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Questões de EFAF Educação Física

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850 Questões

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Questão 22 10731652
Fácil

CMC 1° Ano 2021
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Biologia e Saúde Lazer e Sociedade
  • Benefícios Qualidade de vida

Texto

 

Os benefícios da atividade física para a saúde mental

 

   É de conhecimento geral que a prática de exercícios físicos auxilia na prevenção de doenças como obesidade e problemas cardíacos. O que poucas pessoas sabem, ou pouco acreditam, é que a prática constante de atividades físicas também é muito importante para a saúde mental. Principalmente durante o período de distanciamento social, em que ficamos mais parados devido à necessidade de ficar em casa no maior tempo possível, torna-se uma grande aliada. Ou seja, contribui tanto para o bem-estar físico quanto para a disposição na realização de tarefas e na diminuição do estresse e ansiedade.
   Devido à quarentena não é aconselhável sair ou ir às academias, já que a possibilidade de transmissão e contaminação por coronavírus existe e é grande. Então, mesmo em casa, é possível realizar as atividades, sempre praticando com cuidado para evitar problemas posturais, por exemplo.
   Porém, é preciso que se mantenha uma rotina de cuidados pessoais para que a atividade física ganhe ainda mais valor e sensação de bem-estar. Para isso, além da rotina de exercícios, mantenha uma alimentação adequada, um sono regulado e dedique um tempo para ficar com a família.
   As práticas de exercício físico, dar risada e relembrar bons momentos produzem a endorfina, conhecida como hormônio da alegria. Essa substância natural, quando liberada, reduz o estresse e a ansiedade, melhora o humor e relaxa a mente e o corpo.

Fonte: Adaptada de https://www.colegioicj.com.br/os-beneficios-da-atividade-fisica-para-a-saude-mental/ - Acesso em 10.08.2021

Na oração “[...] Devido à quarentena não é aconselhável sair ou ir às academias [...], o emprego do acento grave no termo em destaque ocorre pelo mesmo motivo ou regra que na alternativa:

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Questão 19 10731640
Fácil

CMC 1° Ano 2021
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esporte e Sociedade
  • Dança, lutas e ginásticas Formação de valores

Leia o texto e responda a questão

 

Texto

 

Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)

 

Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões

 

   Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
   "Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
   O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
   Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
   A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
   "Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
   No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
   Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.


"Não é um trabalho normal"
   Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
   "Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.

   "Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
   "A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
   Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".

Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021

Leia os períodos: “A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.” e “Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é, estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau”.

 

Sobre as orações destacadas, pode-se dizer que se tratam de orações:

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Questão 18 10731635
Fácil

CMC 1° Ano 2021
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esporte e Sociedade
  • Dança, lutas e ginásticas Formação de valores

Leia o texto e responda a questão

 

Texto

 

Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)

 

Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões

 

   Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
   "Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
   O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
   Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
   A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
   "Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
   No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
   Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.


"Não é um trabalho normal"
   Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
   "Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.

   "Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
   "A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
   Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".

Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021

Leia o trecho abaixo:

 

"Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.

 

Em qual(is) item(ens), em comparação com o período acima, o verbo assistir segue a mesma regência verbal?

 

I. É dever dos filhos assistir os pais na velhice.
II. Esses direitos assistem a todos os estudantes.
III. Ontem assistimos à inauguração do novo parqu e desportivo.
IV. Durante o resgate, algumas pessoas assistiram os familiares das vítimas.

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Questão 16 10731626
Fácil

CMC 1° Ano 2021
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Cultura Corporal Esporte e Sociedade
  • Dança, lutas e ginásticas Formação de valores

Leia o texto e responda a questão

 

Texto

 

Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)

 

Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões

 

   Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
   "Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
   O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
   Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
   A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
   "Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
   No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
   Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.


"Não é um trabalho normal"
   Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
   "Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.

   "Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
   "A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
   Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".

Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021

Nos trechos "Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney [...]" e "Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.".

 

As palavras "que", em negrito, estão introduzindo, respectivamente, orações:

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Questão 15 10731619
Fácil

CMC 1° Ano 2021
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Biologia e Saúde Esporte e Sociedade
  • Benefícios Formação de valores

Leia o texto e responda a questão

 

Texto

 

Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)

 

Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões

 

   Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
   "Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
   O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
   Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
   A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
   "Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
   No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
   Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.


"Não é um trabalho normal"
   Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
   "Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.

   "Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
   "A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
   Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".

Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021

Leia atentamente a oração destacada no período a seguir:

 

[...] a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental [...]

