo se refere à questão.

 

Vício em exercícios

 

    Não é de hoje que os médicos alertam sobre os riscos à saúde causados pelo excesso de exercícios físicos. Cientistas acreditam ter encontrado evidências de que a prática exagerada de atividades esportivas pode causar dependência física em determinadas pessoas.

    Um estudo da Universidade de Wisconsin-Madison feito com ratos mostrou que o cérebro dos animais privados dos exercícios que praticavam apresentava alta atividade nas mesmas áreas ativadas nas síndromes de abstinência vividas pelos usuários de álcool e cocaína. Os pesquisadores acreditam que o mesmo pode acontecer em pessoas que malham de forma pesada e regular.

    Embora existam muitos relatos de pessoas que tiveram sintomas de abstinência quando abandonaram as aulas, uma parte dos especialistas ainda não acredita que a dependência causada pelos exercícios seja de origem física.

Fonte: Revista Época, n. 209, p. 132, 8 dez. 2003.

O texto mostra principalmente que

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Questão 33 10739179
Fácil

SENAI 1°Ano - CGE 2028 2011
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Biologia e Saúde Esporte e Sociedade
  • Anatomia e fisiologia Formação de valores

Em uma pesquisa foi divulgado que de cada dez professores somente quatro não apresentam problemas na voz.

 

Então num grupo de 165 professores, o número daqueles que apresentam problemas na voz é de

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Questão 13 10165905
Fácil

CMJF 1° Ano - Prova de Português 2011
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Biologia e Saúde Lazer e Sociedade
  • Qualidade de vida Sedenarismo

TEXTO I

 

Quase metade dos brasileiros está acima do peso

 

    A epidemia da obesidade já é real. Para reverter essa história, é preciso unir a conscientização
da população a programas efetivos de educação alimentar. O que os aborígenes australianos e os
chineses têm em comum com os brasileiros? O aumento do número de pessoas com excesso de peso.
Na Austrália, a população que habita a região há séculos poderia se vangloriar, até bem pouco tempo,

[5] de ser esbelta e pouco propensa a problemas como diabetes ou hipertensão. Os chineses, com seu
costume de andar de bicicleta, garantiram uma vida mais saudável. Ambos, porém, engordaram muito
depois de adotar alguns hábitos alimentares e de vida ocidentais.

    No Brasil, a situação não é diferente. Em três décadas, o excesso de peso alcançou metade da
população adulta. Em meados da década de 1970, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e

[10] Estatística (IBGE) revelou que 18,5% dos homens e 28,7% das mulheres estavam com peso acima do
ideal. Trinta anos depois, o percentual saltou para 50% entre eles e 48% entre elas. Os dados indicam .

, aquilo que os médicos já percebem no consultório: 6 país vive uma epidemia da obesidade. E, se nada
for feito, em dez anos, os brasileiros terão padrão corporal idêntico ao encontrado nos Estados Unidos,
onde o excesso de peso é um sério problema de saúde pública.

[15]    As questões ligadas. à obesidade ultrapassam a estética. O acúmulo de gordura no organismo .
aumenta o risco de: doenças como diabetes, hipertensão, câncer de pâncreas, além dos danos ao
sistema cardiovascular e às articulações. As mulheres desenvolvem ovário policístico com mais
facilidade e estão mais propensas a ter câncer de mama e do endométrio.

    Já os homens tornam-se suscetíveis ao câncer de próstata. Também são alvos fáceis do

[20] acúmulo de gordura visceral, o tipo mais prejudicial ao corpo e responsável pela formação da barriga
proeminente. O excesso de peso pode trazer ainda prejuízos para as esferas pessoal e profissional,
pois essas pessoas são mais propensas a depressão e à ansiedade.
    Emagrecer é a melhor opção. No entanto, eliminar tanto peso e se manter magro é tão difícil

“ quanto abandonar qualquer outro vício. Um caminho 5 a mudança dos hábitos alimentares, com

[25] refeições ricas em frutas, verduras, legumes e pobres em gorduras e açucares, somada à prática-
regular de atividade física. Os médicos também lançam mão de medicamentos, desde controladores
de apetite até os que reduzem a absorção de gordura pelo organismo, mas, para que sejam eficazes,
essas substâncias devem ser usadas por um período extenso. A obesidade é considerada doença
crônica e, como tal, demanda tratamento de longo prazo e com controle médico por toda à vida. Outra

[30] opção é a cirurgia bariátrica, em especial para aqueles com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de
35 e outras doenças associadas à obesidade e para os que têm IMC acima de 40 e não conseguem
emagrecer com outros tratamentos.