 

Assinale a alternativa em que a oração abaixo apresenta a mesma classificação sintática da destacada acima.

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Questão 13 10731594
Fácil

CMC 1° Ano 2021
  • EFAF Educação Física
  • Sugira
  • Atualidades Esporte e Sociedade
  • Formação de valores Grandes eventos

Leia o texto e responda a questão

 

Texto

 

Saúde mental, a convidada surpresa nas Olimpíadas de Tóquio

Ginasta: Simone Biles nas Olimpíadas de Tóquio (AFP/AFP)

 

Simone Biles, ginasta norte-americana, abriu mão das competições e abriu discussões

 

   Simone Biles deveria deixar uma marca na história com uma safra impressionante de medalhas nas Olimpíadas de Tóquio, mas a estrela da ginástica artística foi protagonista por outra razão: que sua cabeça estava em conflito com o resto do seu corpo e a questão da saúde mental foi a convidada inesperada dessas Olimpíadas.
   "Colocar a questão da saúde mental em cima da mesa significa muito para mim porque as pessoas precisam entender que somos seres humanos", disse a americana na noite em que retornou para conquistar um bronze na trave de equilíbrio, depois de uma prata com a seleção de seu país na final por equipes e de desistir de participar de quatro finais por conta de seus problemas de confiança e de falta de referências no ar.
   O assunto ganhou grande repercussão na mídia, em plena Olimpíada e com uma estrela diretamente afetada, mas ela não é a primeira atleta a passar por um momento psicológico difícil em pleno evento olímpico.
   Há mais de duas décadas, a francesa Marie-José Pérec, que era campeã dos 200 e 400 m, desistiu da competição nos Jogos de Sydney-2000, incapaz de suportar a pressão.
   A saúde mental está se tornando menos tabu e os atletas estão começando a falar com mais frequência sobre seu sofrimento ou os problemas pelos quais estão passando.
   "Acho que é um gesto de coragem falar sobre o sofrimento. Vimos isso com Naomi Osaka recentemente", explicou à AFP Anaëlle Malberbe, psicóloga do Instituto Nacional do Esporte da França (INSEP), que assiste vários atletas da delegação olímpica francesa.
   No dia em que Simone Biles decidiu parar no meio de uma final, pensou-se inicialmente que poderia se tratar de um problema físico, mas ela mesma explicou que sua saúde mental estava afetando o seu desempenho.
   Perda de confiança, falta de referências no ar, estresse, tudo era um perigo para ela no meio das acrobacias.


"Não é um trabalho normal"
   Ainda mais do que sobre a saúde mental, o caso de Simone Biles capta a relação entre a cabeça e seu efeito no corpo.
   "Alguns achavam que Naomi Osaka estava maluca ou tinha um comportamento de diva. Finalmente, ver outra grande campeã como Simone Biles ter a mesma atitude, desistir por motivos semelhantes, dá o que pensar. Espero que as pessoas entendam melhor o quão complexo é", estima a jogadora de handebol francesa Allison Pineau.
Reflexão partilhada pelo nadador britânico Adam Peaty que anunciou uma pausa devido ao cansaço mental.

   "Não é um trabalho normal", disse ele. "Você vê isso em todos os esportes. Viu com Simone Biles. Viu isso com Ben Stokes (campeão inglês de críquete que acaba de anunciar um hiato para preservar sua sanidade). A saúde mental é que deve ser tratada para que se obtenha um bom equilíbrio nesse ponto", comentou o nadador.
   "A pressão sobre os atletas de elite, sobre os atletas de alto nível, é muito forte", aponta Anaëlle Malhberbe. "Um atleta que dura com o tempo e com rendimento é também um atleta que se sente bem nas diferentes vertentes da sua vida", explica.
   Simone Biles deixou Tóquio-2020 com uma prata e um bronze, elevando seu balanço pessoal de medalhas olímpicas para sete, somando as do Rio-2016, mas acima de tudo triunfou na hora de passar uma mensagem: "Minha saúde física e mental conta mais do que todas as medalhas que posso ganhar".

Fonte: Adaptada de https://exame.com/casual/saude-mental-a-convidada-surpresa-nas-olimpiadas-de-toquio/ - Acesso em 09.08.2021

O texto aborda um aspecto que não é habitualmente discutido em épocas de jogos olímpicos.

 

Assinale a alternativa que melhor define a origem histórica dessa abordagem.

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