    A melhor solução, porém, é iniciar a lição de casa contra a obesidade desde cedo, investindo na
educação infantil. O sobrepeso já atinge 30% das crianças entre 5 e 9 anos no Brasil. E muitas já

[35] apresentam colesterol ou níveis de açúcar no sangue alterados. Ensinar essa geração a ter refeições
nutritivas e se exercitar é o caminho para mudar de vez essa história de excesso de peso. 

(Adaptação da Página Einstein, publicada na Revista Veja, Ed. Abril, edição 2211, ano 44, Nº 14, p.45 de 06/04/2011) Disponível em http://www.veja.com Acesso em: 31/08/2011.

 

TEXTO II

 

Uso exagerado da televisão contribui para obesidade

 

    Mais uma pesquisa, desta vez mexicana, tem resultados que mostram os problemas entre
televisão e hábitos de alimentação em crianças. Em artigo publicado na Revista Chilena de Nutrição,
os pesquisadores Arturo Moreno e Luis Toro Zapata, da Escola de Ciências da Comunicação da
Universidade Autônoma de São Luís Potosi (México) — afirmam que “usos exagerados de TV estão
[5] relacionados com um grande consumo de gorduras e açúcares e maior consumo de fast foods".

    A pesquisa abordou a TV como mediadora do fenômeno da obesidade e, conforme a introdução
do trabalho, os dados foram obtidos em São Luís Potosi, no México. A investigação foi realizada tendo
como objetos 'de estudo crianças entre 6 e 13 anos de Idade, que estudavam em escolas primárias na
região urbana da cidade, provenientes de famílias incluídas na classe média. Os autores afirmam que

[10] foram utilizadas, entre outras ferramentas de pesquisa, discussões em grupo e entrevistas individuais.
A metodologia teve por finalidade obter resultados qualitativos — quanto à natureza das informações
recebidas — e quantitativos — quanto a quantidade das informações que se tornariam disponíveis para
o desenvolvimento da tese.
    Os autores concluíram que “as crianças são capturadas por imagens e discursos televisivos, os
[15] quais são diariamente reproduzidos em seu ambiente social”, e, portanto, seriam "muito suscetíveis ao
bombardeio sistemático das imagens dos programas e dos comerciais”, o que promove uma prática
consumista na escolha e utilização de alimentos, promovendo exatamente a eleição do uso de
açúcares, fast foods e gorduras.
    Para os pesquisadores, “A obesidade se associa à equação criança/ televisão/ consumo/
[20] obesidade”, e “a pesquisa contribui para os esforços da comunidade médica no tratamento da doença,
destacando e visualizando as relações entre a moléstia e o ato de assistir à televisão”. Eles afirmam
que “a pesquisa comprovou que a ciência social e a comunicação podem tratar de problemas de saúde
pública, os quais anteriormente eram estudados e atacados de maneira unidisciplinar. Ambas as
ciências podem chegar a resultados pouco conhecidos, e, por isso, essa investigação descobriu
[25] cientificamente que a televisão atual é uma fonte de poder que interfere de maneira ideológica no
consumo alimentício e nos hábitos das crianças”.

(Adaptação do texto de Edinilson Takara, leitor e colaborador do EcoDebate.) Publicado em EcoDebate de 18/08/2009 Disponivel em http:/www.ecodebate.com.br Acesso em: 31/08/11. Matéria da Agência Notisa, nó JB online.

 

As expressões ou palavras destacadas abaixo são marcas temporais, EXCETO:

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Questão 12 10165895
Fácil

CMJF 1° Ano - Prova de Português 2011
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Biologia e Saúde Lazer e Sociedade
  • Benefícios Qualidade de vida

TEXTO

 

Uso exagerado da televisão contribui para obesidade

 

    Mais uma pesquisa, desta vez mexicana, tem resultados que mostram os problemas entre
televisão e hábitos de alimentação em crianças. Em artigo publicado na Revista Chilena de Nutrição,
os pesquisadores Arturo Moreno e Luis Toro Zapata, da Escola de Ciências da Comunicação da
Universidade Autônoma de São Luís Potosi (México) — afirmam que “usos exagerados de TV estão
[5] relacionados com um grande consumo de gorduras e açúcares e maior consumo de fast foods".

    A pesquisa abordou a TV como mediadora do fenômeno da obesidade e, conforme a introdução
do trabalho, os dados foram obtidos em São Luís Potosi, no México. A investigação foi realizada tendo
como objetos 'de estudo crianças entre 6 e 13 anos de Idade, que estudavam em escolas primárias na
região urbana da cidade, provenientes de famílias incluídas na classe média. Os autores afirmam que

[10] foram utilizadas, entre outras ferramentas de pesquisa, discussões em grupo e entrevistas individuais.
A metodologia teve por finalidade obter resultados qualitativos — quanto à natureza das informações
recebidas — e quantitativos — quanto a quantidade das informações que se tornariam disponíveis para
o desenvolvimento da tese.
    Os autores concluíram que “as crianças são capturadas por imagens e discursos televisivos, os
[15] quais são diariamente reproduzidos em seu ambiente social”, e, portanto, seriam "muito suscetíveis ao
bombardeio sistemático das imagens dos programas e dos comerciais”, o que promove uma prática
consumista na escolha e utilização de alimentos, promovendo exatamente a eleição do uso de
açúcares, fast foods e gorduras.
    Para os pesquisadores, “A obesidade se associa à equação criança/ televisão/ consumo/
[20] obesidade”, e “a pesquisa contribui para os esforços da comunidade médica no tratamento da doença,
destacando e visualizando as relações entre a moléstia e o ato de assistir à televisão”. Eles afirmam
que “a pesquisa comprovou que a ciência social e a comunicação podem tratar de problemas de saúde
pública, os quais anteriormente eram estudados e atacados de maneira unidisciplinar. Ambas as
ciências podem chegar a resultados pouco conhecidos, e, por isso, essa investigação descobriu
[25] cientificamente que a televisão atual é uma fonte de poder que interfere de maneira ideológica no
consumo alimentício e nos hábitos das crianças”.

(Adaptação do texto de Edinilson Takara, leitor e colaborador do EcoDebate.) Publicado em EcoDebate de 18/08/2009 Disponivel em http:/www.ecodebate.com.br Acesso em: 31/08/11. Matéria da Agência Notisa, nó JB online.

Assinale a alternativa abaixo cujo termo destacado, de acordo com a função sintática, é o núcleo do predicativo do sujeito.

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Questão 11 10165892
Fácil

CMJF 1° Ano - Prova de Português 2011
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Biologia e Saúde Lazer e Sociedade
  • Benefícios Qualidade de vida

Leia o texto a seguir. 

 

TEXTO

 

Quase metade dos brasileiros está acima do peso

 

    A epidemia da obesidade já é real. Para reverter essa história, é preciso unir a conscientização
da população a programas efetivos de educação alimentar. O que os aborígenes australianos e os
chineses têm em comum com os brasileiros? O aumento do número de pessoas com excesso de peso.
Na Austrália, a população que habita a região há séculos poderia se vangloriar, até bem pouco tempo,

[5] de ser esbelta e pouco propensa a problemas como diabetes ou hipertensão. Os chineses, com seu
costume de andar de bicicleta, garantiram uma vida mais saudável. Ambos, porém, engordaram muito
depois de adotar alguns hábitos alimentares e de vida ocidentais.

    No Brasil, a situação não é diferente. Em três décadas, o excesso de peso alcançou metade da
população adulta. Em meados da década de 1970, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e

[10] Estatística (IBGE) revelou que 18,5% dos homens e 28,7% das mulheres estavam com peso acima do
ideal. Trinta anos depois, o percentual saltou para 50% entre eles e 48% entre elas. Os dados indicam .

, aquilo que os médicos já percebem no consultório: 6 país vive uma epidemia da obesidade. E, se nada
for feito, em dez anos, os brasileiros terão padrão corporal idêntico ao encontrado nos Estados Unidos,
onde o excesso de peso é um sério problema de saúde pública.

[15]    As questões ligadas. à obesidade ultrapassam a estética. O acúmulo de gordura no organismo .
aumenta o risco de: doenças como diabetes, hipertensão, câncer de pâncreas, além dos danos ao
sistema cardiovascular e às articulações. As mulheres desenvolvem ovário policístico com mais
facilidade e estão mais propensas a ter câncer de mama e do endométrio.

    Já os homens tornam-se suscetíveis ao câncer de próstata. Também são alvos fáceis do

[20] acúmulo de gordura visceral, o tipo mais prejudicial ao corpo e responsável pela formação da barriga
proeminente. O excesso de peso pode trazer ainda prejuízos para as esferas pessoal e profissional,
pois essas pessoas são mais propensas a depressão e à ansiedade.
    Emagrecer é a melhor opção. No entanto, eliminar tanto peso e se manter magro é tão difícil

“ quanto abandonar qualquer outro vício. Um caminho 5 a mudança dos hábitos alimentares, com

[25] refeições ricas em frutas, verduras, legumes e pobres em gorduras e açucares, somada à prática-
regular de atividade física. Os médicos também lançam mão de medicamentos, desde controladores
de apetite até os que reduzem a absorção de gordura pelo organismo, mas, para que sejam eficazes,
essas substâncias devem ser usadas por um período extenso. A obesidade é considerada doença
crônica e, como tal, demanda tratamento de longo prazo e com controle médico por toda à vida. Outra

[30] opção é a cirurgia bariátrica, em especial para aqueles com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de
35 e outras doenças associadas à obesidade e para os que têm IMC acima de 40 e não conseguem
emagrecer com outros tratamentos.

    A melhor solução, porém, é iniciar a lição de casa contra a obesidade desde cedo, investindo na
educação infantil. O sobrepeso já atinge 30% das crianças entre 5 e 9 anos no Brasil. E muitas já

[35] apresentam colesterol ou níveis de açúcar no sangue alterados. Ensinar essa geração a ter refeições
nutritivas e se exercitar é o caminho para mudar de vez essa história de excesso de peso. 

(Adaptação da Página Einstein, publicada na Revista Veja, Ed. Abril, edição 2211, ano 44, Nº 14, p.45 de 06/04/2011) Disponível em http://www.veja.com Acesso em: 31/08/2011.

No fragmento “Quase metade dos brasileiros está acima do peso” (título do texto), a alternativa que justifica a concordância do sujeito com o verbo é o fato de ele ser formado por:

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Questão 10 10165870
Fácil

CMJF 1° Ano - Prova de Português 2011
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Atualidades Biologia e Saúde
  • Benefícios Políticas públicas

TEXTO I

 

Quase metade dos brasileiros está acima do peso

 

    A epidemia da obesidade já é real. Para reverter essa história, é preciso unir a conscientização
da população a programas efetivos de educação alimentar. O que os aborígenes australianos e os
chineses têm em comum com os brasileiros? O aumento do número de pessoas com excesso de peso.
Na Austrália, a população que habita a região há séculos poderia se vangloriar, até bem pouco tempo,

[5] de ser esbelta e pouco propensa a problemas como diabetes ou hipertensão. Os chineses, com seu
costume de andar de bicicleta, garantiram uma vida mais saudável. Ambos, porém, engordaram muito
depois de adotar alguns hábitos alimentares e de vida ocidentais.

    No Brasil, a situação não é diferente. Em três décadas, o excesso de peso alcançou metade da
população adulta. Em meados da década de 1970, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e

[10] Estatística (IBGE) revelou que 18,5% dos homens e 28,7% das mulheres estavam com peso acima do
ideal. Trinta anos depois, o percentual saltou para 50% entre eles e 48% entre elas. Os dados indicam .

, aquilo que os médicos já percebem no consultório: 6 país vive uma epidemia da obesidade. E, se nada
for feito, em dez anos, os brasileiros terão padrão corporal idêntico ao encontrado nos Estados Unidos,
onde o excesso de peso é um sério problema de saúde pública.

[15]    As questões ligadas. à obesidade ultrapassam a estética. O acúmulo de gordura no organismo .
aumenta o risco de: doenças como diabetes, hipertensão, câncer de pâncreas, além dos danos ao
sistema cardiovascular e às articulações. As mulheres desenvolvem ovário policístico com mais
facilidade e estão mais propensas a ter câncer de mama e do endométrio.

    Já os homens tornam-se suscetíveis ao câncer de próstata. Também são alvos fáceis do

[20] acúmulo de gordura visceral, o tipo mais prejudicial ao corpo e responsável pela formação da barriga
proeminente. O excesso de peso pode trazer ainda prejuízos para as esferas pessoal e profissional,
pois essas pessoas são mais propensas a depressão e à ansiedade.
    Emagrecer é a melhor opção. No entanto, eliminar tanto peso e se manter magro é tão difícil

“ quanto abandonar qualquer outro vício. Um caminho 5 a mudança dos hábitos alimentares, com

[25] refeições ricas em frutas, verduras, legumes e pobres em gorduras e açucares, somada à prática-
regular de atividade física. Os médicos também lançam mão de medicamentos, desde controladores
de apetite até os que reduzem a absorção de gordura pelo organismo, mas, para que sejam eficazes,
essas substâncias devem ser usadas por um período extenso. A obesidade é considerada doença
crônica e, como tal, demanda tratamento de longo prazo e com controle médico por toda à vida. Outra

[30] opção é a cirurgia bariátrica, em especial para aqueles com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de
35 e outras doenças associadas à obesidade e para os que têm IMC acima de 40 e não conseguem
emagrecer com outros tratamentos.

    A melhor solução, porém, é iniciar a lição de casa contra a obesidade desde cedo, investindo na
educação infantil. O sobrepeso já atinge 30% das crianças entre 5 e 9 anos no Brasil. E muitas já

[35] apresentam colesterol ou níveis de açúcar no sangue alterados. Ensinar essa geração a ter refeições
nutritivas e se exercitar é o caminho para mudar de vez essa história de excesso de peso. 

(Adaptação da Página Einstein, publicada na Revista Veja, Ed. Abril, edição 2211, ano 44, Nº 14, p.45 de 06/04/2011) Disponível em http://www.veja.com Acesso em: 31/08/2011.

 

TEXTO II

 

Campanha do Ministério da Saúde

    Dar mais atenção a você é uma Prioridade do Ministério da Saúde. Mas é um compromisso que você também deve ter consigo mesmo. Controle seu peso, não fume, faça exames regularmente e tente fazer pelo menos 30 minutos de atividade física, no mínimo 3 vezes por semana. Mas atenção: nunca comece sem consultar um médico. Sua alimentação também é muito importante: coma mais frutas, legumes, verduras e cereais. E evite doces, frituras e alimentos gordurosos. Se você é hipertenso, evite sal na comida. E, se e diabético, evite açúcar e mel. Se precisar, procure os Postos de Saúde. Eles estão prontos para orientar você.

(Revista Corpo a corpo, junho de 2006, p. 31 a 100, ano XIX- n° 210)

 

Observe os termos destacados nos excertos abaixo: 

 

I. (..) O aumento do número de pessoas com excesso de peso.” (linha 3, texto I)

II. “Já os homens tornam-se suscetíveis ao câncer de próstata.” (linha 19, texto I)

III. “Controle sempre seu peso.” (texto II) 

IV. “Já os homens tornam-se suscetíveis ao câncer de próstata." (linha 19, texto I)

 

Esses termos exercem, respectivamente, a função sintática de:

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